segunda-feira, 10 de maio de 2021

MEC recua de “linguagem neutra” após pressão evangélica

MEC recua de “linguagem neutra” após pressão evangélica


O termo "bem-vindx" já vinha sendo usado no site do MEC, porém foi removido após pressão da bancada evangélica

O Ministério da Educação (MEC) havia feito uma proposta de “linguagem neutra” que acabou sendo descartada, graças a pressão que sofreu da bancada evangélica.

Essa foi mais uma das ações da militância progressista que luta diariamente contra o governo conservador do presidente Jair Bolsonaro.

A saudação “bem-vindx” já vinha sendo usada no site do MEC para cumprimentar os usuários que entravam na página do Qualifica Mais.

A letra x estava substituindo o lugar do “a” ou “o”, usado na Língua Portuguesa para identificar o gênero. Com isso, mais uma estratégia política do movimento LGBTQIA+ acabou fracassando.

De acordo com a Revista Fórum, a militância entrou com uma ação para romper com o “binarismo de gênero”, usando a chamada “linguagem neutra”.

No entanto, não alcançaram êxito com os seus esforços, pois a bancada evangélica – a principal apoiadora do governo Bolsonaro no Congresso Nacional – pressionou o MEC para retirar a linguagem incorreta.

Após o aperto da bancada evangélica, a página do MEC excluiu os termos, e o próprio ministro da Educação, Milton Ribeiro, que também é pastor da Igreja Presbiteriana, se posicionou contra o uso da linguagem. Apesar de ele ignorar as críticas contra a nova presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Cláudia Mansani Queda de Toledo, que tem forte posicionamento de esquerda.


Por Caio Rangel / O Fuxico Gospel.

 

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Igreja cria auxílio para membros em dificuldade financeira durante a pandemia

Igreja cria auxílio para membros em dificuldade financeira durante a pandemia

A ajuda de R$ 250 vai beneficiar famílias em vulnerabilidade social da Primeira Igreja Batista de Mogi das Cruzes.

A Primeira Igreja de Mogi das Cruzes criou auxílio para famílias em vulnerabilidade na pandemia. (Foto: Facebook/PIB Mogi).

A Primeira Igreja Batista de Mogi das Cruzes (PIB), em São Paulo, criou um “auxílio emergencial” para os membros que estão passando por dificuldades financeiras devido à pandemia da Covid-19.

O projeto “Carregando os fardos uns dos outros” vai doar o valor de R$ 250 por família a fiéis em vulnerabilidade financeira, durante três meses, de acordo com comunicado da igreja em suas redes sociais neste domingo (18).

“Neste ano, vimos muitos dos nossos membros padecendo com o fechamento do comércio. Muitos perderam seus empregos, fecharam seus comércios, muitos estão com dificuldades até para obter o básico. Entendemos que precisávamos fazer alguma coisa”, afirmou a diretoria da PIB no comunicado.

Os beneficiados passarão por uma entrevista com assistentes sociais da igreja para aprovação da entrada no projeto. Os membros em necessidade também ganharão uma cesta básica do programa “1 tonelada a mais”.

Segundo a PIB de Mogi, a ajuda da igreja vai somar ao auxílio do governo federal e municipal, e as identidades das famílias beneficiadas serão mantidas em sigilo. Para a igreja, a crise gerada pela pandemia é uma situação singular “e momentos singulares, merecem atitudes singulares”.

Citando a passagem de 2 Coríntios 8, sobre a ajuda financeira que a Igreja da Macedônia prestou aos seus irmãos da Judeia, a PIB de Mogi lembrou que, mesmo tendo responsabilidades financeiras da própria instituição, “nossa maior responsabilidade é para com nossos irmãos, os domésticos da fé”.

“Saibam que se tivéssemos recursos sobrando, faríamos por todas as igrejas de Mogi, e se tivéssemos mais, faríamos por todos os carentes de nossa cidade”, concluiu a Primeira Igreja Batista.

          FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA PIB MOGI

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Luiz Sayão fala sobre a origem da Páscoa: “A Páscoa judaica é a mãe da Páscoa cristã”

“Se não entendermos esse cenário da libertação do Egito, fica difícil entender a libertação que temos em Cristo”, disse.

Luiz Sayão e Daniel Woods falam sobre a Páscoa judaica e cristã. (Foto: Reprodução/YouTube)

Em uma live com o professor de cultura e tradição judaica, Daniel Woods, na quarta-feira (31), o teólogo e hebraísta Luiz Sayão falou sobre a Páscoa no sentido original, conforme as Escrituras Sagradas, ponto de referência da tradição judaico-cristã. A Páscoa judaica é descrita em Êxodo 12, no segundo livro da Lei (Torá), enquanto que a Páscoa cristã é narrada nos evangelhos sinóticos (Mateus 26, Marcos 14 e Lucas 22).

Sobre a Páscoa judaica, Woods explica que foi um plano de redenção da parte de Deus para os hebreus para libertá-los da escravidão. “A Páscoa também fala do povo de Israel sendo perseguido pelos milênios, mas sobrevivendo em diversos lugares, algo que é inexplicável”, disse o judeu.

Depois lembrou da história de José, que se tornou o segundo no Egito. “Ele preparou o Egito de maneira que nenhuma outra nação foi preparada e com isso se tornou o ‘supermercado’ dos demais países”, mencionou. Bênção e maldição ao mesmo tempo, porque o Egito foi o palco da escravidão do povo hebreu. 

A Páscoa do passado e do futuro

De acordo com Sayão, a aliança entre Deus e os israelitas garante a esse povo a libertação. Ao evento específico da libertação dos israelitas das mãos dos egípcios dá-se o nome de Páscoa. 

E, no Novo Testamento encontramos a Nova Aliança através da chegada do Messias. “Ali, descobrimos a nova Páscoa, que lembra da Páscoa antiga, mas agora realinhada. Jesus comemorou com os discípulos uma lembrança especial”, observou o hebraísta.

“Da mesma forma, depois da ceia ele tomou o cálice e disse: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isto, sempre que o beberem, em memória de mim. Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha.” (1 Coríntios 11.25,26)

Ao mesmo tempo em que lembravam da “grande libertação” na época do Egito, Jesus os fazia entender a grande libertação futura oferecida a todos. “Eles ganharam identidade na Nova Aliança e vimos que a Páscoa respondeu a muitas perguntas sobre opressão, liberdade, vida e morte. E a morte é o fim de todo discurso, é o desfecho de toda inquietação e discussão”, frisou.

Sayão esclarece que, a Páscoa que tem identidade e libertação, é a Páscoa da ressurreição, aquela que fala do futuro. “Essa Páscoa nós celebramos com grande alegria e corremos para ela, com a mesma pressa que os discípulos correram para o túmulo a fim de descobrir que ele estava vazio, porque a ressurreição é a garantia do futuro, nas mãos do Deus que salva e que nos faz sentir seguros”, descreve. 

O hebraísta fecha o tema observando que poucas pessoas comemoram a Páscoa lembrando que a celebração de Jesus com os discípulos foi feita num ambiente totalmente ligado à Páscoa judaica. “Se não entendermos esse cenário da libertação do Egito, fica difícil entender a libertação que temos em Cristo”, disse ao Guiame.

“A Páscoa tem esse vínculo com a história dos judeus. É por isso que, historicamente, o significado da nossa Páscoa, hoje, tem sua base na Páscoa judaica — que é a ‘mãe’ da Páscoa cristã, finalizou.

FONTE: GUIAME, CRIS BELONI



 


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terça-feira, 30 de março de 2021

Pela primeira vez, menos da metade dos americanos pertencem a uma igreja

Pesquisa Gallup revela que a religião organizada vem vivendo um declínio no número de membros nos últimos 20 anos.

Mulher sentada no banco de uma Igreja Católica vazia em Des Moines, em Iowa, nos EUA
(Foto: Charlie Neibergall/Associated Press)

Pela primeira vez desde o final dos anos 1930, menos de 50% dos americanos dizem pertencer a uma igreja, sinagoga ou mesquita, de acordo com uma pesquisa publicada na segunda-feira (29) pela Gallup.

De acordo com a análise, a religião organizada vem vivendo um declínio no número de membros nos últimos 20 anos. Em 1937, cerca de 73% dos americanos frequentavam templos, quando a Gallup fez sua primeira pesquisa. O número se manteve perto de 70% nas próximas seis décadas e teve seu auge no fim da Segunda Guerra Mundial, com 76%.

Seguindo a análise da Gallup, um declínio constante começou em torno do século 21. A média de membros de igrejas era de 69% entre 1998 e 2000, caindo para 62% entre 2008 e 2010. No último levantamento, entre 2018 e 2020, o percentual caiu para apenas 49%. Atualmente, apenas 47% dos americanos são vinculados a uma igreja.

O declínio de membros de igrejas é explicado principalmente pelo aumento de americanos que não expressam nenhuma preferência religiosa. Nas últimas duas décadas, a porcentagem de pessoas que não se identificam com nenhuma religião cresceu de 8% entre 1998 e 2000 para 13% de 2008 a 2010 — um aumento de 21% nos últimos três anos, os tornando um grupo tão grande quanto os evangélicos ou católicos.

Queda é menor entre conservadores

A queda também pode ser atribuída a um declínio no número de membros registrados de maneira formal nas igrejas, entre aqueles que têm uma preferência religiosa. Entre 1998 e 2000, uma média de 73% dos americanos religiosos pertenciam a uma igreja, sinagoga ou mesquita. Nos últimos três anos, a média caiu para 60%.

A filiação à igreja está fortemente correlacionada com a idade, já que 66% dos tradicionalistas — adultos americanos nascidos antes de 1946 — pertencem a uma igreja, em comparação com 58% dos baby boomers, 50% da Geração X e 36% dos Millennials (Geração Y). 

Entre os grupos religiosos, o declínio na membresia é mais acentuado entre os católicos (queda de 18 pontos, de 76% para 58%) do que entre os protestantes (queda de 9 pontos, de 73% para 64%).

Além dos protestantes, o declínio no número de membros é menor entre pessoas com visão política conservadora, adultos casados ​​e universitários graduados.

Desafios para a Igreja

Embora seja possível que parte do declínio visto em 2020 tenha sido temporário e relacionado à pandemia da Covid-19, a Gallup prevê que a queda contínua “nas décadas futuras parece inevitável, dados os níveis muito mais baixos de religiosidade e pertencimento à igreja entre as gerações mais jovens”.

O desafio para os líderes é encorajar os cristãos a se tornarem membros ativos da igreja, segundo a Gallup. Uma pesquisa realizada em 2017 constatou que as pregações são o principal motivo pelo qual as pessoas frequentavam a igreja. 

A maioria também disse que programas voltados para crianças e adolescentes, o alcance comunitário, oportunidades de trabalho voluntário e líderes dinâmicos também foram fatores em sua participação. “O enfoque em alguns desses fatores também pode ajudar os líderes da igreja local a encorajar as pessoas que compartilham sua fé a se unirem à igreja”, diz o relatório da Gallup.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA GALLU



 



segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

A perseguição contra quem defende o Evangelho vai piorar’, diz pastor Andrew Brunson

 

Andrew Brunson durante a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa em Washington, em 27 de junho de 2019. (Foto: The Christian Post)

A perseguição contra quem defende o Evangelho vai piorar’, diz pastor Andrew Brunson

O pastor Andrew Brunson, que foi preso na Turquia por causa de sua fé, alertou para a perseguição aos cristãos no ocidente.


O pastor americano Andrew Brunson, que foi preso na Turquia por dois anos devido à sua fé, acredita que a perseguição aos cristãos nos Estados Unidos vai se intensificar por causa da “hostilidade” contra as pessoas que defendem o ensino de Jesus Cristo.

“As pressões que estamos vendo em nosso país agora vão aumentar, e uma dessas pressões será a hostilidade contra as pessoas que abraçam o ensino de Jesus Cristo, que não têm vergonha de defendê-Lo”, disse Brunson durante o evento virtual “Oração Global pela Integridade na Eleição dos EUA".

Brunson, que atuou como missionário na Turquia por mais de 20 anos, disse que colocou o foco em seu país de origem e tem sido tomado por um “sentimento de urgência” pelos EUA. “Não estamos prontos para essa pressão” e “não estar preparado é muito perigoso”, alertou.

“Independente de quem acabar vencendo essa eleição, acredito que a perseguição está chegando; e vai chegar rápido e em breve. Se o presidente Trump prevalecer, isso vai atrasar a perseguição em nível governamental, mas não vai nos livrar da hostilidade que está crescendo em nossa sociedade contra os seguidores de Jesus”, alertou Brunson. 

“Jesus foi a pessoa mais amorosa e gentil da história, e mesmo assim foi chamado de mau; então as pessoas não vão simplesmente discordar de nós. Elas vão dizer que somos maus e justificar tudo o que nos fizerem [contra nós] porque somos ‘pessoas más’. O que pesa em meu coração é que precisamos preparar nosso próprio coração”, avisa.

O pastor Brunson acredita que um dos propósitos que Deus teve para ele na prisão era “aprender a perseverar em um nível mais profundo”. Hoje ele quer ajudar a igreja a estar preparada para perseverar.

Em março, o pastor já havia advertido sobre os desafios dos cristãos nos EUA, diante de uma cultura que está se tornando cada vez mais “hostil” aos valores bíblicos.

“Há um preço por seguir Jesus. Nós ouvimos sobre o preço que é pago em outros países, mas, cada vez mais, acho que haverá um preço a ser pago aqui”, disse ele em um evento de mídia cristã da National Religious Broadcasters em Nashville, no estado do Tennessee.

“É normal ter medo. A questão é: você resistirá apesar de seu medo? Você permanecerá fiel? No final, as pessoas vão pagar um preço por causa do Evangelho. No exterior, sim, mas também aqui... há um custo em seguir Jesus”, destacou.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

domingo, 22 de novembro de 2020

AS DECEPÇÕES DA VIDA



As decepções da vida

Certamente não existe um ser humano neste planeta que já não tenha passado em algum momento de sua vida por decepção. A decepção, na verdade, é deixar-se surpreender em algum momento na vida, pela atitude, reação ou comportamento de alguém. Quando, por exemplo, uma pessoa age dentro do seu padrão natural, não há surpresa, não há decepção. O problema se torna real quando a atitude parece fora do comportamento natural esperado.

 As decepções acontecem em diversas áreas da vida, seja no âmbito familiar ou na sociedade, no meio profissional ou político, todos se decepcionam ou causam decepções. Quantos milhares de brasileiros não estão vivendo momentos extremos de decepção atualmente?

 A Bíblia menciona algumas decepções entre pessoas e até mesmo entre pessoas e Deus. Entre pessoas por esperarem delas algo que deixam a desejar, seja por ação ou por se omissão. Pessoas há que se decepcionam até mesmo com Deus, pois inúmeras vezes esperam respostas às suas orações e não obtém a resposta divina como esperavam.

A Bíblia menciona Samuel que era um profeta, sacerdote e juiz que fazia tudo por seu povo. Após tantos serviços prestados, o povo lhe pediu um rei, que não fosse ele, nem seus filhos. "Vê, já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que nos governe, como o têm todas as nações" (1Sm 8.5).

Paulo teve muitos auxiliares. Alguns deles, como Fígelo e Hermógenes (2Timóteo 1.15), Demas (2Timóteo 4.10) e João Marcos (Atos 15.37) o abandonaram, infligindo muito sofrimento ao apóstolo.

Só se decepciona com as pessoas, quem se relaciona com as pessoas. Quem não quer se decepcionar não deve se relacionar. Todos devemos possuir a devida maturidade para enfrentarmos e administrarmos todas situações que nos surgem no dia a dia, afinal lidamos com pessoas que são falhas e imperfeitas. Não nos esqueçamos que decepcionar é da condição e natureza humana. Por esta razão, Deus nos ensina a nos relacionarmos com os homens, mas não a confiar neles. Jeremias pode não ser politicamente correto, mas é correto em todos os outros níveis, ao declarar: "Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força" (Jr 17.5). Há algo em nós que precisa de cuidado. Parte de nossas frustrações relacionais advém de erros que nós cometemos, não de falhas dos outros para conosco. Devemos ter a visão correta da natureza humana. Não nos esqueçamos que, muitas vezes, somos os agentes causadores da decepção.

Um dos comportamentos produtores de decepção é a expectativa errada acerca dos outros. Esperamos demais das pessoas, esperando delas o que não podem dar. Pais que esperam demais dos seus filhos. Filhos que esperam demais dos seus pais. Jesus sentiu na pele sua decepção para com os homens, quando da cura dos dez leprosos. Daqueles que receberam a cura, somente um voltou para agradecer. Jesus, que conhecia a alma humana, mostrou aos seus discípulos o que é a natureza humana (Lucas 17.17). Depois de ter servido por anos ao seu povo, Samuel esperava reconhecimento pelo seu trabalho. Não esperava ser descartado como um velho. Não esperava que seu modo de governar fosse substituído por outro. Samuel se esqueceu do que é a natureza humana.

A decepção sempre causa consequências, seja para o causador, ou para o que sofre. Para o que provoca decepção, quase sempre, não lhe acontece nada. Ele decepciona hoje, amanhã, e segue a sua vida, como se nada tivesse acontecido. Mas dificilmente é o mesmo para o que sofre, afinal dizem que: “quem bate esquece...”. A experiência da decepção pode produzir ódio, ressentimento, esgotamento e outras consequências.

Decepcionado com Jacó, que o enganou, Esaú ficou decepcionado com o irmão, que fugiu de casa (Gênesis 27.41). Esaú passou o resto da vida ressentido, desejando matá-lo. O autor da carta aos Hebreus informa que ele nunca foi feliz, embora tentasse, por lhe ter faltado arrependimento (Hebreus 12.17).

 Equivocadamente decepcionado com Deus, que aceitou o arrependimento de Nínive, Jonas deixou a cidade, fez uma cabana escondida e entrou nela, para não ver ninguém (Jonas 4.5). A decepção de Jonas provocou nele um esgotamento espiritual e relacional. O esgotamento relacional tem a ver com uma espécie de descrença generalizada no ser humano.

 Se o preço da decepção é alto, é mais alto ainda o preço do isolamento, da falta de relacionarmos.  Após a ingratidão dos nove leprosos (Lucas 17.17), Jesus continuou a curar. Ele não desistiu de fazer o bem. Paulo apóstolo, teve uma experiência que muito nos ensina. A bíblia nos diz que João Marcos, o sobrinho de Barnabé (Cl 4.10), foi um dos que o decepcionaram (Atos 15.39), mas, anos depois, pediu a Timóteo: “Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério”, (2Tm 4.11). Paulo aceitou o desafio de voltar a confiar em Marcos, tornando-se de novo seu cooperador (Fp 2.4). Aquele que o abandonara era agora um cooperador de grande valor.

Nenhum de nós está isento de sofrer decepções, porém, jamais devemos nos deixar dominar pelas suas consequências. Vivamos normalmente a vida, nos relacionando com as pessoas, afinal não vivemos sozinhos no mundo dependemos uns dos outros. 

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Pastor responde a papa sobre união civil entre homossexuais: `Impensável à luz da Bíblia´

O pastor Franklin Graham respondeu às declarações do papa Francisco, que se mostrou favorável à união civil entre homossexuais Fonte: Guiame / com informações Life Site News / Imagem: Guiame / Edição | 22/10/2020 Pastor responde a papa sobre união civil entre homossexuais: `Impensável à luz da Bíblia´ A declaração dada pelo papa Francisco e recentemente divulgada no novo documentário “Francesco”, na qual ele se mostrou favorável à união estável entre homossexuais tem gerado reações no meio cristão de modo geral, incluindo católicos e evangélicos. “Os homossexuais têm direito de estar em uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou infeliz por causa disso”, disse Francisco em depoimento para o documentário. “O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”, acrescentou o papa. “Eu defendi isso”. "Impensável à luz da Bíblia" Porém, a resposta a tal declaração está surgindo e na fala de um líder renomado, como o pastor e evangelista Franklin Graham, que atualmente é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e também da organização de ajuda humanitária ‘Bolsa do Samaritano’. Graham foi enfático em apontar que o apoio de Francisco à união civil entre homossexuais está em desacordo com a Bíblia. “Acho esses comentários do Papa impensáveis à luz da Palavra de Deus”, destacou o pastor em um texto publicado em sua página oficial do Facebook. “A Bíblia ensina que quando Deus criou a raça humana, ‘Ele os criou, macho e fêmea, e os abençoou...’ (Gênesis 5: 2)”. “A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza; e os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros...‘ (Romanos 1: 26-27)”, acrescentou. O pastor ainda lembrou que ter um posicionamento bíblico sobre a questão não envolve intolerância e sim a expressão do amor de Deus, mas reafirmou que é preciso reconhecer o pecado para então enxergar a salvação. “As Sagradas Escrituras são claras: o amor de Deus é totalmente inclusivo. Ele ama cada pessoa, sejam quais for as escolhas que tenhamos feito que sejam contrárias ao Seu padrão”, explicou. “‘Todos pecaram …’ (Romanos 3:23) e isso inclui a mim. Mas as Boas Novas são que Jesus Cristo veio a essa terra para salvar os pecadores levando nossos pecados sobre Si mesmo até a cruz onde sangrou e morreu, foi sepultado, e Deus O ressuscitou ao terceiro dia. Para que sejamos salvos, Deus requer que nos arrependamos de nossos pecados, o que significa que devemos nos afastar desses pecados, deixá-los para trás e colocar nossa fé e confiança em Seu Filho, Jesus Cristo, que pagou a penalidade pelo pecado”, acrescentou. Graham continuou seu raciocínio, explicando qual é a gravidade de tentar normalizar a homossexualidade. “Tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar vivendo neles. Se isso fosse verdade, então a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo não teriam sido necessários. A cruz não teria sido em vão. Ninguém tem o direito ou a autoridade de banalizar o sacrifício de Cristo em nosso nome”, alertou. “Sim, Deus deixa claro que nos ama e deseja que sejamos parte de sua família, mas também nos diz como isso pode acontecer. A Bíblia diz: ‘Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados, para que venham tempos de refrigério da presença do Senhor’ (Atos 3:19)”, acrescentou. Reação católica Um arcebispo católico também respondeu às declarações de Francisco, destacando que as palavras do papa parecem revelar uma intenção separatista. “Jorge Mario Bergoglio [papa Francisco] está tentando forçar alguns cardeais e bispos a se separarem da comunhão com ele, obtendo como resultado não o seu próprio depoimento por heresia, mas a expulsão dos católicos que desejam permanecer fiéis ao perene Magistério da Igreja. Essa armadilha teria o propósito — nas supostas intenções de Bergoglio e seu “círculo mágico” — de consolidar seu próprio poder dentro de uma Igreja que seria apenas nominalmente ‘católica’, mas na realidade seria herética e cismática”, disse o arcebispo Carlo Maria Viganò.. “Esse engano conta com o apoio da elite globalista, da grande mídia e do lobby LGBT, para o qual muitos clérigos, bispos e cardeais não são estranhos”, acrescentou. Viganò alertou também que os bispos que se pronunciassem contra o papa poderiam estar “se arriscando”, podendo sofrer ações judiciais ou perdendo seus cargos na igreja. “Um pronunciamento dos bispos contra Bergoglio em uma questão como a homossexualidade poderia levar a autoridade civil a processá-los criminalmente, com a aprovação do Vaticano”, alertou.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

POLÍTICOS, UMA CLASSE DESACREDITADA

POLÍTICOS, UMA CLASSE DESACREDITADA “Salva-nos, SENHOR, porque faltam os homens bons; porque são poucos os fiéis entre os filhos dos homens”, (Salmos 12.1). Lamentavelmente, a afirmativa acima é uma triste realidade em nossa nação. Todos sabemos que os políticos são necessários em qualquer país. O que estamos acompanhando nas últimas décadas é uma total decadência moral no meio político, não somente brasileiro, como em muitas nações ao redor do mundo. A palavra da moda no meio político, sem dúvida é a corrupção. Que causa danos irreparáveis em toda a sociedade. Parece que este mal contaminou praticamente toda a classe política brasileira. A falta de caráter e moral é inconcebível. É impressionante a decepção, o descrédito, a má fama que tem o povo brasileiro pelos seus governantes. Se procura como agulha no palheiro e é difícil encontrar algum. Faltam políticos sérios, honestos, éticos, estadistas, comprometidos com a população, com o bem-estar da sociedade. O que se pode encontrar é a vergonhosa compra e troca de votos, o egoísmo dominante, a prática do nepotismo, do fisiologismo, as negociatas com vistas em vantagens pessoais e partidárias, o enriquecimento ilícito, o assalto aos cofres públicos, os desvios das verbas que deveriam ser destinadas ao bem comum da população, entre tantas outras imoralidades políticas, que causam enormes prejuízos sociais, na saúde pública, na segurança, na educação nas instituições e outros. Tudo isso e mais outras práticas têm causado revolta, desilusão e grandes decepções entre a população. Infelizmente, os que se elegem deveriam entender sua responsabilidade de servirem ao povo e não se servirem do povo. O verdadeiro político é vocacionado e como tal se dedica ao serviço das pessoas e nunca para autopromoção, ou usar o cargo como cabide de emprego para si e para os seus. Nós, brasileiros estamos desiludidos e decepcionados com a classe política e com o s políticos brasileiros, mas temos razão para tanto, pois há coisas que somente no Brasil acontecem, coisas que estrangeiros jamais conseguem entender. Ano passado foi divulgada pela mídia, uma lista dos 15 políticos mais corruptos do Brasil. Foi em abril de 2017, a lista contendo ordens de acusação baseadas em delações e elaborada por Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. Da tal lista, praticamente todos os mencionados continuam no exercício de seu cargo político, ou, são candidatos à reeleição. www.brasilfinanceiro.com/os-15-politicos-mais-corruptos-brasil. “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”. – (Ruy Barbosa). Esse é o lado político, porém, infelizmente existe também o outro lado, tão vergonhoso que é o lado do eleitor, pois ele é igualmente responsável pela existência falta de ética na política. São pessoas coniventes com o erro, com as falcatruas, com a corrupção, com as mentiras, com a desonestidade, pois se venderam e negociaram sua dignidade. Como entender pessoas que sabem comprovadamente da existência de políticos desonestos, e alguns até presos e mesmo assim, ainda votam neles? Onde está a conscientização política e a responsabilidade cívica? Infelizmente vivemos distante de um real compromisso e interesse em favor da pátria. Por fim, mesmo diante de tudo isso, não podemos nem devemos nos omitir de cumprirmos nosso dever cívico de exercer o direito de voto em outubro. É responsabilidade de cada brasileiro votar. Assim, que cada um analise sabiamente as propostas de cada candidato, sua história de vida e currículo. Seu caráter, sua família. E assim depositar cada voto nas urnas. Devemos alimentar a esperança de encontrarmos homens bons. É bem verdade que são poucos. O salmista pediu a Deus: “Salva-nos, SENHOR, porque faltam os homens bons; porque são poucos os fiéis entre os filhos dos homens”, (Salmos 12.1). Conta-se que Diógenes perambulava pelas ruas de Atenas com uma lamparina nas mãos em pleno dia. Perguntaram-lhe: “Diógenes, por que você carrega essa lamparina, em pleno Sol do meio-dia? ” Ele respondeu prontamente: “Eu procuro um homem! ”. Sim, homens verdadeiros são raros. Homens honestos, sinceros, confiáveis. Homens e mulheres tementes a Deus que possam exercer influência benéfica na educação, na moral e nos bons costumes. A Bíblia diz: “Quando os justos governam, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme”, (Provérbios 29.2). Deus abençoe!

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

NO DIA DA ANGUSTIA, O QUE FAZER?


NO DIA DA ANGUSTIA, O QUE FAZER?

“E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás”, (Salmos 50.15) 

O dicionário define a palavra “angústia”, como: Ansiedade física acompanhada de opressão dolorosa: os estremecimentos da angústia. Inquietude profunda que oprime o coração: uma angústia mortal. Angústia é sinônimo de: apertura, martírio, tortura, aflição, agonia, aperto, tormento, tribulação. E o pior são as muitas doenças decorrentes. Nas Escrituras há inúmeras referências acerca do assunto, bem como a muitos personagens que se viram em momentos angustiantes. O salmista Asafe, menciona algumas situações, pelas quais passou: “No dia da minha angústia busquei ao Senhor; a minha mão se estendeu de noite, e não cessava; a minha alma recusava ser consolada. Lembrava-me de Deus, e me perturbei; queixava-me, e o meu espírito desfalecia”, (Salmos 77.2,3). Nem mesmo Jesus deixou de enfrentar tais momentos, no Getsêmani disse aos discípulos: "A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal”, (Marcos 14.34). Jamais podemos ignorar que os dias de angústia acontecem a todos. São aqueles dias negros, sombrios, doloridos, inesperados, indesejados. No texto acima, o salmista menciona alguns fatos acerca do assunto e o que fazer, vejamos:

 

UMA REALIDADE: “NO DIA DA ANGÚSTIA”. Esse dia é fato. Muitos já tivemos, ou estamos vivendo essa fase. É o momento angustiante, causado muitas vezes por doenças graves, incuráveis; vícios, desemprego, desmoronamento do lar, traições, abandonos, solidão, decepções no amor, outros. A pessoa angustiada se sente desamparada, inconsolável, sem forças, desmotivada, tudo em volta parece que conspira contra ela, nada dá certo, parece que Deus a desamparou. Quem já não se sentiu assim? O profeta Jonas sentiu-se dessa maneira: De dentro do peixe, orou ao seu Deus: "Em meu desespero clamei ao Senhor, e ele me respondeu. Do ventre da morte gritei por socorro, e ouviste o meu clamor”, (Jonas 2.1,2). É um tempo que ninguém gostaria de enfrentar, mas nenhum está isento, faz parte da vida.

 

UMA ORIENTAÇAO: “INVOCA-ME”. O dia da angústia é uma realidade, mas não estamos desamparados, abandonados, desarmados, desorientados. A Bíblia aponta a solução para enfrentar tais situações. Davi experimentou e encontrou o remédio: “Eu, porém, clamo a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia choro angustiado, e ele ouve a minha voz. Ele me guarda ileso na batalha, ainda que muitos estejam contra mim”, (Salmos 55.16-18). No dia da adversidade devemos de igual modo buscar e clamar ao Senhor, pois ele ouvirá. Jamais nos deixemos abalar pelo desânimo e incredulidade, mas atentemos para a instrução do Senhor: “Invoca-me...”. “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração”, (Jeremias 29.13).

 

UMA PROMESSA: “EU TE LIVRAREI”. Muitas são as promessas de Deus aos que nEle confiam. Infelizmente muitos se apegam às promessas humanas, de políticos, de santos, de religiosos, de patrões e outros. E todos são falhos. Porém, devemos nos apegar e confiar nas infalíveis promessas do Senhor. Ele prometeu: “Eu te livrarei...”. Deus livrou Moisés de Faraó diante do Mar vermelho e fez passar a pé enxuto todo o povo de Israel, (Ex 14.21,22). Deus livrou os amigos de Daniel da fornalha de fogo ardente, (Daniel 3). Deus livrou Daniel na cova dos leões: “O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano...”, (Daniel 6.22). “Invoquei o Senhor na angústia; o Senhor me ouviu, e me tirou para um lugar largo”, (Salmos 118.5). No decorrer dos séculos são inúmeros os testemunhos de milhares de cristãos que experimentaram o livramento do Senhor diante dos dias de infortúnios da vida. O Senhor jamais falha, ele cumpre cada uma de suas promessas.

 

UM ATO DE RECONHECIMENTO: “TU ME GLORIFICARÁS”. Aqui está a resposta aos Muitos questionamentos acerca do porquê do sofrimento. Quantas vezes Deus permite que os seus enfrentem adversidades, a fim de ensiná-los a reconhecerem que só o Senhor é Deus. O único que deve ser glorificado, exaltado e adorado é o Senhor, pois só Ele é digno de louvor. Somos seus adoradores. Fomos criados para adorar. O Senhor requer adoração exclusiva. O Senhor espera que sejamos seus adoradores fiéis. A glorificação, a gratidão é fruto de todo coração agradecido. A Bíblia diz: “...e sede agradecidos”, (Colossenses 3.15). 

terça-feira, 18 de agosto de 2020

NUNCA SE ENTREGUE AO DESANIMO

 



NUNCA SE ENTREGUE AO DESANIMO

(Josué 1.1-9)

 

O texto bíblico acima mencionado, trata da missão que Deus transfere para Josué, após a morte do grande líder Moisés. Se tratava de uma responsabilidade das maiores. Josué deveria conduzir o povo que saíra do Egito rumo à Terra Prometida pelo Senhor. Muitas foram as dores, dificuldades, problemas enfrentados desde a saída do Egito. Deus, então, chama Josué e lhe comissiona a prosseguir a frente do povo rumo ao cumprimento de suas promessas. O Senhor confirma a Josué Sua presença diante dos perigos e dificuldades que enfrentará, Josué não estaria sozinho: “Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei”. E lhe dá algumas instruções, e nos chama a atenção, que dentre elas, Deus menciona por três vezes a palavra “ânimo”.    

 

Ânimo é entusiasmo, coragem, disposição, determinação. Era com esse comportamento que Deus queria que Josué conduzisse o povo a conquistar a nova terra. Por outro lado, a falta de ânimo, ou o abatimento, o desalento seriam impedimentos para alcançar a vitória.

 

Queremos, assim, trazer esta breve reflexão pastoral, para você nesta semana, pois certamente o desânimo tem se constituído um inimigo constante na vida de todos. O desânimo acontece na vida do pobre e do rico, do branco e do negro, do homem e da mulher, do adulto, do jovem e criança. O abatimento, o desânimo não respeita ninguém, não bate na porta, mas entra sem pedir licença. O desânimo impede a realização de nossos sonhos e projetos, dificulta a conquista da felicidade. Impede mesmo, até a da realização em nossas vidas dos projetos de Deus. O desânimo não acontece somente uma vez, pessoas há que vivem constantemente reféns do desanimo. Pessoas vítimas do desânimo, geralmente contagiam outras e vice-versa. Assim jamais devemos nos entregar ao desânimo, em nenhuma circunstância. O que fazer então para enfrentar tal desânimo?

 

Primeiro. PROCURE LEMBRAR AS CONQUISTAS ALCANÇADAS EM DEUS. Não são poucas as vezes, que, diante das dificuldades enfrentadas no dia a dia, entregamo-nos ao abatimento de tal forma que nos esquecemos dos inúmeros momentos e fases em que experimentamos a graça e bondade do Altíssimo. A pessoa em estado de desencorajamento, se ver envolvida em pensamentos desanimadores, pessimistas, sem resistência para encarar desafios. Seus pensamentos são que nada dará certo, que não irá conseguir alcançar superar as dores, etc.

 

Segundo. PROCURE ESQUECER ACONTECIMENTOS NEGATIVOS. Acontecimentos doloridos, tristes e decepcionantes todos nós temos, muitas vezes causados até mesmo por amigos e parentes. Amigos há que só trazem dissabores, que em nada de bom contribuem. São os amigos dispensáveis. Procure deletar tais ocorrências que só causam aborrecimentos e tristezas. Aquilo que não contribui para lhe enaltecer, que não contribui para seu crescimento jogue no lixo. Não alimente de migalhas sua alma. Alimente-se com leitura saudável e edificante, alimente sua alma com as preciosas palavras de Deus.

 

Terceiro. PROCURE DESCANSAR NAS MUITAS PROMESSAS DE DEUS. Quando você começa a folhear as páginas sagradas irá descobrir a bondade infinita de Deus e quantas promessas existem para sua vida. O Senhor Jesus nos prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Não se entregue ao desânimo, não se deixe abater, você não está sozinho. Descanse nas promessas do Senhor. Atente para as palavras do salmista: “Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará” – (Salmos 37.4,5). No livro de Isaias 43. 1 e 2 está escrito:  “Mas agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti”.

 

Quarto. COMPARTILHE AS BÊNÇÃOS DE DEUS COM OUTRAS PESSOAS. As mesmas lutas e dificuldades que você enfrenta, o desânimo e abatimento que tantas vezes você sofreu, inúmeras pessoas de igual modo sofreram. Você não está só. Deus lhe proporciona muitas vezes passar por lugares estreitos e castigantes para lhe preparar, a fim de compartilhar com outros as experiências. Não somos únicos, não vivemos independentes. Existem milhares de pessoas e muitas ao nosso redor que necessitam de ajuda e conselhos. Não guarde somente para si suas experiências de lutas, dores e vitórias.  Compartilhe com seu próximo as bênçãos de Deus em sua vida e ajude outros a saírem do desânimo, do desencorajamento. Deus não desiste de você.


terça-feira, 30 de junho de 2020

Mais de 135 igrejas vão às ruas para orar por sua cidade nos EUA


O movimento “We Pray San Diego” teve a participação de 135 igrejas e 16.000 pessoas.  (Foto: Rock Church)
O movimento “We Pray San Diego” teve a participação de 135 igrejas e 16.000 pessoas. (Foto: Rock Church)
Milhares de cristãos de diferentes igrejas foram às ruas de San Diego, na costa da Califórnia (EUA), para um grande movimento de oração por seu país, em meio aos protestos raciais e a crise gerada pelo novo coronavírus.

O movimento “We Pray San Diego” teve a participação de 135 igrejas e contou com mais de 7.000 pessoas que foram às calçadas, parques e outros locais públicos para orar por sua cidade.

Miles McPherson, pastor sênior da Rock Church de San Diego, diz que a cidade foi alcançada com força no sábado, 20 de junho, em meio à pandemia e aos protestos.

“Deus pode curar toda a agitação, Ele pode tirar o bem do mal e da dor. Eu creio que veremos uma transformação de San Diego e nosso país à medida que passarmos por isso”, disse McPherson.

Em sete locais de oração diferentes, pessoas levantaram as mãos em oração, clamando a Deus por sua cidade. McPherson acredita que os frutos do movimento de oração poderão ser vistos nas próximas semanas.

“Eu sei que Deus sempre ouve nossos clamores, e mal posso esperar para ouvir o que Deus fez, não apenas no coração das pessoas, mas nas famílias e empresas, na saúde e nos relacionamentos das pessoas”, disse o pastor. “Acredito que nos próximos dias, semanas e meses, veremos o fruto do que aconteceu hoje”.




O movimento “We Pray San Diego” teve a participação de 135 igrejas e 16.000 pessoas.  (Foto: Rock Church)

Entre os participantes estavam supervisores municipais, prefeitos, membros do congresso americano e outros 8.600 que acompanharam online através das mídias sociais.

O movimento de oração por San Diego é um dos exemplos de cristãos que estão se levantando para travar uma batalha espiritual em tempos turbulentos. As orações também percorreram as ruas de Minneapolis, que foi palco da morte de George Floyd.

Em Atlanta, milhares de cristãos se reuniram no dia 11 de junho para se opor ao racismo e orar juntos durante a “March on Atlanta” do Movimento OneRace. Mesmo em cidades menores como Lakeland, na Flórida, cristãos se uniram em oração para declarar: “Em nome de Jesus, o racismo deve morrer”.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Entrevista com Pr José Ivan ISLI - International Christian Bible & Seminary

Igrejas devem reabrir sem cantar para evitar propagação do coronavírus, na Inglaterra


As atividades das congregações devem ser reabertas a partir de 4 de julho, 

com recomendações de segurança nos cultos.


FONTE: GUIAME, COM

Membros observam o distanciamento social e outras precauções para realização de cultos. (Foto: Carolyn Cole / Los Angeles Times)
Membros observam o distanciamento social e outras precauções para realização de cultos. (Foto: Carolyn Cole / Los Angeles Times)
O Departamento de Habitação, Comunidades e Governo Local emitiu nova orientação na segunda-feira (22), antes da reabertura das igrejas para cultos, prevista para o dia 4 de julho. Nas novas diretrizes foram estabelecidas diversas regras para as igrejas antes de reabrir para o culto público, entre elas um guia de conduta sugere que não haja o canto congregacional


Segundo o Premier, o Departamento tem trabalhado com a Public Health England, que vem realizando testes sobre o impacto do canto na propagação do coronavírus. Alega-se que a projeção da voz afeta diretamente a distribuição de partículas. As normas oferecidas pelas autoridades, assim como outras orientações publicadas no documento, não proíbem oficialmente o canto. A orientação afirma que existe uma diferença entre o que a igreja pode e deve fazer.

Onde as orientações afirmam que uma atividade deve ocorrer, é porque é um requisito sob os Regulamentos de Proteção à Saúde (Coronavírus, Restrições) (Inglaterra) 2020 e, portanto, é um requisito legal. No caso do canto congregacional é uma sugestão. No entanto, é altamente recomendável que se considere seguir os conselhos dados para reduzir o risco de transmissão da Covid-19, afirmam as autoridades sanitárias.

Falando na Câmara dos Comuns na semana passada, o primeiro-ministro Boris Johnson disse que "pediremos às pessoas que sigam orientações sobre contato social, em vez de legislação", mas pediram que o público seja vigilante.

Responsabilidade e recomendações
Não ficou definido sobre quem é a responsabilidade caso haja uma propagação de coronavírus em um local de culto, para que todos os líderes da igreja sejam instados a seguir as diretrizes.

Outras sugestões no documento sugerem que o dinheiro não deve passar pelas mãos; portanto, as doações online devem ser incentivadas; no entanto, se não houver opção - o dinheiro fornecido deve ser mantido em um contêiner e não tocado por vários dias. Outros aspectos da vida da igreja, como grupos de jovens e escolas dominicais, são permitidos, mas não necessariamente aconselháveis. Os líderes da Igreja são incentivados a realizar avaliações de risco para garantir que todas as atividades sejam "seguras".

Aqueles que desejam prestar serviços ao ar livre são incentivados a tomar precauções extras sobre segurança. Embora as igrejas tenham recebido liberdade para reabrir a partir de 4 de julho, espera-se que muitas não o façam. A Aliança Evangélica diz que as conversas que teve com os membros é que não haverá pressa. Alguns sugeriram que 'igreja híbrida' pode ser o futuro, com opções para assistir online e pessoalmente no futuro próximo.

O CRISTÃO E OS CONFLITOS



O CRISTÃO E OS CONFLITOS

“Algum tempo depois, Paulo disse a Barnabé: Voltemos para visitar os irmãos em todas as cidades onde pregamos a palavra do Senhor, para ver como estão indo. Barnabé queria levar João, também chamado Marcos. Mas Paulo não achava prudente levá-lo, pois ele, abandonando-os na Panfília, não permanecera com eles no trabalho. Tiveram um desentendimento tão sério que se separaram. Barnabé, levando consigo Marcos, navegou para Chipre, mas Paulo escolheu Silas e partiu, encomendado pelos irmãos à graça do Senhor”, (At 15.36-40).

Desde a criação do homem, os desentendimentos e conflitos acompanham a humanidade. O ser humano é alguém que vive permanentemente em conflito, seja consigo mesmo, com o próximo ou até mesmo com o Criador. São os mais variados motivos causadores.

O texto acima relata o desentendimento entre dois obreiros de Deus, Paulo e Barnabé. O motivo? Aparentemente insignificante, mas que provocou certo mal-estar entre eles e com aqueles que os cercavam: “...Tiveram um desentendimento tão sério que se separaram”.

As Escrituras mencionam outros episódios igualmente lamentáveis de falta de entendimentos pessoais. Na igreja de Corinto, por exemplo, Paulo faz referência as dissensões existentes entre irmãos, (1Co 11.18). Aos Gálatas o Apóstolo os compara aos animais, tamanha era a desavença entre eles (Gl 5.15). Tiago de igual modo menciona a razão de muitas guerras e contendas: “de onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês? Vocês cobiçam coisas, e não as têm; matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e a fazer guerras...”, (Tiago 4.1 e 2).  Mas, quais são as causas de tantos conflitos existentes hoje entre os homens?

Conflitos internos, pessoais. O homem, naturalmente enfrenta dilemas, conflitos pessoais. Muitas vezes são as dúvidas e questionamentos existenciais. Interrogações como: que profissão seguir? Que faculdade fazer? Com quem casar? Quantos filhos? Onde morar? São conflitos que levam obrigatoriamente a tomada de decisão. Outras áreas conflitantes, como: quem sou? De onde vim? Para onde vou? Outras relacionadas ao pecado. Paulo, faz referência ao conflito interior que o desafiava: “Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio. E, se faço o que não desejo, admito que a lei é boa. Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo”, (Romanos 7. 15-20). Tais conflitos angustiam e tiram a paz e devem ser administrados sob a orientação espiritual.

Conflitos horizontais, com o próximo. São muitos os fatores causadores, por exemplo: quanto as opiniões, ou ponto de vista de cada um, quanto ao gosto ou preferências, como time de futebol, ideologias e partidos políticos, religiões, crenças, etc. Pessoas altamente ambiciosas e sem caráter buscam a projeção e a riqueza a todo custo. Tais pessoas não respeitam limites e usam de agressividades e violências contra o seu próximo passando por cima de toda a lei e a ética. Hoje estamos vivenciando em nossa nação, uma crise jamais vista, fruto exatamente dos conflitos políticos, econômicos, sociais, egoísticos, imorais, ilegais, injustos.

Os conflitos geralmente causam suas consequências. A discordância é natural, afinal cada um de nós temos nossa linha de pensamento distinto e preferências divergentes. Na vida devemos entender que as divergências ocorrem. “Duas pessoas andarão juntas se não tiverem de acordo?”, (Amós 3.3).  Paulo e Barnabé naquele momento face ao desacordo seguiram caminhos opostos.

Conflitos verticais, com Deus. Outra grande área de conflito do homem se dá para com o Criador. É impressionante como existem pessoas que lutam contra Deus e fazem de tudo para afrontá-lo. Os ateístas fazem de tudo para provar a inexistência do Criador, inútil. Os pecadores querem continuar com seu estilo de vida e se justificando que Deus é amor e não irá condená-los. Estão enganados. Os religiosos ensinam o falso evangelho com objetivos de benefícios pessoais. Certamente irão prestar contas. Enfim poderíamos continuar mencionando muitos outros fatos atuais que indicam a luta do homem sem o mínimo de pudor e temor provocando o Senhor.

Conflitos sempre existirão, afinal vivemos num mundo caótico e entre seres imperfeitos. Porém, no que depender de nós vivamos em paz e sejamos promotores da paz.  A Bíblia diz que “ao servo do Senhor não convém contender, mas ser manso para com todos”, (2Tm 2.24).

sexta-feira, 26 de junho de 2020

DECEPÇÕES DA VIDA

O problema da decepção é que ela nunca vem de um inimigo.

DECEPÇÕES DA VIDA
(João 5.1-9)

Nesta narrativa bíblica, Jesus se depara com uma cena não muito diferente do que acontece hoje nos hospitais e prontos socorro de todo o Brasil, multidões de pessoas sofridas, enfermas a espera de um milagre. O quadro ali era de causar tristeza e comoção, pois havia pessoas aleijadas, cegas, enfim acometidas de toda sorte de doenças e enfermidades, que ficavam à beira de um tanque, chamado Betesda. “Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse”. Imagine a expectativa e dependência daquele povo, pois a solução para sua dor dependia de algo alheio as suas possibilidades. E foi ali que chegou Jesus e contemplou um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar curado? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava.

Podemos analisar a situação daquele homem que sofria a tanto tempo, trinta e oito anos. Imagine a sua dor, seu sofrimento e sua decepção. Certamente era um homem desiludido com tudo, com as autoridades, com os amigos, com os parentes, consigo mesmo e possivelmente até com Deus.

Podemos definir decepção como: ato de enganar, logro, desilusão. Ou ainda, fracasso de uma esperança; desengano; surpresa desagradável; desgosto, etc. E certamente era este o sentimento de um homem altamente limitado fisicamente, que aguardava o mínimo de ajuda e compreensão de pessoas que pudessem lhe estender a mão. Porém, ao invés disso desrespeitam seu lugar na fila e passavam lhe na frente, e nessa situação os anos passavam e passavam e o homem esperando sua vez que nunca chegava.

As decepções na vida são incontestáveis, elas vêm a todas as pessoas e não respeitam classes sociais, cor, sexo e idade. Nesses dias pós carnaval, por exemplo, milhares de pessoas em todo o país estão no auge da decepção. Desfrutaram as festas carnavalescas, se entregaram aos prazeres, se relacionaram com pessoas, gastaram indiscriminadamente e agora em consequência, a frustração e decepções. 

O homem do nosso texto, certamente estava decepcionado consigo mesmo. Afinal era muito tempo sofrendo, trinta e oito anos. Ele já vira outras pessoas passarem na sua frente. Muitas vezes quando olhamos em volta de nós e vemos o problema em que estamos envolvidos começamos a nos lamentar e nos acusar. Achamos que somos incompetentes, incapazes, limitados, que as coisas boas acontecem a todos menos a nós mesmos. Assim, logo vem a frustração, a baixa autoestima, a falta de fé e o desânimo.

O homem de nosso texto, certamente estava decepcionado com o egoísmo das pessoas, que não lhe davam chance: “Senhor, não tenho ninguém que, ao ser agitada a água, me ponha no tanque; assim, enquanto eu vou, desce outro antes de mim” (João 5.7). Como nos surpreendemos com o egoísmo das pessoas, elas só pensam e estão preocupadas com elas mesmas. Observamos isso nas filas de ônibus, dos trens, metrôs, bancos, no trânsito. É uma correria egoísta inexplicável, ninguém lhe dá a vez.

O homem de nosso texto, certamente estava decepcionado com os falsos amigos. Mas, onde estavam aqueles que eram seus amigos? Será que durante sua vida não houvera feito nenhum? Certamente que sim pois todos nós temos amigos. Mas é que os amigos verdadeiros são poucos e os poucos não estavam ali. Quantos de nós de igual modo também fomos decepcionados pelos amigos? 

O homem de nosso texto, certamente estava decepcionado com a falsa religiosidade. Onde estavam os religiosos? Os serviços sociais da época? Os caridosos? Muitos hoje estão pregando o amor ao próximo, mas a prática é bem diferente do discurso. O verdadeiro evangelho é o que pensa no outro, o que pensa somente em si não é evangelho.

O homem de nosso texto, certamente estava decepcionado até com o próprio Deus. Quantos questionamentos ele deveria fazer. Será que estou esquecido por Deus aqui neste lugar? Como muitos hoje também, quando se veem em momentos angustiantes ou trágicos. Na verdade, há momentos em que nos sentimos abandonados por todos, momentos em que oramos, suplicamos a Deus e nenhuma resposta. diz o salmista: “Mas tu, Senhor, és um Deus compassivo e benigno, longânimo, e abundante em graça e em fidelidade” (Sl 86. 15).

A Bíblia ainda nos diz que o choro pode durar a noite inteira, mas a alegria vem ao amanhecer. Por mais que se prolongue nossa dor, por mais dolorida que seja, devemos aguardar a resposta e livramento do Senhor. O homem de nosso texto, que sofreu por tantos anos, finalmente encontrou sua bênção. Não, como esperava, mas de forma infinitamente superior. Jesus chegou na sua vida. Jesus aproximou e lhe perguntou: “Queres ficar curado? ” (v.6). Foi a pergunta de Jesus àquele homem e logo Jesus mandou levantar e andar. O mesmo Senhor te pergunta hoje: “Queres ficar são? ”  Receba a dádiva do Senhor Jesus em sua vida.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Trump autoriza reabertura imediata de templos religiosos

Trump autoriza reabertura imediata de templos religiosos

Autorização foi concedida nesta sexta-feira

Presidente dos EUA, Donald Trump Foto: EFE/Stefani Reynolds

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou nesta sexta-feira (22) que as igrejas sejam reabertas imediatamente durante este fim de semana e ameaçou suspender a autoridade dos governadores caso estes não permitam o funcionamento dos templos.

Em entrevista coletiva, Trump anunciou a classificação de igrejas, sinagogas e mesquitas como locais essenciais, tornando-as cruciais para os EUA em nível federal no contexto da pandemia do novo coronavírus. Hospitais e fábricas de alimentos já estavam nessa categoria.

– Alguns governadores têm considerado essenciais as lojas de bebidas e clínicas de aborto, mas deixaram as igrejas de fora. Isso não está certo, então hoje estou corrigindo essa injustiça e convoca os governadores a permitirem que elas abram agora mesmo – declarou o presidente americano.

O presidente ameaçou suspender a autoridade dos governadores se eles não permitirem o funcionamento dos templos e terminou seu discurso dizendo: “Os Estados Unidos precisam de mais oração, não menos”.
Trump disse que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA em breve fornecerão mais informações sobre as recomendações a serem seguidas.
Apesar das ameaças do presidente, as autoridades estaduais e municipais têm o poder de decidir se querem ou não retomar a atividade econômica e social em uma região. No nível federal, o CDC apenas emite recomendações, que os governadores então implementam conforme julgam conveniente, dependendo de como a pandemia afeta a sua população e os recursos hospitalares disponíveis.
Embora a decisão caiba às autoridades estaduais e locais, o presidente tem apelado repetidamente pela “liberação” daqueles estados com medidas de contenção mais rigorosas, como Michigan, governado pelos democratas, chave para as eleições presidenciais de novembro.

Fonte Pleno.News - *Com informações da Agência EFE