segunda-feira, 24 de julho de 2017

Morre Juan Romero, compositor de ´Cem Ovelhas´, aos 88 anos

Morre Juan Romero, compositor de ´Cem Ovelhas´, aos 88 anos

“Juan Romero foi parte da nossa equipe, nossa família”, informou CVC La Voz
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Juan Romero, autor da canção “Visión Pastoral”, reverendo, compositor e comunicador mexicano, morreu na última sexta-feira (21) aos 88 anos de idade. A causa da morte ainda não foi confirmada.
De acordo com o Efrata Music, a informação foi divulgada pela CVC La Voz, grupo de comunicação em que Juan trabalhou. “Juan Romero foi parte da nossa equipe, nossa família”.
“Graças à sua vida fomos abençoados em vários aspectos. Por essas e outras razões é que nos comove a partida de sua presença física”, finalizaram.“Com seu exemplo, ele nos guiou e ajudou. Com sua humildade, nos ensinou que toda a glória sempre deve ser dada a Deus. Através dele pudemos ver que nosso Senhor é sempre justo e misericordioso para com aqueles que o amam e são fiéis”, acrescentaram.
O Noticia Cristiana, por sua vez, utilizou-se de um depoimento do músico Danilo Montero sobre a importância de Juan, que nasceu em janeiro de 1929, para o músico costa-riquenho.
“Hoje partiu com o Senhor o cantor e compositor mexicano Juan Romero. Entre as músicas que ele escreveu, destaque para ‘Visão Pastoral’ ou ‘eram cem ovelhas’, como muitos de nós a conhecemos”, iniciou.
“Eu o conheci aos 14 anos, quando ele veio para nos dar um workshop de treinamento para futuro professores de escola dominical. Amava cantar, e assim o fez várias vezes durante a semana”.
“Mas o que tocou minha vida mais profundamente foi sua paixão por Deus e seu humor, esse humor mexicano único. Sabia que estava na frente de um exemplo do que eu queria ser: alguém que servia a Deus com sinceridade e paixão”, finalizou.
 Com informaçãoes Noticia Cristiana e CPAD News

domingo, 16 de julho de 2017

Quatro ex-presidentes presos até 2019 é o que a Lava Jato está preparando

Quatro ex-presidentes presos até 2019 é o que a Lava Jato está preparando

A Força Tarefa da operação Lava Jato está com farto material acusatório para levar para a cadeia simultaneamente 4 ex-presidentes do Brasil. Lula, Dilma, Temer e Collor podem terminar sua vida política atrás das grades.
A condenação de Lula acendeu o alerta vermelho em políticos que se achavam intocáveis. A operação Lava Jato ao condenar o maior líder político da Esquerda no Brasil demonstrou que nenhuma pessoa está acima da lei.
A condenação a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz federal Sergio Moro, nesta quarta-feira, não mandará o petista automaticamente para a cadeia. Isso porque Moro é um juiz de primeira instância e, assim, sua decisão não basta para que a pena seja cumprida imediatamente.
Toda decisão que o “juiz da Lava Jato” toma em primeira instância é depois revisada, em segunda instância, pelos desembargadores do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4) João Pedro Gebran Neto, relator da operação, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus, membros da 8ª Turma da Corte sediada em Porto Alegre.
O trio da segunda instância é muito mais duro que o juiz Sergio Moro. A pena de Lula provavelmente será confirmada e ampliada. Ele ficará fora das eleições de 2018 e com ele levará mais três ex-presidentes que lhe foram muito próximos durante os anos em que o petismo conduziu os rumos políticos do Brasil.
Pesa sobre Michel Temer fortíssimos indícios de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de justiça. Somente com as provas levantadas até agora ele pode pegar até 33 anos de cadeia.
Contra Dilma Vana Rousseff pesa mais fortemente a acusação de tentativa de obstrução da Justiça. Tal acusação fundamenta pela Policia Federal do Brasil aponta tentativa de blindar o ex-presidente Lula e barrar os processos em que ele está envolvido na Operação Lava Jato ao nomeá-lo como ministro.
Embora contra Dilma ainda existam investigações sobre o caixa dois em suas campanhas eleitorais ela é a que possui mais chances de se livrar das garras da justiça. Caso seja condenada por obstrução da Justiça, sua pena será de até 3 anos de reclusão. Como as penas inferiores a 4 anos de reclusão são substituídas por penas são substituídas por prestação de serviços a comunidade. Ela precisa de mais uma condenação para de fato se juntar ao time dos ex-presidentes presos.
O ex-presidente Fernando Collor de Melo (PTC-AL) é acusado pela Procuradoria-Geral da República de ter recebido ao menos R$ 29 milhões em propinas entre 2010 e 2014 referentes a dois contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás que, segundo revelaram as investigações da Lava Jato, também teria sido palco de um esquema de corrupção e loteamento de cargos políticos de maneira similar ao que ocorreu na estatal petrolífera.
Agora Collor tem um conjunto pesado de acusações de peculato e lavagem de dinheiro. Pode ser condenado a 47 anos de cadeia em regime fechado.
Como podemos notar a operação Lava Jato está passando a limpo a história do Brasil. Se os políticos não abafarem a operação teremos uma depuração dos processos políticos e um novo Brasil surgindo das cinzas.
Por Josias Oliveira / via folha brasil