terça-feira, 18 de agosto de 2015

Apesar de muita perseguição, as igrejas crescem na China

Apesar de muita perseguição, as igrejas crescem na China

Testemunho de fé, perseverança, e amor dos cristãos faz discípulos por todo país

Fonte: Portas Abertas Internacional |
Apesar de muita perseguição, as igrejas crescem na China
Um dos países mais populosos do mundo. Um dos mais prósperos. E um daqueles em que ser cristão pode custar a vida.
Nos últimos anos, a situação dos cristãos na China melhorou consideravelmente, embora a situação neste país, um dos maiores do mundo, seja extremamente diversificada. Os poucos cristãos de uma minoria étnica ainda enfrentam mais restrições e limitações graves, nas esferas familiares e de comunidade, o que deu à China o 29º lugar na Classificação da Perseguição Religiosa 2015. Outro aumento pode ser visto na esfera da igreja, o que reflete um aumento no monitoramento e ação contra as igrejas, especialmente na província de Zhejiang.
A fonte de perseguição continua sendo o governo comunista que controla todas as atividades religiosas em igrejas registradas ou não, e em igrejas até mesmo reconhecidas pelo Estado.
Apesar disso, a igreja cristã na China continua crescendo.
Testemunhos de irmãos e irmãs que, contrapondo a todos os contras e ameaças, continuam indo, pregando e ensinando a Palavra de Deus. Como Enlai* e Heidi*, que evangelizam e discipulam famílias chinesas e podem ver, em lugar de tristeza, dor e deserto, um lindo jardim florido sendo cultivado pelo Senhor.
Desde agora e ao longo deste final de semana, convidamos o leitor a orar e clamar a Deus por essa nação. Para que haja paz e alegria aos cristãos perseguidos (essa paz que o irmãoZhang já sente e proclama: "Não tenho dinheiro ou conforto, mas tenho alegria e paz que não poderiam ser comprados com dinheiro algum").
Ore também pelo perseguidor, que está nas famílias, governo, em sua maioria budistas ou muçulmanos. Que eles conheçam a Verdade e Vida que é Jesus Cristo, se convertam do seu mau caminho e também encontrem a paz.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Por motivos religiosos, homem impede que salva-vidas resgatem sua filha e jovem morre afogada

Por motivos religiosos, homem impede que salva-vidas resgatem sua filha e jovem morre afogada
Uma jovem morreu afogada porque seu pai não quis deixar que os salva-vidas a tocassem quando ela pediu por socorro. O motivo da decisão tomada pelo homem era religioso.
O caso foi registrado em uma praia de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e causou enorme repercussão na imprensa local.
Segundo informações do site Emirates 24/7, a família de origem asiática estava aproveitando um piquenique na praia quando a jovem, de 20 anos, gritou por socorro. A equipe de salvamento se mobilizou para ajudá-la, mas foi impedida por seu pai, que não queria que ela fosse tocada por um homem estranho, pois sua filha ficaria desonrada, segundo sua crença.
O tenente-coronel Ahmed Burqibah, porta-voz da polícia local, disse que o pai da jovem chegou a lutar com os salva-vidas, impedindo-os de socorrer a jovem e dizendo que preferia vê-la morta a saber que outro homem tocando-a.
“O homem asiático estava com a mulher e os filhos fazendo um piquenique quando, de repente, ouvimos gritos de socorro da moça que estava nadando. Ele dizia que preferia ver a filha morta do que ser tocada por estranhos”, contou Burqibah.
De acordo com as autoridades, o tempo que os salva-vidas gastaram tentando se desvencilhar do pai da jovem foi decisivo para que ela morresse afogada. Agora preso, o pai está em uma detenção de Dubai, sendo “processado pelas autoridades competentes”.
Ainda não há informação sobre a tipificação criminal que será aplicada ao caso, nem as penas previstas em lei no país para esses casos. A origem exata da família asiática também não foi revelada pelas autoridades policiais da capital dos Emirados Árabes Unidos.
Atualmente, Dubai é um dos principais destinos turísticos do planeta, e encanta pela arquitetura exuberante e inusitada, com ilhas artificiais e prédios arranha-céu.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Pastor se compara a Bill Gates e diz que é “mais rico” que o fundador da Microsoft; Entenda

Pastor se compara a Bill Gates e diz que é “mais rico” que o fundador da Microsoft; Entenda
Um pastor se comparou ao bilionário Bill Gates e afirmou que era mais rico que o fundador da Microsoft, durante um congresso de igrejas evangélicas na Nigéria.
Enoch Adejare Adeboye é superintendente geral da Redeemed Christian Church of God, e durante um discurso na 63ª Convenção Anual da Igreja na Nigéria, afirmou que ele era, de fato, um dos homens mais ricos do mundo.
“Eu tenho casas em pelo menos 188 países do mundo, onde temos nossas igrejas, por isso estou mais rico que Bill Gates. Cada vez que eu visitar esses países, meus filhos estariam lutando e dizendo ‘papai, venha e fique conosco’”, disse Adeboye.
“Se eu anunciar aqui que amanhã de manhã, eu preciso de um carro para viajar para o novo auditório, quantos carros que você acha que seriam disponibilizados a mim por vocês, meus filhos?”, questionou o pastor. “Aqueles de vocês que não têm um carro de sua preferência, muito em breve, Deus vai dar-lhes os seus próprios carros. Então, eu estou apelando a você se tornar um ganhador de almas incurável antes de deixar esta convenção e ver seu copo transbordar”, apelou.
De acordo com informações do Christian Post, Adeboye se referia aos benefícios de ser parte do corpo de Cristo.
Oriundo de uma pequena cidade no sudoeste da Nigéria, o pastor disse várias vezes à sua congregação que até os 18 anos de idade, ele nunca tinha tido um par de sapatos. Hoje, com várias formações no Ensino Superior, incluindo um doutorado em matemática aplicada e uma licenciatura em hidrodinâmica da Universidade de Lagos, na Nigéria, ele é considerado uma pessoa influente na sociedade do país.
Em 2009, Adeboye foi incluído numa lista da revista norte-americana Newsweek como uma das 50 pessoas mais influentes do mundo naquele ano, por causa de seus esforços humanitários em seu país.
Sua conversão aconteceu em 1973, e seu ordenamento ao ministério pastoral em 1977. Apaixonado pela educação, é conhecido por se dedicar a ensinar e estimular os fiéis a buscarem capacitação, além de levar serviços sociais básicos a aldeias isoladas do país, como parte dos esforços missionários de sua denominação.
Mais recentemente, Adeboye disse que admira a fidelidade dos cristãos que são perseguidos no norte da Nigéria por grupos terroristas radicais, como Boko Haram: “Você não está testado como cristão até que tenha vivido no norte da Nigéria”, publicou o pastor em seu perfil no Twitter, em maio deste ano.
POr Tiago Chagas / via gospelmais.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Reino Unido doa mais de 2 bilhões de libras para combater a perseguição aos cristãos em todo o mundo

Reino Unido doa mais de 2 bilhões de libras para combater a perseguição aos cristãos em todo o mundo

Grã-Bretanha deu auxílio a 40 dos 50 países mais difíceis para se viver a fé cristã

Fonte: Guiame, com informações do Christian Today 
Reino Unido doa mais de 2 bilhões de libras para combater a perseguição aos cristãos em todo o mundo

O contribuinte britânico está ajudando a - de alguma forma - aliviar o sofrimento de quatro em cada cinco dos países listados como nações onde os cristãos são mais perseguidos.
Dos 50 países onde é mais difícil viver como cristão, a Grã-Bretanha deu auxílio a 40.
Uma análise feita pelo Telegraph sobre ajuda internacional em comparação relatada por uma lista da missão Portas Abertas Internacional mostra que os países onde viver o evangelho significa ir para a prisão, ser discriminado e sofrer abusos, receberam quase 2,4 bilhões de libras esterlinas do Departamento para o Desenvolvimento Internacional e um outro valor de quase 3,2 bilhões de agências oficiais.
Os cristãos no Oriente Médio e partes da África estão enfrentando ataques repetidos de extremistas terroristas e há temores crescentes de que a fé cristã poderia ser dizimada completamente em alguns desses países onde ela teria se originado primeiro.
O primeiro-ministro David Cameron disse recentemente que o Cristianismo é agora a religião mais perseguida em todo o mundo e a Grã-Bretanha deve, sem hesitação, levantar-se em favor da liberdade religiosa.
A ascensão do extremismo islâmico fez subir de 40 para 50 os países listados com estas dificuldades nos registros da Missão Portas Abertas.
A Somália, que ocupa o segundo lugar na lista - atrás somente da Coreia do Norte - no que diz respeito à perseguição dos cristãos, recebeu 107,3 milhões de libras em ajuda do Reino Unido. Já o Iraque, onde os cristãos sofreram perdas sem precedentes nas mãos do Estado Islâmico, recebeu 7 milhões.
O Paquistão, onde os cristãos estão sofrendo sob as duras "leis de combate à blasfêmia", recebeu quase 34 milhões de libras.
Michael Nazir-Ali (ex-bispo de Rochester, que agora é presidente da Oxtrad, uma instituição de caridade de apoio a igrejas que enfrentam perseguição) disse ao Telegraph: "O compromisso da Grã-Bretanha em ajudar é louvável, mas é preciso se certificar de que estas quantias são realmente direcionadas às pessoas certas e da maneira certa".
"Eu acho que temos que destiná-las com muito cuidado e onde há realmente necessidade de certificar-se de que a ajuda não está sendo usado simplesmente para apoiar as empresas britânicas ou outros interesses e, certamente, para se certificar de que este dinheiro não está sendo usado para sustentar a corrupção".
Um porta-voz do Departamento de Desenvolvimento Internacional (DFID) disse: "A ajuda britânica tem o objetivo de combater a discriminação por cabeça - sugerir o contrário é profundamente enganoso. O DFID está trabalhando estreitamente com os nossos parceiros de caridade para ajudar a criar sociedades mais abertas e livres".
"A verdade é que, parar de ajudar estes países é uma medida contraproducente". isto vai simplesmente vai cortar apoio a mulheres e crianças e homens perseguidos, além de prejudicar a saúde futura, a educação e o bem-estar das pessoas mais pobres do mundo"

Igrejas cubanas treinam centenas de crianças para missões

Igrejas cubanas treinam centenas de crianças para missões

Cuba tem experimentado um avivamento após proibição da importação de bíblias

Igrejas cubanas treinam centenas de crianças para missões
Com o apoio de várias organizações evangélicas, dentro e fora de Cuba, centenas de crianças participaram de uma conferência com o objetivo de se tornar missionários.
Santiago de Cuba é uma cidade na parte oriental do país, que está prestes a comemorar 500 anos de existência. Durante quatro dias, centenas de crianças se reuniram durante o segundo Congresso Missionário das Crianças, organizada pela Convenção Batista.
Entre brincadeiras e aulas de canto, as crianças presentes foram incentivadas a orar e contribuir para propagação do Evangelho de Jesus Cristo a toda tribo, língua e nação. A expectativa é que surja uma nova geração de missionários no país.
A recente abertura do governo cubano, que parou de proibir a importação de bíblias, tem sido vista por líderes cristãos locais como uma oportunidade para o surgimento de novas igrejas.
O avivamento experimentado pela igreja de Cuba nas últimas décadas é refletido no fato de os cristãos, mesmo os mais jovens, estarem comprometidos com o anúncio das Boas Novas de Deus ao mundo. Com informações de CBN.
Assista reportagem da CBN:

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Casal gay da Hillsong afirma que pastores da igreja estavam cientes de seu relacionamento

Casal gay da Hillsong afirma que pastores da igreja estavam cientes de seu relacionamento
O casal gay que colocou a Igreja Hillsong no olho do furacão recentemente voltou a afirmar que os líderes da denominação sabiam sobre sua homossexualidade e relacionamento de longa data.
Josh Canfield e Reed Kelly, que participavam do ministério de louvor da filial da igreja em Nova York, ressaltaram que sempre foram sinceros sobre seu relacionamento com os líderes da congregação: “Temos sido abertos e francos sobre o nosso relacionamento desde o início”, disse a dupla, em um texto publicado nas redes sociais, contradizendo a postura da denominação.
No ápice da polêmica, o pastor fundador da Hillsong na Austrália, Brian Houston, precisou emitir uma nota oficial sobre o assunto, negando que a igreja apoiasse o casamento gay, e alertando que a dupla já não participava mais do ministério de louvor em Nova York.
Canfield e Kelly se tornaram celebridades instantâneas após participarem de um reality show chamado Survivor San Juan del Sur, onde falavam abertamente sobre sua relação. Antes, porém, já haviam construído carreira como atores em musicais da Broadway.
Agora, com a repercussão do caso, Canfield e Kelly disseram que se manterão frequentadores da igreja como representantes dos “cristãos gays”, e como interlocutores da comunidade LGBT junto à liderança da denominação.
Para eles, seu afastamento das atividades foi “frustrante e um pouco agressivo”, já que a notícia sobre eles terminou “interferindo tão facilmente com o diálogo saudável e estável” que vinham mantendo com a Hillsong a respeito da homossexualidade e do relacionamento deles.
De acordo com o Huffington Post, o casal reafirmou que Canfield trabalhou com a Hillsong por oito anos como “diretor do coro, diretor vocal, e parte da equipe de adoração”, que Reed também era membro do coral, e que o pastor Carl Lentz, que dirige a igreja em Nova York, sabia que eles haviam noivado, assim como Brian Houston.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Aos 39 anos, atacante Magno Alves, do Fluminense, concilia profissão e missão de evangelizar


O atacante Magno Alves, do Fluminense, se destaca em campo aos 39 anos por sua determinação e vigor, sem dar mostras de sentir o efeito da idade. Fora de campo, a mesma fibra é demonstrada pelo atleta em seu papel de evangelizador.
O jogador evangélico, reserva de Fred na equipe carioca, concilia a profissão e a missão ministerial, e diz querer se tornar pastor.
“Você tem que se aprofundar para ser pastor, e tenho feito isso. Ser pastor é algo futuro para mim, isso é fato. Mas não posso perder tempo agora. Posso pregar o Evangelho mesmo não sendo formado, afirmou Magno ao jornal Extra.
Na segunda-feira, 03 de agosto, Alves compareceu a um culto da Assembleia de Deus no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ao longo de mais de uma hora, o jogador pregou aos fiéis.
Segundo o jornalista Nelson Lima Neto, que acompanhou Alves ao culto, o jogador cantou, orou e discorreu sobre a Bíblia Sagrada. A conversão do antigo católico em evangélico aconteceu há 15 anos, quando ele se deu conta que “cometia muitos erros na vida”.
“Fui catequizado, cheguei a ser coroinha e participei de novena. Mas uma coisa que nunca fiz foi ler a Bíblia. Quando fiz isso descobri o quanto de errado estava fazendo na vida”, disse Magno.
Na nova filosofia de vida, Alves destacou que se abstém da badalação que cerca os jogadores de futebol, e que isso o ajuda na profissão.
Ao final do culto, o jogador orou por dois jovens atletas que frequentam a igreja. Os irmãos Rodrigo e Matheus, de 14 anos, jogam na base do Madureira: “Foi a primeira vez que isso aconteceu. Conhecemos o Magno pois ele é amigo do nosso pai, mas nunca estivemos em um culto com ele”, revelou Rodrigo.
No Fluminense, Magno convive com a rotina de reuniões e cultos com os demais jogadores do clube: “Felizmente nós temos um grupo maravilhoso. Parece brincadeira, mas isso é verdade”.
Magno Alves ao centro, reunido com jogadores do Fluminense para um culto durante a concentração do time
Magno Alves ao centro, reunido com jogadores do Fluminense para um culto durante a concentração do time. 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Após polêmicas, Thalles Roberto e esposa são apresentados como pastores da Igreja Renascer

Após polêmicas, Thalles Roberto e esposa são apresentados como pastores da Igreja Renascer
Após ter estado no olho do furacão por causa de opiniões polêmicas manifestadas durante seus shows, o cantor Thalles Roberto foi apresentado como pastor na Igreja Renascer em Cristo, no último sábado, 08 de agosto.
Thalles e sua esposa, Daniela Campos, foram recebidos pelo líder da denominação, apóstolo Estevam Hernandes, durante a Santa Ceia de Oficiais, evento que reúne membros com atribuições na igreja.
Durante a recepção, Thalles e sua esposa juraram aliança com a Igreja Renascer, de acordo com informações do GPrime, e receberam um anel que é dado apenas aos pastores da denominação.
A relação entre Thalles e o apóstolo Estevam é antiga e muito próxima, e o líder da Renascer esteve presente na cerimônia de consagração do cantor ao ministério pastoral, em 2012.
À época, Thalles foi ungido por seu pai, pastor Job Roberto, ao lado de Hernandes, o apóstolo Sérgio Paulo, representando Renê Terra Nova, e o pastor Dinei, da Igreja Presbiteriana Central. Os líderes que o ungiram destacaram que seu ministério seria “interdenominacional”, ou seja, sem ligação com uma igreja específica.
Agora com a relação entre o casal e a Renascer oficializada, é provável que o cantor passe a se apresentar como um representante da denominação.

Polêmicas

Recentemente, Thalles causou rebuliço nas redes sociais por causa de declarações sobre ser mais rico e melhor cantor que todos os outros artistas gospel juntos, além de afirmar que deixaria de se apresentar no mercado evangélico, pois Deus o havia instruído a tocar no meio secular para levar a mensagem do Evangelho aos que não a conhecem.
A repercussão enorme de suas declarações não foi bem recebida por diversos colegas cantores, que o criticaram de volta. Constrangido, Thalles se retratou e pediu perdão, explicando suas motivações.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Donald Trump é o preferido dos eleitores evangélicos na corrida republicana à Casa Branca

Donald Trump é o preferido dos eleitores evangélicos na corrida republicana à Casa Branca
O bilionário Donald Trump, pré-candidato pelo Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos em 2016, é o preferido dos eleitores evangélicos de acordo com pesquisa realizada após o primeiro debate, realizado na última quinta-feira, 06 de agosto.
De acordo com levantamentos realizados no Facebook e Twitter, Trump é o preferido de 20% dos eleitores brancos evangélicos que costumam votar no Partido Republicano. Se a análise considerar todos os eleitores republicanos, e não apenas os brancos evangélicos, esse percentual sobe para 24%.
De acordo com informações do Christian Post, o neurocirurgião Ben Carson passou a ser o segundo colocado na preferência do eleitorado para a disputa da presidência dos Estados Unidos.
Trump foi o candidato que teve sua história e ideias mais pesquisadas no Google antes do debate, realizado em horário nobre, também foi o mais procurado na plataforma de buscas após o debate.
Ousado e polêmico, o empresário – que fez fortuna no mercado imobiliário – foi mencionado em 30% das publicações no Twitter que eram relativas ao debate republicano. Seu concorrente mais próximo, Carson, era referido em apenas 12%.
Após o debate na Fox News, o pré-candidato afirmou que a âncora do debate, Megyn Kelly, se “comportou muito mal” em relação a ele: “Eu acho que suas perguntas para mim foram muito mais duras do que para outras pessoas, e eu respeito isso, mas eu realmente gostei da noite”, disse Trump.
“As perguntas a mim foram muito mais difíceis, e eu supostamente – de acordo com o que todo mundo está me dizendo – ganhei. Mas as perguntas para mim não eram agradáveis. ​​Eu não acho que elas foram adequadas… E eu acho que Megyn se comportou muito mal, pessoalmente”, analisou.
No começo da corrida pela indicação do Partido Republicano, Trump afirmou que se eleito, seria o maior representante da fé cristã na Casa Branca na história recente.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Fazer parte de uma igreja é ferramenta de prevenção à depressão, diz estudo científico

Fazer parte de uma igreja é ferramenta de prevenção à depressão, diz estudo científico
Fazer parte de uma comunidade de fé e ir à igreja frequentemente é uma maneira bastante eficiente na prevenção à depressão. Essa conclusão foi apresentada no relatório de uma pesquisa científica realizada na Europa.
Ao longo de quatro anos, uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e da Holanda monitoraram 9 mil pessoas de diversas nações europeias, e chegaram à conclusão de que aquelas que se juntam em grupos comunitários, como igrejas, partidos políticos e outras atividades, possuem uma saúde mental melhor.
No entanto, o estudo também apontou que pertencer a uma comunidade de fé traz ainda mais benefícios à saúde mental do que ser parte de qualquer outro grupo, mesmo os de prática esportiva ou de projetos sociais.
Organizada em parceria da Escola de Economia e Ciência Política de Londres com o Centro Médico da Universidade Erasmus, da Holanda, a pesquisa foi coordenada pelo doutor Mauricio Avendano.
“A igreja parece desempenhar um papel social muito importante para manter a depressão longe e também serve como um mecanismo de enfrentamento durante períodos de doença na fase da velhice”, afirmou Avendano, de acordo com informações do jornal inglês Daily Mail.
A pesquisa constatou que estar em uma comunidade de fé tem efeitos mais duradouros em relação ao combate à depressão do que estar em outros grupos, como partidos, clubes e projetos sociais.
Os voluntários que participavam de agremiações não-religiosas obtiveram uma melhora no início da pesquisa, mas depois a evolução se estabilizou, enquanto que os religiosos seguiram evoluindo em sua melhora.
Ao longo dos estudos, no entanto, não foi possível determinar o que torna a igreja a melhor ferramenta de combate à depressão: se a fé em si, que comprovadamente contribui para o enfrentamento de doenças, ou se o “sentimento de pertencimento” a um grupo.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Hillsong diz que casal gay não atua mais no ministério de louvor e que vê homossexualidade como pecado

Hillsong diz que casal gay não atua mais no ministério de louvor e que vê homossexualidade como pecado
A polêmica envolvendo o casal gay no ministério de louvor da igreja Hillsong NYC levou à divulgação de uma nota oficial por parte da direção da denominação na Austrália. No documento, o pastor Brian Houston reafirmou o compromisso com a visão do Evangelho a respeito da homossexualidade.
Houston (foto), que é o fundador e líder da igreja, disse que foi surpreendido com a informação de que dois dos integrantes do ministério de louvor na filial de Nova York haviam assumido um relacionamento homossexual.
Segundo o pastor, tanto Josh Canfield quanto Reed Kelly já não atuam em mais nos ministérios da igreja desde que assumiram sua posição. Ao final da nota, Houston frisa que a Hillsong ainda ama e reconhece os dois como pessoas que passam por um processo, e está à disposição de ambos para ajudá-los no caminho da “graça e compaixão”.
Confira a íntegra da nota oficial publicada pelo líder da Hillsong:
“Quero corrigir a notícia de que a igreja Hillsong tem um ‘casal abertamente gay dirigindo o coro’ em nosso campus na cidade de Nova York. A posição da Hillsong em relação a homossexualidade e o casamento gay não mudou, e é consistente com as Escrituras. Como já afirmei anteriormente, creio que Paulo é claro ao escrever sobre este assunto. Há vários meses atrás, quando um de nossos diretores do coro fez uma inesperada declaração pública sobre o seu compromisso com um homem que, por vezes, cantava no coro, foi uma completa surpresa para nós também. Tenho entendido que eles não tem se envolvido ativamente na liderança e em nenhuma função ministerial, desde então. Dito isto, nós ainda os amamos e reconhecemos que eles – como todos nós – estão em um processo, e nosso papel como uma igreja é ajudá-los neste processo com graça e compaixão” — Brian Houston, pastor sênior da Igreja Hillsong.
Sede da Hillsong na Austrália estampa slogan "Jesus, esperança da humanidade"
Sede da Hillsong na Austrália estampa slogan “Jesus, esperança para a humanidade”

Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

“O Último Papa”: livro analisa profecia que fala sobre Francisco e o fim da Igreja Católica

“O Último Papa”: livro analisa profecia que fala sobre Francisco e o fim da Igreja Católica
Atualmente esquecida, a profecia de São Malaquias de Armagh a respeito do fim da Igreja Católica e/ou o fim dos tempos, voltou a ser um tema debatido com o lançamento do livro “O Último Papa”, escrito por Robert Howells.
O atual pontífice, Francisco, é o último descrito nas visões que Malaquias teve em 1139. A profecia falava de todos os 112 papas que sucederiam aquele que liderava a denominação à época, Inocêncio II.
A profecia com a descrição dos papas foi guardada a sete chaves no Vaticano por 400 anos, até serem redescobertas em 1590 por Arnold de Wyon, segundo informações da Folha de S. Paulo.
No livro, o escritor reproduz o trecho que se refere ao 112º papa após Inocêncio II como aquele quetestemunhará o declínio de Roma: “Na última perseguição, a sede da Santa Igreja Romana será ocupada por Pedro Romano, que apascentará as ovelhas em meio a muitas tribulações, e quando essas coisas tiverem terminado, a cidade das sete colinas será destruída e o Juiz terrível julgará seu povo. Fim”.
O autor aponta curiosidades que se encaixam à descrição de Malaquias sobre o cardeal Jorge Mario Beroglio, que escolheu ser chamado Francisco, sendo o primeiro não-europeu em mais de 1.300 anos.
Howells explica que as indicações dadas por Malaquias podem ser comprovadas no atual papa, pois, mesmo sendo argentino, Bergoglio é descendente de italianos, e apesar de não ser um cidadão europeu, como exerce uma função de comando no Vaticano, automaticamente passa a ser identificado como “romano”.
O outro aspecto da profecia, ligada ao “Pedro” que Malaquias se referiu, também pode ser esclarecida, segundo Howells. “Ele adotou esse nome inspirando-se em São Francisco de Assis, cujo nome completo era Francesco di Pietro di Bernardone – sendo Pietro o correspondente italiano de ‘Pedro'”, explica o autor.
Howells opina, na conclusão de seu livro, que a verdadeira revelação não está atrelada ao cumprimento da profecia, mas ao fato de que o aviso final parece possível – afinal, de todas as predições envolvendo a Igreja Católica nos últimos dois milênios, a de Malaquias se mostrou a mais certeira: “Se Deus permitir que a Igreja Católica venha abaixo física e espiritualmente, o que isso significa para os fiéis? O desafio que se apresenta para o último papa é que, apesar da destruição, precisamos ir além do véu, a manifestação física da Igreja, e ver sua contraparte espiritual, não nos livros e palavras dos papas, mas em nossa própria alma”, concluiu.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Monte onde judeus pretendem erguer o Terceiro Templo é local de disputa com muçulmanos

Monte onde judeus pretendem erguer o Terceiro Templo é local de disputa com muçulmanos
A construção do Terceiro Templo em Jerusalém esbarra em uma questão muito delicada: o local onde os templos anteriores foram erguidos hoje é ocupado por palestinos, e há mesquitas em funcionamento na área. E a disputa por espaço tem gerado conflitos entre judeus e muçulmanos.
O chamado Monte do Templo abriga, o que é hoje, o terceiro lugar mais sagrado para o islamismo depois de Meca e Medina: a mesquita de Al-Aqsa (foto).
No final de julho, durante o Tishá Beav, um confronto entre palestinos e israelenses precisou da intervenção da Polícia local, que usou bombas de efeito moral para dispersar o tumulto.
Tishá Beav é o dia do calendário judaico escolhido para chorar a destruição dos Templos Sagrados, o primeiro no ano 586 A.C., pelas mãos dos babilônios, e o segundo, no ano 70 D.C., pelos romanos.
A violência eclodiu depois que um grupo de judeus visitou o local onde os templos sagrados foram erguidos milênios atrás, como parte da celebração do Tishá Beav. Como o local hoje abriga uma mesquita, o confronto foi inevitável.
Novos conflitos não estão descartados, uma vez que rabinos ortodoxos ligados ao Instituto do Templo vêm arrecadando fundos para construção do chamado Terceiro Templo, e pretendem obter autorização das autoridades israelenses para levar o projeto adiante, o que implicaria na demolição da mesquita de Al-Aqsa.
Hoje, no local, resta apenas uma parte do muro que guardava os templos destruídos, e o local é o famoso Muro das Lamentações, onde judeus vão fazer suas orações, e turistas, suas fotos.
Desde 1967 os judeus são proibidos de fazer orações no local. Na época, após a Guerra dos Seis Dias, Israel retomou o controle de Jerusalém, mas teve que concordar com a entrega do controle do Monte do Templo à Jordânia, para impedir que a mesquita fosse destruída.
Recentemente, em prevenção a conflitos religiosos, Israel proibiu que homens muçulmanos com idades entre 16 e 60 anos acessassem o local.
Se para os judeus é o local é importante pela localização do Templo, onde era guardada a Arca do Tesouro, para os muçulmanos é sagrado pela crença de que o profeta Maomé tenha ascendido ao céu a partir de uma rocha no local, que hoje é conhecido pela dourada “Cúpula da Rocha”, construída em 685 D. C.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Ministros de louvor da Hillsong assumem relacionamento gay e líder mundial da igreja nega apoio

Ministros de louvor da Hillsong assumem relacionamento gay e líder mundial da igreja nega apoio
A igreja Hillsong NYC, filial da denominação fundada e sediada em Sidney, Austrália, foi envolvida em um escândalo de homossexualidade, e tem atraído a atenção de toda a mídia cristã internacional.
A notícia de que dentre os ministros de louvor da filial em Nova York há um casal abertamente gay espalhou-se rapidamente após a publicação do Today Christian. Josh Canfield e Reed Kelly, que atuam como líder e corista, respectivamente, vivem juntos e falam abertamente sobre o tema.
“Abri o jogo com minha igreja. Eu sou parte da Hillsong NYC. Sou um dos seus líderes de louvor. Eles foram incríveis. Nada mudou. Agora estou completamente ‘fora do armário’, junto com Reed, que também canta no coro”, afirmou Canfield, em entrevista ao Playbill.
Os dois se tornaram celebridades instantâneas ao participarem do reality show Survivor San Juan del Sur, uma espécie de No Limite, exibido pela rede de TV CBS.
A divulgação do fato não gerou nenhuma nota por parte da Hillsong NYC, seja em seu site oficial, ou em sua página no Facebook. O líder da filial, pastor Carl Lentz (conselheiro de Justin Bieber) já havia manifestado simpatia à presença de homossexuais entre os membros de sua congregação pois a igreja está aberta a todas as pessoas: “Nós temos um monte de homens e mulheres gays em nossa igreja e oro para que sempre tenhamos”, declarou ao Christian Today.
No entanto, para Lentz, Jesus nunca condenou a homossexualidade, e portanto, essa perspectiva abre espaço para a aceitação da prática homossexual: “Jesus viveu num tempo em que a homossexualidade, tal como é hoje, era amplamente prevalente. Ainda estou esperando alguém me mostrar uma passagem onde Jesus falou sobre isso para as pessoas. Você não vai encontrar condenação, porque ele nunca fez isso”.

Negativa

Com o enorme barulho gerado a respeito dessa circunstância, palavras do fundador da Hillsong, pastor Brian Houston, começaram a ser interpretadas de forma diferente. Em uma entrevista concedida ao jornal The New York Times, o líder da denominação disse que mantém uma discussão permanente sobre o assunto com seus pares na direção da igreja.
‘É muito fácil de reduzir o que você pensa sobre a homossexualidade em apenas uma declaração pública e que iria manter um monte de gente feliz. Mas nós sentimos neste momento, que há uma conversa em andamento, de que os problemas reais na vida das pessoas são muito importantes para nós, para apenas reduzi-los em uma resposta de ‘sim’ ou ‘não’ em um canal de mídia. Por isso, nós estamos caminhando com isso”, disse
Nessa matéria, o NYT diz que o pastor de Nova York, Carl Lentz, não se manifesta publicamente sobre o casamento gay, mas menciona a receptividade da igreja aos casais homossexuais apontando justamente o relacionamento entre Canfield e Kelly.
As declarações vagas de Houston o forçaram a se posicionar de maneira mais enfática para dissipar especulações. Em entrevista ao Christian Post, ele destacou que sua postura de compreensão para com o assunto não significava condescendência, e assim, frisou que mantém a visão bíblica sobre a homossexualidade.
“Em nenhum lugar na minha resposta eu diminui a verdade bíblica ou sugeri que eu ou a igreja Hillsong apoiamos o casamento gay. Eu desafio as pessoas a lerem o que eu realmente disse, ao invés do que foi noticiado que eu disse. Minha opinião pessoal sobre o assunto da homossexualidade se alinha com as visões cristãs mais tradicionalmente mantidas. Eu acredito que os escritos de Paulo são claros sobre o assunto”, concluiu.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Ricardo Oliveira conta que é difícil ser pastor e jogador de futebol: “Já tive conflitos”

Ricardo Oliveira conta que é difícil ser pastor e jogador de futebol: “Já tive conflitos”
O pastor Ricardo Oliveira, atacante do Santos e artilheiro do Campeonato Brasileiro, contou que não é fácil conciliar o chamado espiritual com a profissão, mas que se prepara para que uma coisa não atrapalhe a outra.
Em entrevista ao diário Lance!, Oliveira contou que muitas vezes a vida de jogador de futebol traz conflitos morais, com o a necessidade de desestabilizar os adversários e trocar provocações durante as partidas, mas que fora delas, cumpre sua obrigação de evangelizar os colegas.
Integrante da Assembleia de Deus no Brás – Ministério Madureira, Ricardo Oliveira já batizou colegas de clube em sua casa até orou por um morador de rua, a quem recebeu no Centro de Treinamento do Santos e deu uma palavra de motivação.
“Já me vi [em conflito moral]. O futebol te proporciona muito isso, todo dia, em todos os jogos. Tem que ter um domínio. Já perdi a cabeça, sim, mas tive hombridade para pedir perdão, pois nunca tive intuito de prejudicar. Sempre quis dar meu melhor, porque se vou disputar a bola, vou no corpo o mais forte que puder. Isso é competição, acontece, mas existe um preparo para dominar esses conflitos, para não chocar e extrapolar. Futebol é assim. No futebol você não pode pedir por favor, é outra linguagem, mas acabo me adaptando a isso”, disse.
Para ser bem-sucedido na profissão, tem que ter comprometimento, e isso significa agir no limite da regra e da força física: “Quando estou jogando, minha cabeça está voltada para o futebol. Algumas vezes já fui provocado, falaram que eu era pastor, que não poderia fazer tal coisa. Aí não! Sou atleta, defendo um escudo, só não vou ser desleal, mas não vou deixar de competir 100%. Vou correr, marcar, puxar, sair com marca no braço, mancando, mas acabou ali. De fato, não é fácil lidar com isso, mas consegui me preparar há muito tempo para lidar com isso e ser exemplo”, ponderou.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

sábado, 1 de agosto de 2015

Crescimento populacional vai diminuir ritmo da evangelização no mundo, dizem pesquisadores

Crescimento populacional vai diminuir ritmo da evangelização no mundo, dizem pesquisadores
Uma projeção da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a população do planeta vai saltar dos atuais 7,3 bilhões para 11,2 bilhões até 2100. Esse crescimento vai dificultar a propagação do Evangelho, de acordo com o Center for the Study of Global Christianity (CSGC).
A previsão do CSGC de que a evangelização vai encontrar dificuldades para alcançar a totalidade da população mundial se baseia em dados históricos. Ao longo de dois mil anos, desde a Igreja Primitiva, o Evangelho alcançou 70% da população mundial.
O grande salto evangelístico aconteceu no século 20, que começou, em 1900, com 45,7% das pessoas do mundo cientes da mensagem de Jesus Cristo, e terminou, em 1999, com mais de 70% de alcance.
Porém, o salto populacional do período diminuiu o ritmo, e a previsão é que, por causa do maior número de pessoas no planeta, até 2050 esse percentual cresça apenas mais 2 pontos, chegando a 72%.
Nos últimos 45 anos, o número de organizações missionárias mais que duplicou, o que ajudou no crescimento da população abrangida. Em 1970 existiam 2.200 entidades dedicadas à propagar o Evangelho. Em 2015, esse número chega a 5.100.
Para o CSGC, a “desaceleração” do evangelismo vai acontecer também pela influência de outros fatores, como o crescimento de outras religiões e a necessidade dos cristãos em se dedicar à formação daqueles que se converterem, o discipulado.
Dentre os fatores que permitiram a explosão evangelística ao longo do século passado está o alcance às tribos africanas, que não possuíam vínculos com as principais religiões do mundo. Essa situação permitiu aos missionários apresentar a mensagem do Evangelho a grupos enormes, mesmo que nem todos tenham se convertido.
Por outro lado, em um século, o número de cristãos na África cresceu 67 vezes, saltando de 7 milhões em 1900, para 470 milhões em 2010. Por outro lado, no mesmo período, o número de muçulmanos passou de 11 milhões para 234 milhões. A percentagem de adeptos às religiões primitivas das tribos caiu de 76% para 13% em 110 anos.

Islamismo

A religião que oferecerá maior resistência à divulgação do Evangelho será a muçulmana. Hoje, os jovens adeptos ao islamismo já representam uma fatia maior dentro da religião do que os jovens representam para o cristianismo. Segundo o CSGC, os jovens são 34% dos muçulmanos, enquanto no cristianismo esse número é de 27%.
Outro dado importante é a taxa de natalidade entre os muçulmanos: ao longo da vida, as mulheres seguidoras de Maomé têm, em média, 3,1 filhos, contra 2,7 das mulheres cristãs, de acordo com oChristianity Today.
Dentro desse cenário, o CSGC prevê que, em 2050, o islamismo poderá ter mais adeptos do que o cristianismo. No entanto, o instituto alerta que essas perspectivas podem mudar, com eventos extraordinários, ou com dedicação dos missionários em evangelizar países com alto índice demográfico, como China e Índia, que hoje figuram das listas de maiores perseguidores aos cristãos.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Casal cristão é obrigado a fechar empresa após ser multado por não concordar com casamento gay

Casal cristão é obrigado a fechar empresa após ser multado por não concordar com casamento gay
O casal de empresários Betty e Dick Odgaard, cristãos, foi forçado a encerrar as atividades de sua empresa, que estava no mercado há 13 anos, por não concordar em atender casais homossexuais.
O casamento gay foi legalizado pela Suprema Corte dos Estados Unidos recentemente, e desde então, a polêmica está instalada na sociedade norte-americana. Muitos ativistas gays defendem, inclusive, que as igrejas que se recusarem a realizar cerimônias de união entre duas pessoas do mesmo sexo percam a isenção fiscal.
A família Odgaard possuía um salão de eventos com serviço de floricultura e buffet na cidade de Grimes, no estado de Iowa. Ao longo de todo o tempo que mantiveram o empreendimento, foram bem-sucedidos.
Recentemente, se recusaram a locar o espaço para uma festa de casamento gay, e foram processados pelos noivos Lee Stafford e Jared Ellars, que se sentiram ofendidos com a postura do casal Odgaard.
No Tribunal, Betty e Dick alegaram que a união entre pessoas do mesmo sexo era uma contrariedade à sua crença e às orientações bíblicas, mas a Justiça decidiu a favor do casal gay e a família Odgaard terminou tendo que pagar uma indenização de US$ 5 mil (R$ 16.950 na cotação atual do dólar).
Os empresários pagaram o valor, mas resolveram marcar posição quanto ao assunto, e decidiram fechar o estabelecimento. Agora, vão se dedicar ao ministério God’s Original Design MInistry (“Ministério do Desenho Original de Deus”, em tradução livre), que será sediado no antigo salão de eventos, após uma reforma, de acordo com informações do Blaze.
Com o objetivo de defender o casamento tradicional, o casal Odgaard espalhou outdoors pela cidade com uma mensagem que mescla palavras e ícones e diz que o casamento é a união de um homem com uma mulher, seguido pela frase: “Preciso de sua ajuda com isso. Assinado: Deus”.
“Muitas pessoas de fé precisam ser lembradas da palavra, e/ou estão profundamente confusas com esta questão […] Precisamos lembrar a verdade aos fiéis”, disse Betty, que considera que se opor ao casamento gay não é “equivalente a um crime”.
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br