quinta-feira, 12 de abril de 2018

Ministros do STF Gilmar Mendes e Dias Toffoli atacam juiz cristão da Lava-Jato

O juiz Marcelo Bretas, responsável pelas ações da Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro, é evangélico, e frequentemente é criticado por expressar suas convicções de fé publicamente. O ataque mais recente partiu de dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): Gilmar Mendes e José Dias Toffoli.
Marcelo Bretas é frequentador da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (CEIZS) e chegou a ser especulado como possível substituto do falecido ministro do STF, Teori Zavascki. Recentemente, afirmou no Twitter que se juntaria ao procurador Deltan Dallagnol em jejum e oração contra o habeas corpus de Lula (PT).
Agora, o juiz entrou na mira de dois dos ministros do STF que votaram a favor de Lula no julgamento do habeas corpus, na semana passada. Embora a maioria tenha decidido que réus condenados em segunda instância devem iniciar o cumprimento da pena, o placar foi apertado.
Gilmar Mendes subiu o tom contra o juiz Marcelo Bretas durante um julgamento de outro habeas corpus, referente à transferência de presídio do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), num discurso com críticas veladas também aos colegas de STF Luiz Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, que mandaram prender idosos condenados com mais de 70 anos.
“Gente que a toda hora está dando lição de moral por aí… Esse processo foi estelionato pela via judicial”, disparou Mendes contra Bretas, fazendo referência a uma ação movida pelo juiz carioca para receber o auxílio-moradia de R$ 4.300,00. “Fato grave de quem preconiza tanta correção, que está tão preocupado com exposição da sua casa. Ele que é feliz proprietário de imóvel, talvez dos mais ricos do Rio”, acrescentou.
Dias Toffoli, que antes de ser indicado para o STF em 2009 por Lula foi reprovado em concursos para a magistratura e atuou como advogado do PT e da Advocacia-Geral da União (AGU), ampliou os ataques a Bretas.
“Esse que pousou com metralhadora? É juiz ou justiceiro?”, disse Toffoli, comentando as declarações de Gilmar Mendes, segundo informações do portal JOTA.
Em sua crítica a Bretas, Toffoli ainda se valeu de uma metodologia de avaliação aprendida com sua falecida mãe, que costumava voltar das missas que frequentava fazendo críticas aos padres que se queixavam do tamanho da saias das paroquianas. “Minha mãe dizia: ‘esse deve ser o mais tarado’. Quando falava de criança, dizia que ‘esse deve ser pedófilo’. O moralismo esconde coisas cruéis”, disparou o ministro, especulando sobre a conduta do juiz carioca.
Fonte: noticiasgospelmais.com.br 

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Partidos e movimentos sociais de esquerda ameaçam uso de violência contra prisão de Lula

A decretação da prisão do ex-presidente Lula (PT) pelo juiz Sergio Moro após o Supremo Tribunal Federal (STF) negar o habeas corpus preventivo levou os militantes de esquerda a fazerem ameaças de protestos mais radicais contra o cumprimento da sentença de 12 anos e 1 mês de prisão à qual o petista foi condenado.
O juiz Sérgio Moro decretou a prisão de Lula no final da tarde de ontem, 05 de abril, oferecendo ao ex-presidente a oportunidade de se entregar à Polícia Federal até as 17h00 desta sexta-feira.
Antes da decretação da prisão, o Partido dos Trabalhadores havia emitido uma nota oficial sobre a decisão do STF, dizendo que a legenda “defenderá esta candidatura nas ruas e em todas as instâncias, até as últimas consequências”, fazendo referência à pretensão de Lula de ser candidato à presidência da República nas próximas eleições, mesmo sendo ficha suja.
Após a ordem de prisão se tornar pública, a ameaça subiu de tom, tendo como protagonista o militante dos movimentos sociais Guilherme Boulos, pré-candidato do PSOL à presidência: “Moro acaba de decretar a prisão de Lula. Não assistiremos passivamente. Haverá resistência democrática”, escreveu em seu perfil no Twitter.
O inconformismo com a condenação do ex-presidente vem sendo expressado pelos integrantes do PT em tom de ameaça há meses. Em janeiro, a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do partido, declarou que “para prender o Lula, vai ter que prender muita gente, mas, mais do que isso, vai ter que matar gente”.
João Paulo Rodrigues, integrante da coordenação nacional do MST, também fez ameaças: “Há uma tendência geral de se ter um ‘abril vermelho’ ao quadrado, em caso de insucesso da defesa do Lula”.
Nesse contexto, o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, questionou: “Seria esclarecedor se o partido vier a público explicar o que quer dizer exatamente esse ‘até as últimas consequências'”.
Fonte: gospelmais.com.br

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Após STF negar habeas corpus a Lula, PT quer processar procurador por “jejum e oração”

Em votação que se estendeu por quase onze horas, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou a concessão de um habeas corpus preventivo ao ex-presidente Lula (PT), condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A reação do Partido dos Trabalhadores, no entanto, foi entrar com uma representação contra o procurador Deltan Dallagnol, evangélico, por conta de sua afirmação que ficaria em jejum e oração para que o STF não acatasse o pedido da defesa do ex-presidente.
Os deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous (PT-RJ) entraram com uma representação junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) acusando Dallagnol de “infringir o Código de Ética” ao publicar um tweet dizendo que se dedicaria ao jejum e oração para que o STF não revogasse a jurisprudência que permitiu a prisão de condenados em segunda instância, pois isso resultaria na soltura de diversos presos da Operação Lava-Jato.
Os deputados petistas acusaram Deltan Dallagnol – que é o coordenador do Ministério Público na força-tarefa da Lava-Jato – de “fazer proselitismo político religioso nas redes sociais”, o que configuraria infração do artigo do Código que versa sobre “imparcialidade no desempenho de funções”, segundo informações do jornal O Globo.
O uso de seu perfil pessoal nas redes sociais para expressar um sentimento e uma iniciativa no âmbito privado levou Deltan Dallagnol a receber críticas de diversos políticos de esquerda, além de analistas políticos da imprensa, como a jornalista Vera Magalhães, que usou seu espaço na rádio Jovem Pan e seu perfil no Twitter para acusar o procurador de ferir o Estado laico.

E agora, Lula?

O ex-presidente agora pode ser preso pela condenação no caso do triplex do Guarujá (SP), em que foi sentenciado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Com a negativa do STF, por 6 votos a 5, em conceder um habeas corpus preventivo a Lula, o juiz Sergio Moro já pode emitir a ordem de encarceramento do político petista.
Cabe a Moro decidir se ordenará a prisão ainda hoje, ou se irá aguardar o julgamento do embargo do embargo, que pode ser apresentado pela defesa de Lula ao TRF-4. O prazo para que os advogados do ex-presidente tomem essa medida é a próxima segunda-feira, mas este tipo de medida raramente é aceita pelos desembargadores.
Essa medida seria simplesmente protelatória da expedição do mandado de prisão. Lula ainda tem direito a outros recursos, mas terá que fazê-los já cumprindo sua pena. O primeiro deles seria um recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para apontar detalhes do processo que supostamente violariam princípios como o da ampla defesa. No STJ, o ministro Félix Fischer, relator da Operação Lava-Jato, examinaria o eventual recurso, caso fosse protocolado.
No caso do eventual recurso apresentado ao STJ ser negado, a defesa poderia voltar a apelar para o Supremo Tribunal Federal, em busca de um novo recurso. Nessa esfera, há a possibilidade de a prisão de Lula ser revogada, caso duas ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) que já tramitam e tratam do tema de prisão após condenação em segunda instância, de forma genérica, sem abordar um caso específico, sejam votadas pelos ministros e a maioria decida pela anulação das prisões antes do “trânsito em julgado”, que significa o fim de todos os recursos.
“No STF, seguirá a pressão para que seja pautada as ações diretas de constitucionalidade que tratam da prisão em segunda instância de maneira abstrata e estabelecendo jurisprudência para todas as outras decisões. Como a ministra Rosa Weber indicou que seu voto poderia ser diferente se fosse analisada a situação de maneira ampla, a expectativa é de que consigam reverter o entendimento na Suprema Corte”, informou a jornalista Juliana Braga. “De toda maneira, a preocupação é em manter Lula o menor tempo possível na prisão”, acrescentou, pontuando a estratégia da defesa de forma a tentar viabilizar uma eventual candidatura.
“Lula e os petistas podem falar em injustiça até gastar todas as cordas vocais. Sua condenação, porém, foi unânime e com “provas fora de qualquer dúvida razoável”, como destacou o desembargador gaúcho Leandro Paulsen, do TRF-4. Recorreu em todas as instâncias e perdeu em todas. Como deixá-lo solto? Só se ele fosse um brasileiro acima das leis. O STF mostrou que não é”, comentou o jornalista Lauro Jardim, sobre a situação do ex-presidente.

Candidatura

Há brechas na lei que causam interpretações diversas. Pela Lei da Ficha Limpa, uma condenação de um órgão colegiado, como o TRF-4, torna o candidato inelegível. No entanto, ainda há recursos que podem permitir uma candidatura. Mesmo que a condenação seja mantida pelo TRF-4, o ex-presidente pode recorrer ao STJ e ao STF para tentar obter uma liminar e manter a candidatura.
Caso Lula vá por esse caminho, além de tumultuar o ambiente eleitoral do país, terá de contar com a interpretação do juiz que analisar o caso, que pode acolher seu recurso, ou negar. O prazo final para registro de candidaturas é 15 de agosto, e caso seja autorizado a se candidatar, a Lei Eleitoral diz que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é quem decidirá se sua candidatura é legal ou não.
Tamanho imbróglio jurídico poderia permitir que Lula seja candidato à presidência preso, e posteriormente, com o fim dos recursos da defesa do ex-presidente, ou uma decisão do TSE contra sua candidatura, ele seja substituído por outro integrante da coligação do PT, no prazo máximo do dia 17 de setembro. Caso a eventual impugnação saísse depois das eleições, e Lula fosse eleito, haveria um debate jurídico se ele poderia ou não assumir a Presidência da República.
Fonte: gospelmais.com.br

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Grupos pró e contra Lula vão às ruas em todo o país

Movimentos que apoiam a prisão em segunda instância e os que defendem a liberdade do ex-presidente mobilizaram simpatizantes pelas redes sociais para defender suas posições

Fonte: Estado de Minas | 03/04/2018 - 16:40
Grupos pró e contra Lula vão às ruas em todo o país
A um dia do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Supremo Tribunal Federal (STF), simpatizantes e oposicionistas realizarão diversas manifestações pelo país a favor e contra a prisão do petista após condenação em segunda instância. Lula foi condenado a 12 anos e um mês de cadeia no caso do tríplex do Guarujá. Ao todo, 21 estados têm atos programados para hoje. Em Brasília, a concentração está prevista para as 17h próximo ao Congresso Nacional.
No comando dos atos antiLula, estão o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua (VPR), que divulgaram nas redes sociais um mapa com os horários e cidades participantes. Com o slogan “Ou você vai, ou ele volta”, o MBL tem agenda em mais de 70 cidades.
Até a noite de ontem, a convocação do MBL no Facebook para o evento em Brasília contava com 291 confirmações. O grupo realizou uma vaquinha on-line para ajudar nos custos das manifestações que arrecadou R$ 15.483. A meta inicial era de R$ 11 mil. Amanhã, no dia do julgamento, o MBL deve realizar um protesto em frente ao STF.
Também favoráveis à prisão em segunda instância, o movimento Vem pra Rua tem manifestação prevista para 111 cidades — São Paulo é o estado com o maior número de participantes. A Avenida Paulista será o principal palco das manifestações. Minas Gerais segue em segundo lugar. O VPR tem 65 mil confirmações de presença via redes sociais.
No exterior, também há manifestações previstas em Boston (EUA), Londres (Inglaterra), Nova York (EUA), Roma (Itália) e Santiago do Chile (Chile). No dia do julgamento, o grupo pretende mobilizar adeptos nas redes sociais. Outros movimentos como o NasRuas também estarão presentes.
Os manifestantes a favor de Lula convocaram vigílias para todo país a partir das 19 horas. Em Brasília, ocorrerá em frente a Catedral, na Esplanada dos Ministérios. Na quarta, com a hashtag #LulaLivre, a CUT e o movimento Frente Brasil Popular marcaram uma vigília em frente ao STF, a partir do meio-dia.
Longe do STF
A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal (SSP/DF) se reuniu ontem com as forças de segurança do DF e representantes dos diversos movimentos populares, a fim de definir as condições para realização dos atos públicos e quais serão os procedimentos de segurança adotados.  Com isso, as vias S1 e N1 ficarão fechadas a partir de meia-noite de quarta-feira.
Os órgãos de segurança pública farão a divisão do público no canteiro central da Esplanada, desde a altura da Catedral até o limite com a Alameda dos Estados. Serão utilizadas duas fileiras de grades vazadas da Polícia Militar. No espaço entre elas, policiais militares ficarão posicionados a fim de evitar contato entre os dois lados.
Segundo a SSP/DF, os organizadores dos movimentos sociais estimam que o evento deva reunir cerca de 20 mil pessoas. Do lado norte, voltado para a via N1, ficará o grupo a favor da aprovação do habeas corpus preventivo do ex-presidente da República. Do lado oposto, próximo à via S1, ficará o grupo contrário à aprovação. Em cada lado serão permitidos até três carros de som devidamente cadastrados. Os organizadores deverão ainda enviar à SSP/DF cópia dos documentos dos veículos e da carteira de habilitação dos motoristas com antecedência.
Será proibida a entrada de fogos de artifício, sprays, bonecos infláveis grandes e produtos inflamáveis. Haverá linhas de revista da Polícia Militar antes da entrada ao gramado, próximo à Catedral.
Os dois lados da Esplanada dos Ministérios ficarão interditados para veículos, da altura da Catedral até o Balão do Presidente, na via L4 Sul. O fechamento será feito pela Polícia Militar, a partir de meia-noite, e só após a dispersão total do público as pistas serão liberadas.
As principais alternativas para circulação são as vias que passam atrás dos ministérios: S2 e N2, além das Avenidas L2 Norte e Sul.
A Polícia Militar de Minas Gerais e de São Paulo afirmaram que o efetivo será reforçado e haverá o acompanhamento do desenrolar das manifestações, mas não divulgou o número de policiais empenhados e nem a expectativa de manifestantes.

Via cpadnews

quarta-feira, 28 de março de 2018

Morre Patrícia Shedd, esposa do pastor Russell Shedd

Patrícia faleceu nesta segunda-feira (26) no hospital A.C. Camargo, na capital de São Paulo

Fonte: Guiame | 27/03/2018 
Morre Patrícia Shedd, esposa do pastor Russell Shedd
Patrícia Dunn Shedd, esposa do falecido missionário e pastor Russell Shedd, faleceu na noite desta segunda-feira (26) no hospital A.C. Camargo, na capital de São Paulo.
Há mais de um ano, Patrícia estava em tratamento contra o linfoma, um câncer que atinge as células do sistema linfático. Ela estava internada desde fevereiro e teve seu quadro agravado nos últimos dias.
“Ela resistiu até a chegada de Timothy, o mais velho de cinco filhos do casal, (Timothy, Nathanael, Pedro, Helen e Joy) chegar ontem a noite de uma longa viagem internacional, para que ele pudesse sentir o seu calor e poder afagá-la, acariciá-la em seus últimos momentos”, disse Larissa Vaz, amiga da família.
O funeral acontecerá na Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão a partir da manhã desta terça (27). O culto de agradecimento será realizado às 13 horas e o enterro está será feito às 16h30 no Cemitério da Paz, no bairro do Morumbi, mesmo local onde está sepultado o corpo do pastor Shedd.
Patrícia foi casada com o pastor Russell Shedd durante 59 anos e fez parte de suas obras ministeriais, missionárias e literárias. Segundo Larissa, ela fez questão de falar sobre o amor de Cristo até seus últimos instantes de vida.
Um documentário sobre a vida e obra do pastor Russell Shedd está sendo produzido pelo pastor Gilsemar Silva, diretor da CanZion, junto com Afonso Flores e Ricardo Reis.
Com base nos registros, Gilsemar conta que Patrícia foi uma mulher de extrema mansidão e amor e profundo conhecimento bíblico. Ela era uma coluna no ministério e na vida do pastor Shedd. O lançamento da obra está previsto para até o final de 2018

segunda-feira, 26 de março de 2018

Feiticeiros se rendem a Jesus e tribo deixa de fazer sacrifícios de crianças em Uganda

Com a visita de missionários brasileiros, uma tribo de Uganda reconheceu Jesus Cristo e viveu uma grande transformação

Fonte: Guia-me | 23/03/201
Feiticeiros se rendem a Jesus e tribo deixa de fazer sacrifícios de crianças em Uganda
A cidade africana de Kasese, a oeste de Uganda, é composta por tribos que há anos vêm realizando uma das práticas mais assombrosas da magia negra: o sacrifício humano de crianças e adolescentes.
Movido pelo forte desejo de mudar essa realidade, o pastor Joel Engel visitou a região com uma equipe durante a implementação do Projeto Daniel no país. Esta área abriga os povos pigmeus, canibais e feiticeiros que prestam culto literalmente a Satanás.
“Esse é o lugar mais endemoniado da terra. Ali se encontram três reinos e três demônios que se materializam — as pessoas os veem. Para eles, o Diabo é real”, disse Engel em entrevista ao Guiame, que também acompanhou a viagem missionária.
Quando chegaram no local, que faz parte do Reino de Rwenzururu, o pastor Engel percebeu seria iniciada uma intensa batalha espiritual. “Quando eu peguei a palavra, eu percebi que estávamos cercados de feiticeiros. Eles estavam fazendo encantamentos contra nós. A sensação era que nós seríamos servidos no jantar [pelos canibais]”, relata.
Diante de autoridades e representantes dos reinos da região, Engel começou sua mensagem de maneira diplomática, mas tinha a intenção de denunciar a matança de crianças e adolescentes. “Eu estava indignado com aquilo. Se nós fossemos naquele lugar e não mudássemos nada, não adiantaria a gente ir”, observa.
Naquele instante, o pastor teve uma visão de Jesus que o deixou impactado. “De repente, eu senti no meu espírito Jesus sorridente dizendo: ‘Obrigado por ter vindo’. Eu pensei: ‘Como pode Jesus agradecer por termos vindo?’ Eu não entendi aquilo. Mas a impressão que eu tive no meu espírito é que Ele estava esperando há muito tempo por aquele momento”, ele conta.
“Saber que Jesus estava esperando que eu fosse àquele lugar e dissesse o que eu tinha que dizer, me esquentou. Eu simplesmente fui tomado e sentia vontade apenas de desafiar esse demônio que estava ali se alimentando de crianças há tantos milênios. Uma fúria brotou dentro de mim”, lembra o pastor.
Mudando o tom de seu discurso, Engel deixou a diplomacia de lado passou a desafiar a situação daquelas tribos e os demônios a quem elas prestavam culto. “Eu senti que se eu obedecesse a Deus e desafiasse Satanás, nós venceríamos. Se eu quisesse amenizar ou fazer algo democraticamente, nós não sairíamos vivos”, relata.
Depois de pregar o Evangelho, Engel abraçou cada um daqueles feiticeiros e afirma que “parecia que nesse aperto os demônios saltavam para fora”. “Saindo os demônios daquelas pessoas, elas se tornaram dóceis. Depois daquele momento, parece que todos eles eram amigos”, destaca.
Ao final da ministração, cerca de 90% das pessoas que estavam ali dobraram seus joelhos e reconheceram Jesus Cristo como Senhor.
Mudança de reino
Depois que a equipe se retirou de Kasese, as pessoas que dobraram seus joelhos foram torturadas pelo rei. No entanto, seu reinado já estava com os dias contados. “Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar”, conta Engel.
O pastor percebeu que essa direção se tratava de Dosweit, um jovem que estava trabalhando como intérprete da equipe de brasileiros. No passado ele foi um dos sacerdotes que sacrificava crianças. Mesmo tendo sangue real e sendo herdeiro do trono da tribo, que é composta por 6 milhões de habitantes, ele fugiu da região após ter uma visão de Jesus.
“Naquele momento, ele foi ungido e perdeu o medo de voltar lá”, conta Engel. “Antes de irmos embora, nós o ungimos como rei e o recomendamos para o presidente de Uganda”.
Duas semanas depois, o presidente de Uganda, Yoweri Museven, liberou os documentos necessários e uma escolta armada do exército para Dosweit. Enquanto ele foi reconhecido como rei daquela tribo, o rei antigo foi preso, acusado pela matança de crianças e jovens. “Aquele demônio foi destronado. A partir de agora não tem mais matança de crianças naquele lugar. Se essa fosse a nossa missão, ela já estaria cumprida”, declara Engel.

“Unicórnio de gênero” quer ensinar crianças que sexo biológico não existe


“A ideologia de gênero é completamente insana", denuncia intelectual conservador.














Unicórnio de Gênero

  
O Dr. Jordan Peterson é um dos intelectuais conservadores mais influentes do momento. Seu livro “12 Regras Para a Vida: Um antídoto para o caos” ainda não está disponível em português, mas ele já tem público cativo por aqui devido a seus vídeos legendados disponíveis nas redes sociais.
Psicólogo clínico, o canadense Peterson tem influenciado a compreensão moderna sobre a personalidade, sendo considerado um dos maiores defensores da liberdade de expressão, opondo-se continuamente ao discurso da “política da identidade”.
Recentemente ele condenou a doutrinação dos alunos nas escolas, onde são expostos à ideologia de gênero, o que ele classifica de “doutrina completamente insana”.
Em um podcast, publicado recentemente, ele denunciou o uso de personagens como “Unicórnio de Gênero” ou o “ursinho de pelúcia assexuado” ​​para ensinar às crianças que o sexo biológico não existe, sendo prevalente apenas o sentido psicológico do sexo.
O psicólogo disse que na América do Norte o novo experimento social em sala de aula é a ficha de “identidade de gênero”, onde as crianças são convidadas a repensar o que seus pais lhe ensinaram a vida toda. Todos os alunos recebem instruções sobre como podem escolher o “gênero” que quiserem, ou nenhum, se preferirem.
Sendo um animal mítico, o unicórnio pode ser visto como masculino, feminino, ambos ou mesmo sem sexo (neutro). Algumas escolas chegam a fazer “testes” para sabes com quais dessas opções os alunos se identificam.

Unicórnio de Gênero
Unicórnio de Gênero

“Isso é basicamente direcionado para prepará-los antes do ensino médio e superior. Eles estão incutindo cada vez mais cedo essa tal filosofia de identidade”, destacou, deixando claro que vê “sérios problemas com essa doutrinação”.
“O primeiro problema é ignorar que existem diferenças biológicas entre homens e mulheres. A grande maioria das pessoas sabem o seu sexo biológico e agem de acordo com ele. Então, a ideia de que identidade e biologia são independentes é completamente insana”, conclui Peterson.
“Outro problema é tentar reimaginar o sexo biológico, descrevendo-o como “gênero”, e dizer que orientação sexual é “fluída” é algo completamente ilógico”, acredita. O psicólogo apontou que todo esse discurso se contradiz toda vez que se alguém fala sobre deixar de ser gay ou procurar terapia para isso.
“O lobby LGBT está totalmente armado contra qualquer coisa que cheire à terapia de conversão e a ideia que você poderia abandonar uma identidade primariamente homossexual”, lembrou. “Isso é ilegal em muitos Estados [do Canadá e dos EUA]. Mas se há uma completa independência entre a biologia, a identidade, a expressão e a preferência sexual, então não há razão para supor que uma pessoa não possa mudar”.
“Se o gênero é fluido e depende apenas de uma escolha subjetiva, por que criar leis que regulem isso? E por que esse mesmo argumento não pode ser usado pelos conservadores para falar sobre gays que desejam ser hetero?”, questionou.
Para o intelectual, não seria incômodo ver tantas pessoas defendendo um discurso incoerente se elas não tivessem tamanha influência na sociedade contemporânea e apoio midiático.
Parte da fama de Peterson veio em 2016, depois que ele se opôs publicamente ao governo que passou a incluir na Lei dos Direitos e no Código Penal do Canadá a chamada “expressão de gênero” e a “identidade de gênero” (transexualidade). 
Por Jarbas Aragão / gospelprime.com.br / Com informações de Life Site News

sexta-feira, 23 de março de 2018

Desigrejados já são mais de 4 milhões no Brasil e suscitam debates teológicos entre lideranças

Um grupo crescente dentre os evangélicos são os denominados desigrejados, fiéis que abriram mão do vínculo com igrejas por causa da insatisfação com desvios teológicos, escândalos políticos e financeiros e outras razões. De acordo com o IBGE, em 2003 apenas 0,7% dos cristãos protestantes se diziam não frequentadores de templos. Em 2009 esse número já havia chegado a 2,9%.
A discussão em torno do assunto parte sempre do princípio de que as pessoas estão erradas ao adotar uma postura de afastamento, mesmo que não tenham se tornado “desviados”, como popularmente os evangélicos se referem aos apóstatas. Já os motivos que levam as pessoas a tomarem decisões como essas, na maioria das vezes, são colocadas de lado.
Um levantamento da revista IstoÉ, de agosto de 2017, a partir de dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, estimou que o número de desigrejados no Brasil, atualmente, supere a faixa dos 4 milhões de pessoas.
No entanto, para muitos pastores e teólogos, a prática da fé cristã fica prejudicada com o afastamento do fiel em relação à Igreja: “Viver sem igreja está errado. Tentar ser crente em casa, sozinho, tá errado também”, disse o reverendo Augustus Nicodemus Lopes, líder da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia (GO), em um vídeo sobre o assunto, publicado em seu canal do Youtube.
Respeitado como um dos principais teólogos do Brasil, Nicodemus Lopes considera os desigrejados a repetição de algo que ocorreu ao longo da história do cristianismo, com grupos diferentes que tentaram seguir a fé e se reunir de maneira informal.
Nicodemus Lopes destaca ainda que a Igreja, embora imperfeita, não é a responsável por tudo que acontece de errado em seu meio: “Criticar a igreja organizada, como se ela fosse a mãe de todos os males, tá errado, é ingratidão e desconhecer a história da Igreja também. O que devemos fazer é reconhecer a necessidade de estarmos juntos com nossos irmãos e obedecermos ao que Jesus mandou em termos de membresia”, declarou.
“Jesus mandou batizar. Jesus mandou discipular. Jesus disse que tinha de ter disciplina, que se o irmão pecasse e não se arrependesse tinha de ser excluído. Jesus falou da liderança da igreja. O apóstolo Paulo constituía presbíteros e diáconos. Então, tudo isso implica um mínimo de estrutura para que você obedeça essas ordens do Senhor Jesus”, acrescentou o reverendo.
Outro líder evangélico que se arriscou a estudar o fenômeno, pastor Daniel de A. Durand, escreveu o livro Desigrejados, num esforço de traçar o perfil do evangélico que resolve deixar a igreja para viver uma fé longe das organizações.
No livro, Durant explica que as pessoas que toma essa atitude se equivocam ao acreditarem que não precisam estar inclusos em uma igreja para viver a vida cristã, de acordo com informações do portal JM Notícia.
Já o livro Os Sem-Igreja, de Nelson Bomilcar, também traz um questionamento a respeito dos desigrejados: esses cristãos não poderiam contribuir com o aperfeiçoamento da Igreja, insistindo em novos caminhos, ao invés de se afastarem?
Fonte: gospelmais.com.br

Pastor diz levitar e falar com anjos, e amealha fortuna vendendo óleos e pílulas milagrosas

Um pastor neopentecostal vem acumulando riqueza e polêmicas no Malawi, república da África Ocidental. Afirmando ter poder para curar doenças infecciosas como o cancro, levitar e falar com anjos. Aos 35 anos, Shepherd Bushiri acumula uma fortuna avaliada em € 100 milhões, amealhada através de sessões privadas ao custo de € 300 cada.
A popularidade de Bushiri cresceu no Malawi e chamou atenção da imprensa internacional, que denunciou o estilo de vida nababesco do líder religioso, que alega ter sido visitado por Deus aos 10 anos de idade e atrai multidões por onde passa.
Em abril, Bushiri será um dos convidados de um evento religioso em Los Angeles, Califórnia (EUA), que está vendendo ingressos a US$ 620 (aproximadamente R$ 2050,00 na cotação desta sexta-feira, 23 de março). Segundo informações do portal português Correio da Manhã, o pastor se deslocará de seu país natal até os Estados Unidos em um dos três jatos particulares que possui.
O evento que receberá Shepherd Bushiri divulgou um cronograma anunciando que os fiéis “felizardos” que conseguirem ingressos “terão oportunidade de ver o africano a curar doentes de cancro, cegos, seropositivos e deficientes físicos, além de se comunicar com anjos que serão invocados pelo pastor durante a cerimónia religiosa e receber o dinheiro que ele fará aparecer milagrosamente”.
Autodenominado “mensageiro de Deus”, Shepherd Bushiri simplesmente ignora as acusações de fraude feitas a ele, dizendo que as polêmicas são suscitadas por “infiéis” impulsionados “por forças satânicas que os tornam racistas e impossibilitam de receber a mensagem de Deus nos seus corações”.
Aos domingos, uma multidão de 40 mil pessoas se reúne para ouvi-lo discursar, e os relatos de quem foi ao local são de que todos ficam extasiados com os “milagres”, e na comoção generalizada, fazem ofertas generosas e compram camisetas, calendários, pílulas curativas e óleos para unção.
O cenário de controvérsia em torno de Bushiri só aumenta quando se trata de sua vida pessoal: vive em uma cidade, ao lado dos dois filhos e da esposa, em um glamour comparável a redutos de milionários ao redor do mundo. No entanto, toda vizinhança vive em um nível próximo ao da miséria, e o pastor não demonstra se constranger.
Quando questionado, costuma responder que sua fortuna é fruto de seus negócios, que não devem ser confundidos com sua jornada religiosa.
Fonte: gospelmais.com.br

quarta-feira, 14 de março de 2018

Ibope: maioria dos brasileiros quer presidente que creia em Deus e seja honesto, com pulso firme

As eleições de 2018 ainda não começaram oficialmente, porém, as pesquisas vêm mostrando que o brasileiro está expressando de forma mais clara suas convicções conservadoras. Pesquisa realizada pelo Ibope descobriu que a maioria quer um presidente que creia em Deus, tenha origem pobre e tenha alguma experiência prévia como administrador em uma prefeitura ou estado.
O relatório da pesquisa foi divulgano na última terça-feira, 13 de março, e apontou que 79% dos brasileiros concorda que é importante o presidente acreditar em Deus. Do total de entrevistados, 67% diz concordar totalmente com a necessidade de fé do mandatário, 12% considera parcialmente importante, enquanto 3% é indiferente. 7% discorda em parte, e 11% discorda totalmente, sendo que só 1% não teve uma resposta para a pergunta.
Segundo informações do portal Uol, o brasileiro, no entanto, é mais flexível a respeito de qual religião o candidato professa: somente 29% dos entrevistados acham muito importante que o candidato seja da mesma religião que eles.
Ainda de acordo com o levantamento, 52% dos entrevistados preferem candidatos de família pobre, enquanto 38% discordou parcialmente da relevância dessa posição. 8% disseram que a origem do presidenciável é indiferente.
Sobre a experiência política, 72% dos eleitores disseram que consideram importante que um candidato à presidência tenha experiência prévia como prefeito ou governador.

Honestidade

O brasileiro está cansado da corrupção. 87% dos entrevistados disseram que o presidenciável precisa ser honesto e não minta durante a campanha. Além disso, o postulante “nunca ter se envolvido em casos de corrupção” (84%), “transmitir confiança” (82%), “ter pulso firme, ser decidido” (76%) e “ser sério, ter postura de presidente” (76%).
A pesquisa, chamada “Retratos da Sociedade Brasileira – Perspectivas para as eleições de 2018”, foi realizada entre 7 e 10 de dezembro do ano passado, em 127 municípios, com duas mil pessoas.
Fonte: noticiasgospelmais.com.br

Minha fé ajudou a manter Stephen Hawking vivo, diz ex-esposa do físico falecido nesta quarta

Jane e Stephen Hawking, em setembro de 1965
Stephen Hawking, 76 anos, faleceu nesta quarta-feira, 14 de março de 2018, na Inglaterra. O físico e pesquisador se tornou um dos símbolos principais símbolos da ciência no século XX e também uma espécie de ícone do ateísmo.
A morte de Stephen William Hawking foi comunicada por sua família à imprensa inglesa na manhã desta quarta. Ele vivia em uma cadeira de rodas e era dependente de um sistema de voz computadorizado para se comunicar com as pessoas, devido às intensas e diversas complicações causadas pela doença Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
“Estamos profundamente tristes pela morte do nosso pai hoje. Era um grande cientista e um homem extraordinário, cujo trabalho e legado viverão por muitos anos”, afirmaram seus filhos Lucy, Robert e Tim, que mantiveram a causa da morte em sigilo.

Biografia

Stephen Hawking casou-se pela primeira vez em 1965, com Jane Hawking e se separou em 1991. Jane, cristã, casou-se com o físico quando os médicos o davam apenas dois anos de vida, em consequência das complicações da ELA, que causa morte dos neurônios motores, que são as células nervosas responsáveis por todos os movimentos do corpo. Aos poucos, os portadores de ELA perdem a capacidade de se mover, de falar, de engolir e de respirar.
Ao longo do casamento com Jane – que durou 25 anos e terminou por decisão de Hawking – o físico tornou-se um dos cientistas mais conhecidos do mundo, abordando temas como a natureza da gravidade e a origem do universo.
No final dos anos 1960, se tornou famoso ao publicar sua teoria da singularidade do espaço-tempo, aplicando a lógica dos buracos negros a todo o universo. Em 1988, publicou o livro Uma Breve História do Tempo, que se tornou best-seller por explicar de forma didática, ao público em geral, as teorias que desenvolveu enquanto pesquisador.
A história de vida do físico viria a público em 1999 com o livro Viagem ao Infinito, escrito por Jane Hawking. 15 anos depois, a versão cinematográfica do livro, A Teoria de Tudo, seria vencedora de um Oscar.
O filme mostrou ao mundo o drama diário de Stephen Hawking, que a certa altura, ficou imobilizado a ponto de conseguir mover, voluntariamente, apenas um dedo e os olhos. Ele usava um sintetizador eletrônico para falar, e a voz robótica produzida pelo aparelho terminou tornando-se uma de suas marcas registradas.

A ex-mulher de Hawking concedeu uma entrevista em 2015 ao jornal espanhol El Mundo, relatando o conflito diário que vivia enquanto esteve casada com ele, já que constantemente ele “caçoava” de sua fé, classificando-as de “superstições religiosas”.
“Eu entendia as razões do ateísmo do Stephen, porque se à idade de 21 anos uma pessoa é diagnosticada com uma enfermidade tão terrível, vai acreditar em um Deus bom? Eu acredito que não”, afirmou Jane, acrescentando que, ainda assim, se mantinha firme em sua crença.
“Eu precisava da minha fé, porque me deu o apoio e o consolo necessários para poder continuar. Sem minha fé, não teria tido nada, salvo a ajuda de meus pais e de alguns amigos. Mas graças à fé, sempre acreditei que superaria todos os problemas que surgissem”, pontuou.
Em outro ponto da entrevista, Jane disse que a chave de sua resistência “foi precisamente a fé nesse Deus rechaçado pelas teorias cosmológicas do professor Hawking”.
Quando questionada sobre o que pensava a respeito da declaração de Hawking que “o milagre não é compatível com a ciência”, Jane desabafou: “Ele disse isso? Engraçado… porque eu acredito que é um milagre que ele siga vivo. É um milagre da ciência médica, da determinação humana, são muitos milagres juntos. Para mim é muito difícil explicá-lo”, afirmou, fazendo referência ao diagnóstico inicial de que o físico viveria apenas dois anos.
Ao longo do casamento com Hawking, Jane afirmou ter descoberto que “necessitava fervorosamente acreditar que na vida havia algo mais que os meros dados da leis da Física e a luta cotidiana pela sobrevivência”, porque o ateísmo de seu marido “não podia oferecer consolo, bem-estar nem esperança em relação à condição humana”.
Jane e Stephen Hawking, em setembro de 1965


Fonte: noticiasgospelmais.com.br