segunda-feira, 17 de junho de 2013

FILHA DE HOMOSSEXUAL PEDE QUE O GOVERNO PROTEJA O CASAMENTO TRADICIONAL

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Uma mulher canadense criada por um homossexual decidiu se pronunciar e clamar à sociedade e ao governo que protejam o casamento entre homem e mulher. Ela atualmente prepara uma autobiografia, que fala sobre o impacto de ter pais homossexuais.

Dawn Stefanowicz, que vive em Ontário no Canadá, contou experiências humilhantes enquanto foi criada por seu pai homossexual. Em seu site pessoal, Dawn fala como sua infância foi exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas, entre outros.

Durante sua criação, a canadense diz que sofreu também falta de afirmação em sua feminilidade e conta como tudo isso feriu seu estilo de vida. Hoje ela oferece ajuda a outras pessoas que sofreram por vir também de uma família de estilo homossexual.

Dawn, cuja mãe morreu cedo, conta que esteve exposta a um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de risco de seu pai e a numerosas parelhas.

“Desde cedo, fui exposta a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Fui exposta a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo.”

Com tudo isso, Dawn afirma que sofreu de depressão, tendências suicidas e compulsão sexual.

Hoje, cristã e casada, ela expõe a necessidade de se manter a fundação da sociedade constituída pela relação entre esposo e esposa, pelo bem estar dos filhos biológicos.

“As crianças precisam de limites apropriados e expressões seguras de intimidade emocional que não sejam sexualizadas em casa e na comunidade.”
Ela questiona se o governo e o sistema judiciário está ‘brincando’ com as crianças, forçando “cidadãos honrados” a tolerar todas as formas de expressão sexual contra sua vontade.

“Os canadenses devem decidir e não os juízes. (...) Nesse debate crucial, os direitos humanos das crianças têm se tornado secundários, ignorados e negados”.

Ela alerta ainda que se os canadenses não pararem o matrimônio homossexual, “iremos perder toda a nossa liberdade de falar sobre assuntos em torno da sexualidade com vigor moral e religioso”.

Com informações Christianpost
Fonte: Cosmovisão Cristã

A QUEM INTERESSA TANTA BADERNA POR TODO O PAÍS?

 
Manifestantes invadem Congresso Nacional, em Brasília
Internauta registra concentração para protesto em frente ao Congresso Nacional, na noite desta segunda-feira                     
  • Internauta registra concentração para protesto em frente ao Congresso Nacional, na noite desta segunda-feira.
Após serem contidos por um cordão de isolamento da Polícia Militar, dezenas de manifestantes conseguiram furar o bloqueio e invadiram a área externa do Congresso Nacional, em Brasília, nesta segunda-feira (17), aos gritos de "a-ha, u-hu, o Congresso é nosso". Eles ocuparam a marquise onde ficam as duas cúpulas, da Câmara e do Senado.
 
Até às 19h25, os manifestantes não haviam sido detidos -- a PM apenas os orientou para que voltassem ao grupo e está observando o movimento de longe. Em alguns momentos, os policiais chegaram a usar spray de pimenta para reprimir os ativistas.
 
Os ativistas participam de um protesto que pede recursos para educação, saúde, passe livre no transporte público e contra os gastos públicos na Copa das Confederações e do Mundo (2014), entre outras reivindicações. A manifestação ocorre simultaneamente em várias outras cidades do país, como em Belo Horizonte, São Paulo, Natal, Belém, Campinas, no Rio de Janeiro e em Florianópolis.

Protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo                  

17.jun.2013 - Manifestantes participam de ato em frente ao Mercado de São Brás, em Belém (PA), nesta segunda-feira. Impulsionados pela onda de protestos contra o aumento da tarifa do transporte público em outras cidades do Brasil, o movimento propõe a mobilização da sociedade para cobrar melhorias, especialmente no trânsito da capital, e vigilância quanto às obras do BRT (Bus Rapid Transit), que estavam paradas desde dezembro de 2012 e foram retomadas na última sexta-feira (14) Antonio Cícero/Estadão Conteúdo

No ato, os principais gritos de guerra eram contra a presidente Dilma Rousseff e contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Após ficarem concentrados em frente ao Congresso, os manifestantes cantaram "Que país é esse", música da banda Legião Urbana.
 
Também houve gritos contra os PMS -- "ei, polícia você está do lado errado" -- e contra a Copa do Mundo de 2014 -- "Copa do Mundo, eu abro mão. Quero dinheiro na saúde e educação".

Com cartazes, faixas e bandeiras do Brasil, o protesto por volta das 17 horas, no Museu da República, no início da Esplanada dos Ministérios. Durante a caminhada, mais pessoas foram aderindo à manifestação, que ocupou todas as faixas da Esplanada.

O protesto foi organizado pelas redes sociais. Na chegada ao Congresso, um grupo chegou a invadir o espelho d'água em frente ao prédio.

Segundo a PM do Distrito Federal, cerca de 5.000 pessoas participam do protesto e havia, inicialmente, 400 policiais no local. Mas após a invasão do Congresso, a Secretaria de Segurança Pública do DF afirmou que mais 3.500 PMs estão sendo deslocados para o local para "proteger os prédios públicos".

Procurado pela reportagem do UOL, o governador do Distrito Federal afirmou, através de sua assessoria de imprensa, que não iria se manifestar. O Palácio do Planalto também foi procurado, mas ainda não retornou aos questionamentos da reportagem.
 
Protesto contra aumento da passagem em SP.                             
 
  •     Protestos pelo mundo, como este em Berlim, manifestam apoio aos atos no Brasil
  •     Fotógrafos protestaram contra a violência da PM em relação aos jornalistas
  •     Manifestante preso no protesto no dia 11 é solto em SP
  •     Policial atinge cinegrafista com spray de pimenta
  •     PM agride clientes de um bar na avenida Paulista
  •     Policial atira bombas contra manifestantes
  •     Cartaz faz referência à música Cálice, de Chico Buarque, escrita durante a ditadura
  •     Manifestantes se ajoelham para tentar se proteger de ação policial
  •     Mulher anda de bicicleta em meio a confronto entre policiais e manifestantes
  •     Garota segura flor enquanto usa orelhão pichado durante protesto
  •     Mulher é ferida na cabeça ao passar por confronto entre polícia e manifestantes
  •     Policial atira contra manifestantes em rua do centro de São Paulo
  •     Vídeo mostra policial quebrando o vidro do próprio carro da polícia em SP
  •     Manifestante faz sinal da paz para policiais
  •     Policial Militar aponta arma para se defender de agressores
  •     Manifestantes se ajoelham diante de PMs durante protesto na avenida Paulista
  •     Policial tenta apagar fogo provocado por manifestantes
  •     Manifestantes fazem fogueira durante protesto contra o aumento das passagens
  •     Manifestantes tomam a avenida Paulista no segundo protesto
  •     Multidão participa do primeiro protesto contra a aumento na tarifa de ônibus

Maria Luiza Ribeiro Pereira Araújo / (Com Agência Brasil)

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Papa Francisco reconheceu a existência de corrupção e lobby gay no Vaticano, diz agência

Papa Francisco reconheceu a existência de corrupção e lobby gay no Vaticano, diz agência
Papa Francisco em reunião com diretoria da CLAR

A existência de um lobby gay e focos de corrupção no Vaticano foi apontado há meses como o motivo que levou Bento XVI a renunciar ao pontificado. Agora, meses depois de eleito, o papa Francisco teria reconhecido que a Igreja Católica realmente enfrenta uma crise com essas questões.
 
Numa reunião com a diretoria da Confederação Latino-Americana e Caribenha de Religiosas e Religiosos (CLAR), Francisco teria admitido a necessidade de reformar a estrutura do Vaticano: “Na Cúria há gente santa, de verdade, há gente santa. Mas também há uma corrente de corrupção, também há, é verdade. Hoje se fala de ‘lobby gay’ e é verdade, ele existe… é preciso ver o que podemos fazer”, teria dito o papa, de acordo com informações da AFP.
 
Ainda segundo o papa, ele não seria a pessoa ideal para conduzir essa reforma: “Sou uma pessoa desorganizada, nunca fui bom nisso. Mas os cardeais da comissão vão levá-la adiante”, afirmou, referindo-se ao grupo de oito cardeais que foram nomeados por ele para assessorá-lo na questão. “A reforma da Cúria Romana é algo que quase todos os cardeais pediram nas congregações anteriores ao conclave. Eu também a pedi. A reforma não pode ser feita por mim…”, observou.
 
Fazem parte do grupo nomeado para estudar os pontos que precisam ser mudados na administração do Vaticano o cardeal hondurenho Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa, que é conhecido por suas posições a favor de uma reforma no governo central da Igreja Católica, e o chileno Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo emérito de Santiago do Chile, profundo conhecedor dos bastidores da sede da denominação.
 
Durante o encontro, Francisco também recomendou que as lideranças regionais da Igreja Católica se esforcem em fazer a denominação se movimentar: “Vocês vão se equivocar, vão fazer bobagem, isso acontece! Talvez até vão receber uma carta da Congregação para a Doutrina [da Fé] dizendo que vocês disseram tal e tal coisa… Mas não se preocupem. Expliquem o que tenham que explicar, mas sigam em frente… Abram portas, façam algo aí onde a vida clama. Prefiro uma Igreja que se equivoca por fazer algo do que uma que adoece por ficar fechada”, incentivou.
 
O papa ainda pontuou que a Igreja precisa cumprir seu papel original e promover transformações sociais. O pontífice criticou as desigualdades sociais, o apego ao dinheiro, entre outros.
 
“É preciso inverter a moeda. Não é notícia que um idoso morra de frio durante a noite, ou que haja tantas crianças sem educação, ou com fome – eu penso na Argentina… Ao invés, as principais bolsas do mundo sobem ou descem três pontos e isso é um acontecimento mundial. É preciso inverter! Não pode ser. Os computadores não são feitos à imagem e semelhança de Deus, são um instrumento, sim, mas não mais do que isso. O dinheiro não é imagem e semelhança de Deus. Só a pessoa é imagem e semelhança de Deus. É preciso inverter. Esse é o Evangelho”, disse aos diretores da CLAR.
 
Nesse contexto, Francisco criticou a postura da Igreja Católica de apenas condenar o aborto, mas não estudar as causas do problema: “É preciso ir às causas, às raízes. O aborto é ruim, mas isso está claro. Mas o que há por trás do fato de aprovar essa lei, que interesses estão por trás…? Às vezes, são as condições postas pelos grandes grupos para apoiar com dinheiro, sabem? É preciso ir às causas, não podemos ficar apenas nos sintomas. Não tenham medo de denunciar… Vocês vão se dar mal, vão ter problemas, mas não tenham medo de denunciar. Essa é a profecia da vida religiosa”, enfatizou, segundo informações do site Reflexión y Liberación.


Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Prefeita entrega as chaves da cidade a Jesus Cristo e diz que Ele é a autoridade máxima em seu governo

Prefeita entrega as chaves da cidade a Jesus Cristo e diz que Ele é a autoridade máxima em seu governo
Num gesto simbólico durante um evento evangélico, a prefeita Margarita Arellanes Cervantes, da cidade de Monterrey, no México, entregou as chaves da cidade a Jesus Cristo e afirmou que Ele passava a ser a maior autoridade municipal.
 
O discurso de Cervantes foi ovacionado com aplausos, elogios e gritos de aleluia pelos fiéis que estavam presentes no “Ora Monterrey”, evento organizado pelo conselho de pastores local.
 
“Eu abri as portas deste município a Deus como a autoridade final, eu reconheço que sem a Sua presença e Sua ajuda não podemos ter sucesso real. Nós temos sido nos últimos meses, e digo isto com humildade, testemunhas de uma mudança positiva cada vez mais evidente em nossa cidade e podemos dizer que isso aconteceu porque nós abrimos a porta para Deus”, afirmou a prefeita.
 
Aparentemente, a ideia não foi unanimidade e a postura religiosa da prefeita tem rendido críticas. Margarita Arellanes Cervantes comentou o fato: “É engraçado como alguns se ofendem quando falamos de Deus publicamente. São intolerantes, e não fazem propostas responsáveis para construir um país melhor. [Os críticos] são silenciosos e mudos”, disse a prefeita.
 
“Vivemos em uma nação que canta todos os dias que o destino dos mexicanos pelo dedo de Deus foi escrito, mas ao mesmo tempo limita a atuar em segredo, ignorando quase todas as esferas da sociedade. Nem é preciso explicar o que uma sociedade sem Deus pode ter dor, pobreza e violência”, discursou a prefeita, que complementou dizendo que a entrega das chaves da cidade para Jesus Cristo é um convite feito “humildemente a Deus para vir a esta cidade e fazer a Sua morada. Senhor Jesus Cristo, bem-vindo ao Monterrey, a casa que nós construímos, é sua casa, obrigado”.
 
Assista ao discurso da prefeita Margarita Arellanes Cervantes (se preferir, use o serviço de legendas do Youtube, na barra inferior do vídeo):



Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastor Silas Malafaia diz que o dízimo, “além de ser uma ordenança, sempre envolveu bênçãos de prosperidade”; Leia na íntegra

Pastor Silas Malafaia diz que o dízimo, “além de ser uma ordenança, sempre envolveu bênçãos de prosperidade”; Leia na íntegra
Os dízimos, prática comum entre cristãos protestantes, causam polêmica quando questionados internamente ou até, por pessoas que não praticam a mesma fé.
 
Há quem defenda que a Nova Aliança, estabelecida a partir do sacrifício de Jesus na cruz, aboliu a obrigatoriedade de contribuição com o dízimo.
 
O pastor Silas Malafaia escreveu um artigo sobre o tema, e criticou o materialismo de quem se nega a entregar o dízimo como contribuição para as igrejas.
 
Segundo Malafaia, o dízimo é parte de uma promessa: “Além de ser uma ordenança, o dízimo sempre envolveu bênçãos de prosperidade, conforme Provérbios 3.9,10 e Malaquias 3.10-12”, escreveu.
 
O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo afirmou que “no Novo Testamento, não há nova regra para o dízimo”, pois “Jesus não condenou nem ab-rogou essa prática; apenas criticou o comportamento hipócrita dos religiosos que davam dízimo para se autopromoverem, sonegando o mais importante da Lei: o juízo, a misericórdia e a fé (Mateus 23.23)”.
 
Para Silas Malafaia, a contribuição com o dízimo é uma demonstração de fé, gratidão e obediência do cristão: “O Senhor se agrada daquele que dá voluntariamente e com alegria (2 Coríntios 9.7), e não daquele que apenas cumpre uma obrigação religiosa, por medo de atrair uma maldição ou de ir para o inferno. O cristão genuíno é conhecido pelo amor, pela fé, pela obediência e pela submissão ao Todo-poderoso. É impossível desassociar o dízimo e as ofertas de certas virtudes fundamentais da vida cristã. Logo, dar o dízimo atesta se o cristão crê em Deus e na Sua Palavra, se reconhece que Ele é o Provedor, se lhe é grato e se deseja contribuir para o evangelismo e o estabelecimento efetivo do Reino de Deus em cada coração”.
 
Não contribuir, na visão exposta por Malafaia, torna-se pecado por dar sinais de avareza: “A despeito disso, existem muitos cristãos que não percebem que dar o dízimo é um privilégio. Eles não conseguem entregar nem 10% do seu salário à causa do evangelho. Esse apego ao dinheiro demonstra um materialismo exacerbado e até avareza, um pecado de idolatria (Colossenses 3.5). E foi para evitar isso que o Senhor instituiu o dízimo”.
 
Confira a íntegra do artigo do pastor Silas Malafaia sobre o dízimo:
O dízimo ainda deve ser praticado à luz do Novo Testamento? 
O dízimo representa a décima parte do fruto do nosso trabalho consagrada a Deus. É uma expressão da fé, do amor e da gratidão do cristão pelo favor divino que lhe assegura a vida e o sustento espiritual e material.
Essa ordenança da Lei mosaica (Levítico 27.32), que no Antigo Testamento assegurava o sustento dos sacerdotes e dos levitas, já era praticada antes de Moisés. Abraão e Jacó, por exemplo, entregavam o dízimo de tudo o que possuíam (Gênesis 14.18-20; 28.22). Além de ser uma ordenança, o dízimo sempre envolveu bênçãos de prosperidade, conforme Provérbios 3.9,10 e Malaquias 3.10-12. 
No Novo Testamento, não há nova regra para o dízimo. Jesus não condenou nem ab-rogou essa prática; apenas criticou o comportamento hipócrita dos religiosos que davam dízimo para se autopromoverem, sonegando o mais importante da Lei: o juízo, a misericórdia e a fé (Mateus 23.23).
O Senhor se agrada daquele que dá voluntariamente e com alegria (2 Coríntios 9.7), e não daquele que apenas cumpre uma obrigação religiosa, por medo de atrair uma maldição ou de ir para o inferno.
O cristão genuíno é conhecido pelo amor, pela fé, pela obediência e pela submissão ao Todo-poderoso. É impossível desassociar o dízimo e as ofertas de certas virtudes fundamentais da vida cristã. Logo, dar o dízimo atesta se o cristão crê em Deus e na Sua Palavra, se reconhece que Ele é o Provedor, se lhe é grato e se deseja contribuir para o evangelismo e o estabelecimento efetivo do Reino de Deus em cada coração.
A despeito disso, existem muitos cristãos que não percebem que dar o dízimo é um privilégio. Eles não conseguem entregar nem 10% do seu salário à causa do evangelho. Esse apego ao dinheiro demonstra um materialismo exacerbado e até avareza, um pecado de idolatria (Colossenses 3.5). E foi para evitar isso que o Senhor instituiu o dízimo.
Quando devolvemos a Deus os 10% que Ele requer para que haja mantimento em Sua casa, estamos dizendo que Ele é o Senhor da nossa vida, que reconhecemos que tudo que somos e temos vem dele e pertence a Ele; somos apenas os mordomos.
O cristão que entrega o dízimo demonstra ter visão espiritual, fé nas promessas de Deus, compromisso com a igreja, com sua liderança e com a causa do evangelho, e será ricamente abençoado pelo Senhor.
Sugestões de leitura: 2 Crônicas 29; Malaquias 3.10-12


Por Tiago Chagas, para o Gospel+

segunda-feira, 10 de junho de 2013

JOELMA ANUNCIA FIM DA BANDA CALYPSO E INICIO DE CARREIRA GOSPEL


Com o suposto fim da banda Calypso, a cantora Joelma avisou aos fãs que pretende seguir agora a carreira gospel. A declaração foi dada durante um show no final da noite deste sábado, 8, no São João da Capitá, festa junina de Recife. Os fãs que estavam presentes na apresentação ficaram consternados com a mudança de estilo.

A filha da artista, Natália Sarraff, usou seu perfil no Facebook para apoiar a decisão da mãe: "tudo que é bom dura pouco? Pelo contrário, tudo que é bom dura para sempre, pois tudo de Deus dura para sempre. Feliz por sua decisão, minha mãe. Eu te apoio, pois te conheço e sei o que se passa em seu coração, e sei que agora você está feliz de verdade".

Natália também comentou a comoção dos fãs de Joelma: "só acho assim: ninguém morreu, pelo contrário, acaba de nascer uma nova vida, a vida que Deus escreveu muito antes do nascimento. Então vamos parar de falar bobagens e agradecer a Deus! Pois tudo nessa vida só acontece se Ele permitir, e tudo é para Sua glória. Só sei dizer que estou feliz, feliz por saber que a pessoa que mais amo está feliz

Em entrevista ao G1 de Pernambuco, o empresário da banda Fábio Macedo afirmou que, por conta dos compromissos já assumidos, Joelma, que é evangélica, só vai se dedicar ao novo ritmo em 2015. A assessoria da banda, no entanto, ainda não se pronunciou sobre o fim da banda Calypso.

"A Joelma, em seus momentos de reflexão e oração, pede muito conselho a Deus sobre a carreira. Então hoje, diante do governador do estado, Eduardo Campos, e do prefeito [do Recife] Geraldo Julio, ela disse que teria muita vontade de entregar a sua carreira à obra de Deus e só cantar música gospel", disse o empresário.

Polêmica - O suposto fim da banda está atrelado também à polêmica que Joelma se envolveu ao fazer declarações contra os homossexuais. Em março deste ano, em entrevista ao colunista Bruno Astuto, da revista Época, a cantora afirmou que ser gay é "como um drogado tentando se recuperar".

"Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra... Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar", afirmou ela.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

SOBRE FESTAS JUNINAS

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Por Augustus Nicodemus Lopes

A festa celebra o nascimento de João Batista, que virou um dos santos católicos. É realizada no dia 24 de junho com base no fato que João Batista havia nascido seis meses antes de Jesus (Lc 1:26,36). Se o nascimento de Jesus (Natal) é celebrado em 25 de dezembro, então o de João Batista é celebrado seis meses antes, em 24 de junho. É claro que estas datas são convenções, apenas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento do Senhor.

A origem das fogueiras nas celebrações deste dia é obscura. Parece que vem do costume pagão de adorar seus deuses com fogueiras. Os druidas britânicos, segundo consta, adoravam Baal com fogos de artifício. Depois a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Outra lenda é que na comemoração deste dia, fogueiras espontâneas surgiram no alto dos montes.

Já a quadrilha tem origem francesa, sendo uma dança da elite daquele país, que só prosperou no Brasil rural. Daí a ligação com as roupas caipiras. Por motivos obscuros acabou fazendo parte das festividades de São João.

Fazem parte ainda das celebrações no Brasil (é bom lembrar que estas festas também são celebradas em alguns países da Europa) as comidas de milho – provavelmente associadas com a quadrilha que vem do interior – as famosas balas de “Cosme e Damião.” São realizadas missas e procissões, muitas rezas e pedidos feitos a São João. As comidas são oferecidas a ele.

Se estas festividades tivessem somente um caráter religioso e fossem celebradas dentro das igrejas como se fossem parte das atividades dos católicos, não haveria qualquer dúvida quanto à pergunta, “pode um evangélico participar?” Acontece que as festas juninas foram absorvidas em grande parte pela cultura brasileira de maneira que em muitos lugares já perdeu o caráter de festa religiosa. Para muitos, é apenas uma festa onde acendem-se fogueiras, come-se milho preparado de diferentes maneiras e soltam-se fogos de artifício, sem menção do santo, e sem orações ou rezas feitas a ele.

Paulo enfrentou um caso semelhante na igreja de Corinto. Havia festivais pagãos oferecidos aos deuses nos templos da cidade. Eram os crentes livres para participar e comer carne que havia sido oferecida aos ídolos? A resposta de Paulo foi tríplice:

  • O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto e portanto, idolatria (1Cor 10:19-23). Na mesma linha, eu creio que os crentes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação do São João, pois isto implicaria em culto idólatra e falso.
  • O crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer (1Cor 10:27-31). Fazendo uma aplicação para nosso caso, se convidado para ir a casa de um amigo católico neste dia para comer milho, etc., ele poderia ir, desde que não houvesse atos religiosos e desde que ninguém ali ficasse escandalizado.



  • E por fim, Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. A exceção é causar escândalo (1Cor 10:25-26). Aplicando para nosso caso, não vejo problema em o crente comer milho, pamonha, mungunzá, etc. neste dia e estar presente em festas juninas onde não há qualquer vínculo religioso, desde que não vá provocar escândalos e controvérsias. Se Paulo permitiu que os crentes comessem carne que possivelmente vieram dos templos pagãos para os açougues, desde que não fosse em ambiente de culto, creio que podemos fazer o mesmo, ressalvado o amor que nos levaria à abstinência em favor dos que se escandalizariam.

      Segue abaixo parte de um livro meu onde abordo com mais detalhes o que Paulo ensinou aos coríntios em casos envolvendo a liberdade cristã.

      O Culto Espiritual, Augustus Nicodemus Lopes. Cultura Cristã, 2012.

      “A situação de Corinto era diferente. O problema lá não era o mesmo tratado no concílio de Jerusalém. O problema não era os escrúpulos de judeus cristãos ofendidos pela atitude liberal de crentes gentios quanto à comida oferecida aos ídolos. Portanto, a solução de Jerusalém não servia para Corinto. É provavelmente por esse motivo que o apóstolo não invoca o decreto de Jerusalém.[1] Antes, procura responder às questões que preocupavam os coríntios de acordo com o princípio fundamental de que só há um Deus vivo e verdadeiro, o qual fez todas as coisas; que o ídolo nada é nesse mundo; e que fora do ambiente do culto pagão, somos livres para comer até mesmo coisas que ali foram sacrificadas.

      1. A primeira pergunta dos coríntios havia sido: era lícito participar de um festival religioso num templo pagão e ali comer a carne dos animais sacrificados aos deuses? Não, responde Paulo. Isso significaria participar diretamente no culto aos demônios onde o animal foi sacrificado (1 Co 10.16-24). Paulo havia dito que os deuses dos pagãos eram imaginários (1 Co 10.19). Por outro lado, ele afirma que aquilo que é sacrificado nos altares pagãos é oferecido, na verdade, aos demônios e não a Deus (10.20). Paulo não está dizendo que os gentios conscientemente ofereciam seus sacrifícios aos demônios. Obviamente, eles pensavam que estavam servindo aos deuses, e nunca a espíritos malignos e impuros. Entretanto, ao fim das contas, seu culto era culto aos demônios.[2] Paulo está aqui refletindo o ensino bíblico do Antigo Testamento quanto ao culto dos gentios:
      Sacrifícios ofereceram aos demônios, não a Deus... (Dt 32.17)
      ...pois imolaram seus filhos e suas filhas aos demônios (Sl 106.37).
       O princípio fundamental é que o homem não regenerado, ao quebrar as leis de Deus, mesmo não tendo a intenção de servir a Satanás, acaba obedecendo ao adversário de Deus e fazendo sua vontade. Satanás é o príncipe desse mundo. Portanto, cada pecado é um tributo em sua honra. Ao recusar-se a adorar ao único Deus verdadeiro (cf. Rm 1.18-25), o homem acaba por curvar-se diante de Satanás e de seus anjos.[3] Para Paulo, participar nos festivais pagãos acabava por ser um culto aos demônios. Por esse motivo, responde que um cristão não deveria comer carne no templo do ídolo. Isso eqüivaleria a participar da mesa dos demônios, o que provocaria ciúmes e zelo da parte de Deus (1 Co 10.21-22). Paulo deseja deixar claro para os coríntios “fortes”, que não tinham qualquer intenção de manter comunhão com os demônios, que era a atitude deles em participar nos festivais do templo que contava ao final. Era a força do ato em si que acabaria por estabelecer comunhão com os demônios.[4]

      2. Era lícito comer carne comprada no mercado público? Sim, responde Paulo. Compre e coma, sem nada perguntar (1 Co 10.25). A carne já não está no ambiente de culto pagão. Não mantém nenhuma relação especial com os demônios, depois que saiu de lá. Está “limpa” e pode ser consumida.

      3. Era lícito comer carne na casa de um amigo idólatra? Sim e não, responde Paulo. Sim, caso não haja, entre os convidados, algum crente “fraco” que alerte sobre a procedência da carne (1 Co 10.27). Não, quando isso ocorrer (1 Co 10.28-30).

      O ponto que desejo destacar é que para o apóstolo Paulo a carne que havia sido sacrificada aos demônios no templo pagão perdia a “contaminação espiritual” depois que saia do ambiente de culto. Era carne, como qualquer outra. É verdade que ele condenou a atitude dos “fortes” que estavam comendo, no próprio templo, a carne sacrificada aos demônios. Mas isso foi porque comer a carne ali era parte do culto prestado aos demônios, assim como comer o pão e beber o vinho na Ceia é parte de nosso culto a Deus. Uma vez encerrado o culto, o pão é pão e o vinho é vinho. Aliás, continuaram a ser pão e vinho, antes, durante e depois. A mesma coisa ocorre com as carnes de animais oferecidas aos ídolos. E o que é verdade acerca da carne, é também verdade acerca de fetiches, roupas, amuletos, estátuas e objetos consagrados aos deuses pagãos. Como disse Calvino,
      Alguma dúvida pode surgir se as criaturas de Deus se tornam impuras ao serem usadas pelos incrédulos em sacrifícios. Paulo nega tal conceito, porque o senhorio e possessão de toda terra permanecem nas mãos de Deus. Mas, pelo seu poder, o Senhor sustenta as coisas que tem em suas mãos, e, por causa disto, ele as santifica. Por isso, tudo que os filhos de Deus usam é limpo, visto que o tomam das mãos de Deus, e de nenhuma outra fonte.[5]”
      _______________________________
      Notas:
      [1] Note que Paulo não teve qualquer problema em anunciar o decreto em Antioquia, o que produziu muito conforto entre os irmãos (At 15.30-31).
      [2] Não somente Paulo, mas os cristãos em geral tinham esse conceito. João escreveu: “Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar” (Ap 9.20).
      [3] Cf. Charles Hodge, A Commentary on 1 & 2 Corinthians (Carlisle, PA: Banner of Truth, 1857; reimpressão 1978) 193.
      [4] Hodge (1 & 2 Corinthians, 194) chama a nossa atenção para o fato de que o mesmo princípio se aplica hoje aos missionários que, por força da “contextualização”, acabam por participar nos festivais pagãos dos povos. Semelhantemente, os protestantes que participam da Missa católica, mesmo não tendo intenção de adorar a hóstia, acabam cometendo esse pecado, ao se curvar diante dela.
      [5] João Calvino, Exposição de 1 Coríntios, em Comentário à Sagrada Escritura, trad. Valter G. Martins (São Paulo: Paracletos, 1996) 320.

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      Igreja Presbiteriana aceita ordenação de pastores gays e causa divisão na maior denominação evangélica dos EUA

      Igreja Presbiteriana aceita ordenação de pastores gays e causa divisão na maior denominação evangélica dos EUA
      Considerada a maior denominação evangélica/protestante dos Estados Unidos, a Igreja Presbiteriana dos EUA, está enfrentando atualmente o maior êxodo da denominação em toda sua história no país. No ano passado, a Comunhão Presbiteriana (PCUSA) contabilizou a saída de mais de cem congregações de sob a liderança da organização.
       
      O motivo desse forte êxodo na igreja foi uma mudança no estatuto geral da denominação, que passou a permitir a ordenação de clérigos assumidamente gays. De acordo com o site Protestante Digital, a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) revelou que durante o no ano passado (2012) viu a maior saída de congregações da denominação, com 121 abandonos solicitados.
       
      O desligamento de congregações da Comunhão Presbiteriana teve seu início em 2010, quando a 219ª Assembleia Geral, formada pela maioria dos presbitérios, votaram e aprovaram a Alteração da emenda 10 do estatuto da denominação, permitindo que os clérigos abertamente homossexuais pudessem ser ordenados. No ano seguinte, quando Scott Anderson foi o primeiro clérigo abertamente gay a ser ordenado pastor da denominação, a saída foi de 21 congregações, a grande maioria por discordarem das novas regras a respeito da ordenação de pastores.
       
      Emily Enders Odom, coordenador de comunicação da Assembleia, explicou a situação em um comunicado, no qual afirma que apesar da dor produzida pela separação apenas “29 por cento dos 173 presbitérios” opuseram-se à norma.
       
      O estudioso de religiões Jim Miller, do Instituto de Religião e Democracia, comentou o caso citando um estudo que mostra que as congregações das Igrejas Presbiterianas dos EUA (PCUSA-sigla em inglês) estão sofrendo um declínio no número de membros regulares. Ao final de 2012 eram cerca de 1,84 milhões de fiéis, ante aos 1,95 milhões no final de 2011. Isso representa uma perda de mais de 102 mil membros neste período.
       
      A saída desse elevado número de congregações da comunhão motivou também a criação de uma nova ordem para acolher tais igrejas, que já se organizam em uma nova comunhão denominacional.


      Por Dan Martins, para o Gospel+
       
       

      Estudante desafia proibição do governo, ora o Pai Nosso durante formatura e é ovacionado pelos colegas

      Estudante desafia proibição do governo, ora o Pai Nosso durante formatura e é ovacionado pelos colegas
      Uma resolução que proíbe estudantes de orarem em ambientes escolares no Estado da Carolina do Sul, Estados Unidos, foi desafiada por um formando durante a cerimônia de colação de grau.
       
      Ray Costner IV era o orador oficial de sua turma, e protestou contra a resolução ao inserir, no meio de seu discurso, a oração do Pai Nosso. A reação do público foi imediata, e os aplausos encobriram sua voz.
       
      A formatura dos alunos do Ensino Médio aconteceu no último dia 01 de junho, e Ray explicou que seu discurso original tinha sido pré-aprovado pelo governo, mas ele não faria conforme o planejado.
       
      “Eu estou tão feliz que meus pais me levaram para o Senhor durante a juventude”, disse o jovem, que complementou: “Eu acho que a maioria de vocês vai entender quando eu digo: ‘Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia e perdoa-nos por nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos tem ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Porque Teu é o reino, o poder e a glória para sempre e sempre. Amém”.
       
      O apoio ao aluno por parte do público desencorajou qualquer tipo de represália por parte dos mestres de cerimônia, que assistiram à corajosa atitude do rapaz impassíveis.
       
      Segundo informações do WND, a resolução do governo proibindo orações em escolas e cerimônias públicas ligadas ao Estado se deu devido a pressões de ativistas ateus. O porta-voz do distrito escolar de Pickens, John Eby, disse que “houveram reclamações da entidade Freedom From Religion Foundation a respeito da existência de manifestações religiosas em reuniões do conselho e algumas outras questões também”.
       
      Perante essa situação, todas as escolas receberam a resolução proibindo orações, permitindo apenas um momento de silêncio para os alunos.
       
      A opção por desafiar as ameaças dos ativistas ateus rendeu diversos elogios nas redes sociais. O porta-voz John Eby afirmou que, como Ray Costner IV agora está formado não há nada que se possa fazer contra ele: “Não vamos punir os estudantes por expressarem suas crenças religiosas. Ele é um graduado agora. Não há nada que possamos fazer sobre isso, mesmo se quiséssemos”.


      Por Tiago Chagas, para o Gospel+
       
       

      Em reedição do Sai de Baixo, da Globo, personagem Caco Antíbes protesta contra o pastor: “Chupa Feliciano!”

      Em reedição do Sai de Baixo, da Globo, personagem Caco Antíbes protesta contra o pastor: “Chupa Feliciano!”
      O seriado de comédia Sai de Baixo, que era apresentado pela TV Globo e há onze anos saiu do ar, está ganhando quatro novos episódios, e como sempre, o humor dos atores Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian e Luis Gustavo está carregado de polêmica.
       
      Na gravação do primeiro episódio inédito, o personagem Caco Antíbes, interpretado por Miguel Falabella, protestou contra o pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
       
      “Chupa Feliciano”, gritou o ator, interpretando uma fala de Caco, durante a gravação no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Os episódios inéditos serão transmitidos pelo canal por assinatura Viva.
       
      Nesta cena, Caco Antíbes está hospedado na casa de sua antiga empregada, e se vê obrigado a dividir o quarto com o mordomo, interpretado por Tony Ramos.
      Vendo-se numa situação adversa, Caco pega na mão do mordomo e de sua mulher, Magda (interpretada por Marisa Orth), e diz que enquanto esteve preso na Dinamarca, foi obrigado a aprender coisas novas, insinuando uma relação sexual entre três pessoas, e diz: “Vou pegar esse urso! Chupa, Feliciano!”.
       
      Segundo informações do Uol, a plateia da gravação do programa aplaudiu o protesto do programa humorístico.
       
      A atitude gerou a ira dos cristãos que usaram redes sociais para condenar a atitude. “Cala a boca, você nem sabe do que está falando”, disse um usuário do Twitter se referindo a Miguel Falabella.


      Por Tiago Chagas, para o Gospel+
       
       

      terça-feira, 4 de junho de 2013

      Pr. Sóstenes Apolos da Silva: Cerca de cinco mil pessoas prestam última homenagem ao líder evangélico

      Pastor Sóstenes Apolos da Silva foi velado na tarde desta terça-feira, no Ginásio de Esportes da Polícia Militar         
       
      Pastor Sóstenes Apolo da Silva, presidente da Assembleia de Deus do Plano Piloto, morreu nessa segunda-feira (3/6) (Reprodução/Google)
      Pastor Sóstenes Apolo da Silva, presidente da Assembleia de Deus do Plano Piloto, morreu nessa segunda-feira (3/6)
       
      O corpo do pastor Sóstenes Apolos da Silva, presidente da Assembleia de Deus do Plano Piloto, foi enterrado no Cemitério Campo da Esperança na tarde desta terça-feira (4/6). Segundo estimativas da Polícia Militar, cerca de cinco mil pessoas passaram pelo velório e centenas já estavam no Campo da Esperança esperando o corpo do pastor.

      O corpo do pastor Sóstenes foi velado nesta tarde no Ginásio de Esportes da Polícia Militar. O pastor morreu na noite dessa segunda-feira (3/6), aos 64 anos, após complicações decorrentes de um câncer raro.

      No velório, além dos familiares, estavam presentes o pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus de Belém do Pará e o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wasny de Roure. "Ele era um verdadeiro pastor de ovelhas, que honrava e gostava de ouvir a igreja. Um homem inovador e corajoso", relatou Samuel Câmara.

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      Sóstenes era considerado um "guia religioso" dos políticos, como a ex-ministra Marina Silva. "Ele era uma pessoa muito respeitada e conhecida pela atitude de responsabilidade junto à comunidade evangélica. Sabia que o Estado era uma coisa e a igreja outra", afirmou o presidente da Câmara. A ex-ministra Marina Silva compareu ao velório, mas não falou com a impresa.
       
      O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, também esteve no velório. "É uma perda enorme. Não só por ser um grande amigo como também pelo trabalho social e espiritual que ele desenvolveu ao longos dos anos" afirmou.
       
       
      Fonte Correio Brasiliense/Com informações de Adriana Bernardes.
       
       

      PR SÓSTENES APOLOS DA SILVA - CHAMADO À GLÓRIA


      Faleceu nesta segunda-feira (3/junho) o Pr. Sóstenes Apolos da Silva, pastor presidente da Assembleia de Deus do Plano Piloto, mais conhecida como Igreja do Novo Dia, localizada às margens da Avenida L2 Sul, Quadra 611 – Módulo 77 – Bloco “E” – Brasília – DF.
       
      O Pr. Sóstenes também estava no pleno exercício de mais uma gestão, como Presidente da CEADDIF - Convenção Evangélica das Assembleias de Deus do Distrito Federal, mais antiga convenção do DF, registrada sob no. 15 junto a CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
       
      Pr. Sóstenes Apolos, procedente de Aurilândia no Estado de Goiás, deixa víúva a irmã Heronildes Silva da Mata (Herô), com quem estava casado há 30 anos, além de três filhos,  Hadman Daniel, Habner Lemuel e Misael Hermon, suas noras e netos.
       
      O Pr. Sóstenes Apolos da Silva, que era graduado em Teologia e Engenharia Agronômica, com Mestrado em Informática, chegou na Igreja do Novo Dia em julho de 1978. Serviu em diversos setores até que, em janeiro de 1987, o Senhor confiou a ele a presidência daquela igreja sucedendo o Pr. Elizeu Menezes de Oliveira.
       
       
       
      Que o Espírito Santo console a família enlutada.
       
      Preciosa é à vista dos Senhor a morte dos seus santos“, (Salmos 116.15).
       
       
       
       

      segunda-feira, 3 de junho de 2013

      Ex humorista afirma ter encontrado Jesus em uma parada gay

      Ex humorista afirma ter encontrado Jesus em uma parada gay
      O ex-humorista Ricardo Tofanelo, que fez sucesso nos anos 2000 na Metropolitana FM, em São Paulo, interpretando a travesti Judith no humorístico Chupim, concedeu uma entrevista à revista Veja falando de sua conversão e sua atual vida como pastor evangélico.
       
      Tofanelo, que há três anos está afastado da mídia, está à véspera de lançar o documentário em DVD “Do Rosa ao Choque”, que conta sua história e conversão. Ele revela como se converteu, e conta ter “encontrado Jesus” em uma parada gay.
       
      - Gastava 2.800 reais por mês em cocaína. Um dia, achei que a polícia iria me pegar e me refugiei num culto às 7 horas. Aí, virei fiel. Mas encontrei Deus mesmo na Parada Gay. – afirmou o ex humorista.
       
      - Tinha assinado contrato para desfilar num dos trios. Se faltasse, pagaria multa de 40 000 reais. Exigi tocar uma música gospel, Faz um Milagre em Mim. Quando ouvi, Deus me libertou de drogas, sexo… – completou Tofanelo, que contou ainda que atualmente é pastor Igreja Plenitude do Trono de Deus.
       
      Ele falou ainda de suas finanças, contando que compra e revende horários em rádios gospel, o que faz sua renda chegar a R$9 mil por mês, equivalente a metade do que recebia quando interpretava a travesti Judith.
       
      Questionado se deixou de ser homossexual, o ex-humorista afirmou que não sente mais vontade de manter relações com homens. Ele respondeu também uma pergunta sobre sua opinião acerca do pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e considerado o novo desafeto da comunidade GLS, afirmando que Feliciano atua em defesa da família.
       
      - Ele quer preservar a família e não desrespeita homossexuais. Os gays pedem respeito, mas na parada só vemos travestis de peito de fora – afirmou.


      Por Dan Martins, para o Gospel+

      Padre exorcista pede que mais sacerdotes católicos sejam treinados pelo Vaticano para expulsar demônios

      Padre exorcista pede que mais sacerdotes católicos sejam treinados pelo Vaticano para expulsar demônios
      Afirmando já ter enviado de volta para o inferno mais 160 mil demônios, o padre católico Gabriele Amorth, de 88 anos, quer que o Vaticano dê mais liberdade para que seus sacerdotes realizem rituais de exorcismo, e também que mais padres sejam treinados para tal tarefa.
       
      De acordo com o The Christian Post, o religioso afirma que fará um pedido ao papa Francisco para que ele autorize todos os padres a realizarem exorcismos sem a pré-aprovação da igreja, de forma a lidar com um aumento da demanda do ritual que ele afirma existir entre os fiéis.
       
      - Vou pedir ao papa para dar aos padres o poder de realizar exorcismos, e garantir que padres sejam treinados corretamente para os rituais durante o seminário. Existe uma grande demanda – afirma Amorth.
       
      O padre afirmou que fará seu pedido ao papa inspirado num suposto exorcismo que Francisco realizou em plena Praça São Pedro.
       
      - O papa também é o bispo de Roma, e como todo bispo ele também é um exorcista. E aquilo foi um exorcismo verdadeiro. Se o Vaticano nega isso, é sinal de que eles não sabem de nada – declarou, segundo o The Sunday Times, declarando ainda que o suposto exorcismo realizado pelo papa ajudaria a balancear um mundo no qual as pessoas não acreditam no diabo.
       
      - Vivemos em uma era na qual Deus foi esquecido. E sempre que Deus não está presente, o diabo lidera – explica.
       
      - Atualmente, infelizmente, os bispos não nomeiam tantos exorcistas. Precisamos de muitos mais. Espero que Roma mande nossas diretivas aos bispos espalhados pelo mundo para que eles nomeiem mais exorcistas – completa.
       
      A Igreja Católica possui um documento datado de 1614 onde estipula as maneiras como os sacerdotes treinados para rituais de exorcismo devem operar. As diretrizes estabelecidas pela igreja orientam que os padres devem seguir um ritual conhecido como “De exorcismis et supplicationibus quibusdam”, ou, em português “Exorcismos e determinadas súplicas”.
       
      Segundo o The Christian Post, o padre defende que o aumento do número de padres treinados para realizar tais rituais, afirmando especialmente que “há agora, mais do que nunca, necessidade de combater pessoas possuídas por ‘magos’ e ‘satanistas’”.
       
      - O diabo está sempre escondido e a coisa que ele mais quer é que as pessoas acreditem que ele não existe. Ele estuda cada um de nós e nossos gostos e tendências sejam para o bem, sejam para o mal para nos tentar – conclui o religioso.


      Por Dan Martins, para o Gospel+

      Pai de Dinho, do Mamonas Assassinas, processa pastor Marco Feliciano e pede indenização

      Pai de Dinho, do Mamonas Assassinas, processa pastor Marco Feliciano e pede indenização
      O pastor e deputado federal Marco Feliciano, atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara Federal, irá responder a um processo por danos morais movido por Hildebrando Alves, pai do vocalista do grupo Mamonas Assassinas, Dinho, que morreu após o avião em que a banda estava colidir com a Serra da Cantareira.
       
      O processo é motivado pelas declarações de Feliciano que disse, durante um culto, que Deus matou os cantores após declarações de afronta a Deus. Durante um culto gravado há mais de dez anos, o parlamentar diz que Deus teria permitido a morte dos músicos da banda, em 1996, porque eles colocaram nas bocas das crianças canções cheias de palavrões.
       
      - O avião estava no céu, região do ministro do juízo de Deus. Lá na Serra da Cantareira, ao invés de virar para um lado, o manche tocou pra outro. Um anjo pôs o dedo no manche e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças – diz Feliciano, em vídeo do culto que circula na internet.
       
      Segundo o jornal Extra Hildebrando Alves Leite disse que considera um absurdo as afirmações feitas pelo deputado contra os integrantes da banda, e que vai entrar com o processo nessa semana ou na semana que vem.
       
      O advogado da família de Dinho, Dr. Darci Pannocchia, explica que a família não está focada no dinheiro, e sim na coerência.
       
      - Esse é um tipo de ação pedagógica, na qual o valor não é o importante – explicou Pannocchia.
       
       
       
      Por Dan Martins, para o Gospel+
       
       

      Fundador de seita que se autoproclama reencarnação de Jesus atrai fiéis e causa preocupação às autoridades e líderes cristãos

      Fundador de seita que se autoproclama reencarnação de Jesus atrai fiéis e causa preocupação às autoridades e líderes cristãos
      Um homem que se autoproclama a reencarnação de Jesus Cristo tem chamado a atenção de especialistas e causado preocupação a líderes religiosos pela quantidade de seguidores que ele tem atraído para sua seita, na Austrália.
       
      A Divine Truth, (Verdade Divina), igreja fundada por Alan John Miller, tornou-se alvo de observação das autoridades australianas pelas características de seus seguidores. Os adeptos da seita passaram a fazer aquisições de lotes próximo à sede da Divine Truth, com o objetivo de estar perto do suposto Jesus.
       
      Entre as crenças do grupo, está a ideia de que não apenas Miller seja a reencarnação de Jesus, mas que sua parceira, Mary Luck, seja a própria Maria Madalena, amiga e discípula de Jesus que presenciou a crucificação.
       
      “Tenho lembranças muito claras da crucificação, mas isso é tão angustiante para mim como foi para outros, como Maria, que estava presente. Quando você é um com Deus, você não está em um estado de medo, e você tem um bom controle sobre as sensações e níveis de dor que seu corpo pode absorver”, disse Miller em entrevista à TV britânica Sky News.
       
      Entre os ensinos da seita, é difundido que “após a sua crucificação”, Jesus entrou no mundo dos espíritos e conheceu Platão, Sócrates, diversos papas e presidentes, e que essas conversas com as figuras mencionadas serviram para lembrá-lo dos milagres que realizou há dois mil anos. “Eu revivi um número de pessoas… incluindo meu amigo Lázaro, que a maioria das pessoas sabe que é mencionada na Bíblia”, diz Miller.
       
      Sobre as críticas de pessoas que o classificam como falso profeta, Miller rebate dizendo que essa não é a primeira vez que contestam sua santidade: “Havia muitas pessoas no primeiro século não acreditavam que eu era o Messias e se sentiram ofendidos com o que Eu disse – e, na verdade, morri nas mãos de alguns deles”.
       
       
      Por Tiago Chagas, para o Gospel+