sábado, 6 de maio de 2017

Sucessor do pastor Paul Yonggi Cho defende que volta de Jesus ocorrerá em breve

Pastor acredita que “avivamento final” está próximo de acontecer

O local é do tamanho de um ginásio esportivo, mas serve como local de reunião para cerca de 20 mil pessoas todos os domingos. Localizada na ilha de Yoido, região metropolitana de Seul, capital da Coréia do Sul, a Igreja do Evangelho Pleno é a maior igreja do mundo, contando com cerca de 800 mil membros, que se reúnem em células espalhadas pela região.

A congregação pentecostal está ligada às Assembleias de Deus da Coréia, mas ficou conhecida no mundo todo por causa do seu fundador, Paul Yonggi Cho. Profícuo autor de livros, ele foi se tornando muito influente à medida que a igreja crescia. De muitas maneiras, Cho contribuiu para mudar seu país natal, historicamente budista. Atualmente um terço da sua população é cristã.

Atualmente existem 17 megaigrejas (com mais de 2 mil membros) somente na capital. Mas nenhuma é tão famosa quanto a de Yoido. Seu fundador se converteu a Jesus ainda adolescente, na década de 1950, após a Guerra da Coréia. Ele sempre contava como sua fé cristã o salvou da desnutrição e de doenças.

Em 1958 ele iniciou a Igreja do Evangelho Pleno. Tudo começou com cultos sob uma tenda.

“Vinham tantas pessoas pobres, que não tinham para onde ir, nem trabalho, nem renda”, lembra o veterano pastor.

“Comecei a oferecer a eles esperança [através da Bíblia]. A religião é inútil se não pode dar esperança “, ensina. Um período de avivamento, com curas, batismos no Espírito Santo e milagres consolidou seu trabalho e deu início a megaigreja.

Sua pregação popularizou no país a mensagem que, além da salvação prometia recompensas divinas que incluíam a cura de doenças e a riqueza material. Este seria o “evangelho pleno” que dá nome ao seu ministério.

Acabou se aposentando em 2014, em meio a escândalos financeiros envolvendo a acusação de ter usado 12 milhões de dólares da igreja em um “esquema” montado por Cho Hee-jun, seu filho mais velho, que envolvia venda fraudulenta de ações. Como resultado, o filho de Cho foi condenado a três anos de prisão.

Apesar dos problemas que isso trouxe à Igreja do Evangelho Pleno, incluindo a perda de alguns milhares de membros, o sucessor de Cho, Young-hoon Lee acredita que as coisas irão mudar. “Estamos em um período de desaceleramento”, admite.

Durante um sermão recente, o pastor Lee conduziu mais uma vez a igreja em intercessão pelo povo da Coréia do Norte. Os evangélicos acreditam que, dadas as condições dos seus vizinhos do norte, eles só poderão sobreviver se crerem em Jesus.

Lee sabe do que está falando. Ele é da quarta geração de uma família de evangélicos. Seu avô pregava o evangelho em Pyongyang, atual capital da Coreia do Norte, antes da Guerra. Embora pouco conhecido pelo ocidente, este ano completa um século do grande avivamento que deu início ao movimento pentecostal na Coreia.

Naquela época, Pyongyang era conhecida como a “Jerusalém da Ásia”. Hoje em dia, as igrejas estão fechadas e a pregação é proibida.

Mas Lee não perde a esperança de ver mudanças, especialmente pois entende que o fim se aproxima. Por isso, anuncia: “Vamos ter um novo grande despertamento e avivamento na Coréia”.

Este seria o esperado mover final, apregoado por diversos outros pregadores. “Afinal, acreditamos que Jesus está voltando em breve”, sentencia. 

Por Jarbas Aragão / Com informações do Public Radio International

‘Vamos precisar deixar a Terra em 100 anos’, diz Stephen Hawking



O físico britânico Stephen Hawking alertou que os humanos vão precisar colonizar outro planeta em até 100 anos para garantir sua sobrevivência. Segundo o cientista, o tempo da Terra está se acabando e, se for para a Humanidade sobreviver às mudanças climáticas, colisões de asteroides, epidemias e crescimento populacional desordenado será preciso deixar o planeta e aventurar-se mais longe no Universo.

As declarações de Hawking fazem parte de um novo documentário intitulado “Expedition New Earth”, que integra nova temporada do seriado científico da BBC “Tomorrow’s World”. No programa, Hawking, seu ex-aluno Christophe Galfard e a engenheira Danielle George vão viajar pelo mundo para descobrir como os humanos poderiam viajar, e viver, no espaço.

“Estamos no momento mais perigoso no desenvolvimento da Humanidade. Temos agora a tecnologia para destruir o planeta em que vivemos, mas ainda não desenvolvemos a capacidade de escapar dele. Talvez em cem anos tenhamos que estabelecer colônias humanas entre as estrelas, mas agora só temos um planeta e precisamos trabalhar juntos para protegê-lo”, diz Hawking no programa, segundo o jornal “Metro”.

Em março, Hawking contou em entrevista ao programa “Good Morning Britain” que “aceitou imediatamente” o convite de Richard Branson, fundador do Grupo Virgin, para fazer uma viagem ao espaço. Na mesma entrevista ele disse que estava entusiasmado com a possibilidade de enviar nanorobôs para o espaço para investigar planetas como a Terra a trilhões de quilômetros de distância.

publicado no O Globo

Trump cumpre promessa e assina decreto de proteção à liberdade religiosa

A celebração do Dia Nacional de Oração nos Estados Unidos, ocorrida na última quinta-feira, 04 de maio, foi marcada pela assinatura de um decreto do presidente Donald Trump que garante a liberdade religiosa no país.

Essa era uma promessa de campanha do presidente, que assinou o documento no Rose Garden, em Washington (DC), na companhia de líderes religiosos de diversas crenças, incluindo cristãos, judeus e muçulmanos.

Esse foi o primeiro Dia Nacional de Oração de Trump na Casa Branca, e seu decreto reverte as restrições de atividades políticas em templos religiosos. Essa iniciativa garante aos sacerdotes a liberdade de se pronunciarem sobre questões políticas, algo que estavam proibidos.

De acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN), o texto do decreto de Trump é uma tentativa de reverter a chamada “Emenda Johnson”, uma seção do código fiscal que impõe imparcialidade política a entidades isentas de impostos, como as igrejas. Essa emenda vigora desde 1954.

“Estamos devolvendo a voz para as igrejas. Ninguém deveria estar censurando sermões ou atacando pastores”, afirmou Trump, garantindo que não admitirá que “pessoas de fé sejam alvo de intimidação ou silenciadas”. Entre os convidados, estava o pastor Franklin Graham, um de seus principais apoiadores.

Trump foi além e instruiu o procurador-geral Jeff Sessions a “definir novas diretrizes” para as agências do governo em relação à classificação das crenças religiosas. Apesar de soar vaga, essa determinação pode ajudar a tornar obsoleta a regra criada pelo ex-presidente Barack Obama, que previa a obrigação de cobertura ao aborto em planos de saúde.

Fim da mordaça

O novo decreto assinado por Trump dificulta a abertura de processos contra pessoas que se recusem a prestar serviços ou alugar espaços para cerimônias de união de pessoas do mesmo sexo. Nos últimos anos, diversos cristãos que atuam como prestadores de serviços foram processados por homossexuais ao se recusarem a, por exemplo, fazer bolos de casamento.

Esse cenário tornou-se o centro de uma enxurrada de processos, todos com vitórias de ativistas LGBT e militantes ateus, contra cristãos, o que gerou uma espécie de “mordaça” sustentada indiretamente pelas leis vigentes.

Os cristãos dos Estados Unidos vinham protestando, continuamente, contra a perda de seus direitos, pois sentiam que sua liberdade de crença estava sendo violada. “Não somos apenas uma nação de paz, mas também um país tolerante”, disse Trump. “Por isso, hoje adotaremos medidas para proteger a liberdade religiosa nos Estados Unidos. Com esse decreto não permitiremos a perseguição religiosa ou a intolerância”, acrescentou.

Ao final, salientou que “liberdade não é algo dado pelo governo, é dada por Deus”.

Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Teólogo pede que igrejas estejam prontas para lidar com o suicídio



A série da Netflix “13 Reasons Why”, que no Brasil ganhou o título de “Os 13 Porquês” é uma das mais comentadas do ano. Tratando de uma questão delicada – suicídio – ela aborda por vários ângulos a relação (ou falta de) entre pais e filhos e a prática do bullying nas escolas.

Apesar de ter sido criticada por muitos, por supostamente incentivar o suicídio, ela ganhou o apoio do pastor Russell Moore, que é professor de teologia e atual presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, a maior denominação norte-americana.

Ele está exortando os pastores de jovens e, de modo geral, os cristãos que tem filhos adolescentes que abordem em suas igrejas e lares as perguntas levantadas pela série. Apesar de não recomendar que os adolescentes cristãos assistam, pelo fato do seriado defender questões que conflitam com a Bíblia, como sexo livre e relações homossexuais, ele acredita que o assunto principal não recebe atenção das igrejas.

“Se a série mostra alguma coisa, é que há várias razões por trás da decisão de alguém se matar”, escreveu ele em texto reproduzido pelo Gospel Herald.

“Talvez esta controvérsia leve os amigos, os pais e os pastores de jovens a falarem sobre o suicídio, sinalizando de algum modo aos que estão pensando nisso que eles não estão sozinhos nem serão julgados se procurarem ajuda. Talvez faça com que pais ou amigos de adolescentes comecem a falar sobre como agir quando alguém começar a mostrar “razões” para o desespero, podendo compartilhar os fardos com aqueles que precisam ser apoiados”.

Lembrou também que os cristãos não estão imunes à depressão. Moore destaca que a igreja deveria estar melhor preparada para oferecer apoio a um problema que só cresce, a depressão. “Podemos ser o tipo de igreja que fala de vida e esperança para aqueles – de dentro ou de fora dela – que veem a morte como sua única saída”, pediu.

“Os jovens suicidas não são loucos, nem algo ‘raro’”, destacou, lembrando que “podem ser nossos irmãos e irmãs, nossos filhos e filhas que, como todos nós, têm dificuldade em ver as coisas com clareza em algum momento”.

A série da Netflix é baseada no romance homônimo escrito por Jay Asher e publicado em 2007. A obra foi um sucesso e ficou em primeiro lugar na lista de best-sellers do New York Times, em 2011.

Os 13 porquês conta a história de Clay (Dylan Minnette), um rapaz que sofre pela morte de Hannah Baker (Katherine Langford), colega de escola por quem estava apaixonado. Hannah cometeu suicídio, mas deixou um registro sobre as pessoas que influenciaram sua decisão.


Aumento de suicídio no Brasil

O assunto é uma preocupação no mundo todo. Dados divulgados este mês pela BBC mostram que, entre 1980 e 2014, a taxa de suicídio entre jovens de 15 a 29 anos aumentou 27,2% no Brasil.

De fato, a depressão está aumentando em toda a população, inclusive entre os mais jovens. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta o Brasil como o país campeão mundial do transtorno de ansiedade. Além disso, somos o quinto em número de pessoas com depressão. Aproximadamente 11,5 milhões de brasileiros sofrem com isso regularmente.

O assunto está em “alta”. As buscas pela palavra “suicídio” no Google Brasil aumentaram 100% na terceira semana de abril, em comparação com o mesmo período de 2015. Também foi registrado um aumento repentino na procura por expressões como “suicídio indolor” e “suicídio rápido”.

Nos últimos meses, além do lançamento no país da série 13 Reasons Why, abril também marcou notícias sobre suicídios consumados e tentados que teriam relação com o jogo virtual chamado Baleia Azul, o qual estaria induzindo adolescentes a automutilações e ao suicídio.

Houve casos registrados em diferentes Estados do país, como Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraíba.


Via: Gospel Prime

Pastor Paulo Freire, irmão de José Wellington Jr., diz que opositores na CGADB são “canalhas”


A mais polêmica de todas as eleições já feitas pela CGABD teve novos episódios recentemente, com a decisão da entidade de finalmente suspender a posse do pastor José Wellington Jr, obedecendo ordem judicial, e com o pastor Paulo Freire disparando críticas aos colegas de ministério e à Justiça.

Freire, que é deputado federal (PR-SP) e filho do pastor José Wellington Bezerra da Costa, afirmou que os opositores ao seu irmão são “canalhas”. A declaração, durante a 43ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Convenção Geral das Assembleias de Deus, repercutiu negativamente.

Em sua fala, o pastor Paulo Freire acrescenta ainda que a enxurrada de liminares que aconteceram ao longo do processo eleitoral, e também as que impediram a posse de seu irmão, só foi possível porque a Justiça é formada por magistrados “corruptos” que teriam vendido as liminares, de acordo com informações do portal JM Notícia.

“Essa convenção é uma convenção de pastores das Assembleias de Deus no Brasil. Essa convenção pertence ao Senhor Deus, e jamais o Senhor Deus irá permitir que canalhas como estes [opositores] venham ocupar a Mesa Diretora [da CGADB]. São canalhas”, berrou o pastor, que se ausentou da votação da Reforma Trabalhista para comparecer à 43ª AGO.



Resposta

O promotor Iaci Pelaes, do Ministério Público Estadual (MPE) do Amapá, reagiu às afirmações de Paulo Freire sobre a integridade dos membros da CGADB, dizendo que é preciso evitar excessos e artifícios.

Confira a nota do promotor na íntegra:

O orador que aparece no vídeo usa de um dos mais banais recursos de retórica banal, que é o desqualificar o oponente, sem qualquer demonstração do se afirma.

Ao que colheu, o orador, deputado federal e filho do atual presidente da CGADB, não demonstra, à luz de provas, como chegou a essa conclusão de que determinados pastores seriam “canalhas”.

Segundo a etimologia esse termo significa pessoa vil, reles, do mais baixo nível, abjeta, desprezível, indigna, patife, sem-vergonha, tratante, sórdida, chulo, dentre outros qualificativos negativos.

Ora, essa espécie de expediente é absolutamente inaceitável num auditório qualificado de uma Convenção de pastores.

No tribunal do júri de Macapá, onde atuo semanalmente, essa espécie de recurso de retórica já foi abolida faz tempo. Aliás o próprio CPP não mais admite.

E não me venha com alegação de que parlamentar tem imunidade na palavra. A uma que o deputado não está na tribuna da Câmara. A duas que o próprio STF já direciona no sentido de que não há direito absoluto.

Assim, a ninguém é dado abusar do exercício de um direito para, dessa forma, ofender a outrem.
Dr Iaci Pelaes – Promotor de Justiça do MPE (AP)

Tréplica

Os integrantes da base de apoio a José Wellington Jr, chamada “Núcleo de apoio à chapa CGADB mais perto de você”, divulgaram uma nota em defesa do pastor Paulo Freire, dizendo que ele não falava como deputado, mas sim como filho e irmão. Confira:

A QUEM INTERESSAR POSSA

Caros companheiros,
Em primeiro lugar é bom frisar que esta equipe não apoia nem endossa a injúria. Por isto temos sempre primado em nossas notas pelo comedimento e educação.
Mas algumas ponderações devem ser feitas acerca do episódio envolvendo o discurso do Deputado Paulo Freire na sessão de ontem na AGO.
Em primeiro lugar é preciso destacar que quem estava falando não era o Deputado Paulo Freire, mas o filho, Paulo Freire.
Filho este que tem assistido, até então em silêncio, o nome, a história e a dignidade de seu velho pai serem enxovalhados e pisoteados por uma minoria (parece que são 30% ou menos) que em termos ministeriais, e comparados ao veterano pastor Wellington, sequer saíram das fraldas.
Este homem viu seu pai por 30 longos anos labutando com sacrifício pessoal gigantesco, dele e da família, para construir uma história sólida e honrada na CGADB, além das décadas de trabalho em outras frentes na obra do Senhor. Para agora lidar com meninos que não tem o bom senso sequer de respeitá-lo como homem, pela história construída. Que confundem oposição de ideias com guerra pessoal.
Bandido, corrupto, ladrão, são os termos empregados por esta gente. Sinceramente, canalha parece pouco como resposta.
Você tem pai? Imagino que tenha, vivo ou in memoriam. Como você ouviria o uso destes termos, anos a fio, para se referirem ao seu velho herói?
Reflita um pouco e responda para si!
O que ele fez, qualquer um com “sangue nas veias” poderia ter feito. E agora fariseus hipócritas postam de bons moços, cheios de domínio próprio, para condená-lo? Imagino estarem sem pecado, por tomarem tão avidamente as pedras!
Atenção senhores: aquele que pensa estar de pé, cuidado para que não caia!
De resto, não nos sentimos ofendidos pela expressão usada, e por isto nada temos de que nos defender.
Não somos canalhas porque não expusemos nacionalmente o nome de nossa Convenção e nossos pastores;
Não somos canalhas porque não transformamos em pecha o título de “pastor”;
Não somos canalhas porque nunca comparecemos à AGO/E com o único intuito de causar confusão e arruaça;
Não somos canalhas porque não temos a ousadia e desfaçatez de olhar nos olhos do meu pastor e chamá-lo de bandido.
Interessante é que tem muita gente aí se defendendo e dizendo que não é canalha. Ora, se não se enquadra no conceito de canalha está se defendendo porquê? Considere ainda que o termo usado se aplica aos que agiram com injúrias, xingamentos e com falta de decoro e ética. Se você não faz parte deste rol, não há razão para indignação.

Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

domingo, 30 de abril de 2017

Juiz recusa recurso e mantém decisão de suspender as eleições da CGADB

Juiz recusa recurso e mantém decisão de suspender as eleições da CGADB

A ordem judicial é para que novas eleições sejam marcadas com urgência
Da Redação JM Notícia
Nesta quarta-feira (26) o juiz titular Thomaz de Souza e Melo, da 1ª Vara Civil do Rio de Janeiro, manteve a decisão de suspender as eleições da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) que aconteceram em 9 de abril.
A convenção recorreu da decisão anterior alegando não ter recebido a intimação, porém o juiz citou nos autos que o documento foi assinado por Abiezer Apolinário da Silva (advogado) e Wilson Pinheiro Brandão (Vice-presidente da Comissão Eleitoral).
“Ora, não se pode exigir, tal como pretende a Requerida, que a única forma possível de intimação da CGADB seja através de seu presidente”, escreveu o juiz entendendo que impor essa condição seria um obstáculo para o cumprimento das decisões judiciais.
O juiz afirma também que o próprio site da Convenção chegou a postar que as eleições estavam suspensas, mostrando que a entidade teve, de fato, conhecimento sobre a decisão judicial que agora tenta contestar e dizer que não tinha conhecimento.
“Quer-se dizer que, mesmo sabedora a Requerida da decisão que suspendeu o pleito, prosseguiu no seu intento de dar posse aos ‘eleitos’, sem sequer fazer menção ou ressalvas a decisão judicial, como se esta de nada valesse ou sequer existisse“.
O juiz entendeu também que ao noticiar que as eleições estavam suspensas, a CGADB não poderia dar possa à “suposta diretoria eleita”. “Ainda que assim o fosse, não haveria como validar-se aquele pleito, eivado de vícios e tomado pelo clima de insegurança criada no seio dos próprios associados e eleitores”, escreve o magistrado.
A decisão de suspensão do pleito foi mantida e pede a urgência de novas eleições para que a Assembleia de Deus do Brasil não fique sem presidente, mesa diretora e conselho fiscal. Enquanto isso não acontece, do atual presidente, da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal.
A decisão também marca para o dia 4 de maio, às 14h, que as partes envolvidas nesse processo, e seus advogados, compareçam na 1º Vara Civil para “cooperar e auxiliar o Juízo na adoção de parâmetros técnicos que viabilizem a realização, o quanto antes, de novas eleições”.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

“Baleia Azul” é um manual à morte

“Baleia Azul” é um manual à morte

Precisamos estar mais atentos ao sofrimento alheio.

O jogo de automutilação que tem desafiado jovens à morte, em todo o mundo, já deixou mais de 130 vítimas na Rússia. Já houve relatos de casos no Brasil. Mas afinal de contas, como é que funciona esse jogo? Aliás, isso é, de fato um jogo?
Pode ser considerado um jogo pelo fato de conter etapas onde, em cada uma delas, o participante é desafiado a cumprir um desafio, que vai desde desenhar a tal baleia numa das partes do corpo até a mutilação em regiões que ficam expostas, e nas que ficam escondidas pela roupa.
A “Baleia Azul” tem sido tratada como jogo, mas eu vejo suas práticas indicarem um manual e um staff às pessoas que tenham leve ou pesada tendência ao suicídio. Afinal, do outro lado tem uma ou mais pessoas me desafiando a ir entrando nesse universo grotesco, o que me faz adentrar a um novo paradigma.
Seria o mesmo que “cozinhar o sapo em fogo baixo” (ele vai se adaptando ao aumento lento da temperatura e, quando “se dá por si”, já foi cozido). As pessoas que vivem em zonas de guerras sofrem certo desconforto no começo, mas depois elas adaptam seus hábitos e conseguem levar a vida o mais tranquilo possível.
As pessoas que estão mais vulneráveis são aquelas que já perderam o gosto de viver pelo fato de já terem passado por muitas decepções ou mesmo que já sofram com algum transtorno psicológico ligado a área da depressão.
Pessoas assim conseguem vislumbrar a vida como um todo e tem consciência de que cedo ou tarde, a morte para ela, e para todos, será um fato inevitável. Adiantar o processo, já que não consegue se dar bem, seria uma “boa”, ainda mais se encontrar apoio para fazê-lo.
A decisão de tirar a própria vida é de foro bastante íntimo, mas que sofre influencias externas. As autoridades precisam dar celeridade ao processo de investigação, captura e punição das pessoas que colocaram esse “jogo” em evidência.
Precisamos estar mais atentos ao sofrimento alheio.  Às vezes o fato de conversarmos e mostrarmos às pessoas que o sofrimento é parte inerente da existência, mas que podemos encará-lo e fazer a vida acontecer de um modo diferente, será um gatilho para que a pessoa tendente à depressão, e ao suicídio, possa fazer uma reflexão profunda sobre si, o mundo e às pessoas a sua volta, passando a entender que elas não estão sozinhas no sofrimento e que podem encontrar apoio para superar as dificuldades.
Quando uma pessoa dá cabo de sua vida, ela não faz mal só à si, mas aos amigos e aos parentes, além de se tornar um exemplo ruim para a sociedade de como não se resolver os problemas pelo “caminho mais fácil”  (da fuga), sem que tenha explorado seu potencial de resolução.
Por Fernandes Pereira / via gospelprime.com.br

Ministério Billy Graham reúne líderes para “despertar igreja” sobre perseguição

Ministério Billy Graham reúne líderes para “despertar igreja” sobre perseguição

Encontro em Washington visa trabalhar com as Nações Unidas para defender a liberdade religiosa

Por iniciativa de seu presidente, Franklin Graham, a Associação Evangelística Billy Graham irá realizar um encontro de lideranças de todo o mundo para fortalecer a defesa dos cristãos perseguidos. São esperados representantes de 130 países.
Entre 10 e 13 de maio, eles estarão reunidos para denunciar a situação dos cristãos perseguidos e “mostrar solidariedade com aqueles que sofrem por causa de sua fé”. O objetivo é a aumentar a consciência da igreja sobre a situação enfrentada por milhões de pessoas todos os dias e que não recebe da mídia a atenção esperada.
Segundo relatórios da Missão Portas Abertas, 2016 foi o pior ano para a perseguição desde que começaram a rastrear essa questão há 25 anos. Cerca de 215 milhões de cristãos nos dias de hoje experimentam “perseguição alta, muito alta ou extrema” nos países onde a livre prática da fé é proibida.
“Parece que todas as semanas ouvimos falar de outro caso de perseguição aos cristãos em algum lugar do globo”, disse Franklin Graham, acrescentando que é hora de a igreja de Cristo  “ajudar a reverter esta tendência alarmante”.
Além de convidar políticos, Franklin diz que pretende trabalhar para gerar mudança, por isso está reunindo “as vítimas, seus defensores, líderes e influenciadores para criarmos parcerias  ao mesmo tempo em que oramos por aqueles que enfrentaram espancamentos, tortura, prisão, estupro e até mesmo morte por causa de sua fé cristã”.
O ministério Billy Graham sublinha que está otimista com a mudança de postura do governo norte-americano desse Donald Trump tomou posse. Por isso, além de representantes do governo irá buscar junto as Nações Unidas garantias que “as liberdades religiosas sejam protegidas”. 
Por Jarbas Aragão / via gospelprime.com.br / Com informações Assist News

quarta-feira, 26 de abril de 2017

China está vivendo um dos grandes avivamentos do mundo, diz estudioso

China está vivendo um dos grandes avivamentos do mundo, diz estudioso

Milhões de chineses se voltam para os princípios da fé para ajudar a reorganizar a sociedade, segundo o autor Ian Johnson.

Cristão chinês em momento de oração em Xiliulin, na China. (Photo: CNS)
Cristão chinês em momento de oração em Xiliulin, na China. (Photo: CNS)
A China está sendo movida por “um dos grandes avivamentos espirituais do mundo”, afirma o autor premiado Ian Johnson. Ele aponta que as potências mundiais devem se atentar a esta transformação espiritual, pois isso poderá ter repercussões globais.

“As pessoas estão à procura de novos princípios, uma espécie de bússola moral para organizar a sociedade”, disse Johnson em um artigo para o site The Atlantic. “Eles estão se voltando para a religião como fonte de valores para ajudar a reorganizar a sociedade”

Os condutores dessa revolução religiosa são as igrejas cristãs que não estão registados pelas autoridades e são desaprovadas pelo governo chinês.

“Estes grupos se tornaram surpreendentemente bem organizados e, muitas vezes, contam com centenas de fiéis”, disse o estudioso. “Eles ajudaram o número de protestantes a subir de cerca de um milhão — quando os comunistas tomaram o poder — a pelo menos 60 milhões hoje”.

Embora o Partido Comunista Chinês ainda esteja em profunda oposição ao rápido crescimento das igrejas subterrâneas, sua repressão não impediu as pessoas de viverem sua fé.

“Qualquer visitante do país pode dizer que o número de igrejas, mesquitas e templos aumentou nos últimos anos, e que muitas delas estão cheias”, analisa Johnson.

“Embora os problemas continuem aumentando, o espaço para a expressão religiosa tem crescido e os cristãos chineses têm aproveitado isso em busca de novas ideias e valores para sustentar uma sociedade que há muito tempo tem descartado a moralidade tradicional”, o autor afirma.

Johnson ainda acrescenta: “Centenas de milhões de chineses são consumidos com a dúvida sobre sua sociedade e se voltam para a religião. Na fé eles encontram respostas que não encontram no mundo secular construído em torno deles”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

sábado, 22 de abril de 2017

Rússia decide banir Testemunhas de Jeová do país por considerá-la uma “seita extremista”


As Testemunhas de Jeová foram banidas da Rússia, e qualquer atividade desta seita religiosa foi criminalizada pela Suprema Corte do país. A decisão foi tomada porque seus sequidores foram considerados “extremistas”.

O assunto vinha sendo discutido entre as altas autoridades russas há alguns meses, e a tendência de proibição da “seita extremista” foi revelada há um mês, quando o presidente Vladimir Putin manifestou-se favorável ao banimento.

“O Supremo Tribunal decidiu sustentar a reivindicação do ministério da Justiça da Rússia e considerou o ‘Centro Administrativo das Testemunhas de Jeová na Rússia’ uma organização extremista, e proibindo suas atividades na Rússia”, disse o juiz Yuri Ivanenko, de acordo com informações do portal The Independent.

“A propriedade da organização Testemunhas de Jeová deve ser confiscada e entregue ao Estado”, acrescentou o magistrado, que comunicou ainda o fechamento da sede russa da seita e outros 395 templos.

A ação conta com o apoio do Ministério da Justiça russo, já que a porta-voz Svetlana Borisova afirmou que as Testemunhas de Jeová “representam uma ameaça aos direitos dos cidadãos, à ordem pública e à segurança pública”.

A determinação da Justiça ainda não entrou em vigor, e os advogados da seita anunciaram que pretendem recorrer até ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. “Faremos o possível”, disse Sergei Cherepanov, representante das Testemunhas de Jeová;

Iaroslav Sivoulski, um dos principais anciãos russos da seita disse estar “chocado” com a decisão: “Não pensava que algo assim poderia acontecer na Rússia moderna, onde a Constituição garante a liberdade de religião”, lamentou, 

Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br - segundo informações do G1.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

A coisa mais importante na igreja é o sermão, indica pesquisa

A coisa mais importante na igreja é o sermão, indica pesquisa

Segundo Gallup, não é o grupo de louvor nem o “pastor moderninho”


Uma nova onda na igreja contemporânea tenta usar slogans como relacional, relevante ou intencional para definir seus ministérios. Em alguns lugares grande parte do investimento é na estrutura do prédio, com o uso de tecnologia de ponta. Outros preferem apostar em grupos de louvor com músicos muito bem preparados e repertório “contagiante”.
Contudo, uma nova pesquisa do Instituto Gallup revela que as pessoas que frequentam os cultos estão procurando mesmo é por pregação centrada na Bíblia.
“Sermões que ensinam sobre as Escrituras” são a razão número um para motivar os fiéis a irem a um culto. Os pesquisadores descobriram que 82% dos evangélicos e 76% dos cristãos em geral consideram sermões com lições bíblicas o fator mais importante das reuniões religiosas (cultos/missas).
Eles também estão procurando por maneira de aplicar o que aprendem, já que 80% dos evangélicos e 75% dos cristãos em geral valorizam mais sermões que conectam a fé a sua vida cotidiana.
Os evangélicos são mais propensos a citar a importância do conteúdo do sermão que os católicos – cerca de dois terços dos entrevistados admitem que é isso o que mais os atrai para a igreja.
Pregação sobre a Escritura e sua relevância foram melhor avaliados que programas para crianças (68% dos evangélicos), trabalhos de ação comunitária (61%) e atividades sociais (49%).
“Numa cultura distraída e superficial como a nossa, as pessoas começam a sentir fome por algo raro: o foco, o equilibrado e o profundo”, acredita o pastor Matt Woodley. “Pregação profunda é a nossa melhor chance de mudar vidas”, insiste.
Segundo a revista Christianity Today, que está divulgando o estudo, isso também coloca mais pressão sobre os pastores, que deveriam oferecer sermões que envolvam os fiéis e evitem piadas, ilustrações batidas, ou ensino superficial e alegórico.
Uma outra pesquisa recente, do Instituto Barna, mostra que os mais jovens (40%) têm o hábito de verificar os sermões no Google.
A pesquisa do Instituto Gallup publicada semana passada descobriu que as pessoas que ocupam os bancos se preocupam muito mais com “o que” está sendo pregado do que com “quem” está pregando.
Apenas metade dos evangélicos (53%) e os cristãos em geral (54%) disseram frequentar uma igreja por causa de “líderes religiosos dinâmicos, que são interessantes e inspiradores”.
Os dados revelados pelo novo levantamento são parecidos com os indicativos de outra pesquisa sobre o assunto, feita pelo Instituto Pew Research.
“O que as pessoas valorizam em uma congregação é principalmente uma boa mensagem, uma boa homilia. Ela precisa fazer sentido e oferecer-lhes orientação”, afirma Greg Smith, diretor-associado do Pew.
A grande maioria dos evangélicos (92%) coloca o sermão no topo da sua lista de fatores decisivos, o percentual é de 67 para os católicos. Em segundo lugar está o fato dos líderes e membros fazerem com que o visitante sinta-se bem-vindo (79%) e logo em seguida, o fato do culto ser “atraente” (74%).

Mudanças no ministério

No ano passado, o pesquisador Ed Stetzer mostrou como vários ministérios estavam mudando a direção para um ensino mais profundo, uma vez que perceberam o interesse dos visitantes.
“Em outras palavras, aqueles para quem os sermões estavam se tornando ‘água com açúcar’ perderam espaço. As pessoas estão interessadas ​​na verdade, caso contrário estariam fazendo outra coisa aos domingos”, avalia.
De acordo com a LifeWay Research, os pastores estão relativamente divididos quando planejam seus sermões: 22% planejam dois a cinco meses de antecedência, 30% planejam duas a quatro semanas de antecedência e 22% planejam a semana anterior. Apenas 7% dos pastores agendam o sermão com mais de um ano de antecedência.
Por Jarbas Aragão / via gospelprime.com.br

CGADB é obrigada pela justiça a fazer novas eleições

CGADB é obrigada pela justiça a fazer novas eleições

Interventor judicial comandará novo pleito, ainda sem data definida

Quando a Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB) divulgou o resultado da eleição a presidente no último dia 9, estava descumprindo uma decisão judicial. Após uma série de recursos, o Dr. Márcio J. Costa foi nomeado interventor e deveria ter comandado o pleito.
Contudo, a diretoria deu prosseguimento ao processo e anunciou José Wellington Júnior, filho do atual presidente, José Wellington Bezerra da Costa.
Nesta terça-feira (18), foi expedido um documento suspendendo o resultado e anulando todos os atos praticados pela Comissão Eleitoral da CGADB no dia 9. Portanto, José Wellington Júnior não pode mais se declarar presidente eleito.
Todo o processo eleitoral será reiniciado e nova votação será marcada, sob o comando do interventor nomeado. Caso a CGADB não publique essa notificação em seu site oficial, mais uma vez estará descumprindo uma Ordem Judicial.
A data oficial na nova eleição ainda não divulgada. Concorrerão novamente José Wellington Jr (São Paulo), Samuel Câmara (Pará) e Cícero Tardim (Paraná).
A suspensão da eleição, assinada pela juíza Angélica dos Santos Costa menciona que a diretoria da convenção impediu a supervisão do processo pelo interventor e a inclusão das 10.479 inscrições irregulares.
Notificação referente ao Pleito Eleitoral

Por Jarbas Aragão / via gospelprime.com.br

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Nova decisão da Justiça cancela eleições da CGADB

Nova decisão da Justiça cancela eleições da CGADB

Segundo informações obtidas, Comissão eleitoral informou que não irá cumprir nova decisão.


Um novo capítulo na guerra jurídica das Assembleias de Deus teve lugar na manhã deste domingo (9). A juíza Angélica dos Santos Costa, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, emitiu uma nova liminar, determinando a suspensão das eleições da mesa diretora e do conselho fiscal da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB).
Ela determina que deve “ser designada nova data com a observação de todas as ordens judiciais proferidas.”
O portal Gospel Prime recebeu a informação de uma fonte que prefere não se identificar, mas está a par do processo, que a decisão judicial será ignorada e as eleições mantidas, na intenção de judicializar ainda mais o processo.  
A testemunha, que está ligada ao processo eleitoral, relata também que nenhuma das ordens judiciais foram cumpridas, nem pela CGADB, nem pela Sctyl (empresa contratada para realizar as eleições) nem pela comissão eleitoral da CGADB.  Na noite de sábado (8), a comissão eleitoral se reuniu na Hotel Cullinan Hplus Premium, em Brasília. Contudo, o interventor nomeado pela justiça, dr. Márcio José de Oliveira Costa não foi convidado a participar.
Quando ele tentou entrar para participar da reunião, foi impedido pelos seguranças da CGADB, o que fez com o que o interventor chamasse a Polícia. Em seguida, se dirigiu à 5ª Delegacia de Polícia Civil, onde registrou um Boletim de Ocorrência.

Entenda o caso

O pastor José Wellington Júnior, filho do atual presidente, havia sido retirado da corrida ao cargo em 8 de fevereiro pelo juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga, que cassou por meio de liminar sua candidatura e também afastou o presidente e vice-presidente da comissão eleitoral Antonio Carlos Lorenzetti de Melo e Wilson Pinheiro Brandão.
Porém, na sexta- feira (7) conseguiu voltar a disputa após nova liminar, emitida por tribunal do Rio de Janeiro.
O Superior Tribunal de Justiça decidir juntar no fórum de Madureira, no Rio de Janeiro, os 14 processos em andamento. Nesta sexta, o Juiz Thomas Souza decidiu manter todas as intervenções e punições em caso de desobediência ou obstrução da justiça, e o cancelamentos das inscrições irregulares. Também devolveu a José Wellington da Costa Jr. o direito de concorrer no pleito de domingo.
Existem denúncias de diversas irregularidades, entre elas o fato de José Wellington – filho do atual presidente José Wellington Bezerra da Costa – não ter se desincompatibilizado do cargo de presidente da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus), o que viola o edital que regulamenta o processo eleitoral.
Além da disputa pela legitimidade da candidatura de Wellington Jr., foram comprovadas irregularidades na empresa Scytl Soluções em informática, que comandaria o processo. Por ordem judicial, 10.479 inscrições para votação foram canceladas, pois dentre elas existiam “pastores” cadastrados que não existem ou já estão mortos.
Nos últimos 25 anos o pastor José Wellington Bezerra da Costa liderou a denominação, mas não quer mais concorrer, preferindo indicar seu filho. Com a candidatura cassada de seu possível sucessor, a disputa seria entre o pastor Samuel Câmara, de Belém do Pará e Cícero Aparecido Tarjim, de Alto Piriqui, no Paraná.
Por Jarbas Aragão / via gospelprime.com.br