quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Dois pastores assembleianos cometem suicídio esta semana


Dois pastores assembleianos cometem suicídio esta semana

Um caso foi registrado em Cornélio Procópio (PR) e outro em Araruama (RJ)
Nos últimos dias foram noticiados dois suicídios de pastores no Brasil, reascendendo o debate sobre o apoio das igrejas aos seus líderes a fim de combater a depressão que tem levado líderes religiosos de todo o mundo a tirarem suas vidas. 
Um dos casos aconteceu em Cornélio Procópio (PR) no último domingo. O pastor Ricardo Moisés, da Igreja Assembleia de Deus, se enforcou em sua casa que fica nos fundos da igreja.  Com 28 anos de idade, Ricardo foi encontrado já sem vida por sua esposa, que chegou a acionar o SAMU e a Polícia Militar, mas era tarde demais. 
Nesta terça-feira (12) o pastor Júlio César Silva, ex-presidente da Assembleia de Deus Ministério Madureira em Araruama (RJ) tirou a própria vida por enforcamento. O corpo do pastor foi encontrado na varanda de sua casa, localizada em um condomínio na região nobre da cidade.   
Depressão de pastores é preocupante
Ainda que o motivo dessas mortes não tenha sido revelado por suas famílias, os números cada vez maiores de pastores que cometem suicídio têm preocupado instituições em todo o mundo. 
O Instituto Schaeffer, dos Estados Unidos, chegou a pesquisar sobre a saúde mental de líderes religiosos e revelou que 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% estão “esgotados” física e mentalmente.  
Ainda de acordo com esta pesquisa, 80% dos pastores acreditam que o ministério pastoral afeta negativamente suas famílias e 70% dizem não ter um amigo próximo. 

Assim como o número geral de suicídios, os casos com vítimas que lideram igrejas também têm a depressão como principal causa. Além da doença, fatores como traições ministeriais, baixos salários, isolamento, falta de amigos e problemas conjugais também foram registrados. 
Fonte: jmnoticias.com.br

ARARUAMA DE LUTO - Pastor comete suicídio no bairro Ponte dos Leites

ARARUAMA DE LUTO - Pastor comete suicídio no bairro Ponte dos Leites

Corpo de Júlio César Silva foi encontrado em sua residência

A imagem pode conter: 2 pessoas, listras
O pastor Júlio César Silva, ex-presidente do ministério de Madureira em Araruama, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (12) em sua casa, localizada no Condomínio Lagoa Azul, que fica no Residencial Sonho De Vida, no bairro Ponte dos Leites.

De acordo com o registro policial, Júlio César tirou a própria vida se enforcando com uma corda na varanda da residência. 

O corpo foi levado para o IML de Araruama, e ainda não há informações sobre o velório e sepultamento do pastor. O caso foi registrado na 118ª DP.

Nas redes sociais, fiéis e moradores do município lamentaram o ocorrido, e observaram que outros casos semelhantes de suicídio foram registrados em Araruama nos últimos meses.


O pastor Julio é filho da  da dona Vera que é irmã da bispa Neuza casada com o pastor Oídes, um dos principais líderes evangélicos do estado de Goiás e do Brasil. O ex-deputado federal Antônio de Jesus também é tio do pastor Júlio.

Fonte: goiasurgente.com.br

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Trump anuncia Jerusalém como capital de Israel para agradar à sua base de eleitores evangélicos

O presidente americano Donald Trump afirmou na quarta-feira que Jerusalém é a capital de Israel, e prometeu começar um processo rápido de mudança da Embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.
O anúncio de Trump foi recebido muito bem por Israel, um aliado americano íntimo, e por eleitores evangélicos pró-Israel que compõem uma parte fundamental da base de Trump.
Em maio passado, aproximadamente 60 líderes evangélicos, representando 60 milhões de cristãos nos EUA, assinaram uma carta que foi entregue ao presidente Trump pedindo que ele mudasse a Embaixada dos EUA para Jerusalém e assim reconhecesse Jerusalém como a capital de Israel.
“O Rei Davi estabeleceu Jerusalém como a capital de Israel 3.000 anos atrás. Jerusalém era, é e permanecerá a capital de Israel. É hora de os EUA reconhecerem o óbvio. Estou contente com o anúncio do presidente Trump. Ele é o único presidente que manteve sua palavra,” disse Mat Staver, fundador e presidente do escritório de advocacia Liberty Counsel, presidente de Cristãos em Defesa de Israel e fundador e presidente de Covenant Journey.
“Hoje finalmente reconhecemos o óbvio,” Trump disse, frisando que ele não seguiria os presidentes americanos anteriores que não cumpriram suas promessas de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O anúncio de Trump não especificou se a cidade inteira de Jerusalém ou só uma parte é a capital de Israel. Na semana passada, o jornal israelense Jerusalem Post disse que se “Trump reconhecer formalmente Jerusalém como capital de Israel, ele provavelmente deixará claro que o reconhecimento é só de Jerusalém ocidental a fim de manter a condição final da cidade inteira algo para ser decidido em negociações. A Rússia anunciou em abril que reconhece Jerusalém ocidental como a capital de Israel, se tornando o primeiro país do mundo a fazer isso.”
“Depois de mais de duas décadas de adiamento… determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel,” Trump disse na Casa Branca na quarta-feira.
Sob a lei americana, o presidente tem de assinar um adiamento a cada seis meses que deixa a embaixada americana em Tel Aviv. Em junho, Trump renovou o adiamento, como uma série de outros presidentes americanos fizeram para adiar indefinidamente o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Em seu discurso na quarta-feira, Trump não fez nenhuma referência de que ele já tinha assinado um adiamento que oficialmente atrasará a mudança da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, mas a Casa Branca confirmou que ele assinou um adiamento antes do discurso. Isso significa que não haverá nenhuma mudança da embaixada pelo menos nos próximos seis meses. Estabelecer rapidamente uma embaixada em Jerusalém foi uma grande promessa de campanha de Trump para sua poderosa base evangélica.
Se Trump usar os próximos adiamentos do jeito que os presidentes americanos passados os usaram para adiar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, o processo de mudança da embaixada dos EUA poderá levar muitos anos.
O discurso de Trump não só reconheceu Jerusalém, mas, de acordo com a Associated Press, “Trump pareceu apoiar o conceito de uma Palestina independente existindo ao lado de Israel… já que ele disse que promoveria a ‘solução de dois Estados.’”
Uma solução de dois Estados é impossível, pois Deus deu a Terra Prometida só aos judeus, não aos palestinos islâmicos, que são maioria na “Palestina.” Até mesmo Ronald Reagan não acreditava nem apoiava tal “solução.” Não haverá paz para os EUA se Trump seguir a “solução de dois Estados.”
O anúncio de Trump produziu resultados imediatos em outros países. De acordo com o jornal Jerusalem Post, a República Checa na quarta-feira seguiu o exemplo de Trump anunciando que reconhece Jerusalém Ocidental como a capital de Israel.
A República Checa acha que é certo Israel ter Jerusalém Ocidental como sua capital enquanto a Autoridade Palestina tiver Jerusalém Oriental como sua capital. Isso é uma “solução de dois Estados.”
Evangélicos pró-Israel estão no escuro se o anúncio de Trump cobre a cidade inteira de Jerusalém ou só Jerusalém Ocidental, e eles não sabem se Trump continuará usando adiamentos para adiar a mudança da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.
Fonte: juliosevero.blogspot.com.br 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Pastor Ricardo Gondim admite que não acredita no poder de Deus: “Acredito nas iniciativas humanas”

Ricardo Gondim é um pastor que, ao longo das duas últimas décadas, apresentou à comunidade evangélica sua metamorfose interpretativa da Bíblia e da teologia: foi do pentecostalismo (quando ainda mantinha a igreja que lidera ligada às Assembleias de Deus) ao “progressismo” que defende a união civil homossexual e uma visão heterodoxa do cristianismo.


Em um artigo publicado em seu blog, Gondim revelou que não acredita mais que Deus intervenha nos destinos da humanidade, e frisou que agora considera-se, provisoriamente, um “humanista apofático”.

“Não creio mais na promessa religiosa de que livramentos sobrenaturais nos alcançarão, vindos de um Deus que se senta em um trono. Acredito nas iniciativas humanas, nos movimentos solidários, na busca incessante da justiça, na ação profética de instituições que defendem a dignidade humana. Sou irmão de quem arregaça as mangas e luta pelos desvalidos”, escreveu, transparecendo grande parte da influência de filosofias de esquerda que abraçou e, com frequência, compartilha nas redes sociais.

O humanismo, movimento filosófico surgido na Europa durante a Renascença e inspirado na civilização greco-romana, valoriza a busca pelo saber com o propósito de que a humanidade desenvolva uma cultura capaz de explorar o potencial da sociedade para o bem. Entre estudiosos cristãos, essa é uma filosofia controversa, pois para alguns seria uma espécie de mensagem do Evangelho “intelectualizada”, enquanto para outros, é uma distorção dos ensinamentos de Cristo que termina por negar a Deus.

“Sou humanista. Com isso, quero dizer que não espero milagres sobrenaturais para minha vida, família, cidade, país ou mundo. Descartei há muito tempo o Deus maquinista, o soberano que conduz a história nos trilhos da providência. O grave e tenebroso sofrimento que condena homens e mulheres esbofeteou a minha cara. Sofri na carne o impensável”, acrescentou Gondim.

Em seu artigo, o pastor da Igreja Betesda resume a visão apofática, à qual atualmente está alinhado: “A teologia apofática é, em termos bem simples, aquela que se recusa a fazer afirmações propositivas sobre Deus. Os apofáticos se contentam com o que se pode negar a respeito de Deus. Explico melhor. Não há como afirmar nada sobre Deus que seja conclusivo, taxativo, descritivo. Podemos dizer apenas o que ele não pode ser. Deus não pode ser mau, discriminatório, injusto, estúpido, dissimulado”, descreveu.

Gondim afirma que, em sua visão, “não há como ajustar a vida para resgatar a teologia”, e que a opção restante seria “ajustar a teologia para encontrar algum sentido em nossa vida banal”.

“Se minha espiritualidade desceu do altar do teísmo, ela pousou no chão das fábricas, nos cortiços malcheirosos das periferias urbanas, nos acampamentos de refugiados. Creio na religião como espaço de resistência. Sou defensor da religião que promove a compaixão, a sensibilidade e a gentileza. Afasto-me da que se alimenta do delírio metafísico de esperar por Deus, como uma ‘Mulher-maravilha’ ou um ‘Super-homem'”, asseverou, resumindo de forma simplista a fé no sobrenatural.

Na sequência de seu parágrafo conclusivo nas delineações de seu raciocínio, Gondim reitera que não crê no Deus que opera milagres: “Essa divindade que tira ônibus do barranco, cura, esporadicamente crianças condenadas pela leucemia ou faz com que o estuprador fique impotente na hora em que violenta a menina não existe. A bola está com a humanidade. Se não tomarmos vergonha na cara, destruiremos o planeta. Se não procurarmos criar uma cultura de acolhimento e cuidado, cultivaremos a intolerância. Se não fizermos valer o bem, o mal se alastrará e seremos os demônios de nosso próprio inferno”.

“Sou um humanista apofático. Amo tanto a Deus como o mundo em que vivo”, concluiu.

Fonte: noticiasgospelmais.com.br

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Donald Trump deve anunciar reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel

Donald Trump deve anunciar reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel

Jerusalém será reconhecida, formalmente, pelo governo norte-americano como a capital de Israel. A decisão é mais um passo em direção a cumprir uma promessa feita em campanha pelo presidente Donald Trump.
Na última terça-feira, 05 de dezembro, Trump ligou pessoalmente para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a fim de informá-lo que o anúncio oficial será feito em breve. Fontes do governo disseram à mídia internacional que é possível que o presidente dos EUA comunique a comunidade internacional nesta quarta-feira.
Além de Netanyahu, Trump ligou para o presidente da França, Emmanuel Macron, assim como para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e com o rei da Jordânia, Abdullah II. A notícia não foi bem recebida pelos líderes árabes, que repudiaram publicamente a decisão dos Estados Unidos e disseram que a notícia poria fim ao processo de pacificação da região.
Na prática, o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel já foi feito pelos Estados Unidos em 1995, quando o Congresso aprovou a mudança da embaixada norte-americana para a cidade. Desde então, nenhum presidente pôs em prática a medida, mas Donald Trump assumiu esse compromisso durante a campanha.
A polêmica se situa no fato de que, apesar de Israel considerar Jerusalém sua capital, a cidade de Tel-Aviv é que concentra as embaixadas dos demais países e as sedes dos principais órgãos públicos israelenses.
O lado oeste de Jerusalém é um território exclusivo de Israel desde que o país foi criado em 1948, mas a parte leste, onde a população é predominantemente árabe, é alvo de disputa, pois em 1967, na chamada “guerra dos seis dias”, Israel conquistou esse território. Agora, os palestinos querem estabelecer nessa parte da cidade a capital do país que planejam fundar, com apoio da ONU.
Segundo o jornalista Helio Gurovitz, do G1, “no final do governo de Bill Clinton, o então premiê Ehud Barak aceitou conceder aos palestinos soberania sobre Jerusalém Oriental, mas a negociação foi abortada pela recusa do então líder palestino, Iasser Arafat”. Esse capítulo das negociações evidencia que não há disposição para um diálogo por parte dos árabes em relação à cidade.

+ Irã ameaça ir à guerra contra Israel e aliados dos EUA por Jerusalém

A iniciativa de Trump em reconhecer Jerusalém como capital de Israel foi condenada em termos duros pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan: “Jerusalém é uma linha vermelha para os muçulmanos”, disse ele, que ameaçou cortar relações diplomáticas com os Estados Unidos.
Fonte: noticias.gospelmais.com.br

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Escola promove strip-tease de drag queen para difundir ideologia de gênero junto a alunos


O uso de drag queens em apresentações nas escolas é uma ferramenta da militância LGBT que vem sendo cada vez mais usada como forma de impor a ideologia de gênero aos alunos de diferentes faixas etárias. Mais um caso foi registrado, desta vez em Salvador (BA), com grande repercussão nas redes sociais.
A diretora Luciana Senna, responsável pelo Colégio Estadual Odorico Tavares, convidou o drag queen conhecido como Natha Sympson para uma apresentação erotizante no pátio, com todos os alunos da escola formando a plateia.
Segundo informações do jornal A Gazeta do Povo, o drag queen admitiu que a apresentação ao som dos cantores Pabllo Vittar e Anitta – com letras de estímulo à prática sexual – é parte de um projeto de “identidade de gênero e sexualidade”, idealizado pelos responsáveis pelo colégio estadual.
Em outubro, uma escola pública mantida pela Universidade Federal de Juiz de Fora também havia promovido uma apresentação com um drag queen para fazer apologia à ideologia de gênero e atacar os princípios de “família tradicional” mantidos por grande parte da sociedade brasileira.
Na apresentação, a dança se transforma em strip-tease, e o drag queen que usava um vestido no começo, termina seminu, apenas com tapa-sexo e peruca. Nas redes sociais, uma página dedicada ao filósofo e escritor Olavo de Carvalho comentou o episódio, expressando indignação: “Acreditem, isso é uma escola”, lamentou.
Os usuários do Facebook que seguem as publicações desta página comentaram o episódio: “E o Português 0, a Matemática 0, Física e Química 0… e por aí vai… países que são potências mundiais, são países que tem Educação forte e que prezam por um ensino de qualidade e sério e não esse LIXO moral que estamos vivendo aqui. Lamentável”, escreveu um internauta.
“Essas pessoas estão testando a paciência dos pais e das famílias. Se a ideia é acabar com a homofobia, sinto informar que o resultado está sendo contrario. Não tenho filho, mas se eu tivesse e colocassem isso na escola dele, eu tirava ele de lá e abriria um processo contra os responsáveis da escola. As crianças vão para a escola se formar para a vida profissional e acadêmica e não para aprender essas p…”, protestou outro.
A certeza de que essas ações trarão consequências sérias foi a abordagem usada por um dos que comentaram a cena: “Pode dançar, vestir como [mulher], [mas] nunca serão. No dia do juízo, Deus irá chamar pelo nome que ele deu. Aí, meu amigo, onde há risos hoje, haverá ranger de dentes. Que Deus tenha misericórdia desta geração”, pontuou.
Fonte: noticiasgospelmais.com.br

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Manobra da esquerda para legalizar aborto no Brasil é rejeitada por ministra do STF

Manobra da esquerda para legalizar aborto no Brasil é rejeitada por ministra do STF

Uma manobra articulada pelos movimentos de esquerda para forçar uma brecha jurídica que terminasse, na prática, legalizando a prática do aborto no Brasil foi derrubada pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF). O PSOL, principal patrocinador da ideia, sofreu mais uma derrota na questão.
A iniciativa de tentar a legalização, via STF, teve o caso de Rebeca Mendes Silva Leite, 30 anos, que está grávida do terceiro filho, como pano de fundo. Alegando que ficará desempregada ao fim de seu contrato de trabalho temporário, disse que não terá condições de cuidar da criança quando nascer, pois paga aluguel e recebe pensão alimentícia do ex-marido.
O PSOL apresentou uma ação junto à Corte e, numa tentativa de sensibilizar a ministra, solicitou que Rebeca gravasse um vídeo com um depoimento explicando detalhes de sua situação pessoal, em termos financeiros e familiares. Além disso, pediu uma liminar para que a medida fosse estendida a todas as grávidas do país que desejassem abortar.
Na prática, o PSOL tentava a liberação do aborto de forma indireta, pois a prática estaria garantida por força de decisão judicial, mesmo que a Constituição Federal determine o contrário, em proteção à vida. Um atalho que desrespeitaria a lei e o Poder Legislativo, e uma amostra do que a militância de esquerda está disposta a fazer para impor sua visão de mundo.
Rebeca Mendes afirmou, em seu depoimento, que “jamais cogitaria violar a lei ou arriscar sua própria vida para interromper a gestação” se não estivesse desesperada. Ainda assim, a lei falou mais alto, e Rosa Weber negou todos os pedidos da ação impetrada pelo PSOL. Segundo o jornal O Globo, a íntegra da decisão com os argumentos usados pela ministra não está disponível.

Genocídio

A doutora em Filosofia do Direito e professora visitante da Universidade de Harvard, Angela Martins, afirmou que “os autores da ação utilizam uma situação de fragilidade humana para poder continuar questionando o assunto e colocar o STF na parede para uma sentença pontual”.
Em uma entrevista à Gazeta do Povo, Martins lembrou que “hoje existe a curadoria de nascituros, por meio do Estado e de outras ONGs, nacionais e internacionais, entidades religiosas e outras que recebem essas crianças para adoção”, e acrescentou: “Matar nunca é meio de combater qualquer mal e, por outro lado, não seria condizente com a nossa Constituição que protege a vida de modo incondicional”.
Já Flávio Henrique Santos, presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS) de Pernambuco, levantou outra questão de cunho filosófico que poderia ser assimilada ao Direito e ao consciente coletivo se o STF acatasse a demanda do PSOL.
“O estado de pobreza e miserabilidade pode autorizar o Estado a matar pessoas? Essas deficiências econômicas poderiam, por exemplo, justificar higienizar a sociedade, aprovar genocídios porque as pessoas não conseguem sobreviver? Pelo contrário, não seria mais adequado impulsionar o Estado a colocar ações profundas de mudança econômica para que a sociedade tenha uma vida digna? Está havendo uma grande inversão de valores; uma vida inocente não pode ser ceifada por argumentos tão desprovidos de fundamento”, opinou.
Fonte: noticiasgospelmais.com.br

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

As Assembleias de Deus - títulos e honrarias

As Assembleias de Deus - títulos e honrarias

"O brasileiro é vaidoso e guloso de títulos ocos e honrarias chocas. O seu ideal é ter distinções de anéis, de veneras, de condecorações, andar cheio de dourados." (Lima Barreto)

Para muitos assembleianos, causa surpresa a proliferação de títulos considerados "exóticos" para os principais líderes da denominação. Ainda soa estranho, por exemplo, certas igrejas terem como seu líder máximo um "Apóstolo" ou "Bispo".

Vale lembrar, que no Mensageiro da Paz na década de 1930, quando se anunciava estudos bíblicos, obreiros como Samuel Nyströn, Gunnar Vingren entre outros, eram chamados simplesmente de "irmãos". E ser pastor naquela época, era muitas vezes viver sem salário e com muita perseguição.

Mas em 1938, segundo Silas Daniel no livro História da CGADB, "entrou em pauta o ministério de apóstolo". Concordaram os obreiros com a existência do ministério apostólico, mas rejeitaram a "consagração de apóstolos". O reconhecimento da honraria deveria ser feita pela igreja e "não dependia de um título".

Daniel esclarece: "as Assembleias de Deus nunca consagraram apóstolos, por entenderem que tal consagração não tem apoio bíblico, porém sempre tiveram o costume de denominar alguns dos grandes nomes da história da Igreja, inclusive no Brasil, como apóstolos." Entretanto, o reconhecimento só viria depois da morte do pioneiro.

Bispos de Madureira: etiqueta de mando?

Porém, Paulo Leivas Macalão ainda em vida, foi chamado de "Apóstolo do século XX"; Túlio Barros da AD em São Cristóvão (RJ), em 2004, consagrado "Apóstolo" e o seu filho Jessé Maurício "Bispo". Nesse tempo, São Cristóvão já estava rompida com a CGADB.

Em 1959, Antônio de Souza Campos, em um artigo publicado na revista A Seara, questionou o uso que alguns pastores faziam da titulação de reverendo. Para ele, tal título, além de ser impróprio, seria a aberração "de um cristianismo órfão, pobre de espiritualidade o qual para impressionar precisa lançar mão de títulos pomposos". 

Nem mesmo a nomenclatura, "pastor geral", "pastor-presidente" ou "pastor regional" foram aceitas sem contestações na década de 1950. O pastor José Menezes, no Mensageiro da Paz chamou essa prática de "anti-bíblica" e "maligna", sendo uma "etiqueta de mando" para legitimar abusos autoritários. 

Para Menezes, o objetivo dos "pastores regionais" era "empunhar o cetro da distinção" e "exercer o império do mando." Isso seria ainda um "beco de inovações, criação de leis e estatutos imprecisos, proteção a favoritos, trazer a outros com aves de arribação."

Com a evolução dos Ministérios, as ambições de reconhecimento social também cresceram. Gedeon Alencar observa em seu livro Matriz Pentecostal Brasileira, o uso das titulações acadêmicas nos periódicos da CPAD como forma de legitimação dentro da igreja. A titulação de pastor já não seria suficiente para dar peso as publicações? 

Muitas são as justificativas para o uso das nomenclaturas. Mas para muitos, o que parece mesmo é que as lideranças foram picadas pela famosa "mosca azul". Parece que Lima Barreto escreveu pensando em alguns dos nossos líderes.

Fontes:

ALENCAR, Matriz Pentecostal Brasileira: Assembleias de Deus 1911-2011, Rio de Janeiro: Ed. Novos Diálogos, 2013.

ARAÚJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

DANIEL, Silas. História da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

Mensageiro da Paz, 1ª quinzena de abril de 1969. Rio de Janeiro: CPAD.

A Seara, ano VI - nº 1, ano de 1959.

http://mariosergiohistoria.blogspot.com.br

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O Globo continua tentando desconstruir os cristãos conservadores


Jornal escolhe cristãos liberais para tentar legitimar movimento abortista


A grande imprensa brasileira vem caindo em descrédito gradativamente ao demonstrar que não entende as mudanças que o país está passando e tampouco aceita o conservadorismo ganhando força. Se as redes sociais são um espelho da sociedade, é inequívoco que a esquerda já perdeu muito do seu poder de doutrinamento.
O que faz então a rede Globo? Procura maneiras de “descontruir” os cristãos conservadores. Sutilmente, encontra pautas que vão na contramão daquilo que a maioria deles pensa e tenta elevar uma minoria, que é insignificante na questão popularidade, à condição de protagonistas.
No início do mês, o jornal traduziu uma matéria do The Guardian, publicação inglesa conhecida pelo seu liberalismo. Utilizando uma técnica conhecida do jornalismo para a imposição de pautas, “filtrou” todo o material, deixando de fora o contraditório presente na matéria original e escondeu o perfil dos entrevistados.
Quem lia a reportagem “Ex-vangélicos: Cresce nos EUA o número dos fiéis que abandonam o rótulo de evangélicos” poderia pensar que esse era um movimento significativo, que estava fazendo ruir por dentro um dos países mais religiosos do mundo.
Não é o caso. A matéria só dava voz a quem se opõe politicamente ao presidente Donald Trump que foi eleito, em grande parte, graças ao apoio maciço dos cristãos conservadores.
Agora, na tentativa de legitimar o movimento abortista brasileiro, O Globo estampa a manchete “Cristãs contrariam suas religiões para defender a legalização do aborto” e no subtítulo alertam: “Católicas e evangélicas se mobilizam em grupos contra PEC 181”.
Em tempos onde muita gente se informa pelas redes sociais, essa chamada pode dar a impressão errada de que o liberalismo moral está instalado de vez nas igrejas brasileiras, tanto católicas quanto evangélicas. Mas, de novo, este não é o caso.
O grande destaque da matéria é Camila Mantovani, uma jovem de 22 anos, frequentadora da Igreja Batista do Caminho, em Niterói. Um detalhe interessante é que ela é militante do PSOL, partido que luta no Supremo Tribunal Federal pela liberação do aborto até a 12ª semana de gestação.
O pastor da igreja de Camila é Henrique Vieira, que na última quinta-feira (23), esteve no programa “Encontro com Fátima Bernardes” para igualmente defender que os evangélicos chamem os seguidores de religiões afro de “irmãos” e defendam os LGBTs.
A declaração da jovem militante mostra que seu discurso é essencialmente político. “Essa mudança [PEC 181] é um escárnio com a vida, e com o próprio cristianismo. O argumento é muito simples: enquanto cristãos, a defesa da vida tem que estar em primeiro lugar. Se prezamos pela vida, temos de garantir que as mulheres não sejam mortas”, defendeu. A PEC mencionada por ela é conhecida com “PEC da Vida”, mas a mídia vem tratando de denomina-la “PEC do aborto”
Ato contínuo, ela acrescenta: “A criminalização não impede que os abortos aconteçam e assassina as mulheres que o praticam. Ser a favor da legislação atual é uma contradição com a sacralização da vida. Precisamos de uma redução de danos, de um sistema que mate menos pessoas. Por isso argumentamos pela legalização”.
Curiosamente, destaca o jornal, a base do pensamento de Camila e das outras 30 pessoas que formam a Frente Evangélica pela Legalização do Aborto é o texto de Êxodo 21: 22 e 23, que mostraria como a vida da mulher é “superior” à do feto.
Para O Globo, essa Frente Evangélica “segue o caminho das Católicas pelo Direito de Decidir. São mulheres que tentam convencer membros de suas denominações de que defender a vida pode significar garantir o acesso das mulheres a procedimentos legais e seguros para a interrupção da gravidez”.
A validação do discurso de Camila e as demais evangélicas pró-aborto não nominadas pela publicação é “uma enquete organizada na internet pelo grupo dela sobre a possibilidade de articular um movimento nacional de religiosas em prol da legalização teve o interesse de 17 mil mulheres em vários estados do país”. A conclusão do jornal é que ser favorável ao aborto é “a opinião de grande parte dos fiéis”.
Vergonhosamente, o argumento da publicação é que 17 mil é “grande parte dos fiéis” num universo de mais de 45 milhões de evangélicos no Brasil – 22,2% da população brasileira segundo os dados mais recentes.
A intenção não é apenas generalizar o comportamento dos evangélicos a partir de uma minoria insignificante estatisticamente. O Globo exalta também o grupo Católicas pelo Direito de Decidir, uma organização criada em 1993 e cuja pauta central é a legalização do aborto.
Uma das coordenadoras do grupo é Rosângela Talib, que disse ao jornal: “A Igreja considera o aborto um pecado mortal, que prevê a expulsão da fiel. Mas nós trabalhamos com a ideia de que direitos sexuais e reprodutivos são direitos humanos, não devem ser contestados”.
Ou seja, Talib mostra que o “católicas” aqui é só um termo escolhido para causar impacto. Afinal, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) deixa claro que condena “todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.”
Em nota a entidade afirma que: “desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano”.
A conclusão lógica é que as Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), seguem outra agenda, que não é a do Vaticano, logo não poderiam sequer usar o título de católicas. Uma rápida pesquisa na internet sobre quem elas são, mostra que é uma versão brasileira do movimento fundado por Frances Kissling, uma mulher que viveu algum tempo em um convento das Irmãs de São José (EUA). Ao abandoná-lo, passou a dirigir uma clínica de abortos em Nova York. As CDD financiam suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente antivida como a Fundação Ford.
Estranhamente, nesse panfleto abortista travestido de jornalismo produzido por O Globo, vemos evangélicas que são militantes de um partido socialista – ideal político que se opõe ao cristianismo –  e católicas que não seguem o Vaticano em questões morais. Dois grupos que são um bom exemplo do paradoxo religioso que a grande imprensa tenta inculcar como “o novo”. Contudo, acabam apenas servindo como ser aquilo que o fundador do cristianismo que elas supostamente seguem: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis” (Mateus 7:15-20).
Por Jarbas Aragão via noticiasgospelprime.com.br

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

COMADESPE - Líderes resolvem pela permanência na CGADB

COMADESPE - Líderes resolvem pela permanência na CGADB



A COMADESPE - Convenção dos Ministros do Estado de São Paulo e Outros, com sede à Av. Prestes Maia, 241 - 10. andar - Conjunto 1020 - Vale do Anhangabaú - São Paulo - Capital,  representada neste ato pelo seu Presidente Pr. Carlos Roberto Silva, reunida na AD de Cubatão, SP, no dia 23/11/2017, com o seu Colégio de Líderes, formado pela Diretoria e Pastores Presidentes dos Ministérios a ela credenciados, vem a público fazer conhecido que:

1)    Considerando que a COMADESPE é registrada na CGADBsob o número 026, sendo a Convenção Pioneira no Estado de SP a ser reconhecida pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil;

2)    Considerando seu histórico de permanência e perseverança institucional mesmo em momentos de turbulências, disputas e divergências entre as lideranças da nossa denominação;

3)    Considerando os celeumas e conturbações que envolveram as últimas eleições da CGADB, processo este que ainda tramita na Justiça para sentença final;

4)    Considerando as últimas notícias veiculadas pelas mídias a respeito da criação de uma nova Convenção Nacional pelo Pr.  Samuel Câmara, a saber, a CADB, e, principalmente a vinculação da pessoa do Presidente Pr. Carlos Roberto Silva, por ter participado nas últimas eleições da CGADB como candidato, bem como deu total apoio à candidatura majoritária do Pr. Samuel Câmara;


RESOLVE, num clima de absoluta paz, harmonia e unidade, primando neste momento pela estabilidade institucional de nossa Convenção, bem como pela nossa total autonomia e independência, pela PERMANÊNCIA  da COMADESPE nos quadros das convenções credenciadas e reconhecidas pelaCGADB, bem como oramos pela nova Convenção e pelos ministros que dela farão parte, pedindo a Deus que continue dirigindo os rumos da nossa denominação no Brasil, A ASSEMBLEIA DE DEUS.

Desta forma, seguimos acreditando sempre que "Juntos somos mais fortes", mas ao mesmo tempo lutando por uma "CGADB mais perto de você".


Cubatão, 23 de novembro de 2017


Pr. Carlos Roberto Silva
Presidente da COMADESPE




Fonte: pointrhema.com.br

Feliciano e Otoni de Paula comentam vídeo de aniversário com beijo entre meninos: “Configura estupro”

Feliciano e Otoni de Paula comentam vídeo de aniversário com beijo entre meninos: “Configura estupro”

O vídeo viral que mostra um menino de 12 anos aos beijos com o namorado em uma festa de aniversário continua repercutindo nas redes sociais, e levou pastores evangélicos a se posicionarem, denunciando que tal situação é efeito colateral da difusão da ideologia de gênero na sociedade brasileira.
Os pastores Otoni de Paula (PSC-RJ) e Marco Feliciano (PSC-SP) gravaram vídeos comentando o episódio e lamentando que crianças tenham permissão dos pais e/ou responsáveis para viver um relacionamento de intimidade e recebam estímulos explícitos para a prática homossexual.
“12 anos. É um fedelho que não sabe quanto é 1 + 1 ainda, mas está beijando o namoradinho dele […] A ideologia de gênero, que muitas vezes quando subimos nessa tribuna colegas vereadores tentam desqualificar o debate dizendo que existem pautas mais importantes a serem debatidas […] Estamos falando de vida, da desconstrução do ser humano”, comentou Otoni.
“A ideologia de gênero nas escolas e meios de comunicação não consiste apenas na desconstrução da sexualidade, mas resulta na desconstrução do ser humano em si. Uma pessoa que é magra, mas quando olha no espelho se vê gorda… Isso é normal? Não. Precisa fazer um tratamento, todo mundo concorda com isso. Então, porque seria, que um menino ou menina, quando se olha no espelho se vê no corpo errado, não precisa de tratamento?”, questionou.
Já Marco Feliciano resolveu destacar a importância da vigilância constante: “Quero chamar atenção, em especial dos senhores pais de adolescentes, para a desgraça que sorrateiramente adentra em nossos lares”, introduziu, referindo-se ao fato de que essas situações se tornam de conhecimento público de forma imediata através das redes sociais.
Mais adiante, o pastor lembrou que todo o contexto mostrado no vídeo é uma agressão ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), configurando irresponsabilidade dos pais na guarda dos filhos e até situação de estupro.
“Um menino imberbe dessa idade não tem discernimento para decidir o que é melhor para si. Não abordo aqui apenas o fato de se apresentarem numa relação homoafetiva, mas sim da tenra idade. Mesmo que o namorado mostrado no vídeo, de mais idade que o menino, fosse uma menina, a relação não deixaria de ser espúria, pois intimidade com menor de 14 anos, mesmo consentida, configura estupro previsto em lei. E nos costumes, trata-se de pedofilia”, pontuou.
“Onde estavam os pais dessa criança no momento dessa festa, que mais está para orgia, tamanho o disparate que se viu nesse vídeo? Aí está o resultado da intenção de pessoas que prega a desconstrução da família patriarcal com o advento do incesto e outras porcarias mais”, prosseguiu o pastor.
Feliciano disse que a luta contra a influência negativa sobre a família tradicional é um trabalho sem fim, mas que não deve ser deixado de lado, e prometeu investigar o caso: “Não me canso de bater na mesma tecla até que os detratores da família cristã sejam derrotados. Vou cobrar das autoridades policiais, diligências em relação a esses fatos para identificar os responsáveis e levá-los perante o juízo da vara de menores, para providências que achar cabíveis”.
Confira no vídeo abaixo:

Fonte: gospelmais.com.br