quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Igrejas Evangélicas Históricas fazem pronunciamento sobre eleições

 



Denominações evangélicas históricas fazem pronunciamento conjunto sobre as eleições gerais. 


Como é de conhecimento da maioria, este é um evento raríssimo. Na ausência de um organismo oficial reunindo denominações evangélicas protestantes, esta é a segunda vez na história que um grupo de igrejas protestantes emite um pronunciamento conjunto e a primeira vez com tão ampla adesão. O primeiro documento do tipo foi divulgado em 2012 e tratava da preocupação das lideranças com o estado de corrupção no governo.

Genizah conversou com os juristas que produziram a versão final do documento e apurou que este é uma resposta à preocupação das lideranças das igrejas diante da conjuntura política do país. A representatividade das adesões ao pronunciamento é um reflexo da importância que as lideranças atribuem ao momento politico da nação e a gravidade atribuída a diversos aspectos do processo eleitoral brasileiro.

O documento é duro com a corrupção e as práticas da chamada 'velha política"e surpreende em diversos aspectos, especialmente, porque pontua criticas não apenas ao sistema politico nacional, o qual, tem incentivado o fisiologismo, as alianças espúrias não programáticas e os escândalos originados no financiamento de campanhas, mas também menciona vícios pontuais do jogo eleitoral no ambiente interno das igrejas, entre estes o voto de cabresto, ou voto de cajado na sua versão religiosa.

O documento expressa que o evangélico não deve conceder o seu voto simplesmente por que o candidato diz expressar a fé evangélica, antes, verificar se o seu trabalho e comportamento são compatíveis com o que se espera de um verdadeiro cristão - com deve-se recordar que “a fé, se não tiver obras, por si só estará morta” (Tg 2.1). Em compensação, o pronunciamento recomenda que o crente não vote em candidatos e partidos que defendam em seus programas posições que se oponham a valores cristãos tais como: justiça e paz; integridade da vida e da criação; preservação da família; honestidade e respeito ao bem público.

O pronunciamento tem sido muito bem recebido por lideranças evangélicas de todos as tendências e é, sem duvida, uma manifestação oportuna para o cenário atual em que a questão religiosa assume um grau de protagonismo inédito no processo eleitoral.






PRONUNCIAMENTO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS HISTÓRICAS SOBRE AS ELEIÇÕES GERAIS DO BRASIL - 2014


As igrejas evangélicas históricas do Brasil, em virtude da realização das eleições gerais em 5 de outubro (1o turno) e em 26 de outubro (2o turno) e considerando o papel de seus membros no exercício pleno da cidadania, bem como o comprometimento dessas igrejas com o Estado democrático de direito e o seu reconhecimento e apoio às instituições democráticas, expressas nos Poderes constituídos da República, vêm junto a seus membros e à sociedade brasileira em geral fazer o seguinte
PRONUNCIAMENTO:


1. Nenhum sistema ideológico de interpretação da realidade social, inclusive em termos políticos, pode ser aceito como infalível ou final nem é capaz de interpretar os conceitos bíblicos da história e do reino de Deus, no entanto, cremos que Deus, Senhor da história, realiza a Sua vontade de várias maneiras, inclusive por meio da ação política;

2. As eleições são parte do processo de busca permanente de equidade social,  de garantia dos direitos fundamentais à pessoa humana, de vivência ética e comunitária, às quais estimulamos o protagonismo de homens e mulheres cristãos, comprometidos com os valores do Evangelho de Cristo;

3. A democracia é um valor universal, bem como o governo representativo dela decorrente e a sociedade democrática pressupõe pluralidade de ideias e a livre expressão do pensamento político, alternância do poder, em forma republicana de participação popular;

4. Os chamados mensalões, julgados e ainda não julgados pelo STF, expuseram, na esfera partidária, a dualidade de forças políticas de matizes ideológicas distintas, que se digladiam eleitoralmente, visando o acesso ao poder, mas revelam a fragilidade dos partidos majoritários na elaboração de suas amplas alianças partidárias que, em muitos casos, não são de natureza político-ideológica, mas se constituem em verdadeiro fisiologismo;

5. O sistema de financiamento de campanhas admitido no Brasil é perverso, indutor e retroalimentador da corrupção e termina por eleger, majoritariamente, verdadeiros representantes do poder econômico e não dos interesses da maioria da população;

6. O atual sistema político reflete partidos políticos que não têm identidade e realizam alianças que não fidelizam ideais, mas denunciam conveniências e interesses corporativistas. De igual modo, o modelo presidencialista de coalizão compromete a ética e a democracia cujos pressupostos são a fiscalização e a alternância no poder;

7. Candidatos/as frutos de estratégias de marketing e alianças comprometedoras não são dignos de voto;

8. Ninguém deve receber voto simplesmente por expressar a fé evangélica, antes, deve-se recordar que “a fé, se não tiver obras, por si só estará morta” (Tg 2.1). Entretanto candidatos e partidos que defendem em seus programas posições que se oponham a valores cristãos tais como justiça e paz; integridade da vida e da criação; preservação da família; honestidade e respeito ao bem público não podem merecer nosso voto.

9. O processo político não se esgota com as eleições e os valores da cidadania, marcados por gestões públicas transparentes e probas, têm correspondência na vida de integridade cotidiana de cada cidadão e cidadã brasileira, na participação, nas reivindicações e na projeção de ações que visem o bem comum. 

10. Repudiamos o “voto de cabresto”; o chamado “curral eleitoral”, bem como a troca do voto por favores sejam pessoais ou coletivos, exortando seus integrantes a exercerem o direito do voto de maneira consciente e bem fundamentado cientes da delegação de poder que o sufrágio nas urnas confere aos eleitos.

Conclamamos o povo de Deus que se reúne em nossas igrejas à participação na escolha das futuras lideranças: Presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, para isso, também o convocamos à oração e à reflexão, que possam nos orientar para que nossas escolhas se traduzam no bem comum de todos os brasileiros e brasileiras.

Fonte: Genizah

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Levy associa homossexuais à pedofilia e prega enfrentamento a gays

O candidato Levy Fidelix (PRTB) responde pergunta da candidata Luciana Genro (PSOL) durante debate eleitoral promovido pela TV Record na noite deste domingo, em São Paulo (foto:  Reprodução)
O candidato Levy Fidelix (PRTB) responde pergunta da candidata Luciana Genro (PSOL) durante debate eleitoral promovido pela TV Record na noite deste domingo, em São Paulo (foto: Reprodução)
Publicado no UOL
Em debate realizado na noite deste domingo (28) pela TV Record, o candidato à Presidência Levy Fidelix (PRTB) associou a homossexualidade com pedofilia e afirmou que gays precisam de atendimento psicológico “bem longe daqui”.
As declarações foram dadas após pergunta da candidata Luciana Genro (PSOL), que citou a violência a que a população LGBT é submetida e indagou Levy sobre os motivos pelos quais os que “defendem a família se recusam a reconhecer como família um casal do mesmo sexo.”
“Aparelho excretor não reproduz (…) Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar”, afirmou.
Na réplica, Luciana defendeu o casamento igualitário como forma de reduzir a violência contra a população LGBT. Na tréplica, entretanto, Levy subiu o tom.
“Luciana, você já imaginou? O Brasil tem 200 milhões de habitantes, daqui a pouquinho vai reduzir para 100 [milhões]. Vai para a avenida Paulista, anda lá e vê. É feio o negócio, né? Então, gente, vamos ter coragem, nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer que sou pai, uma mãe, vovô, e o mais importante, é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá”, disse.

Marina Silva tece duras críticas contra políticos evangélicos que “transformam púlpitos em palanques”

Marina Silva tece duras críticas contra políticos evangélicos que “transformam púlpitos em palanques”
Na última sexta feira (26), a candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, se reuniu com um grupo de líderes evangélicos em São Paulo. Durante o evento, que não foi divulgado na agenda oficial da candidata, Marina teceu duras críticas contra políticos evangélicos que, segundo ela, “instrumentalizam a fé” ao transformar “púlpitos em palanques” e vice-versa.
Reunindo cerca de 200 pastores e líderes cristãos como Ed René Kivitz, Valnice Milhomens e Lélis Marinho, o encontro aconteceu no clube Homs, na Avenida Paulista.
Missionária da Assembleia de Deus, Marina Silva usou parte de seu discurso durante o encontro para apontar diferenças entre “evangélico político” e “político evangélico”. A candidata afirmou que o perigo está no segundo grupo, que “instrumentaliza a fé” ao transformar “púlpitos em palanques”.
- Vocês sabem que jamais fiz isso – afirmou Marina Silva, que também ressaltou a defesa do Estado Laico em seu discurso.
- Conheço pessoas que não professam nenhuma fé e que são mais éticas do que outras que arrotam a fé todo dia – afirmou.
Marina Silva também falou contra o “discurso de conveniência” feito por muitos políticos evangélicos entre aqueles que professam sua fé e afirmou que defende “entre quatro paredes” a mesma coisa que grita “do telhado”.
A candidata rebateu também as críticas que tem recebido de que, se eleita, tentaria impor sua religião no país. Ela citou como exemplo de que isso não é verdadeiro sua própria equipe de campanha que tem como coordenadores o judeu Walter Feldman e a católica praticante Luiza Erundina.
Os religiosos presentes no evento também se juntaram a Marina Silva para refutar a ideia de que ela tentaria impor sua visão religiosa sobre o país, somente por ser evangélica. O pastor Ed René Kivitz, da Igreja Batista da Água Branca, afirmou que é preciso combater a ideia de que ser evangélico é ser “ignorante, moralista, intransigente, homofóbico e intolerante”, e que “o imaginário da nossa sociedade” confunde “evangélico com xingamento”.
Kivitz defendeu também o “respeito às consciências individuais” e o “compromisso com a defesa dos direitos humanos e das minorias”, ressaltando que o problema está na “caricatura nefasta” dos evangélicos, incentivada por “ufanismo e messianismo” no meio gospel.
Segundo a Folha de S.Paulo, entre os presentes na reunião ecoava também a ideia de que pastores com grande projeção na mídia como Silas Malafaia e Marco Feliciano estão longe de ser uma unanimidade entre os evangélicos, e que suas ideais acabam reverberando apenas devido à visibilidade que eles têm nos meios de comunicação.
 
Por Dan Martins / via gospelmais.com.br
 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Igrejas podem ser obrigadas a pagar taxas de direitos autorais para tocar músicas em cultos

Igrejas podem ser obrigadas a pagar taxas de direitos autorais para tocar músicas em cultos
A eterna batalha em torno dos direitos autorais das músicas tocadas nas igrejas pode ter um capítulo final caso o Projeto de Lei do Senado (PLS) 100/2011 seja aprovado. A lei em vigor atualmente, de número 12.853 e regulamentada em agosto de 2013, prevê que as igrejas paguem pelos direitos autorais dos artistas ao executarem as músicas durante o culto.
Essa lei, em vigor atualmente, regulamentou a atividade do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) – órgão privado que tem como função fiscalizar e cobrar os valores referentes a direitos autorais de músicas executadas em público ou emissoras de rádio e/ou TV – e concedeu poderes para que sejam feitas cobranças inclusive nas igrejas.
A proposta do PLS 100/2011 visa isentar da cobrança os eventos religiosos, gratuitos e sem finalidade de lucro. “Entendemos que, desde que a representação ou execução pública da obra se dê no âmbito de evento destinado à manifestação religiosa e sem finalidade lucrativa, não há por que sujeitá-la a prévia autorização e, especialmente, à arrecadação de valores por parte do ECAD, tendo em vista que os responsáveis não auferirão nenhuma vantagem pecuniária e, portanto, não tirarão proveito econômico algum das obras utilizadas, não havendo, pois, ofensa aos direitos patrimoniais do autor”, argumentou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), autora do projeto e atualmente concorrendo ao governo do Paraná.
Segundo a senadora, o projeto conta com precedentes jurídicos a seu favor e concilia o direito fundamental à liberdade de culto e o direito do autor, também protegido por lei.
“Não há conflito entre a modificação legislativa aqui proposta e o inciso XXVII do art. 5º da Constituição, que assegura proteção ao direito autoral. O caso, a bem da verdade, é de harmonização de normas e princípios de status constitucional”, argumentou.
Caso o projeto não seja aprovado, o ECAD terá caminho livre para executar as cobranças de direitos autorais de músicas executadas durante os cultos e/ou eventos religiosos que não tenham sido autorizadas previamente.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Revista Época traça perfil dos candidatos que se lançam na política sob a bandeira evangélica; Confira

Revista Época traça perfil dos candidatos que se lançam na política sob a bandeira evangélica; Confira
A ênfase dada pela mídia aos evangélicos nas eleições deste ano despertou muitas perguntas em setores da sociedade que não conhecem o mosaico que forma o perfil das denominações, protagonizado por líderes de influências diferentes, assim como pensamentos.
A revista Época publicou uma reportagem sobre “o jeito evangélico de pedir voto e fazer política”, assinada pelos jornalistas Flávia Tavares e Tiago Mali. Para a dupla, os evangélicos demonstram habilidade ao driblar as imposições da lei eleitoral sem desrespeitá-la.
“Por lei, ele não pode pedir voto no culto. Pode, no entanto, suplicar que rezem por ele. Até outubro, esse tipo de cena se multiplicará nos milhares de igrejas do país. Candidatos evangélicos de diversas denominações (só pastores são 270) tentarão chegar ao Congresso”, escrevem Flávia e Tiago, traçando um perfil do candidato que se identifica como evangélico.
A reportagem ilustrou “o jeito evangélico de pedir voto” com o caso do pastor Rodrigo Delmasso, 34 anos, da igreja Sara Nossa Terra e candidato a deputado distrital em Brasília, o que equivale a deputado estadual nos demais estados do país.
“Seu raciocínio é simples: não é pecado usar o púlpito para falar de um país melhor, para incentivar o fiel a exercer seu papel de cidadão. Desde que não se peça voto”, descrevem os jornalistas, que destacaram que em 2014, são “345 postulantes a um mandato que usam na urna títulos como ‘pastor’, ‘bispo’ ou ‘missionário’”.
Delmasso argumenta em defesa da legitimidade do uso do título eclesiástico como forma de identificar ao seu público quem ele é: “Qual a diferença para um candidato que vai para a frente de uma fábrica, falar para os eleitores de seu setor? Muitos ainda usam o nome de Deus em segmentos que não têm nada a ver… É a pluralidade da democracia. A igreja é uma entidade social que representa um estrato da sociedade. Um bancário se elege para defender seus pares. Um taxista também. Se as categorias têm esse direito, por que a igreja, uma expressão da sociedade, não teria?”, argumenta o pastor, formado em gestão pública e com pós-graduação em serviço social.
Os jornalistas observam o fato de que os candidatos apoiados pelas igrejas estão cientes sobre a característica do eleitor evangélico, que é mais resistente que os demais grupos sociais, e explicam que eles ficaram reticentes “depois de tantos escândalos de corrupção envolvendo políticos que atuam sob o signo da fé”, e citam o caso das sanguessugas, revelado em 2006. “Tratava-se do desvio de dinheiro público destinado à compra de ambulâncias. Um dos acusados foi o bispo Carlos Rodrigues, da Igreja Universal do Reino de Deus, mensaleiro condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Naquelas eleições, a bancada evangélica no Congresso caiu de 61 para 36 parlamentares. O fiel passou a ver com imensa desconfiança o engajamento de seus líderes com a política”, contextualizam.
Por fim, os jornalistas da revista Época lembram a heterogeneidade do público evangélico e as subdivisões existentes entre as igrejas.
“Nem todas as denominações são inclinadas ao palanque. A divisão mais comum é entre evangélicos de missão (as igrejas mais antigas, como batista, adventista e presbiteriana); pentecostais (as nascidas no início do século XX nos Estados Unidos e no Brasil, como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil, [Igreja do Evangelho] Quadrangular e Deus é Amor); e as neopentecostais (criadas a partir dos anos 1970, como Universal do Reino de Deus e Sara Nossa Terra). As evangélicas de missão têm entre seus dogmas não se envolver diretamente com política. As pentecostais e as neopentecostais adotaram uma postura mais engajada desde o fim da ditadura. Foi quando a Igreja Católica aumentou sua bancada no Congresso. Os evangélicos temiam perder espaço e influência”, concluem.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Pastor lista “sinais da vinda de Cristo” e diz que a Grande Tribulação começará no próximo ano

Pastor lista “sinais da vinda de Cristo” e diz que a Grande Tribulação começará no próximo ano
A aparição das luas de sangue no início deste ano ainda rende discussões no meio cristão, e agora um teólogo afirma que o período da Grande Tribulação descrito no Apocalipse se iniciará em 2015.
Mark Biltz é um teólogo, pastor e estudioso sobre profecias, e acredita que há sinais claros que estão no céu e na terra de que a Grande Tribulação começará em um ano, no máximo. Para ele, a aparição da primeira lua de sangue na última Páscoa marcou o início do processo.
Desde 2008 ele vem fazendo o que ele chama de “alerta para a Igreja”, através das quatro luas de sangue em datas proféticas entre 2014 e 2015, segundo informações do portal Noticia Cristiana.
Judeu, Biltz passou anos estudando as profecias de Gênesis sobre o sol e a lua, onde a Bíblia afirma que as luzes no céu serviriam como “sinais para as estações do ano”. “O termo hebraico significa que ele não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, explica Biltz, que explica que a palavra traduzida como “estações” tem o significado de “certo tempo”, o que significa que as celebrações do feriado estabelecidas por Deus no Antigo Testamento seguem o calendário lunar adotado por judeus.
“Os eventos são agora fora de controle”, escreveu o pastor em um artigo. A lista destes “eventos”, inclui ataques contra os cristãos por muçulmanos radicais como Estado Islâmico e Boko Haram. Ele também menciona o surto de Ebola na África, que afeta pelo menos cinco países e ameaça tornar-se uma epidemia continental.
O pastor afirma que, embora com menos espaço na mídia, os ataques terroristas em Jerusalém têm crescido exponencialmente nos últimos meses, de acordo com o Serviço de Segurança de Israel (Shabak).
Em um estudo sobre terremotos, o aumento dos tremores que atingiram mais de 6 pontos na escala Richter foi confirmada. 116 terremotos ocorreram este ano, 70 deles durante a primeira lua do sangue. Ou seja, em 2014, um crescimento médio superior a quatro vezes em relação aos grandes terremotos na última década.
Biltz diz ainda não ter dúvidas de que estas são “as dores de parto da vinda do Messias”, e afirma que estamos vivendo o relógio profético.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Apenas P.U.S.H !


Nunca desista do propósito que o Senhor tem para sua vida

Uma noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando, de repente, seu quarto ficou cheio de luz e Deus lhe apareceu. O Senhor disse ao homem o trabalho que ele deveria fazer para Ele e mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana. O Senhor explicou que o homem deveria empurrar (PUSH) a rocha com toda a sua força. O homem então o fez, dia após dia.

Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel, empurrando-a com toda a sua força.

A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido e sem roupa, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão.

Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o Adversário (Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada. “Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda nem sequer se moveu.”

Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos desencorajavam e desanimavam o homem.

“Por que eu vou me matar tentando fazer isso?”, ele pensou. “Eu farei apenas o possível, colocando o mínimo esforço e isso será suficiente”.

E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos atribulados ao Senhor.

“Senhor”, ele disse, “eu tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou. Entretanto, após todo esse tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um milímetro. O que está errado? Porque eu tenho falhado?”

O Senhor respondeu com compaixão:
“Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você o aceitou, eu disse que sua tarefa seria empurrar a rocha com toda a sua força, e é o que você tem feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a movesse. Sua tarefa era empurrá-la.

E agora você vem a mim após todo o seu esforço, pensando que você falhou.
Mas, será isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas estão enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão calejadas pela pressão constante, suas pernas se tornaram musculosas e firmes. Pela oposição você cresceu muito e agora suas habilidades superam o que você era antes.

Ainda assim, você não moveu a rocha, mas seu chamado foi para ser obediente e empurrar, exercitando sua fé e confiança na minha sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu filho, Eu mesmo moverei a rocha.”

Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós tentemos a usar nosso próprio intelecto pra decifrar o que Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé Nele. Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.

Quando tudo parecer estar errado, apenas empurre – P.U.S.H.!

Quando o trabalho te deixar pra baixo, apenas – P.U.S.H.!

Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam, apenas – P.U.S.H.!

Quando o seu dinheiro parecer ir embora e as contas ficarem, apenas – P.U.S.H.!

Quando as pessoas não compreenderem você…apenas – P.U.S.H.!

P. = Pray (ore)
U. = Until (até)
S. = Something (alguma coisa)
H. = Happens (acontecer)

“ORE ATÉ ALGUMA COISA ACONTECER”

Deus Te Abençoe!
Autor desconhecido

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Igreja Universal oferece “disque-descarrego” para expulsar demônios de fiéis à distância

Igreja Universal oferece “disque-descarrego” para expulsar demônios de fiéis à distância
Apesar da tradicional ênfase dada à teologia da prosperidade e ao atual momento de sincretismo com o judaísmo por conta do Templo de Salomão, a Igreja Universal do Reino de Deus não abandonou uma de suas principais características: a sessão descarrego.
Os supostos exorcismos em massa praticados em suas reuniões agora receberam um reforço que permite maior comodidade ao endemoninhado: uma espécie de “disque-descarrego”, chamado S.O.S. Espiritual.
“Espírito maligno, sai da corrente sanguínea dele. Sai das artérias. Você, demônio, que está fazendo o coração dele acelerar … Em nome de Jesus, saiiiii!”. A frase imperativa foi dita pelo pastor Vitor, um dos atendentes da Igreja Universal do Reino de Deus ao repórter do jornal O Dia, que ligou para o “disque-descarrego” da denominação alegando estar possuído.
“Serviços” espirituais à distância não são exclusividade de igrejas neopentecostais como a Universal. Numa pesquisa rápida na internet é possível encontrar outras instituições oferecendo a mesma “comodidade”, como o Macumba Online, por exemplo.
O psicólogo e pastor vice-presidente da Igreja Batista do Recreio dos Bandeirantes, José Paulo Moura Antunes, pós-graduado em teologia, foi ouvido pelo jornal e afirmou que as ferramentas vêm sendo usadas de forma equivocada.
“A gente pode usar o telefone e a internet para dar uma palavra de conforto, para fazer oração, para aconselhar… mas fazer exorcismo desta maneira é muito perigoso. E também nem sempre as questões são espirituais. Tem gente com problemas psicológicos, por exemplo. Não dá para saber a reação da pessoa”, comentou Antunes.
No entanto, a Igreja Universal do Reino de Deus afirma que o “disque-descarrego” é um trabalho no qual é aplicado grandes esforços para que ele esteja ao alcance de quem procurá-lo 24 horas por dia, com pastores se revezando na central telefônica, que fica na Catedral Mundial da Fé, em Del Castilho, no Rio de Janeiro: “Nosso trabalho consiste em ajudar aos sofridos e levá-los a se libertar de toda sorte de problemas e escravidão espiritual”, defende a denominação.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Evangelista lista 8 motivos para crer que nos próximos anos haverá um “grande despertar” dos muçulmanos para o Evangelho; Confira

Evangelista lista 8 motivos para crer que nos próximos anos haverá um “grande despertar” dos muçulmanos para o Evangelho; Confira

O crescimento dos adeptos aos islamismo e o surgimento a cada dia de novos grupos extremistas muçulmanos vem preocupando líderes cristãos. O assunto foi abordado pelo evangelista Peter Youngren, fundador do World Impact Ministries, uma entidade cristã de atuação internacional, em um artigo.
Peter publicou no Chrisma News oito razões para acreditar que nos próximos anos o mundo assistirá um “grande despertar” dos fiéis muçulmanos para a mensagem do Evangelho pregada pelos cristãos. “As Escrituras dão muitas razões para esperar um despertar do Evangelho em todo o mundo islâmico”, resumiu.
Confira os oito pontos mencionados pelo evangelista:
1 – Deus prometeu a Abraão que o mundo árabe conheceria “o caminho do Senhor”.
“Abraão teve pelo menos oito filhos, primeiro Ismael com Agar, então Isaque com Sara e, finalmente, mais seis filhos com Ketura (Gênesis 25: 1). Enquanto Cristo viria através de Isaque, Deus prometeu que todos os ‘filhos’ de Abraão iriam conhecer o ‘caminho do Senhor’, pois ‘Eu o conheço, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que mantenha o caminho do Senhor, para praticarem retidão e justiça, que o Senhor faça vir a Abraão o que Ele tem falado com ele (Gen. 18: 19)’. Ismael e os filhos de Ketura são antepassados ​​para o mundo árabe, e a promessa de Deus é clara de que eles vão conhecer o caminho do Senhor. Essa promessa divina só pode ser cumprido se eles conhecerem quem disse: ‘Eu sou o caminho’”.
2 – Deus prometeu bênçãos para Ismael.
“’Quanto a Ismael, eu te ouvi. Eis que o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutífero, e multiplicá-lo-ei excessivamente… Dele farei uma grande nação (Gn 17:20)’. Deus prometeu a Sua bênção sobre Ismael. Existe alguma bênção para além do conhecimento de Jesus Cristo? Mais tarde, quando Agar e Ismael estavam prestes a morrer de sede, Deus abriu os olhos de Agar, e ela ‘viu um poço de água’. Se Deus se importava o suficiente para mostrar-lhes uma fonte de água para saciar sua sede física, não é razoável esperar que Deus também irá mostrar aos descendentes de Ismael a ‘água viva’?”.
3 – As profecias bíblicas sobre o mundo árabe.
“Imagine se as profecias bíblicas listassem os nomes de cidades em toda a América, com promessas de alegria e de salvação. Embora nem Nova York, Chicago ou Los Angeles sejam mencionados pelo nome na Bíblia, nós ainda acreditamos que a glória de Deus se manifesterá em cada cidade e aldeia por causa da obra consumada de Cristo e por causa de João 3:16.
Quando se trata do mundo árabe, a Bíblia menciona cidades e países onde a glória de Deus será revelada. Como é que tantos cristãos ignoram essas profecias? A Bíblia promete que ‘o deserto e as suas cidades levantarão a sua voz, as aldeias que Quedar [o primogênito de Ismael] habita gritarão de alegria (Isaías 42:11). Isaías descreve como Midiã, Efa, Kedar e Nebaioth [da península da Arábia Saudita] trará ofertas e ‘proclamarão os louvores do Senhor’ e serão aceitas por Ele (Isaías 60. 6-7).
Em Salmos, lemos que a Babilônia, Filístia, Tiro e Etiópia vai falar favoravelmente sobre Sião, por causa de quem nasceu lá (Salmo 87: 4-7). Philistia [Gaza] vai ‘gritar em triunfo por causa do Senhor’ (Salmos 60: 8). Habacuque fala que glória de Deus virá de Temã, local que hoje é o moderno Iêmen (Hab. 3: 3-6). Não podemos, em face destas e de outras Escrituras semelhantes, considerar o mundo árabe como espiritualmente sem esperança”.
4 – O evangelho será pregado entre ‘todas as nações’ (Mt 24:14).
“A palavra grega para as nações é ethnos , que é qualquer grupo de pessoas que se distinguem por sua cultura e/ou linguagem. Existem milhares de etnias, onde a maioria, e em muitos casos, perto de 100 por cento das pessoas aderem ao Islamismo. Esses grupos e essas pessoas não foram incluídas na palavra profética de Jesus?”
5 – O derramamento do Espírito Santo será “sobre toda a carne”.
“Será que ‘toda’ significa tudo isso?
6 – Deus reconciliou o mundo através de Cristo (2 Cor. 5:19).
“Os muçulmanos são incluídos na ‘reconciliação’? Lembre-se, a reconciliação ocorreu quando ‘éramos inimigos de Deus’ (Rom. 5:10), e muitos muçulmanos são apenas isso. Ainda Jesus ‘pôs de lado os pecados do mundo’. Não, este não é o universalismo. A Bíblia faz uma distinção clara entre a ‘reconciliação’ e ‘salvação’, pois ‘se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida (Romanos 5: 10)’. É claro, a reconciliação é uma realidade histórica objetiva que ocorreu com a morte do Filho de Deus, ao passo que a salvação é uma outra questão. Para sermos salvos, devemos recebê-Lo. Ele está vivo e sua vida nos salva, porque ‘quem tem Jesus tem a vida’. Esse é o poder do evangelho, e os muçulmanos não estão excluídos”.
7 – Deus nos deixou um testemunho de si mesmo para os muçulmanos.
“Há 97 referências a Jesus Cristo no livro sagrado do islamismo, o Alcorão, que diz que Jesus nasceu de uma virgem, era sem pecado, operava curas, era o Messias, era a palavra de Deus, e era o juiz da humanidade. Muitos líderes de denominações liberais ‘cristãos’ não acreditam nessas coisas. Não se engane: há questões divisórias enormes. Os muçulmanos não acreditam que Cristo é o Filho de Deus, Deus que veio até nós para nos mostrar Deus, ou que Ele morreu na cruz e ressuscitou. Estas são as questões mais centrais, e não há espaço para concessões.
8 – Deus ama o mundo.
“Cristo morreu para o mundo. Ele ordenou que fôssemos a ‘todo o mundo’. Se o mundo muçulmano for excluído? A resposta bíblica é clara: ‘O Sangue de Cristo não é somente pelos nossos pecados, mas também pelos pecados de todo o mundo (1 Jo 2, 2)’.”
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br