terça-feira, 29 de junho de 2021

“Avivamento”: Igreja batiza 1.200 pessoas que passaram a seguir a Cristo na pandemia

“Avivamento”: Igreja batiza 1.200 pessoas que passaram a seguir a Cristo na pandemia

Entre os batizados, estão pessoas que se juntaram à igreja na pandemia e pessoas que tomaram a decisão no momento.
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  • Mais de 1.200 pessoas foram batizadas no sul da Califórnia. (Foto: Tom Price/Calvary CCH)
    Mais de 1.200 pessoas foram batizadas no sul da Califórnia. (Foto: Tom Price/Calvary CCH)

    Um batismo em massa foi realizado no último sábado (26) na cidade litorânea de Huntington Beach, na Califórnia (EUA). Pelo menos 1.200 pessoas desceram às águas e reconheceram publicamente sua fé em Jesus Cristo.

    O batismo foi realizado pela igreja Calvary Chapel Chino Hills na praia de Pirate's Cove, na região de Corona Del Mar. Entre os batizados, estão pessoas que se juntaram à igreja em 2020 — ano marcado pelo fechamento de igrejas na pandemia — e pessoas que tomaram a decisão no momento.

    “Esta é apenas parte dos esforços da igreja para ser espiritualmente ativa em sua comunidade à medida que o dia do Senhor se aproxima”, diz a denominação na revista Calvary Chapel.

    O evento, considerado pela Calvary CCH como o mais importante do ano, começou às 9h da manhã com uma pregação do pastor Jack Hibbs. Aqueles que haviam participado do curso de batismo tiveram sua fé fortalecida, enquanto as pessoas que não frequentam a igreja foram atraídas pela mensagem de salvação.

    A manhã passou rapidamente enquanto os atos públicos de fé eram feitos — os batismos foram realizados até depois do meio-dia. 

    Segundo a Calvary CCH, o grande número de batismos encoraja não apenas a igreja local, mas a igreja em geral, “sinalizando que o Senhor está operando um avivamento espiritual no sul da Califórnia”.

    Durante sua mensagem, o pastor Hibbs desafiou as pessoas a pensarem na praia como um cemitério. “Você está exibindo publicamente que sua vida agora está enterrada com Jesus”, disse, segundo o Charisma News. 

    Ele também fez um importante esclarecimento sobre o real significado do batismo. “Mergulhar na água só vai te deixar molhado. Mas mergulhar como um crente é um anúncio de que você foi lavado no sangue de Jesus”, disse. “Por que isso é importante? Você deve nascer de novo para entrar no Reino dos Céus... É por isso que você está aqui hoje.”

    FONTE: GUIAME

    sábado, 26 de junho de 2021

    Ateus processam estado americano por frase `Em Deus Confiamos´ em placas de carros

     

    Ateus processam estado americano por frase `Em Deus Confiamos´ em placas de carros

    A ação pede que os motoristas possam customizar suas placas sem ter que usar a etiqueta padrão `Em Deus Nós Confiamos.

    Ateus processam estado americano por frase `Em Deus Confiamos´ em placas de carros

    Grupos ateus e humanistas estão processando o estado americano do Mississippi por causa da placa “In God We Trust” (traduzida como “Em Deus Nós Confiamos”), por considerá-la inconstitucional.

    Em uma queixa federal registrada na terça-feira (22) no tribunal distrital do Mississippi, os grupos Ateus da América, a Associação Humanista do Mississippi e três moradores incrédulos afirmam que a placa viola a liberdade de expressão de pessoas sem crença, as forçando a exibir a mensagem religiosa em seus veículos .

    “A frase ‘Em Deus Nós Confiamos’ está enraizada na hostilidade contra não-cristãos e ateus, com o objetivo de transmitir a mensagem de que a não crença no deus cristão é antiamericana”, dizem os grupos no processo.

    O modelo da placa de carros do Mississippi tem sido usado por motoristas desde janeiro de 2019, de acordo com a Associated Press. O centro da placa mostra o selo do estado, que inclui a frase em inglês “In God We Trust”. 

    O Mississippi oferece vários designs especiais de placas de veículos por cerca de US$ 30 extras por ano. No processo, os grupos alegam que os motoristas devem escolher entre exibir a placa padrão ou pagar uma taxa extra para personalizá-la.

    O processo busca medida cautelar contra Chris Graham, comissário do Departamento de Receita do Mississippi, o proibindo de cobrar taxas adicionais aos motoristas “que não desejam apoiar a mensagem ideológica do estado, ‘Em Deus Nós Confiamos’, a exibindo em seus veículos.”

    A ação também pede que os motoristas possam customizar suas placas sem ter que usar a etiqueta padrão “In God We Trust”.

    Os ateus americanos, em um comunicado, criticaram o governador do Mississippi, Tate Reeves, por defender os esforços do Senado para colocar “In God We Trust” no selo do estado quando foi vice-governador em 2014.

    “Não importa o quanto o governador Reeves ou outros políticos queiram fingir que o Mississippi é algum tipo de clube somente para cristãos, isso não significa que seja verdade”, disse o presidente dos ateus americanos, Nick Fish. 

     

    Fonte: Guiame / Com informações Religion News Service / Foto: AP/Rogelio V. Solis (23.06.21)

    terça-feira, 22 de junho de 2021

    Museu da Assembleia de Deus é inaugurado em Belém do Pará em comemoração a seus 110 anos

    Museu da Assembleia de Deus é inaugurado em Belém do Pará em comemoração a seus 110 anos

    O espaço reúne peças que marcaram os mais de um século de história da igreja pentecostal no Brasil e já está aberto para visitação.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE O LIBERAL

    ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 21 JUNHO DE 2021 AS 10:43

    Comemorando seus 110 anos, a AD em Belém do Pará inaugurou o novo Museu da Assembleia de Deus. (Foto: Divulgação).
    Comemorando seus 110 anos, a AD em Belém do Pará inaugurou o novo Museu da Assembleia de Deus. (Foto: Divulgação).

    O novo museu da Assembleia de Deus foi inaugurado neste sábado (19), em Belém do Pará (PA), como parte das comemorações do aniversário dos 110 anos da Assembleia de Deus, fundada na cidade pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren.

    O evento de inauguração contou com uma restituição teatral da chegada dos pioneiros ao Brasil, no Porto de Belém. Os participantes do evento estavam vestidos com roupas da época da fundação da igreja, como uma forma de homenagear a história da denominação pentecostal.

    Localizado anteriormente no bairro da Campina, de 2011 a 2020, o museu da AD foi transferido para o bairro Nazaré num prédio histórico, que foi revitalizado. O espaço reúne peças que marcaram os mais de um século de história da igreja pentecostal no Brasil e já está aberto para visitação.

    Entre as peças históricas, estão documentos, livros, instrumentos musicais, objetos pessoais, pinturas e fotografias numa linha de tempo da denominação em Belém do Pará, no Brasil e no exterior. O Museu conta também com materiais doados pela família dos pioneiros.

    Segundo o pastor Philipe Câmara, um dos líderes da AD no Pará, além de preservar a história da denominação pentecostal, o museu propõe a reflexão sobre a importância de valorizar e se inspirar no passado para construir o futuro.

    “Um dos segredos de uma igreja grande é preservar sua história e identidade, sem deixar de apontar para frente. Um povo sem história é um povo sem identidade. A geração mais nova deve conhecer de onde viemos e nossas origens, até no sentido de se orgulhar do que Deus fez. Em um local simples como o nosso, dois estrangeiros de 27 e 24 anos sem saber o idioma e sem dinheiro no bolso, construíram uma igreja com mais de 27 milhões de membros", afirmou, em entrevista ao O Liberal. 

    Acervo

    O acervo do museu conta com peças históricas da época dos pioneiros. Como os baús dos missionários Samuel Nyström e Nels Nelson, jarra litúrgicas raras utilizadas em cerimoniais, exemplares das primeiras revistas da Escola Bíblica Dominical, e o contrabaixo acústico da primeira orquestra da Assembleia de Deus em terras brasileiras.

    No museu está também a primeira edição da partitura da Harpa Cristã, o hinário oficial das Assembleias de Deus no Brasil, lançado em 1922, inicialmente organizado pelo missionário Samuel Nyström e posteriormente traduzido e editado pelo pastor Paulo Leivas Macalão.

    Também faz parte do acervo, a bússola do barco Boas Novas, doado em 1914 por um fazendeiro no Marajó, local onde foi estabelecido o primeiro trabalho evangelístico itinerante de Daniel Berg, após chegar em Belém. O barco foi o primeiro veículo usado pela Assembleia de Deus no Brasil para evangelização.


     

    segunda-feira, 21 de junho de 2021

    Ditador da Coreia do Norte admite crise alimentar no país

    Ditador da Coreia do Norte admite crise alimentar no país

    Kim Jong-un culpou fenômenos climáticos e COVID-19 pela falta de comida


    O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, admitiu durante a reunião do partido, em 14 de junho, que há escassez de alimento no país. “A situação alimentar das pessoas está ficando tensa", reconheceu aos principais líderes. O ditador culpou os tufões, que passaram pelo território em 2020, pela insuficiente colheita de grãos.

    Mas a realidade é que o bloqueio completo nas fronteiras para impedir a entrada da COVID-19 impediu o acesso a suprimentos agrícolas como fertilizantes, pesticidas e outros produtos importados, principalmente da China. Além disso, Kim argumentou que o mundo todo está em crise e por isso a Coreia do Norte também foi atingida.

    Quantos norte-coreanos foram atingidos pela crise alimentar atual?

    A vigilância acirrada nas fronteiras também dificultou que ONGs enviassem comida para socorrer a população norte-coreana. De acordo com a ONU, estima-se que 10 milhões de pessoas, ou seja, 40% da população, precisem de ajuda alimentar urgente. Uma das consequências da escassez de alimentos é o aumento dos valores dos itens disponíveis. Um quilo de banana, por exemplo, está custando 225 reais.

    Segundo o portal de notícias DailyNK, muitas famílias venderam as próprias casas para comprar comida. Isso fez com que o número de desabrigados aumentasse. Eles agora vivem nas ruas ou estações de trem. “É muito incomum para Kim Jong-un expressar publicamente as dificuldades da situação alimentar em uma reunião oficial e relatá-la à mídia central — os integrantes da família Kim são tratados como deuses na Coreia do Norte e raramente admitem problemas ou erros. É um sinal da gravidade da situação dentro da Coreia do Norte que o líder do país admita a crise que está enfrentando”, explica Timothy Cho*, cristão norte-coreano refugiado e colaborador da Portas Abertas.

    Em abril, Kim advertiu os líderes que deveriam travar outra difícil “Marcha Árdua”. A expressão se refere ao período da Grande Fome que assolou o país na década de 1990. Estima-se que 3 milhões de pessoas morreram de desnutrição na época e muitos norte-coreanos fugiram para os países vizinhos em busca de melhores condições de vida. Porém, com as fronteiras completamente fechadas atualmente, a fuga do país número um na Lista Mundial da Perseguição 2021 fica mais difícil.

    Por que a Coreia do Norte não aceita ajuda internacional?

    O país comunista valoriza a autossuficiência e por isso não cede a acordos com outras nações que oferecem ajuda. Porém, os mais afetados pelas consequências do orgulho nacionalista é a população. “Se Kim continuar a rejeitar todo o apoio internacional disponível, e continuar se concentrando em armas nucleares, milhões de norte-coreanos comuns pagarão o preço”, reconhece Cho.

    A Portas Abertas apoia norte-coreanos refugiados na China com alimentação, vestimenta, cuidados médicos e discipulado. “Esses suprimentos vitais ajudarão a manter vivos os irmãos e irmãs que os recebem. Também sabemos que muitos cristãos norte-coreanos continuam uma prática conhecida como ‘arroz sagrado’, compartilhando o que eles têm, mesmo que não seja muito, com os necessitados. Suas orações e apoio significam a diferença entre a vida e a morte para aqueles que recebem essa ajuda”, conclui o cristão.

    *Nome alterado por segurança.

    Apoie cristãos norte-coreanos na China

    Você pode fazer a diferença agora na vida de cristãos norte-coreanos refugiados na China. Com uma doação é possível fornecer alimentos remédios e roupas para nossos irmãos e irmãs que enfrentam a fome. Ajude agora!

    Pedidos de oração

    - Interceda para que Kim Jong-un reconheça a humanidade dele e tenha um encontro real com Jesus. Que ele governe para o bem da população, com justiça, liberdade e responsabilidade.
    - Clame pelos cristãos norte-coreanos que estão passando fome nesse instante. Que o Senhor os sustente de maneira sobrenatural, para que compartilhem o que têm com os outros e testemunhem sobre Cristo.
    - Ore pelas organizações que trabalham enviando comida para o país. Que elas tenham sabedoria e recursos para encontrar novas maneiras de socorrer os norte-coreanos.

     

    Fonte: Portas Abertas (21.06.21)

    sábado, 19 de junho de 2021

    Vitória judicial: cristãos messiânicos são reconhecidos como instituição pública em Israel

    A decisão da Suprema Corte israelense foi emitida no último dia 15 de junho.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO MIDDLE EAST EYE

    ATUALIZADO: SEXTA-FEIRA, 18 JUNHO DE 2021 AS 10:11

    Congregação Tiferet Yeshua, em Israel. (Foto: Reprodução / Tiferet Yeshua)
    Congregação Tiferet Yeshua, em Israel. (Foto: Reprodução / Tiferet Yeshua)

    Os judeus messiânicos em Israel estão comemorando a decisão da Suprema Corte israelense de 15 de junho afirmando que a organização messiânica sem fins lucrativos “Yachad” estava sendo injustamente discriminada.

    Em 2015, a Yachad, associada à congregação Tiferet Yeshua, solicitou o status de instituição pública. O Comitê de Finanças do Knesset (parlamento israelense), sob o comando do político ultraortodoxo Moshe Gafni, recusou-se repetidamente a aprovar sua submissão, considerando a entidade messiânica "polêmica".

    Mais recentemente, em outubro de 2020, o Comitê mais uma vez rejeitou o status de doação dedutível de impostos para Yachad, que apelou da decisão.

    Em 15 de junho, o Supremo Tribunal de Justiça, em uma decisão saudada pelas comunidades messiânicas e evangélicas como uma vitória dramática para a liberdade religiosa em Israel, determinou que o Comitê "havia ultrapassado sua autoridade" ao rotular a atividade da organização sem fins lucrativos messiânica como controversa.

    Como escreveu um dos três juízes, "o critério de 'controvérsia' permite decisões com base em considerações estranhas, preconceito, desigualdade e arbitrariedade."

    Gil Afriat, pastor da congregação Tiferet Yeshua, espera que esta decisão “abra as portas para que muitas outras congregações messiânicas recebam esses benefícios fiscais e que isso beneficie o público messiânico em Israel em geral”.

    segunda-feira, 14 de junho de 2021

    Maior EBD do mundo participa da comemoração de reabertura pós-Covid de Nova York

    Maior EBD do mundo participa da comemoração de reabertura pós-Covid de Nova York

    Com o seu tradicional caminhão amarelo na calçada da Times Square, a Metro World Child realizou uma programação com jogos interativos, histórias bíblicas e orações para crianças e famílias.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS.

    O Metro World Child foi fundado pelo Rev. Bill Wilson, em 1980, no Brooklin, para alcançar crianças em situação de risco. (Foto: Reprodução/Facebook).

    Neste domingo (9), a maior Escola Bíblia Infantil do mundo, a Metro World Child, participou das comemorações de reabertura da cidade de Nova York, após a vacinação da Covid-19. O Departamento de Polícia de NY convidou o Metro World Child, que promove programação cristã para crianças, para levar diversão e alegria às ruas da cidade.

    Com o seu tradicional caminhão amarelo na calçada do metrô na Times Square, a organização realizou jogos interativos, histórias bíblicas, orações e sorteio de uma TV, um notebook e uma prancha como parte da celebração. A equipe da EBD também distribuiu doces e folhetos evangelísticos para as crianças e suas famílias.

    O Reverendo Bill Wilson, fundador do Metro World Child, disse à multidão em discurso de abertura do evento: "O Metro continuou servindo a cidade de Nova York durante a pandemia, por meio de doação de alimentos e programa infantil online. Estamos ansiosos para comemorar a reabertura da cidade e prontos para voltar à rua e atender as crianças!”, declarou.

    Aos 72 anos, é Wilson que ainda dirige o ônibus escolar que busca as crianças nos bairros de NY para levá-las à escola dominical. O reverendo destacou a importância do projeto para crianças em vulnerabilidade social.

    "Com base em minhas próprias experiências dolorosas quando criança, um homem fez a diferença em minha vida, colocando-me no caminho certo, para eu fazer a mesma coisa a crianças em todo o mundo, que são exatamente como eu fui. Isso é o que passei toda a minha vida adulta fazendo. Sou grato por poder continuar a servir a cidade de Nova York e este grande país que amo".

    Alguns adultos que participaram da Metro World Child na infância, também estiveram presentes no evento e testemunharam como a EBD transformou suas vidas.

    Como Veronica Jimenez, uma palestrante de conferências femininas, que frequentou o Metro há 40 anos, aos 12 anos. "Assistir ao programa do Metro foi a única lembrança feliz que tive crescendo em um ambiente abusivo no Brooklyn. Não consigo imaginar como minha vida teria sido sem ele. Estou tão emocionado em ver que o Metro ainda está servindo a cidade hoje, após 40 anos”, afirmou.


    O Metro World Child foi fundado pelo Rev. Bill Wilson, em 1980, no Brooklin, para alcançar crianças em situação de risco. (Foto: Reprodução/Facebook).

    Sobre o Metro World Child

    O Metro World Child é uma organização humanitária cristã que serve crianças em toda a cidade de Nova York e também em vários centros urbanos e comunidades rurais ao redor do mundo.

    A organização foi fundada em 1980, no Brooklin, pelo Reverendo Bill Wilson, com o propósito de alcançar crianças em situação de risco num contexto de drogas, gangues, crime e abandono, através da Escola Bíblica Dominical Infantil. Abandonado aos 12 anos por sua mãe alcoólatra em uma esquina de São Petersburgo, na Flórida, Wilson sabia o que era viver sem esperança desde cedo.

    40 anos depois de sua criação, a Metro World Child, sediada no coração do Brooklyn, continua alcançando milhares de crianças e suas famílias nos cinco distritos de NY, desenvolvendo diversos projetos sociais e anunciando a esperança do Evangelho.

    Antes da pandemia da Covid-19, o Metro atendia uma média de 20 mil crianças por semana em Nova York. Atualmente, seu alcance global cresceu; o Metro World está atuando em 13 países, atingindo mais de 250 mil crianças, semanalmente, se tornando a maior escola dominical do mundo.


    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS.


     

    segunda-feira, 10 de maio de 2021

    MEC recua de “linguagem neutra” após pressão evangélica

    MEC recua de “linguagem neutra” após pressão evangélica


    O termo "bem-vindx" já vinha sendo usado no site do MEC, porém foi removido após pressão da bancada evangélica

    O Ministério da Educação (MEC) havia feito uma proposta de “linguagem neutra” que acabou sendo descartada, graças a pressão que sofreu da bancada evangélica.

    Essa foi mais uma das ações da militância progressista que luta diariamente contra o governo conservador do presidente Jair Bolsonaro.

    A saudação “bem-vindx” já vinha sendo usada no site do MEC para cumprimentar os usuários que entravam na página do Qualifica Mais.

    A letra x estava substituindo o lugar do “a” ou “o”, usado na Língua Portuguesa para identificar o gênero. Com isso, mais uma estratégia política do movimento LGBTQIA+ acabou fracassando.

    De acordo com a Revista Fórum, a militância entrou com uma ação para romper com o “binarismo de gênero”, usando a chamada “linguagem neutra”.

    No entanto, não alcançaram êxito com os seus esforços, pois a bancada evangélica – a principal apoiadora do governo Bolsonaro no Congresso Nacional – pressionou o MEC para retirar a linguagem incorreta.

    Após o aperto da bancada evangélica, a página do MEC excluiu os termos, e o próprio ministro da Educação, Milton Ribeiro, que também é pastor da Igreja Presbiteriana, se posicionou contra o uso da linguagem. Apesar de ele ignorar as críticas contra a nova presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Cláudia Mansani Queda de Toledo, que tem forte posicionamento de esquerda.


    Por Caio Rangel / O Fuxico Gospel.

     

    segunda-feira, 26 de abril de 2021

    Igreja cria auxílio para membros em dificuldade financeira durante a pandemia

    Igreja cria auxílio para membros em dificuldade financeira durante a pandemia

    A ajuda de R$ 250 vai beneficiar famílias em vulnerabilidade social da Primeira Igreja Batista de Mogi das Cruzes.

    A Primeira Igreja de Mogi das Cruzes criou auxílio para famílias em vulnerabilidade na pandemia. (Foto: Facebook/PIB Mogi).

    A Primeira Igreja Batista de Mogi das Cruzes (PIB), em São Paulo, criou um “auxílio emergencial” para os membros que estão passando por dificuldades financeiras devido à pandemia da Covid-19.

    O projeto “Carregando os fardos uns dos outros” vai doar o valor de R$ 250 por família a fiéis em vulnerabilidade financeira, durante três meses, de acordo com comunicado da igreja em suas redes sociais neste domingo (18).

    “Neste ano, vimos muitos dos nossos membros padecendo com o fechamento do comércio. Muitos perderam seus empregos, fecharam seus comércios, muitos estão com dificuldades até para obter o básico. Entendemos que precisávamos fazer alguma coisa”, afirmou a diretoria da PIB no comunicado.

    Os beneficiados passarão por uma entrevista com assistentes sociais da igreja para aprovação da entrada no projeto. Os membros em necessidade também ganharão uma cesta básica do programa “1 tonelada a mais”.

    Segundo a PIB de Mogi, a ajuda da igreja vai somar ao auxílio do governo federal e municipal, e as identidades das famílias beneficiadas serão mantidas em sigilo. Para a igreja, a crise gerada pela pandemia é uma situação singular “e momentos singulares, merecem atitudes singulares”.

    Citando a passagem de 2 Coríntios 8, sobre a ajuda financeira que a Igreja da Macedônia prestou aos seus irmãos da Judeia, a PIB de Mogi lembrou que, mesmo tendo responsabilidades financeiras da própria instituição, “nossa maior responsabilidade é para com nossos irmãos, os domésticos da fé”.

    “Saibam que se tivéssemos recursos sobrando, faríamos por todas as igrejas de Mogi, e se tivéssemos mais, faríamos por todos os carentes de nossa cidade”, concluiu a Primeira Igreja Batista.

              FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA PIB MOGI

    segunda-feira, 5 de abril de 2021

    Luiz Sayão fala sobre a origem da Páscoa: “A Páscoa judaica é a mãe da Páscoa cristã”

    “Se não entendermos esse cenário da libertação do Egito, fica difícil entender a libertação que temos em Cristo”, disse.

    Luiz Sayão e Daniel Woods falam sobre a Páscoa judaica e cristã. (Foto: Reprodução/YouTube)

    Em uma live com o professor de cultura e tradição judaica, Daniel Woods, na quarta-feira (31), o teólogo e hebraísta Luiz Sayão falou sobre a Páscoa no sentido original, conforme as Escrituras Sagradas, ponto de referência da tradição judaico-cristã. A Páscoa judaica é descrita em Êxodo 12, no segundo livro da Lei (Torá), enquanto que a Páscoa cristã é narrada nos evangelhos sinóticos (Mateus 26, Marcos 14 e Lucas 22).

    Sobre a Páscoa judaica, Woods explica que foi um plano de redenção da parte de Deus para os hebreus para libertá-los da escravidão. “A Páscoa também fala do povo de Israel sendo perseguido pelos milênios, mas sobrevivendo em diversos lugares, algo que é inexplicável”, disse o judeu.

    Depois lembrou da história de José, que se tornou o segundo no Egito. “Ele preparou o Egito de maneira que nenhuma outra nação foi preparada e com isso se tornou o ‘supermercado’ dos demais países”, mencionou. Bênção e maldição ao mesmo tempo, porque o Egito foi o palco da escravidão do povo hebreu. 

    A Páscoa do passado e do futuro

    De acordo com Sayão, a aliança entre Deus e os israelitas garante a esse povo a libertação. Ao evento específico da libertação dos israelitas das mãos dos egípcios dá-se o nome de Páscoa. 

    E, no Novo Testamento encontramos a Nova Aliança através da chegada do Messias. “Ali, descobrimos a nova Páscoa, que lembra da Páscoa antiga, mas agora realinhada. Jesus comemorou com os discípulos uma lembrança especial”, observou o hebraísta.

    “Da mesma forma, depois da ceia ele tomou o cálice e disse: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isto, sempre que o beberem, em memória de mim. Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha.” (1 Coríntios 11.25,26)

    Ao mesmo tempo em que lembravam da “grande libertação” na época do Egito, Jesus os fazia entender a grande libertação futura oferecida a todos. “Eles ganharam identidade na Nova Aliança e vimos que a Páscoa respondeu a muitas perguntas sobre opressão, liberdade, vida e morte. E a morte é o fim de todo discurso, é o desfecho de toda inquietação e discussão”, frisou.

    Sayão esclarece que, a Páscoa que tem identidade e libertação, é a Páscoa da ressurreição, aquela que fala do futuro. “Essa Páscoa nós celebramos com grande alegria e corremos para ela, com a mesma pressa que os discípulos correram para o túmulo a fim de descobrir que ele estava vazio, porque a ressurreição é a garantia do futuro, nas mãos do Deus que salva e que nos faz sentir seguros”, descreve. 

    O hebraísta fecha o tema observando que poucas pessoas comemoram a Páscoa lembrando que a celebração de Jesus com os discípulos foi feita num ambiente totalmente ligado à Páscoa judaica. “Se não entendermos esse cenário da libertação do Egito, fica difícil entender a libertação que temos em Cristo”, disse ao Guiame.

    “A Páscoa tem esse vínculo com a história dos judeus. É por isso que, historicamente, o significado da nossa Páscoa, hoje, tem sua base na Páscoa judaica — que é a ‘mãe’ da Páscoa cristã, finalizou.

    FONTE: GUIAME, CRIS BELONI



     


    C

    terça-feira, 30 de março de 2021

    Pela primeira vez, menos da metade dos americanos pertencem a uma igreja

    Pesquisa Gallup revela que a religião organizada vem vivendo um declínio no número de membros nos últimos 20 anos.

    Mulher sentada no banco de uma Igreja Católica vazia em Des Moines, em Iowa, nos EUA
    (Foto: Charlie Neibergall/Associated Press)

    Pela primeira vez desde o final dos anos 1930, menos de 50% dos americanos dizem pertencer a uma igreja, sinagoga ou mesquita, de acordo com uma pesquisa publicada na segunda-feira (29) pela Gallup.

    De acordo com a análise, a religião organizada vem vivendo um declínio no número de membros nos últimos 20 anos. Em 1937, cerca de 73% dos americanos frequentavam templos, quando a Gallup fez sua primeira pesquisa. O número se manteve perto de 70% nas próximas seis décadas e teve seu auge no fim da Segunda Guerra Mundial, com 76%.

    Seguindo a análise da Gallup, um declínio constante começou em torno do século 21. A média de membros de igrejas era de 69% entre 1998 e 2000, caindo para 62% entre 2008 e 2010. No último levantamento, entre 2018 e 2020, o percentual caiu para apenas 49%. Atualmente, apenas 47% dos americanos são vinculados a uma igreja.

    O declínio de membros de igrejas é explicado principalmente pelo aumento de americanos que não expressam nenhuma preferência religiosa. Nas últimas duas décadas, a porcentagem de pessoas que não se identificam com nenhuma religião cresceu de 8% entre 1998 e 2000 para 13% de 2008 a 2010 — um aumento de 21% nos últimos três anos, os tornando um grupo tão grande quanto os evangélicos ou católicos.

    Queda é menor entre conservadores

    A queda também pode ser atribuída a um declínio no número de membros registrados de maneira formal nas igrejas, entre aqueles que têm uma preferência religiosa. Entre 1998 e 2000, uma média de 73% dos americanos religiosos pertenciam a uma igreja, sinagoga ou mesquita. Nos últimos três anos, a média caiu para 60%.

    A filiação à igreja está fortemente correlacionada com a idade, já que 66% dos tradicionalistas — adultos americanos nascidos antes de 1946 — pertencem a uma igreja, em comparação com 58% dos baby boomers, 50% da Geração X e 36% dos Millennials (Geração Y). 

    Entre os grupos religiosos, o declínio na membresia é mais acentuado entre os católicos (queda de 18 pontos, de 76% para 58%) do que entre os protestantes (queda de 9 pontos, de 73% para 64%).

    Além dos protestantes, o declínio no número de membros é menor entre pessoas com visão política conservadora, adultos casados ​​e universitários graduados.

    Desafios para a Igreja

    Embora seja possível que parte do declínio visto em 2020 tenha sido temporário e relacionado à pandemia da Covid-19, a Gallup prevê que a queda contínua “nas décadas futuras parece inevitável, dados os níveis muito mais baixos de religiosidade e pertencimento à igreja entre as gerações mais jovens”.

    O desafio para os líderes é encorajar os cristãos a se tornarem membros ativos da igreja, segundo a Gallup. Uma pesquisa realizada em 2017 constatou que as pregações são o principal motivo pelo qual as pessoas frequentavam a igreja. 

    A maioria também disse que programas voltados para crianças e adolescentes, o alcance comunitário, oportunidades de trabalho voluntário e líderes dinâmicos também foram fatores em sua participação. “O enfoque em alguns desses fatores também pode ajudar os líderes da igreja local a encorajar as pessoas que compartilham sua fé a se unirem à igreja”, diz o relatório da Gallup.


    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA GALLU



     



    segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

    A perseguição contra quem defende o Evangelho vai piorar’, diz pastor Andrew Brunson

     

    Andrew Brunson durante a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa em Washington, em 27 de junho de 2019. (Foto: The Christian Post)

    A perseguição contra quem defende o Evangelho vai piorar’, diz pastor Andrew Brunson

    O pastor Andrew Brunson, que foi preso na Turquia por causa de sua fé, alertou para a perseguição aos cristãos no ocidente.


    O pastor americano Andrew Brunson, que foi preso na Turquia por dois anos devido à sua fé, acredita que a perseguição aos cristãos nos Estados Unidos vai se intensificar por causa da “hostilidade” contra as pessoas que defendem o ensino de Jesus Cristo.

    “As pressões que estamos vendo em nosso país agora vão aumentar, e uma dessas pressões será a hostilidade contra as pessoas que abraçam o ensino de Jesus Cristo, que não têm vergonha de defendê-Lo”, disse Brunson durante o evento virtual “Oração Global pela Integridade na Eleição dos EUA".

    Brunson, que atuou como missionário na Turquia por mais de 20 anos, disse que colocou o foco em seu país de origem e tem sido tomado por um “sentimento de urgência” pelos EUA. “Não estamos prontos para essa pressão” e “não estar preparado é muito perigoso”, alertou.

    “Independente de quem acabar vencendo essa eleição, acredito que a perseguição está chegando; e vai chegar rápido e em breve. Se o presidente Trump prevalecer, isso vai atrasar a perseguição em nível governamental, mas não vai nos livrar da hostilidade que está crescendo em nossa sociedade contra os seguidores de Jesus”, alertou Brunson. 

    “Jesus foi a pessoa mais amorosa e gentil da história, e mesmo assim foi chamado de mau; então as pessoas não vão simplesmente discordar de nós. Elas vão dizer que somos maus e justificar tudo o que nos fizerem [contra nós] porque somos ‘pessoas más’. O que pesa em meu coração é que precisamos preparar nosso próprio coração”, avisa.

    O pastor Brunson acredita que um dos propósitos que Deus teve para ele na prisão era “aprender a perseverar em um nível mais profundo”. Hoje ele quer ajudar a igreja a estar preparada para perseverar.

    Em março, o pastor já havia advertido sobre os desafios dos cristãos nos EUA, diante de uma cultura que está se tornando cada vez mais “hostil” aos valores bíblicos.

    “Há um preço por seguir Jesus. Nós ouvimos sobre o preço que é pago em outros países, mas, cada vez mais, acho que haverá um preço a ser pago aqui”, disse ele em um evento de mídia cristã da National Religious Broadcasters em Nashville, no estado do Tennessee.

    “É normal ter medo. A questão é: você resistirá apesar de seu medo? Você permanecerá fiel? No final, as pessoas vão pagar um preço por causa do Evangelho. No exterior, sim, mas também aqui... há um custo em seguir Jesus”, destacou.


    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

    domingo, 22 de novembro de 2020

    AS DECEPÇÕES DA VIDA



    As decepções da vida

    Certamente não existe um ser humano neste planeta que já não tenha passado em algum momento de sua vida por decepção. A decepção, na verdade, é deixar-se surpreender em algum momento na vida, pela atitude, reação ou comportamento de alguém. Quando, por exemplo, uma pessoa age dentro do seu padrão natural, não há surpresa, não há decepção. O problema se torna real quando a atitude parece fora do comportamento natural esperado.

     As decepções acontecem em diversas áreas da vida, seja no âmbito familiar ou na sociedade, no meio profissional ou político, todos se decepcionam ou causam decepções. Quantos milhares de brasileiros não estão vivendo momentos extremos de decepção atualmente?

     A Bíblia menciona algumas decepções entre pessoas e até mesmo entre pessoas e Deus. Entre pessoas por esperarem delas algo que deixam a desejar, seja por ação ou por se omissão. Pessoas há que se decepcionam até mesmo com Deus, pois inúmeras vezes esperam respostas às suas orações e não obtém a resposta divina como esperavam.

    A Bíblia menciona Samuel que era um profeta, sacerdote e juiz que fazia tudo por seu povo. Após tantos serviços prestados, o povo lhe pediu um rei, que não fosse ele, nem seus filhos. "Vê, já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que nos governe, como o têm todas as nações" (1Sm 8.5).

    Paulo teve muitos auxiliares. Alguns deles, como Fígelo e Hermógenes (2Timóteo 1.15), Demas (2Timóteo 4.10) e João Marcos (Atos 15.37) o abandonaram, infligindo muito sofrimento ao apóstolo.

    Só se decepciona com as pessoas, quem se relaciona com as pessoas. Quem não quer se decepcionar não deve se relacionar. Todos devemos possuir a devida maturidade para enfrentarmos e administrarmos todas situações que nos surgem no dia a dia, afinal lidamos com pessoas que são falhas e imperfeitas. Não nos esqueçamos que decepcionar é da condição e natureza humana. Por esta razão, Deus nos ensina a nos relacionarmos com os homens, mas não a confiar neles. Jeremias pode não ser politicamente correto, mas é correto em todos os outros níveis, ao declarar: "Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força" (Jr 17.5). Há algo em nós que precisa de cuidado. Parte de nossas frustrações relacionais advém de erros que nós cometemos, não de falhas dos outros para conosco. Devemos ter a visão correta da natureza humana. Não nos esqueçamos que, muitas vezes, somos os agentes causadores da decepção.

    Um dos comportamentos produtores de decepção é a expectativa errada acerca dos outros. Esperamos demais das pessoas, esperando delas o que não podem dar. Pais que esperam demais dos seus filhos. Filhos que esperam demais dos seus pais. Jesus sentiu na pele sua decepção para com os homens, quando da cura dos dez leprosos. Daqueles que receberam a cura, somente um voltou para agradecer. Jesus, que conhecia a alma humana, mostrou aos seus discípulos o que é a natureza humana (Lucas 17.17). Depois de ter servido por anos ao seu povo, Samuel esperava reconhecimento pelo seu trabalho. Não esperava ser descartado como um velho. Não esperava que seu modo de governar fosse substituído por outro. Samuel se esqueceu do que é a natureza humana.

    A decepção sempre causa consequências, seja para o causador, ou para o que sofre. Para o que provoca decepção, quase sempre, não lhe acontece nada. Ele decepciona hoje, amanhã, e segue a sua vida, como se nada tivesse acontecido. Mas dificilmente é o mesmo para o que sofre, afinal dizem que: “quem bate esquece...”. A experiência da decepção pode produzir ódio, ressentimento, esgotamento e outras consequências.

    Decepcionado com Jacó, que o enganou, Esaú ficou decepcionado com o irmão, que fugiu de casa (Gênesis 27.41). Esaú passou o resto da vida ressentido, desejando matá-lo. O autor da carta aos Hebreus informa que ele nunca foi feliz, embora tentasse, por lhe ter faltado arrependimento (Hebreus 12.17).

     Equivocadamente decepcionado com Deus, que aceitou o arrependimento de Nínive, Jonas deixou a cidade, fez uma cabana escondida e entrou nela, para não ver ninguém (Jonas 4.5). A decepção de Jonas provocou nele um esgotamento espiritual e relacional. O esgotamento relacional tem a ver com uma espécie de descrença generalizada no ser humano.

     Se o preço da decepção é alto, é mais alto ainda o preço do isolamento, da falta de relacionarmos.  Após a ingratidão dos nove leprosos (Lucas 17.17), Jesus continuou a curar. Ele não desistiu de fazer o bem. Paulo apóstolo, teve uma experiência que muito nos ensina. A bíblia nos diz que João Marcos, o sobrinho de Barnabé (Cl 4.10), foi um dos que o decepcionaram (Atos 15.39), mas, anos depois, pediu a Timóteo: “Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério”, (2Tm 4.11). Paulo aceitou o desafio de voltar a confiar em Marcos, tornando-se de novo seu cooperador (Fp 2.4). Aquele que o abandonara era agora um cooperador de grande valor.

    Nenhum de nós está isento de sofrer decepções, porém, jamais devemos nos deixar dominar pelas suas consequências. Vivamos normalmente a vida, nos relacionando com as pessoas, afinal não vivemos sozinhos no mundo dependemos uns dos outros. 

    terça-feira, 10 de novembro de 2020

    Pastor responde a papa sobre união civil entre homossexuais: `Impensável à luz da Bíblia´

    O pastor Franklin Graham respondeu às declarações do papa Francisco, que se mostrou favorável à união civil entre homossexuais Fonte: Guiame / com informações Life Site News / Imagem: Guiame / Edição | 22/10/2020 Pastor responde a papa sobre união civil entre homossexuais: `Impensável à luz da Bíblia´ A declaração dada pelo papa Francisco e recentemente divulgada no novo documentário “Francesco”, na qual ele se mostrou favorável à união estável entre homossexuais tem gerado reações no meio cristão de modo geral, incluindo católicos e evangélicos. “Os homossexuais têm direito de estar em uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou infeliz por causa disso”, disse Francisco em depoimento para o documentário. “O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”, acrescentou o papa. “Eu defendi isso”. "Impensável à luz da Bíblia" Porém, a resposta a tal declaração está surgindo e na fala de um líder renomado, como o pastor e evangelista Franklin Graham, que atualmente é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e também da organização de ajuda humanitária ‘Bolsa do Samaritano’. Graham foi enfático em apontar que o apoio de Francisco à união civil entre homossexuais está em desacordo com a Bíblia. “Acho esses comentários do Papa impensáveis à luz da Palavra de Deus”, destacou o pastor em um texto publicado em sua página oficial do Facebook. “A Bíblia ensina que quando Deus criou a raça humana, ‘Ele os criou, macho e fêmea, e os abençoou...’ (Gênesis 5: 2)”. “A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza; e os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros...‘ (Romanos 1: 26-27)”, acrescentou. O pastor ainda lembrou que ter um posicionamento bíblico sobre a questão não envolve intolerância e sim a expressão do amor de Deus, mas reafirmou que é preciso reconhecer o pecado para então enxergar a salvação. “As Sagradas Escrituras são claras: o amor de Deus é totalmente inclusivo. Ele ama cada pessoa, sejam quais for as escolhas que tenhamos feito que sejam contrárias ao Seu padrão”, explicou. “‘Todos pecaram …’ (Romanos 3:23) e isso inclui a mim. Mas as Boas Novas são que Jesus Cristo veio a essa terra para salvar os pecadores levando nossos pecados sobre Si mesmo até a cruz onde sangrou e morreu, foi sepultado, e Deus O ressuscitou ao terceiro dia. Para que sejamos salvos, Deus requer que nos arrependamos de nossos pecados, o que significa que devemos nos afastar desses pecados, deixá-los para trás e colocar nossa fé e confiança em Seu Filho, Jesus Cristo, que pagou a penalidade pelo pecado”, acrescentou. Graham continuou seu raciocínio, explicando qual é a gravidade de tentar normalizar a homossexualidade. “Tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar vivendo neles. Se isso fosse verdade, então a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo não teriam sido necessários. A cruz não teria sido em vão. Ninguém tem o direito ou a autoridade de banalizar o sacrifício de Cristo em nosso nome”, alertou. “Sim, Deus deixa claro que nos ama e deseja que sejamos parte de sua família, mas também nos diz como isso pode acontecer. A Bíblia diz: ‘Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados, para que venham tempos de refrigério da presença do Senhor’ (Atos 3:19)”, acrescentou. Reação católica Um arcebispo católico também respondeu às declarações de Francisco, destacando que as palavras do papa parecem revelar uma intenção separatista. “Jorge Mario Bergoglio [papa Francisco] está tentando forçar alguns cardeais e bispos a se separarem da comunhão com ele, obtendo como resultado não o seu próprio depoimento por heresia, mas a expulsão dos católicos que desejam permanecer fiéis ao perene Magistério da Igreja. Essa armadilha teria o propósito — nas supostas intenções de Bergoglio e seu “círculo mágico” — de consolidar seu próprio poder dentro de uma Igreja que seria apenas nominalmente ‘católica’, mas na realidade seria herética e cismática”, disse o arcebispo Carlo Maria Viganò.. “Esse engano conta com o apoio da elite globalista, da grande mídia e do lobby LGBT, para o qual muitos clérigos, bispos e cardeais não são estranhos”, acrescentou. Viganò alertou também que os bispos que se pronunciassem contra o papa poderiam estar “se arriscando”, podendo sofrer ações judiciais ou perdendo seus cargos na igreja. “Um pronunciamento dos bispos contra Bergoglio em uma questão como a homossexualidade poderia levar a autoridade civil a processá-los criminalmente, com a aprovação do Vaticano”, alertou.