terça-feira, 21 de agosto de 2018

Estátua de Satanás é inaugurada ao lado de monumento aos 10 Mandamentos

Estátua de Satanás é inaugurada ao lado de monumento aos 10 Mandamentos

Imagem de Baphomet faz parte de protesto de grupo satânico e de ativistas ateus


Por Jarbas Aragão / via noticiasgospelprime.com.br



Estátua de Baphomet.
Estátua de Baphomet. (Foto: AP)

Adoradores de Satanás estão lutando na justiça americana pelo reconhecimento como uma prática religiosa igual ao cristianismo. Nesta quinta (16), eles conseguiram permissão judicial para colocar uma estátua de bronze de Baphomet, um dos símbolos mais conhecidos do satanismo.
A escultura ficará em frente à sede do governo do Estado de Arkansas, na capital Little Rock. Financiada pela organização Templo Satânico, a estátua seria um protesto contra um monumento aos Dez Mandamentos que já se encontrava no local.



Medindo cerca de 2,5 metros, o ícone da criatura com rosto de bode sentada em um trono e ladeada por duas crianças ficará em frente ao Capitólio temporariamente. Contudo, seus idealizadores entraram com processos para que seja uma exibição permanente, pois deveriam usufruir os mesmos direitos de liberdade religiosa que as demais formas de culto.
A co-fundadora do Templo Satânico no Arkansas, Ivy Forrester, argumentou ao Independent: “Se você concorda com um monumento religioso em local público, então deve permitir outros. Se você não concordar com isso, então não deveríamos ter nenhum.”
Obviamente, a estátua representando Satanás gerou protesto da comunidade cristã, enquanto Jason Rapert, um importante político conservador classificou a imagem de “ofensiva” e prometeu lutar para que ela seja retirada. Ele foi o autor do projeto que permitiu a colocação de um monumento com os 10 Mandamentos no mesmo local.
Rapert disse que respeita os direitos de todos praticarem sua religião, mas acredita que o Templo Satânico é formado por “extremistas”.



Ateus e satanistas celebrando Baphomet
Ateus e satanistas celebrando Baphomet. (Foto: AP)

Além dos satanistas, um grupo de ativistas ateus também participou da inauguração da estátua nesta quinta-feira diante do Capitólio. Vários oradores fizeram discursos, argumentando que o monumento bíblico ao lado violava a separação entre Igreja e Estado.



Cristãos com versículos bíblicos em protesto
Cristãos protestando com cartazes. (Foto: AP)

Cerca de 150 pessoas participaram do evento do Templo Satânico. Havia um grupo menor de cristãos protestando a alguns metros de distância, segurando cartazes com versículos da Bíblia e cantando hinos.
Assista!




Por Jarbas Aragão /via noticiasgospelprime.com.br

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Honduras proíbe adoção para casais homossexuais

Honduras proíbe adoção para casais homossexuais

Decisão levou em conta a Constituição do país, que não aprova o casamento gay

Pleno.News - 17/08/2018 12h32

Parlamento de Honduras aprovou a proibição de adoção para casais homossexuais Foto: EFE/Archivo
O Parlamento de Honduras aprovou, em sessão realizada nesta quinta-feira (16), vários artigos a respeito da Lei de Adoção do país. Entre eles está a proibição para casais homossexuais. A decisão foi informada pela deputada Doris Gutiérrez (Pinu-SD) nesta sexta (17).
Segundo a parlamentar, a maioria dos votantes entendeu que a permissão iria contra o texto da Constituição do país, que não reconhece o casamento entre pessoas de mesmo sexo.
– Esta nova lei não pode estar acima do que estabelece a Constituição da República, que nos diz que o casamento de fato e o casamento de direito é realizado entre um homem e uma mulher – declarou.
Assim, uma proibição expressa foi incluída no artigo 22 da Lei de Adoção. Outro artigo aprovado diz que “ninguém pode ser adotado simultaneamente por mais de uma pessoa, salvo o caso de adoção por cônjuges ou companheiros de lar em união de fato devidamente legalizada”.
Fonte; plenonews *Com informações da Agência EFE

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Conservador, plano de governo de Bolsonaro combate ideologia de gênero e propõe redução de impostos

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) divulgou seu plano de governo com indicativos conservadores nas políticas públicas e postura liberal na economia, com vistas à redução de gastos do governo e geração de emprego e renda. Um dos pontos principais é a proposta de combate à ideologia de gênero nas escolas e apoio ao projeto Escola Sem Partido.

O plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última terça-feira, 14 de agosto, é intitulado “O Caminho da Prosperidade”, e traz ao longo de 81 páginas compromissos com uma administração “decente, diferente de tudo aquilo que nos jogou em uma crise ética, moral e fiscal”.
Bolsonaro e sua equipe se comprometem a formar “um governo sem toma lá-dá-cá, sem acordos espúrios. […] formado por pessoas que tenham compromisso com o Brasil e com os brasileiros”.
A coligação, chamada “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” incomodou ativistas ateus, que consideram o slogan de campanha do líder nas pesquisas um “desprezo ao Estado laico”. “O candidato também colocou o slogan em seu plano de governo, o que, obviamente, não faz nenhuma menção ao Estado laico brasileiro”, queixou-se o jornalista Paulo Lopes.
Como vem fazendo ao longo dos últimos cinco anos, Bolsonaro pontua que seu governo irá priorizar questões como a Saúde, Educação e Segurança Pública, com “tolerância zero com o crime, com a corrupção e com os privilégios”.

Saúde

Uma das propostas é um plano de unificação nacional de prontuários médicos, nos moldes que são utilizados por clínicas e convênios particulares. Dessa forma, o histórico do paciente poderá ser acessado por médicos de diferentes postos de atendimento ou hospitais, facilitando a compreensão do estado de saúde de cada cidadão.
Segundo o plano de governo de Bolsonaro, esse investimento em organização reduzirá os custos fixos ao longo do tempo, além de permitir uma melhora na qualidade de atendimento e também a cobrança sobre o desempenho dos profissionais.
Outra ideia proposta é a criação de um credenciamento universal dos médicos, permitindo que toda força de trabalho da saúde possa “ser utilizada pelo SUS, garantindo acesso e evitando a judicialização”.
“A intenção é permitir às pessoas maior poder de escolha, compartilhando esforços da área pública com o setor privado. Todo médico brasileiro poderá atender a qualquer plano de saúde”, diz o plano de governo, adotando um conceito aplicado com sucesso em São Paulo durante a gestão do ex-prefeito João Doria (PSDB), que zerou a fila de exames ao disponibilizar a estrutura de clínicas particulares.
O plano ainda prevê programas para levar atendimento a áreas carentes do Brasil, aperfeiçoamento do treinamento de agentes comunitários de saúde e a criação de um projeto para que as famílias dos médicos cubanos que atuam no país possam imigrar.

Educação

O ponto central das propostas de Bolsonaro é uma revisão nos conceitos de ensino adotados a partir da filosofia pedagógica de Paulo Freire, que é visto por parte dos profissionais de educação no Brasil como porta de entrada de filosofias de esquerda (como a ideologia de gênero), permitindo a militância política de professores que têm ligação com grupos e partidos
No plano de governo, Bolsonaro propõe ainda alterações na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), acabando com a aprovação automática que foi adotada décadas atrás e reduziu o nível de desempenho dos alunos.
Ao mesmo tempo que pretende estabelecer um padrão de disciplina nas salas de aula, com respeito ao educador, Bolsonaro quer integrar as metodologias do Ensino Superior (majoritariamente gerido pelo governo federal) com o Ensino Médio (sob responsabilidades dos governos estaduais) e o Ensino Fundamental (comandado pelas prefeituras).
Nesse modelo, os alunos seriam educados ao longo dos anos em um sistema coeso, que os preparam para a etapa da faculdade. Para tanto, é necessário um investimento na capacitação dos professores, também previsto na proposta.
Em relação ao Ensino Superior, o plano de governo prevê o estímulo ao ensino do empreendedorismo em todos os cursos, para que os jovens saiam “da faculdade pensando em como transformar o conhecimento obtido em produtos, negócios, riqueza e oportunidades”. As pesquisas em universidades também serão focadas na atuação com empresas, de modo que cada região do Brasil possa se concentrar em suas “vantagens comparativas”.

Segurança Pública

A partir dos dados de criminalidade no Brasil, o plano de governo de Jair Bolsonaro compara a realidade de outros países onde há permissão para posse de armas de fogo, e propõe que o Estatuto do Desarmamento seja revisto, autorizando cidadãos sem antecedentes criminais a manterem armas em casa.
Confira os tópicos do plano de segurança:
1 – Investir fortemente em equipamentos, tecnologia, inteligência e capacidade investigativa das forças policiais; 
2 – Prender e deixar preso! Acabar com a progressão de penas e as saídas temporárias;
3 – Reduzir a maioridade penal para 16 anos;
4 – Reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à LEGÍTIMA DEFESA sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros;
5 – Policiais precisam ter certeza que, no exercício de sua atividade profissional, serão protegidos por uma retaguarda jurídica. Garantida pelo Estado, através do excludente de ilicitude. Nós brasileiros precisamos garantir e reconhecer que a vida de um policial vale muito e seu trabalho será lembrado por todos nós! Pela Nação Brasileira!;
6 – Tipificar como terrorismo as invasões de propriedades rurais e urbanas no território brasileiro;
7 – Retirar da Constituição qualquer relativização da propriedade privada, como exemplo nas restrições da EC/81;
8 – Redirecionamento da política de Direitos Humanos, priorizando a defesa das vítimas da violência;

Economia

No campo econômico, os conceitos adotados no plano de governo do candidato foram embasados na visão de Paulo Guedes, economista renomado que foi convidado por Bolsonaro para ser o ministro da Economia em caso de vitória nas eleições.
A proposta de economia liberal se opõe ao modelo usado nos últimos governos, prevendo maior liberdade para as empresas investirem e gerarem emprego. “Reduz a inflação, baixa os juros, eleva a confiança e os investimentos, gera crescimento, emprego e oportunidades”, diz o documento.
Outra proposta é a criação do Ministério da Economia, atuando a partir das decisões que o Banco Central tomará de forma independente. Essa nova pasta seria a fusão dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio, assim como a Secretaria Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).
A Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) seriam vinculados à nova pasta, que tocaria também um extenso plano de privatizações de empresas públicas, usando os valores arrecadados para reduzir a dívida pública do país.
Em relação à Previdência, Jair Bolsonaro defende a adoção de um modelo de capitalização, funcionando em paralelo com o atual, reformado. Dessa forma, os trabalhadores poderão optar por aplicar suas contribuições em sistemas que façam o dinheiro render ao longo dos anos.
Bolsonaro também propôs uma simplificação e unificação de tributos, visando a redução de impostos no futuro e a facilitação para novos empreendimentos, que geram empregos e renda.
Confira a íntegra do plano de governo de Jair Bolsonaro neste link.
Por Thiago Chagas / via noticiasgospelmais.com.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Marina Silva oficializa apoio ao casamento gay em programa de governo

Marina Silva oficializa apoio ao casamento gay em programa de governo


A candidata da Rede Sustentabilidade protocolou seu programa de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última terça-feira, 14 de agosto, e diferentemente de 2014 – quando recuou na questão da união entre pessoas do mesmo sexo – Marina Silva levou adiante a proposta.
No conjunto de ideias que balizarão seu mandato caso seja eleita, Marina Silva propõe que o casamento gay seja protegido por lei, diferentemente do que ocorre hoje, em que as uniões homossexuais são permitidas por conta de uma decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, Marina Silva “tomou o cuidado de revisar todas as 61 páginas do documento”, já que em 2014 se viu em uma polêmica quando foi confrontada, publicamente, pelo pastor Silas Malafaia em relação à questão da união de homossexuais.
Esse apoio oficial corrobora a informação de bastidores de maio deste ano que antecipava o compromisso de Marina Silva com a militância LGBT para a formalização em lei das uniões homossexuais.
Na ocasião, Marina Silva mandou retirar a proposta de seu plano de governo e justificou-se afirmando que o tópico sobre o casamento gay havia sido inserido no conjunto de propostas por colaboradores da Rede Sustentabilidade, que à época ainda era um movimento para fundação de um partido.
No atual plano de governo, Marina afirma que na prática, o casamento gay já acontece: “O Conselho Nacional de Justiça regulamentou a celebração de casamento civil de pessoas do mesmo sexo, através da Resolução 175/13. Acataremos a demanda de que os direitos decorrentes dessa decisão sejam protegidos por lei”, diz o documento, que também defende que homossexuais tenham os mesmos direitos em casos de adoção que os casais heterossexuais.
Confira a íntegra do plano de governo de Marina Silva neste link.
Fonte: noticiasgospelmais.com.br

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

África foi mais ajudada pelo pentecostalismo do que pelas ONGs

África foi mais ajudada pelo pentecostalismo do que pelas ONGs, diz pesquisa

O estudo afirma que a mudança social proposta pelos cristãos pentecostais é mais eficaz que a de organizações de ajuda humanitária.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST
ATUALIZADO: SEXTA-FEIRA, 10 AGOSTO DE 2018 AS 12:35


O estudo afirma que o pentecostalismo é o maior movimento em prol da justiça social que já existiu. (Foto: Reprodução)
O estudo afirma que o pentecostalismo é o maior movimento em prol da justiça social que já existiu. (Foto: Reprodução)
A grande maioria dos pentecostais pelo mundo se preocupa profundamente com o trabalho social e a redução da pobreza. Uma pesquisa indica que o pentecostalismo é o maior movimento em prol da justiça social que já existiu. Além disso, estudiosos pentecostais estão crescendo nas universidades — se antes eles costumavam ficar fora do ambiente acadêmico, hoje eles estão cada vez mais engajados.

Eruditos pentecostais como Amos Yong e Craig Keener são especialistas em seus respectivos campos e há um enorme interesse acadêmico sobre o motivo do pentecostalismo ter crescido tão rápido e como isso afeta a sociedade. As ciências sociais não estão mais ignorando como 600 milhões de cristãos cheios do Espírito Santo estão moldando o mundo.

Um livro chamado “Pentecostalism and Development: Churches, NGOs and Social Change in Africa” (Pentecostalismo e Desenvolvimento: Igrejas, ONGs e Mudança Social na África, em tradução livre) era lançado pela escritora Dena Freeman, na London School of Economics. Ela argumentou em sua obra que o pentecostalismo possivelmente fez mais pelo desenvolvimento e pela diminuição da pobreza do que todas as organizações internacionais de ajuda.

“As igrejas pentecostais são muitas vezes agentes de mudança mais eficazes do que as ONGs de ajuda humanitária. Elas são excepcionalmente eficazes em promover a transformação pessoal e o empoderamento, fornecem a legitimidade moral para um conjunto de mudanças de comportamento e reconstroem radicalmente as famílias e comunidades para apoiar novos valores e novos comportamentos”, disse Dena Freeman.

Confirmação
Essa tese está de acordo com o que os sociólogos Donald Miller e Tetsunao Yamamori descobriram alguns anos antes. Eles lançaram um projeto de pesquisa para investigar igrejas em países em desenvolvimento que tinham programas sociais ativos para ajudar pessoas vulneráveis. Quando eles exploraram o terreno, descobriram que 80% dessas igrejas eram pentecostais.

Eles escolheram mudar seu foco de pesquisa sobre o caso, o que levou ao livro “Global Pentecostalism: The New Face of Christian Social Engagement” (Pentecostalismo Global: A nova face do engajamento social cristão, em tradução direta). Lá, eles cunharam o termo "Pentecostal Progressivo", significando um crente cheio do Espírito que está envolvido socialmente com sua comunidade local para ajudar os outros (sem necessariamente ser teologicamente progressista).

Donald Miller argumentou: “O ‘Pentecostal Progressivo’ é mais proeminente nos países em desenvolvimento do que é no mundo ocidental. É importante reconhecer as maneiras pelas quais o pentecostalismo dá dignidade às mulheres e às pessoas que são pobres, dizendo-lhes que eles são feitos à imagem de Deus e, portanto, tem direitos, tanto pessoais como políticos”.

Legalização do aborto é rejeitada pelo Senado da Argentina

A votação foi acompanhada por manifestantes sob chuva forte e frio, do lado de fora do Congresso argentino.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA FOX NEWS
ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 9 AGOSTO DE 2018 AS 8:52



Manifestantes pró-vida celebram o resultado da votação no Senado da Argentina, que rejeitou a legalização do aborto. (Foto: Fox News)

O Senado da Argentina rejeitou nesta quinta-feira (9) um projeto de lei para legalizar o aborto eletivo, o que significou uma derrota para o movimento que chegou perto de conseguir a descriminalização do procedimento na terra natal do Papa Francisco.

Os legisladores debateram por mais de 15 horas e participaram de uma votação que resultou em 38 votos contra e 31 a favor da medida que visava legalizar o aborto eletivo nas primeiras 14 semanas de gravidez, dependendo apenas da vontade da gestante. A decisão pode ecoar em toda a América Latina, onde a Igreja Católica Romana tem perdido influência e autoridade moral.

Por longas horas, milhares de manifestantes contra e a favor da legalização ocuparam as ruas de Buenos Aires. Os favoráveis ao aborto usavam lenços verdes, que representam o esforço para legalizar o aborto, enquanto os opositores da medida vestiam azul claro. A manifestação ocorreu mesmo sob chuva forte e as temperaturas frias do inverno da Argentina e os manifestantes assistiram ao debate em telões montados do lado de fora do Congresso.

Os protestos foram em grande parte pacíficos, mas após a votação, pequenos grupos de manifestantes entraram em confronto com a polícia, lançando bombas incendiárias e montando barricadas de fogo. Os policiais responderam com gás lacrimogêneo.

Pressionada por uma onda de manifestações de grupos de mulheres, a Câmara dos Deputados já havia aprovado a medida e o presidente conservador, Mauricio Macri, disse que a assinaria, apesar de ser contra o aborto.

"Independentemente do resultado, hoje a democracia vence", disse Macri antes da votação.

Na Argentina, o aborto só é permitido em casos de estupro e riscos à saúde da mulher. Milhares de mulheres, a maioria delas pobres, são hospitalizadas todos os anos devido a complicações causadas pela realização de abortos.

Os defensores da medida disseram que legalizar o aborto salvaria a vida de muitas mulheres. O Ministério da Saúde estimou, em 2016, que cerca de meio milhão de abortos clandestinos acontecem no país a cada ano, com dezenas de mulheres mortas como resultado. A Igreja Católica e outros grupos se opuseram, dizendo que a proposta violava a lei argentina, que garante a vida desde o momento da concepção.

Tensão
A possível aprovação da medida estava preocupando centenas de médicos argentinos que se opõem ao aborto por razões pessoais, como crenças religiosas ou valores morais.

Dias atrás, funcionários de pelo menos 300 hospitais argentinos foram às ruas para protestarcontra a medida, afirmando que temiam serem presos, caso a lei fosse aprovada e se recusassem a realizar abortos posteriormente à sanção da proposta. A tensão dos médicos pró-vida se baseava na falta de clareza da lei quanto às penalidades previstas para os profissionais de saúde quem se opusessem ao aborto.

"Os médicos não podem trabalhar sob a ameaça da prisão", disse Maria de los Angeles Carmona, chefe de ginecologia do hospital estatal Eva Peron.

"Até onde estamos dispostos a ir? Prisão", disse Ernesto Beruti, chefe de obstetrícia do Hospital da Universidade Austral. "Mesmo que a lei seja aprovada, não vou eliminar a vida de um ser humano. O direito mais importante é o direito de viver".

Durante a votação, enquanto milhares esperavam pela decisão nas ruas sob seus guarda-chuvas, outros se reuniram na noite de quarta-feira em uma "Vigília pela Vida" na Catedral Metropolitana.

"Não se trata de crenças religiosas, mas de uma razão humanitária", disse o cardeal Mario Poli, arcebispo de Buenos Aires. "Cuidar da vida é o primeiro direito humano e o dever do Estado".

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

"O Conselho de Direitos Humanos da ONU é uma farsa", diz embaixadora dos EUA

"O Conselho de Direitos Humanos da ONU é uma farsa", diz embaixadora dos EUA

Nikki Haley tem defendido incansavelmente o Estado de Israel das resoluções abusivas da ONU.

Nikki Haley é embaixadora dos EUA na ONU e uma grande defensora de Israel. (Foto: thejewishlink.com)
Nikki Haley é embaixadora dos EUA na ONU e uma grande defensora de Israel. (Foto: thejewishlink.com)
A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, não tem medo de dizer o que pensa sobre a postura das Nações Unidas com relação a Israel.

Nos últimos 18 meses, Haley criticou a organização abertamente por suas inclinações e preconceitos globalistas contra o Estado de Israel. Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, a embaixadora desafiou a oposição maciça na Assembleia Geral da ONU.

"A América colocará nossa embaixada em Jerusalém. É isso que o povo norte-americano quer que façamos e é a coisa certa a fazer", disse ela em discurso na ONU. "Nenhum voto nas Nações Unidas fará qualquer diferença nisso".

Defensora de longa data das relações entre os EUA e Israel, Haley dirigiu-se à Cúpula dos Cristãos Unidos por Israel (CUFI) na última segunda-feira (23), onde foi também presenteada com o prêmio "Defensor de Israel", entregue pelo pastor John Hagee, líder da CUFI.

"A cada ano, a liderança da CUFI elege a única pessoa na América que mais acreditamos ter feito para defender e proteger Israel. Estamos muito satisfeitos e muito honrados em apresentar este prêmio à embaixadora Haley", disse o pastor Hagee enquanto a presenteava com uma placa de ouro.

Outro desafio de Haley na ONU veio quando ela votou contra uma resolução que condenava ferozmente as ações do exército israelense e se recusava a reconhecer as ações violentas do grupo terrorista palestino Hamas, durante um recente surto de violência na fronteira.

"Quando ouvi país após país no Conselho de Segurança da ONU criticando abertamente Israel, decidi falar. O que eu disse chocou as pessoas na ONU, mas vou dizer de novo porque é a verdade. Israel agiu com mais moderação do que qualquer outro país sob essas mesmas condições", explicou Haley na cúpula, segundo a CBN News.

E parece que sua posição pró-Israel começou a valer a pena, com muitos membros da Assembleia Geral da ONU começando a discutir a questão do Hamas e suas ações desumanas.

"A ideia de que poderíamos obter a maioria da Assembleia Geral pela primeira vez, até mesmo para reconhecer que o Hamas era um problema, é uma vitória fantástica", observou Haley.

A farsa do Conselho de Direitos Humanos

A ex-governadora da Carolina do Sul também falou sobre sua decisão de se retirar do Conselho de Direitos Humanos da ONU, um grupo ao qual ela se referiu como "um escoadouro de preconceito político".

"O Conselho de Direitos Humanos é uma farsa", declarou Haley. "O que dissemos é que há sérios abusos aos direitos humanos, seja na Venezuela, seja no Irã, onde estão protestando contra o seu regime, seja na Nicarágua, e [este Conselho] não está fazendo nada a respeito".

"A América será sempre a líder mundial na defesa dos Direitos Humanos, mas não faremos isso em um lugar onde se zomba dos ideais de direitos humanos que ela deve defender", acrescentou ela. "É muito importante para mim representar a verdade e a realidade na ONU, mesmo que isso incomode outros países".

Enquanto isso, Haley vai diminuir sua retórica? Provavelmente não. "Ficar em silêncio nunca foi algo em que eu fui boa", ela riu.

Haley também deu uma breve visão de sua intrigante jornada de fé. "Eu não sou judia, mesmo que isso surpreenda algumas pessoas", explicou ela. "Eu também não fui criada como cristã. Há vinte anos, minha jornada de fé me levou ao cristianismo, onde encontrei força em minha fé e confiança em meu coração".

"Mas também sou uma pessoa humilde em sua fé. Eu não pretendo ter a sabedoria do que Deus tem reservado para mim ou para outras pessoas", Haley continuou. "O que sei é que Deus abençoou a América com grandeza e bondade e sei que, no mundo perigoso em que vivemos, é absolutamente urgente que os Estados Unidos se levantem para dar cobertura aos nossos amigos".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FAITH WIRE

Médicos que não fazem abortos poderão ser presos na Argentina

Médicos que não fazem abortos poderão ser presos na Argentina

Funcionários de 300 hospitais e clínicas de saúde estão protestando contra um novo projeto de lei em votação na Argentina

Fonte: Guia-me / com informações da CBN News - Foto: Crux Now | 01/08/2018
Médicos que não fazem abortos poderão ser presos na Argentina
Centenas de médicos na Argentina realizaram protestos contra o aborto, enquanto um projeto de lei para legalizá-lo segue para o Senado do país na próxima semana.
Eles estão prometendo não tirar vidas humanas, não importa o que lhes custe, acenando sinais com mensagens poderosas como: "Eu sou um médico, não um assassino".
Funcionários de cerca de 300 hospitais privados e instalações médicas denunciaram a nova legislação, que já foi aprovada pela câmara baixa do Congresso Nacional Argentino.
A Argentina já permite o aborto em casos de estupro ou riscos para a saúde da mulher. Os proponentes do projeto de lei querem legalizar os abortos eletivos nas primeiras 14 semanas de gravidez, alegando que isso reduziria as mortes entre as mulheres.
Hospitais privados questionam a lei porque ela não permitiria que eles optassem por não realizar abortos. E enquanto os médicos podem ser autorizados a se demitir do hospital, há preocupações de que outros aspectos confusos da lei possam torná-los vulneráveis ??a processos e outras perseguições por causa de suas crenças, como por exemplo, a prisão.
"Os médicos não podem trabalhar sob a ameaça da prisão", disse Maria de los Angeles Carmona, chefe de ginecologia do hospital estatal Eva Peron.
Críticos, como a Federação de Ginecologia e Sociedades de Obstetrícia da Argentina, dizem estar preocupados que os médicos que se recusarem a realizar abortos por razões morais possam também sofrer discriminação profissional. De fato, os objetores teriam que se registrar e estão preocupados que isso poderia ser usado ??para "colocá-los na lista negra" nos hospitais.
"Até onde estamos dispostos a ir? Prisão", disse Ernesto Beruti, chefe de obstetrícia do Hospital da Universidade Austral. "Mesmo que a lei seja aprovada, não vou eliminar a vida de um ser humano. O direito mais importante é o direito de viver".
A altamente respeitada Academia Argentina de Medicina opõe-se ferozmente à legislação, emitindo uma declaração de que a vida humana começa na concepção e "destruir um embrião humano significa impedir o nascimento de um ser humano".
"Nada de bom pode vir quando a sociedade escolhe a morte como uma solução", disse o comunicado oficial.

Corpo do pastor Antonio Gilberto é sepultado no Rio

Corpo do pastor Antonio Gilberto é sepultado no Rio

Corpo do pastor Antonio Gilberto é sepultado no Rio

Pastores e líderes de todo o Brasil estiveram no sepultamento na tarde desta terça-feira (31)

Redação CPAD News - Foto: Vitor Campos | 31/07/2018 

O corpo do pastor Antonio Gilberto, consultor teológico e doutrinário da CPAD, foi sepultado na tarde desta terça-feira (31), no Cemitério Memorial do Rio, em Cordovil.
O velório e o culto memorial foram realizados na Assembleia de Deus Ministério de Cordovil. A direção do culto esteve sob a responsabilidade do pastor Ismar, filho de Antonio Gilberto, e do pastor Alexandre Costa, líder da AD Ministério Jardim Alvorada em Nova Iguaçu (RJ).

Estiveram presentes na cerimônia, líderes de todo o Brasil, entre eles, os pastores José Wellington Costa Junior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB); José Wellington Bezerra da Costa, presidente do Conselho Administrativo da CPAD; Kemuel Sotero, 1º vice-presidente do Conselho Administrativo da CPAD; Paulo Carvalho, líder da Ceader; Francisco José, líder da AD Ministério de Cordovil; Francisco Marto, representando o pastor Martin Alves, líder da AD no Rio Grande do Norte; Silas Malafaia, líder da AD Vitória em Cristo; Terry Johnson, diretor da EETAD; Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor-executivo da CPAD; além de vários membros da Mesa Diretora da CGADB e gerentes da Matriz da CPAD, bem como diversos funcionários da editora.

Durante o culto memorial, foram entoados hinos da Harpa Cristã. A União Feminina da AD Ministério de Cordovil também entoou um hino de louvor a Deus.

Emocionado, o pastor Gil Monteiro, também filho do pastor Antonio Gilberto, proferiu suas palavras em homenagem, dirigidas não apenas ao pastor, teólogo, professor, entre outros adjetivos, mas, principalmente, ao pai Gilberto.
Pastor Antonio Gilberto faleceu nesta segunda-feira (30), aos 91 anos. Um dos maiores nomes da teologia pentecostal no Brasil, ele destacou-se como educador, jornalista, teólogo, autor de best-sellers e articulista, e como uma referência na área de Escola Dominical.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Parte para a Eternidade o pastor Antonio Gilberto

Ele era considerado o maior nome da Teologia Pentecostal no Brasil

Redação CPAD News | 30/07/2018 - 15:29
Parte para a Eternidade o pastor Antonio Gilberto
Faleceu hoje, aos 91 anos, na cidade do Rio de Janeiro, o pastor Antonio Gilberto da Silva, um dos maiores nomes da teologia pentecostal no Brasil. Ele destacou-se como educador, jornalista, teólogo, autor de best-sellers e articulista, e como uma referência na área de Escola Dominical e de Teologia Pentecostal no país.

Ele nasceu em 7 de junho de 1927, na cidade de Várzeas (RN). Converteu-se aos 14 anos de idade por meio de seu irmão mais velho José Apolônio da Silva, que se tornaria também pastor nas Assembleias de Deus como ele. Em 1948, ingressou na Marinha do Brasil e no mesmo ano foi transferido ao Rio de Janeiro, onde casou-se em 29 de agosto de 1953 com Iolanda Valente da Silva. Desta união nasceram quatro filhos: Isaque, Ismael, Gil e Ismar.

Formado em Teologia, Letras e Pedagogia, obteve seu mestrado em Educação pela Universidade Biola, nos Estados Unidos, sendo também um profundo conhecedor dos idiomas bíblicos hebraico e grego.

Foi professor do Instituto Bíblico Pentecostal (IBP) de 1962 e 2º vice-presidente da instituição. Ele fundou o Curso de Aperfeiçoamento de Escola Dominical (CAPED) em 1974, a pedido do Conselho Administrativo da CPAD. Foi ordenado pastor em 1976, mesmo ano que foi convidado pelo missionário norte-americano Bernhard Johnson para fazer parte do projeto da Escola de Ensino Teológico das Assembleias de Deus, a EETAD.

Pastor Gilberto foi membro do Conselho Mundial de Evangelismo do Congresso de Lausanne, na Suíça, e era membro da diretoria da Sociedade Bíblica do Brasil, além de membro da diretoria da Global University, nos Estados Unidos, desde 1999. Foi diretor de Publicações da CPAD de 1989 a 1992, época em que começou a trabalhar como editor da Bíblia de Estudo Pentecostal, lançada em 1995, se tornando a Bíblia de estudo mais vendida no Brasil até hoje.

Seus livros são todos best-sellers, somando milhões de exemplares vendidos, tais como “Manual de Escola Dominical”, “A Bíblia Através dos Séculos”, “Escatologia Bíblica”, “Daniel e o Apocalipse”, dentre outros. Seu livro “O Fruto do Espírito”, o mais vendido de todos, foi lançado em vários idiomas e em português no Brasil pela CPAD.

Mais informações sobre sua partida à Eternidade na próxima edição do jornal “Mensageiro da Paz”.

“Nenhuma mãe nasce para enterrar o filho”, diz Eyshila em comovente entrevista

A morte de Matheus Oliveira foi lembrada pela cantora Eyshila durante uma entrevista concedida ao programa Promessas no G1, na última quinta-feira, 26 de julho. A superação da tragédia e a forma como a família enfrentou a adversidade foram parte do testemunho da artista.
Ao longo do da entrevista, Eyshila relembrou como ajudou o marido, pastor Odilon Santos, a superar a dependência química no passado e também se aprofundou no assunto referente à morte do filho, em decorrência das complicações de uma meningite viral.
“Eu tinha 17 anos quando me apaixonei por um homem da igreja, filho do pastor, e no decorrer do namoro eu descobri que ele era viciado em cocaína e maconha”, pontuou. “Uma semana antes, ele teve uma recaída e eu estava com medo até que ele não fosse no nosso casamento. Era uma luta muito grande, mas casamos”, acrescentou a cantora.
O testemunho, bastante conhecido do público cristão, foi levado também ao público secular que acessa o portal de notícias do Grupo Globo: “Eu tinha um sonho e uma promessa de casar com alguém que se tornaria um pastor. Então eu decidi e disse pra ele: ‘eu só vou orar e te amar’”, revelou Eyshila, acrescentando que o marido está sóbrio há 22 anos.
A artista pentecostal também pontuou que seu ministério é marcados por superações e lembrou do episódio em que teve um problema que tirou sua voz. “Às vezes queremos abraçar tudo. Mas fui obrigada a parar e cheguei a perder a voz. E tudo vira música, foi quando surgiu a música: ‘Nada pode calar um adorador’.

Luto

A perda do primogênito foi uma situação que exigiu muito da família de Eyshila. “Mateus foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Ele teve meningite viral que evoluiu para um edema, ele teve uma hemorragia, chegou a operar, quatro dias depois teve morte cerebral”, recapitulou.
Ao longo da internação do filho, Eyshila contou com a “oração de pessoas de várias partes do mundo”. Na entrevista, ela frisou que não se nega a falar sobre a morte do filho porque entende que seu recomeço pode ser uma esperança para outras mães também de luto. “Nenhuma mãe nasce para enterrar seu filho. Não é a ordem natural das coisas. Isso nos leva refletir sobre a brevidade da vida. Hoje, valorizo muito mais as pessoas do que as coisas, hoje eu entendo o valor de uma vida”, enfatizou.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Jair Bolsonaro lidera intenção de votos entre evangélicos

Pesquisa do Ideia Big Data revela identificação de maior parte do segmento com o candidato

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro
Uma pesquisa eleitoral focada especificamente na intenção de votos entre o público evangélico aponta que o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) tem a preferência da maioria nesse segmento.
Realizado pelo Ideia Big Data, o levantamento mostra que o candidato do PSL à Presidência permanece na dianteira nos dois cenários eleitorais testados: com e sem Lula, que permanece preso e não poderia concorrer.
Cerca de um terço da população brasileira é formada por evangélicos. Segundo o Ibope, são pelo menos 27% dos eleitores do país. Historicamente, o segmento tende a apoiar candidatos que se identificam com as bandeiras conservadoras defendidas pela maioria. Via de regra, o eleitor evangélico é contrário a temas como aborto e legalização das drogas, combatidos por Jair Bolsonaro.
O Idea Big Data propôs, a pedido da revista Veja, um cenário com Lula, mesmo que o ex-presidente tenha sido condenado em segunda instância. Também questionou os eleitores sobre sua preferência sem Lula na disputa.
Como método de pesquisa, os entrevistados foram separados por denominação.

Sem Lula

Entre os evangélicos pentecostais, Bolsonaro hoje teria 27% da preferência, 15% optariam por Marina Silva e 8% um candidato petista indicado por Lula. Brancos e nulos correspondem a 15% e indecisos são 18%.
A preferência dos evangélicos batistas indica que 28% votam Bolsonaro, Marina e Geraldo Alckmin aparecem empatados com 9%. Um candidato do PT e o senador Álvaro Dias (Podemos) empatam com 5% cada. Brancos e nulos são 14% entre os batistas, enquanto 25% permanecem indecisos.
Evangélicos protestantes, neopentecostais e outras vertentes dizem que Jair Bolsonaro é seu preferido (28%), o candidato indicado pelo PT tem 13%, Marina Silva soma 8%, e Ciro Gomes, 7%. Brancos e nulos totalizam 23% e indecisos são 12%.

Com Lula

Entre os pentecostais, Jair Bolsonaro tem 25% da preferência, Lula tem 24% e a ex-ministra Marina Silva (Rede) – fiel da Assembleia de Deus – 13%. Brancos e nulos são 9% e indecisos, 8.
Junto aos batistas, Bolsonaro tem 28% dos votos, 22% do petista e 13% optam por Geraldo Alckmin (PSDB). Brancos e nulos são 10% e indecisos somam 9%.
Outras vertentes (protestantes históricos, neopentecostais etc) mostram Bolsonaro com 31%, Lula com 26% e Marina, 7%, Ciro Gomes (PDT), com 6%. Brancos e nulos somam 17% e indecisos, 5%.

Dados oficiais

Os dados divulgados pelo Ideia Big Data têm margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Entre os dias 20 e 23 de julho foram ouvidos 2.036 eleitores, que vivem entre 134 municípios em 25 estados e no Distrito Federal. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a identificação BR-04178/2018.
por Jarbas Aragão / via gospelprime.com.br