quinta-feira, 7 de março de 2013

Baixaria contra Pr. Marco Feliciano adia reunião na Câmara

Um grupo de manifestantes lotou a sala da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (6), em protesto contra a indicação do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para presidência do órgão.

Baixaria contra Pr. Marco Feliciano adia reunião na Câmara
Baixaria contra Pr. Marco Feliciano adia reunião na Câmara
 
O motivo foi uma questão de ordem da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, a comissão não poderia ser presidida pelo pastor, indicado pelo Partido Social Cristão para ocupar o cargo.
 
Segundo matéria do portal R7, o deputado Feliciano chegou à comissão debaixo de gritos de protesto e permaneceu em silêncio durante toda a manifestação, ouvindo as acusações contra ele.
 
Kokay alega que Feliciano não teria o perfil de defensor das minorias exigido pelo trabalho da comissão. Ele, por sua vez, argumenta que é favorável aos direitos humanos, mas sem obrigatoriamente seguir as pautas de movimentos sociais e que defenderá todas as minorias.
 
Além do protesto, a primeira reunião foi marcada pelo debate entre deputados que também querem a indicação de outro parlamentar para o cargo. Eles sugeriram o nome da deputada Antônia Lúcia (AC) para a presidência da comissão, pois assim estaria mantido o direito do PSC de ocupar o cargo, conforme acordo feito pelas lideranças com base no princípio da proporcionalidade partidária. Essa indicação precisaria ser referendada pelo PSC, que já havia indicado Feliciano para a presidência do colegiado e Antônia Lúcia para a vice-presidência.

Mas o líder do PSC, André Moura (SE), disse que o partido não vai retirar o nome de Feliciano.
 
Segundo matéria do Jornal Nacional, a próxima reunião da comissão acontecerá nesta quinta-feira (7) a portas fechadas, sem a permissão da presença de manifestantes.
 
O noticiário também exibiu reportagem mostrando o empurra-empurra e as baixarias que aconteceram no final de reunião desta quarta-feira.
 
Pastor Marco saiu sem tecer comentários e postou na internet que não é homofóbico nem racista e que defenderá todas as minorias.


Fonte: Agência Câmara Notícias e R7

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