segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Pastor Myles Munroe e esposa morrem em acidente aéreo

Pastor Myles Munroe e esposa morrem em acidente aéreo
O pastor e escritor Myles Munroe e sua esposa Ruth faleceram neste domingo, 09 de novembro, em um acidente aéreo. A filha do casal, Charis, e outras seis pessoas que estavam à bordo também morreram.
O outro filho do pastor e sua esposa, Myles Jr., não estava à bordo do avião, que fazia um trajeto curto entre dois aeroportos em Grand Bahamas e colidiu com um grande guindaste de carga em um estaleiro próximo ao destino.
O site Caribbean News Desk informou que o choque aconteceu por volta das 17h10 (horário local), quando o avião fazia os procedimentos de aproximação para pousar no Grand Bahama International Airport.
Minutos antes da decolagem, o pastor Munroe e as demais pessoas que viajariam no jato executivo Lear Jet 36 de sua propriedade posaram para uma foto que foi publicada nas redes sociais.
Foto tirada momentos antes da decolagem
Foto tirada momentos antes da decolagem
Equipe de buscas junto aos destroços
Equipe de buscas junto aos destroços

Myles Munroe

Myles Munroe era pastor do Ministério da Fé de Bahamas, e um conhecido difusor da teologia da prosperidade. Tornou-se mundialmente famoso por causa de suas campanhas de arrecadação de grandes quantias de ofertas, de seus livros sobre o tema, e por suas palestras que, a cada ano, reuniam 500 mil pessoas.
Entre seus principais parceiros internacionais, estavam Benny Hinn e Mike Murdock, dois dos mais polêmicos líderes evangélicos do mundo.
No Brasil, Munroe foi apresentado ao público pelo bispo Robson Rodovalho, líder da Igreja Sara Nossa Terra. Posteriormente, o pastor Silas Malafaia passou a ser um dos principais admiradores de Myles Munroe, convidando-o para congressos e programas de TV.
Alguns dos livros de Myles Munroe foram lançados no Brasil pela editora de Silas Malafaia, a Central Gospel, e por conta dessa proximidade com dois grandes líderes evangélicos brasileiros, as publicações do falecido pastor tinham grande repercussão e vendas expressivas.
No Twitter, o pastor Silas Malafaia lamentou a morte do colega de ministério: “Triste notícia de anunciar a morte do meu amigo Myles Munroe e a esposa Ruth em um acidente aéreo”, escreveu o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Muçulmanos relatam sonhos com Jesus e se convertem ao cristianismo após a experiência

Muçulmanos relatam sonhos com Jesus e se convertem ao cristianismo após a experiência
A cada dia tem crescido o número de relatos de muçulmanos que se convertem ao cristianismo após encontrar Jesus em sonhos ou em visões, segundo o pastor Frank Costenbader, editor do site Isa Dreams (Sonhos de Isa, em tradução livre).
– O número de sonhos com Isa têm crescido tremendamente desde 2000, e depois de 2005 o ritmo parece ter diminuído. Mas houve uma explosão de testemunhos na internet nos últimos dois anos sobre as pessoas que encontram Jesus em sonhos e, depois disso, se tornam seguidores de Jesus – afirmou Costenbader, ressaltando que Isa é um nome árabe que se encontra no Alcorão, e corresponde a Jesus.
Um dos sonhos destacados pelo pastor é o de Emina Emlonic, uma adolescente muçulmana da Bósnia, que teve uma experiência de conversão após um sonho.
– Eu estava no deserto sozinha, perdida. Não havia nada em vista, apenas areia. Eu sentia a areia nos meus pés descalços. Então eu vi algo extraordinário: no meio dessa aridez, uma imensa cruz de madeira emergiu da terra, se levantando e derramando a areia de volta à terra – relatou Emina Emlonic, ao contar o sonho que levou à sua conversão.
– Me senti uma espectadora do meu próprio sonho, e a visão da cruz não me deu medo, nem alegria. Mas eu era uma curiosa e me aproximei, quase flutuando, em direção a ele, o mais magnífico. Era algo que eu nunca tinha visto ou imaginado. Como cheguei mais perto da cruz, de repente vi um homem andando na minha direção: tinha ombros largos, andava em passos largos, com uma pele escura, cabelos longos, e vestindo uma túnica branca. E eu, de repente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava nele, caminhando na direção do homem que também estava andando na minha direção. Eu o reconheci imediatamente. Ele era Jesus. Sem saber por que, eu caí de joelhos. Ele, em pé, tocou meu rosto com a mão direita – completou.
Um homem saudita relatou seu sonho que o levou à conversão no site Answering-Islam, afirmando que teve um sonho horrível, no qual estava sendo levado para o inferno. Ele conta que esses sonhos começaram a se repetir todas as noites, até que Jesus apareceu em um dos sonhos.
– Ele apareceu e disse: “Filho, eu sou o caminho, a verdade e a vida. Entregue sua vida para mim, e siga-me. Gostaria de salvá-lo do inferno que você já viu” – relatou o homem.
– Isso veio como uma surpresa para mim, pois eu não sabia que este era Jesus. Ele é mencionado no Alcorão e no livro Surata Maria. Ele é indicado como um dos nossos profetas, mas não como um salvador que poderia nos salvar do inferno. Então eu comecei procurar por algum cristão que me desse explicações sobre este Jesus que eu vi – completou.
Segundo o WND, Costenbader afirma ainda que muitos hindus também têm postado muitos relatos no site. Ele disse que, independentemente do cenário, uma característica comum dos sonhos com Jesus é o sentimento de paz.
– Isso é muito diferente do impõe o sistema cheio de medos do Islã – afirmou Costenbader.
 
Por Dan Martins / via gospelmais.com.br

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Pastor assume sentir atração por homens, mas diz que a Igreja deve se manter fiel à Bíblia a respeito da homossexualidade

Pastor assume sentir atração por homens, mas diz que a Igreja deve se manter fiel à Bíblia a respeito da homossexualidade
Um pastor que assume publicamente ter atração por outros homens afirmou que as igrejas devem se manter firmes na crença de que a homossexualidade é pecado e o casamento é o que a Bíblia define: união entre um homem e uma mulher.
Apesar de sua atração por pessoas do mesmo sexo, Sam Allberry destacou que o cristão é chamado a seguir a Cristo negando a si mesmo por causa do Evangelho, o que inclui relacionamentos, sejam eles heterossexuais ou homossexuais.
“Nenhum de nós está em linha reta. A carne de todos nós pende para nossos desejos sexuais”, observou o pastor Allberry, que sugeriu equilíbrio aos pastores no trato com gays, lésbicas, transgêneros, etc: “Não tolerar essas coisas não é desculpa para grosseria, arrogância ou prepotência”.
Sobre o casamento, ele destacou a simbologia da união entre um homem e uma mulher, que reflete o amor de Cristo pela Igreja, sua noiva: “Nós acreditamos no que acreditamos sobre a homossexualidade, porque acreditamos no que acreditamos sobre o casamento [...] Um dos propósitos do casamento na Bíblia é que essa união aconteça entre um homem e uma mulher, refletindo o mistério do casamento de Cristo e da igreja. O casamento humano é o ícone do relacionamento que Jesus tem com o seu povo”, destacou, segundo informações do Christian Post.
Na sequência, o pastor ressaltou que “se nós interpretarmos o casamento como sendo entre um homem e outro homem ou uma mulher e outra mulher, esta imagem [da união de Cristo com a Igreja] é desfigurada”, acrescentando que “em outras palavras, quando você começa a mudar a definição bíblica do casamento, você acaba mudando a essência do Evangelho”.
Sam Allberry pediu aos líderes cristãos que não fiquem em silêncio sobre o assunto da homossexualidade ou que não cedam às pressões da sociedade pois há uma eternidade após a morte: “Nós fazemos muito bem em lembrar que, se estamos ao lado direito de Jesus (Apocalipse 1), não vamos estar no lado errado da história, porque Ele é o princípio e o fim, o primeiro e o último [...] A eternidade está em jogo. Se aprovarmos algo que o próprio Deus proíbe, meus amigos, estamos enviando pessoas para o inferno”.
Por fim, o pastor afirmou que “não há ninguém considerado caro demais para o Evangelho, e não há ninguém que não valha totalmente a pena”, pois Jesus já pagou o preço.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Papa Francisco se encontrará com pastores Rick Warren e Russel Moore no Vaticano

Papa Francisco se encontrará com pastores Rick Warren e Russel Moore no Vaticano
Dois líderes evangélicos se encontrarão com o papa Francisco no Vaticano durante a Conferência sobre o Matrimônio e a Vida Familiar, que pretende abordar temas inerentes à família tradicional.
O famoso pastor Rick Warren, líder da megaigreja Saddleback, e o pastor Russel Moore, teólogo especialista em ética do Seminário Batista do Sul se encontrarão com o pontífice católico no evento, que contará ainda com representantes judeus e muçulmanos que debaterão o tema proposto.
O portal Christian Headlines destacou que a conferência sobre casamento e vida familiar vem em sequência da 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, realizada recentemente pelo Vaticano. Na ocasião, uma teóloga evangélica francesa foi convidada a participar das discussões.
Durante a assembleia do Sínodo, foi ensaiada uma abertura maior aos homossexuais na comunidade católica, mas a pressão dos conservadores terminou por ressaltar a ênfase na família tradicional.
Os organizadores dizem que a nova conferência vai mostrar que, embora a hierarquia católica esteja dividida sobre como lidar com os desafios contemporâneos para a vida matrimonial e familiar, a igreja ainda pode buscar um terreno comum com os líderes religiosos fora do Vaticano.
“Estou disposto a ir a qualquer lugar, quando solicitado, a dar testemunho de que nós, como os protestantes evangélicos acreditam no casamento e no Evangelho, especialmente em tempos em que o casamento é culturalmente colocado em risco”, disse Moore, que lidera a Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul.
O encontro será promovido pela Congregação para a Doutrina da Fé, com apoio dos conselhos Pontifício para a Família, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

O PT aloprou pra valer, mas, pela primeira vez, fala a verdade:proposta de diálogo de Dilma é uma farsa

O PT aloprou pra valer, mas, pela primeira vez, fala a verdade: resolução do partido confessa querer a reforma política para se impor como partido único, prega a revolução cultural para conquistar a hegemonia e deixa claro que proposta de diálogo de Dilma é uma farsa

O PT, finalmente, fala a verdade — pode não ser toda ela, mas é parte dela ao menos. Nesta segunda, a Comissão Executiva Nacional do partido divulgou uma resolução espantosa (clique aqui para ler a íntegra). Trata-se de um dos textos mais rancorosos e esquerdopatas desde que o partido chegou ao poder, em janeiro de 2003. Vale dizer: 12 anos no comando do país, com chance de chegar a 16, não aplacaram, como diria o poeta, a fúria do algoz. Ao contrário. O texto tem, reitero, ao menos a virtude da sinceridade:

a: deixa claro que a disposição para o diálogo do governo Dilma é uma farsa;
b: confessa que seu objetivo é promover o que chama “revolução cultural” para construir a “hegemonia”;
c: evidencia que o objetivo da reforma política é mesmo aniquilar ou subordinar as demais vozes da sociedade.
Eu nunca tive dúvida a respeito desses propósitos. Mas havia quem tivesse. Agora, não precisa ter mais. Os petistas o confessam.
Entre outras barbaridades, pode-se ler no documento: “A oposição, encabeçada por Aécio Neves, além de representar o retrocesso neoliberal, incorreu nas piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar”. Uma única mentira constrange; uma borrasca delas assume certo tom de comicidade. Note-se que não vai acima o perfil de um partido adversário, mas o de uma força que tem de ser eliminada.
Esse é o partido que terá o comando do governo, ao qual pertence a presidente Dilma Rousseff, que diz querer o “diálogo” com a oposição. Mais: Aécio obteve 48,36% dos votos — 51.041.155. Quer dizer que metade do eleitorado votou no racismo, no machismo, no ódio, na intolerância e na nostalgia da ditadura? Um texto como esse é um acinte e um disparate. Essa gente está no comando do país, o que explica muita coisa.
Reitero, no entanto, que não falta à resolução ao menos a virtude da sinceridade. O texto confessa: “É urgente construir hegemonia na sociedade, promover reformas estruturais, com destaque para a reforma política e a democratização da mídia”.
O leitor pouco familiarizado com alguns termos próprios da política pode não identificar, mas o PT está se referindo à “revolução gramsciana”, numa referência ao teórico comunista italiano Antonio Gramsci. Na mesma resolução, o partido deixa claro: “Para transformar o Brasil, é preciso combinar ação institucional, mobilização social e revolução cultural”.
O que é “hegemonia”? É a ditadura perfeita. Prefiro citar o próprio Gramsci, que a definiu como ninguém. Para que você entenda a referência, é preciso saber que ele chamava o partido que comandaria a sociedade como o “Moderno Príncipe”. Leiam o que escreveu:
“O Moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o seu poder ou para opor-se a ele. O Moderno Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume”.
Entenderam? A revolução cultural gramsciana, que conduz à hegemonia, esta que o PT agora diz abertamente querer, faz do “partido” a única verdade possível. Desaparecem os valores e a moral. Será crime o que o partido definir que é crime. Será virtude o que o partido definir que é virtude. Toda ação, diz Gramsci, deve ser analisada apenas segundo um critério: ela serve para aumentar o poder do partido ou para combatê-lo? Se servir para aumentar, não importa o que seja, é bom; se servir para combatê-lo, não importa o que seja, é ruim.
Mensalão, aloprados, roubalheira na Petrobras??? Aumentam o poder do partido? Então são virtudes.
E o PT dá o caminho da sua busca pela ditadura perfeita. Está lá na resolução:
- reforma política, precedida de um plebiscito, através de uma Constituinte exclusiva;
- democracia na comunicação, com uma Lei da Mídia Democrática — isso quer dizer “censura”;
- retomada do projeto que entrega a administração federal a conselhos populares.
A resolução do PT retira a máscara do segundo governo Dilma e deixa claro que aqueles que embarcarem nessa conversa estarão pondo a corda no próprio pescoço. Assim, tudo o que os políticos comprometidos com a democracia representativa puderem fazer para que os petistas não assumam o comando da Câmara deve ser feito.
Para encerrar, observo: não se iludam os líderes do PMDB. O partido está na mira da “revolução cultural” petista, cuja hegemonia, obviamente, só poderia ser conseguida com a destruição da legenda aliada.
Espalhem o texto. Agora não há mais disfarce. É projeto ditatorial mesmo! Mas não vão conseguir.
PS: Aí o idiota diz: “O Reinaldo acha que o PT é comunista!”. Não! Eu não acho! Quando vejo Lula e Zé Dirceu, penso em outros tipos… Em comunistas, não! Nunca disse que o PT é comunista. Digo que é autoritário com pretensões totalitárias. Isso, eu digo.
Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Terra de Billy Graham legaliza “casamento” homossexual e seis juízes pedem demissão para não serem forçados a celebrar

Terra de Billy Graham legaliza “casamento” homossexual e seis juízes pedem demissão para não serem forçados a celebrar essa perversão
De acordo com o WND, com a imposição do chamado “casamento” homossexual na Carolina do Norte, EUA, pelo menos seis juízes pediram demissão a fim de não serem forçados a celebrar tais uniões.
Todos eles se demitiram, desde 10 de outubro, porque acreditam que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.
Os juízes são: John Kallam Jr., Gilbert Breedlove, Bill Stevenson, Tommy Holland, Gayle Myrick e Jeff Powell.
Usando o golpe sujo do ativismo judicial, o “casamento” homossexual foi imposto na Carolina do Norte, a terra de Billy Graham, derrubando uma lei aprovada em 2012 que proibia o “casamento gay,” a união civil e outras formas de parcerias entre pessoas do mesmo sexo.
Essa lei havia sido fruto da campanha de pastores evangélicos.
O Rev. Billy Graham, o mais famoso evangelista do mundo, havia sempre evitado lutas políticas. Mas numa atitude rara ele entrou na época na batalha eleitoral da Carolina do Norte, expressando sua opinião sólida:
“Nunca pensei que chegaríamos a debater a definição do casamento… A Bíblia é clara — Deus define o casamento como entre um homem e uma mulher. Quero exortar meus compatriotas da Carolina do Norte a votar a favor da emenda que proíbe o casamento gay na terça, 8 de maio. Deus abençoe vocês ao votarem”.
A opinião oficial de Graham havia sido colocada, por iniciativa dele, em anúncios de página inteira em 14 importantes jornais da Carolina do Norte. Seu site encorajou as igrejas a fazer o download de um pôster com a imagem de Graham e a mensagem: “Vote em Defesa do Casamento.”
“Observar o declínio moral de nosso país me causa grande preocupação”, o pastor de quase 100 anos, que orou com vários presidentes dos EUA, desde Dwight Eisenhower, disse, de acordo com a CNN, no site da Associação Evangelística Billy Graham. “Creio que o lar e o casamento são o alicerce da nossa sociedade e devem ser protegidos.”
Com a ajuda importante dele, a lei de proteção ao casamento contra a agenda gay foi aprovada. Mas a força homossexualista que hoje avança nos EUA não respeita ninguém, nem famílias nem crianças nem líderes cristãos de renome mundial.
Apesar da influência de Graham como o maior evangelista da história moderna, uma coalizão de líderes religiosos americanos entrou com uma ação legal contra a lei. Na ação, eles afirmaram que essa lei violava sua liberdade religiosa ao proibi-los de casar homossexuais. Essa medida era tudo o que a Esquerda precisava para aplicar seu ativismo judicial.
A coalizão é dirigida por um grupo de líderes progressistas compostos por pastores da Igreja Unida de Cristo, Igreja Luterana, Igreja Universalista Unitariana e um rabino. Eles declararam que não queriam ser penalizados por seguirem sua fé que permite o chamado “casamento” homossexual.
“Estamos adotando uma postura em favor da liberdade de religião,” disse o Rev. Geoffrey Black, presidente da Igreja Unida de Cristo, que é uma denominação protestante com mais de um milhão de membros nos EUA. A mensagem deles em defesa do “casamento” homossexual era: “Jesus não rejeita ninguém.”
A coalizão progressista alcançou seu objetivo: derrubou todos os esforços e sacríficos de Billy Graham e outros pastores para protegerem o casamento tradicional contra os ataques da militância homossexual.
A fase crucial da luta hoje nos EUA é pastores protestantes progressistas que estão se levantando para derrubar os esforços pró-família de pastores conservadores.
É pastor progressista contra pastor conservador. É luta entre irmãos. Aliás, é luta de falsos irmãos contra irmãos verdadeiros.
Um pastor lutando para derrubar leis contrárias ao “casamento” gay é muito mais que uma grande anormalidade. É uma aberração que em nada é diferente do próprio pecado das práticas homossexuais.
Contudo, o que está acontecendo com os EUA que até na terra do maior evangelista do mundo conseguem impor o “casamento” homossexual, com a ajuda de pastores apostatas? Será que esse é o reinado do mal nos EUA? Será que esse é o reinado da sodomia nos EUA?
Dias atrás, Billy Graham disse: “Os EUA são tão maus quanto Sodoma e Gomorra.” E muitas vezes ele menciona: “Se Deus não castigar os Estados Unidos, Ele terá de pedir perdão para Sodoma e Gomorra”.
Vendo o avanço implacável da agenda gay nos EUA, vários grandes líderes evangélicos americanos estão investindo na propagação da resistência em outros países. Recentemente, a Campanha pelos Direitos Humanos (CDH), que é o maior grupo homossexualista americano, publicou um relatório intitulado “Exportação de Ódio,” denunciando líderes cristãos americanos que, em contrariedade à política externa oficial dos EUA que promove a agenda gay no mundo inteiro, estão promovendo uma resistência mundial a essa agenda.
É claro que quando o próprio Mal diz que é “Exportação de Ódio” é exatamente o contrário. A real “Exportação de Ódio” — ódio pela família, crianças e cristãos — é o governo dos EUA financiando o ativismo homossexual no mundo inteiro.
Tenho saudades dos dias em que a maior exportação dos EUA eram o Evangelho de Jesus Cristo, com a bênção do governo americano. Hoje, é a sodomia…
O lugar número 1 do relatório da CDH ficou para o Rev. Scott Lively, autor livro “Pink Swastika,” que tem se destacado por inspirar os russos a assumir uma firme postura contra as políticas homossexualistas do Ocidente. O relatório também aponta que além da Rússia, ele também viaja para Uganda, Europa Oriental e Inglaterra.
Lively é autor de uma “Carta aberta ao presidente Vladimir Putin,” de 2013, onde ele diz:
“O movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle político. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal. Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de ‘homo-fascismo’ e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças). Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa.”
Outros líderes evangélicos americanos citados no relatório da CDH também viajam para outros países para ajudá-los na resistência mundial à agenda gay hoje fortemente promovida pelo governo dos EUA.
A CDH e outras organizações homossexualistas radicais dos EUA estão bem confiantes que podem continuar devastando os esforços cristãos conservadores, até mesmo na terra de Billy Graham. Mas eles estão temerosos com a resistência de outras nações.
 
por Júlio Severo / via gospelprime
 

TRE fecha igrejas evangélicas por propaganda irregular e não dá previsão de reabertura

 
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro lacrou templos das igrejas Universal do Reino de Deus e Mundial do Poder de Deus por conta de propaganda eleitoral irregular no último sábado.
Os templos da Igreja Universal que foram lacrados são a antiga sede da denominação, em Del Castilho, além da filial em Duque de Caxias.
A Justiça Eleitoral determinou que os templos fossem lacrados após uma denúncia anônima. Os fiscais do TRE encontraram material de campanha pró Marcelo Crivella (PRB) e um relatório com instruções que deveriam ser usadas pelos fiéis da denominação que atuariam como militantes.
De acordo com informações do jornal Dia, o relatório apreendido pede a mobilização “através dos grupos da IURD” para uma reunião com pastores e líderes de denominações evangélicas para pedir votos para o “bispo Crivella”.
“Convocar todos os grupos para todos os dias executarmos a ‘Crivellização’, onde indicaremos os melhores lugares a serem alcançados. Necessidade de pelo menos 15 pessoas para o trabalho”, diz um trecho do relatório que foi destacado.
A assessoria de imprensa da Igreja Universal afirmou que “a instituição apurou até agora que um membro da igreja, que fazia trabalho voluntário para o candidato Marcelo Crivella fora do templo de Duque de Caxias (RJ), deixou o material em uma sala, por esquecimento”, e acrescentou que “é lamentável que a igreja esteja sendo punida pelo lapso de um único indivíduo. Contudo, temos confiança de que a situação será esclarecida e a justiça feita”.
Marcelo Crivella se posicionou sobre o episódio através de sua assessoria, e o texto diz que o senador e bispo licenciado da Universal “acha que não se deve fazer nenhuma política dentro de igrejas. E recomenda que não seja feita”, além de acrescentar que “Crivella não foi a nenhuma igreja durante toda a campanha e tampouco exerce qualquer cargo na IURD há mais de dez anos”.

Perseguição?

De acordo com a TV Brasil, um templo da Igreja Mundial também teria sido lacrado pelos mesmos motivos da Igreja Universal. No entanto, a reportagem não informa a localização do templo, muito menos a quem pertenceria o material de campanha supostamente localizado.
O pastor Silas Malafaia usou seu Twitter para informar que um templo da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) também foi vistoriado pelos fiscais do TRE, porém nenhum material de campanha foi encontrado.
“O TRE vasculhou a igreja que sou pastor, sala por sala, nada encontraram. Aqui não é comitê eleitoral, diferente do que Crivella fez com a IURD”, escreveu o pastor Silas Malafaia, que apoiou Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato eleito.
A cantora e pastora Fernanda Brum publicou no Facebook uma imagem em protesto ao fechamento dos templos da Igreja Universal do Reino de Deus e afirmou que a ação era fruto de perseguição religiosa: “15 igrejas Universal lacradas hoje! Começou a perseguição! Vão fechar as nossas também? Minha tenda estará aberta? Que absurdo! Que absurdo! Foto da Catedral em Del Castilho. A guerra eleitoral mexe com líderes, mas não toca na noiva! Não toca no povo de Deus! Vamos orar pessoal! Vamos vigiar!”, publicou a cantora, contradizendo a informação oficial da Justiça Eleitoral de que apenas dois templos foram lacrados.
O pastor Silas Malafaia usou seu Twitter para ponderar as afirmações de Fernanda Brum: “Querida Fernanda Brum, lhe admiro muito, as IURD estão fechadas não por perseguição política e sim por serem usadas como comitê eleitoral. Lamentavelmente Crivella usou as IURD como comitê, quem fechou foi o TRE. Eles também vieram na minha igreja e vasculharam, nada encontraram. A igreja que sou pastor está aberta porque depois da vistoria do TRE, nada encontraram, diferente do que aconteceu na IURD, verdadeiro comitê”.
O Tribunal Regional Eleitoral informou que os templos lacrados continuarão fechados até que a Justiça Eleitoral tome uma decisão a respeito: “A determinação da coordenadoria de fiscalização do TRE é que fique fechada até o final da eleição, mas nós não sabemos se será reaberta na segunda-feira (27). Ainda não temos como afirmar, isso será decidido”, afirmou Adriana Brandão, diretora-geral do TRE-RJ.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br