segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ratinho afirma que relação homossexual “não é natural porque não tem procriação”; Confira

Ratinho afirma que relação homossexual “não é natural porque não tem procriação”; Confira
O apresentador Ratinho voltou a causar polêmica com uma declaração sobre a prática homossexual, a que se referiu como antinatural durante uma entrevista.
A fala politicamente incorreta do apresentador aconteceu no programa Morning Show, veiculado pela rádio Jovem Pan FM, quando ele comentava a polêmica causada pelas declarações do então candidato Levy Fidelix (PRTB) durante o debate presidencial na TV Record.
O assunto surgiu quando os apresentadores do programa de rádio questionaram se Ratinho havia apoiado as declarações de Fidelix, que disse que “dois iguais não fazem filho”. Ratinho negou, dizendo que a postura do político havia sido deselegante.
“Achei uma grosseria dele. Eu estou lá para dar audiência. Essas coisas são muito polêmicas. É natural homem com homem? Não é. É natural mulher com mulher? Não é. Porque não tem procriação. Mas eu respeito”, afirmou Ratinho.
Na última edição do Teleton, Ratinho afirmou a jornalistas que antigamente se sentia à vontade para fazer piadas sobre gays, mas atualmente não faz mais as brincadeiras pois há uma certa intolerância.
Recentemente, Ratinho e o SBT foram condenados a pagar uma indenização de R$ 150 mil por causa de uma fala do apresentador em 2003 sobre a igreja inclusiva Acalanto, de Victor Orellana.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que os termos “viadinhos” e “viados” usados pelo apresentador para se referir aos frequentadores da primeira igreja inclusiva de São Paulo eram pejorativos.
De acordo com informações do jornalista Daniel Castro, o SBT recorreu da sentença ao STJ pedindo a redução do valor da indenização, porém o ministro Luís Felipe Salomão negou o recurso, afirmando que os R$ 150 mil definidos como valor indenizatório não podem ser considerados “exorbitantes” pois a ofensa foi proferida por um “famoso apresentador” em rede nacional de televisão.
Ouça a entrevista na íntegra neste link.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com
 

sábado, 15 de novembro de 2014

Família do pastor Myles Munroe se pronuncia sobre tragédia: “Deus está no controle”

Família do pastor Myles Munroe se pronuncia sobre tragédia: “Deus está no controle”
A família do pastor Myles Munroe, morto em um trágico acidente aéreo no último domingo, 09 de novembro, fez uma declaração sobre como estão lidando com a perda dos entes queridos.
Na última quinta-feira, 13 de novembro, o filho do pastor leu uma carta durante um pronunciamento organizado pelo Bahamas Faith Ministries. Ao lado da irmã, Charis – que se supôs inicialmente que também estaria à bordo do jato que caiu – Myles Jr. contou como tem lidado com a perda dos pais.
“Nós não temos certeza sobre como ou por que algo como isto seria permitido que acontecesse com pessoas tão extraordinárias, mas nós sabemos que Deus está no controle. Os dias que se passaram têm sido os mais difíceis para mim, minha irmã e todos os afetados por esta perda”, disse Myles Jr., segundo informações do Charisma News.
O comunicado lido por Myles Jr. dizia ainda que a dor é amenizada pela fé de que seu pai e mãe agora estão descansando no paraíso: “Nós nunca estivemos ou nos sentimos sem esperanças. Não há questionamento em nossos corações de que as almas que foram levadas neste acidente estão agora descansando com o nosso Pai celestial. Alegramos-nos, porque sabemos que agora, eles estão em um lugar melhor [...] Não vamos permitir que a morte tenha qualquer vitória, mas celebramos a vida e o legado de cada uma dessas pessoas. Esta tragédia não marca o fim, o fim da vida, o fim de uma visão, o fim de um propósito. Ela marca o novo começo de uma era”, ponderou o rapaz.
Ao final, Myles Jr. parafraseou seu pai, e disse ter confiança de que a permissão de Deus vem acompanhada de um objetivo: “Nas palavras de meu pai, ‘a grande tragédia não é a morte, mas a vida sem um propósito’. Nós sabemos que há um grande propósito em tudo isto”.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br
 

Noruega proíbe doações para construção de mesquitas enquanto Arábia Saudita não permitir abertura de igrejas

Noruega proíbe doações para construção de mesquitas enquanto Arábia Saudita não permitir abertura de igrejas
Uma decisão polêmica e ousada tomada pelo governo da Noruega proibiu o governo da Arábia Saudita de financiar a construção de mesquitas em território norueguês. A justificativa foi simples: os sauditas não permitem a construção de igrejas em seu país.
O princípio da reciprocidade foi aplicado sob o viés da liberdade religiosa, e o representante do governo da Noruega, Jonas Gahr Stor, que é ministro dos Negócios Estrangeiros, disse que os repasses de doações para construção de mesquitas estavam proibidos.
O islamismo vem sendo difundido na Europa, e uma das frentes de crescimento é a construção de mesquitas, a partir de doações milionárias de muçulmanos dos países do Oriente Médio. Na Noruega, o governo da Arábia Saudita teria feito donativos vultosos para a construção de templos, segundo informações do Jornal Q.
Ao averiguar que as autoridades sauditas não autorizam a construção de igrejas e impõem dificuldades e restrições ao evangelismo em seu território, os noruegueses aplicaram o mesmo tratamento.
“Seria um paradoxo anti-natural aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa. A aceitação desse dinheiro seria um contrassenso”, disse Stor, referindo-se à proibição de construção de igrejas de outras religiões existentes na legislação saudita.
A medida, no entanto, permite que as comunidades religiosas recebam ajuda financeira para se manter. Jonas Gahr Stor afirmou que o assunto será tratado no Conselho da Europa, e defenderá a postura tomada pela Noruega.
O islamismo é a religião que mais cresce na Europa, tendo na França o principal foco de difusão da mensagem muçulmana. Nos países do Oriente Médio, a perseguição religiosa contra cristãos é intensa. Grupos extremistas, como o Estado Islâmico, falam abertamente em erradicar o cristianismo destes países, e entre os mais ousados, há os que defendam a ideia de “invadir” o ocidente e impor a religião seguida por eles.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br
 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Aprovação de papa é alta, mas católicos continuam deixando religião, diz estudo

Papa é popular entre católicos, mas número de fieis que deixam a religião continua a crescer no continente.© Foto: AP Papa é popular entre católicos, mas número de fieis que deixam a religião continua a crescer no continente.
Pouco mais de um ano e meio após sua eleição, a aprovação do papa Francisco é alta em seu continente de origem, a América Latina. Mesmo assim, católicos continuam a deixar a religião – a maioria deles, para se tornar protestante.
A conclusão é do estudo "Religião na América Latina – Mudanças difundidas em uma região historicamente católica", do instituto americano de pesquisas Pew, divulgado nesta quinta-feira, que mapeou as práticas religiosas em 18 países da América Latina e do Caribe, exceto Cuba.
Os resultados mostram que o número de pessoas que se declaram protestantes continua crescendo em todo o continente e que pessoas criadas no catolicismo vem deixando a religião em favor da fé propagada por igrejas evangélicas.
"Se temos hoje o primeiro papa latino-americano é principalmente por causa da competição pentecostal na América Latina. A Igreja Católica está em uma crise de pânico. Se não conseguirem parar o avanço protestante no continente, que abriga 40% dos católicos do mundo, o futuro da instituição está seriamente ameaçado", disse à BBC Brasil Andrew Chesnut, um dos autores da pesquisa, divulgado nesta quinta-feira,.
"O Brasil ainda tem a maior população católica do planeta, mas agora só 61% se dizem católicos. Em 2030, o país já não deverá ter uma maioria católica."
A aprovação de Francisco entre os católicos é alta: acima dos 70% deles dizem ter uma opinião favorável ao papa em todos os países onde o estudo foi feito. O número passa de 90% em países como Brasil e Colômbia e chega a 98% na Argentina, seu país de origem.
No entanto, o estudo afirma que é cedo para dizer se o papa conseguirá diminuir ou reverter o êxodo de católicos. "O papa Francisco ainda não impressionou a todos", afirma o instituto. "Os ex-católicos são mais céticos a respeito do papa. Em todos os países pesquisados, exceto na Argentina e no Uruguai, pouco menos da metade têm uma opinião favorável a ele e acham que seu papado pode significar mudança na Igreja."
"Eu suspeito que, a longo prazo, Francisco não conseguirá parar esse processo mais longo de pluralidade religiosa. Pesquisas feitas nos Estados Unidos já mostraram que, mesmo dizendo que amam o papa, os católicos não estão indo mais à missa. Se eles não se tornarem mais ativos, (gostar do papa) não significa nada para a Igreja", afirma Chesnut.
No Brasil, apenas 37% dos católicos afirmam que vão à igreja ao menos uma vez por semana, contra 76% dos protestantes. Na Argentina, terra natal de Francisco, o número cai para 15% e chega a apenas 9% no Uruguai.
O estudo indica que, além do crescimento do número de protestantes, o número de pessoas que abriram mão de qualquer filiação com uma religião organizada também aumentou na região.
A categoria, na qual estão 8% dos entrevistados na pesquisa, inclui pessoas que se descrevem como ateus, agnósticos ou sem religião. No Brasil, a porcentagem é a mesma.
O Instituto Pew é um dos mais respeitados órgãos de pesquisa independentes dos Estados Unidos. O levantamento se baseia em mais de 30 mil entrevistas realizadas entre outubro de 2013 e fevereiro de 2014 em espanhol, português e guarani.

 

'Ênfase na moralidade'

Atualmente, 69% dos latino-americanos se identificam como católicos, apesar de 84% afirmarem ter sido criados na religião. No Brasil, uma em cada cinco pessoas é ex-católica, segundo o Instituto Pew.
De acordo com o estudo, a maioria deles parece estar migrando para as religiões protestantes, especialmente as pentecostais e neopentecostais – como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer em Cristo. No Brasil, 54% dos atuais protestantes dizem ter sido criados como católicos. A taxa chega a 76% na Colômbia.
Perguntados a respeito das razões para a conversão, a maioria dos entrevistados afirmou que buscava "uma conexão mais pessoal com Deus". Das oito opções de resposta disponíveis, a segunda mais escolhida dizia que os fiéis "gostam mais do estilo de culto da nova igreja", a terceira, que "encontraram uma igreja que ajuda mais seus membros" e a quarta, que "queriam uma ênfase maior em moralidade".
"De um modo geral, igrejas pentecostais atraem pessoas que já têm atitudes mais conservadoras. Elas costumam ser reforçadas e até mesmo intensificadas dentro das congregações. Mesmo assim, é importante lembrar que há muita diversidade entre as denominações pentecostais. A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, apoiou Dilma em sua reeleição", diz Chesnut.
A pesquisa afirma que mais protestantes do que católicos latino-americanos se opõem a questões como aborto e casamento gay. A diferença entre eles é pequena na maioria dos países, sobretudo em relação ao aborto.
No Brasil, a maioria dos católicos também se coloca a favor de mudanças em tradições católicas como o celibato dos padres e a proibição de que mulheres se tornem sacerdotes.

 

Influência pentecostal

A tentativa de tornar os rituais católicos mais atraentes e evitar a perda de fiéis também impulsionou o crescimento da corrente Renovação Carismática entre os católicos. Padres e fiéis ligados ao movimento incorporam às celebrações católicas elementos de cultos pentecostais, como música, dança, pregações contundentes e rituais de exorcismo.
"Em todos os países pesquisados, os carismáticos são grande parte da população católica. E em alguns países – Panamá, Brasil, Honduras, República Dominicana e El Salvador –, pelo menos metade dos católicos dizem ser carismáticos", afirma o estudo.
Para Andrew Chesnut, padres "superstar" brasileiros, como Marcelo Rossi e Fábio de Melo, são expoentes do poder carismático dentro da Igreja católica latina. Pelo menos 58% dos católicos brasileiros se dizem carismáticos. "Há equivalentes ao padre Marcelo Rossi em quase todos os países latino-americanos, mas nenhum é tão superstar quanto ele", diz.
"Sem o crescimento pentecostal, não haveria carismáticos ou Marcelo Rossi. É uma reação católica a esse crescimento."
A prática do exorcismo, que havia se tornado rara dentro do catolicismo, também voltou à tona por influência das igrejas neopentecostais, de acordo com o pesquisador.
"No Brasil, o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, foi o pioneiro em fazer exorcismos públicos e espetaculares, e outros o seguiram. Agora, há todo tipo de exorcismos não autorizados sendo feitos na Igreja Católica. Normalmente seria necessária a autorização de um bispo, mas entre os carismáticos há muitas mulheres leigas fazendo isso", afirma.
Fonte: msn.com.br

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Redes sociais esvaziam igrejas e espalham heresias, dizem pesquisadores e teólogos

Redes sociais esvaziam igrejas e espalham heresias, dizem pesquisadores e teólogos
Uma pesquisa constatou que o aumento do acesso à internet está influenciando diretamente no aumento do número de pessoas que deixam de ir às igrejas.
O estudo, conduzido pelo pesquisador Allen Downey, da Universidade de Engenharia da Computação Olin College, em Massachusetts (EUA), mostra que a popularização das redes sociais é um dos fatores principais.
“O aumento do uso da rede mundial nas últimas duas décadas causou grande impacto na filiação religiosa. É fácil imaginar que uma pessoa que foi educada em uma determinada religião possa se afastar dela, mas a proporção atual foge das tendências ao longo da história”, disse Downey, que cruzou dados para provar a correlação entre a ausência de fiéis nas igrejas e o aumento de usuários de redes sociais.
Para a jornalista e doutora em Comunicação Social Magali do Nascimento Cunha, fiel da Igreja Metodista e professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo, esse movimento preocupa porque é propício ao surgimento de heresias.
“Já se pode falar em uma ‘religiosidade cibernética’, formato para expressão da fé surgida com o avanço da internet e das novas tecnologias [...] Basta ter uma conta sem custo nas mais populares redes sociais digitais, como Facebook ou Twitter, e o espaço está garantido para a livre manifestação”, afirmou à revista Cristianismo Hoje.
Nessa igreja virtual, tradições e doutrinas sofrem o efeito da relativização, segundo a doutora: “Questionamentos são feitos a todo tempo, doutrinas e posturas teológicas contrárias às perspectivas denominacionais são pregadas”, resume.
No entanto, a difusão de heresias não parte apenas do rebanho. Muitos pastores, cientes do potencial das redes sociais, utilizam a ferramenta como extensão ilimitada do púlpito. “Não há nenhum outro grupo no Brasil com mais poder de mobilização na rede social do que os evangélicos [...] Há um enorme poder multiplicador, e as notícias, entre nós, se propagam rapidamente”, analisa o blogueiro Danilo Fernandes, editor do site Genizah, especializado em apologética e humor.
A explicação para isso, segundo Fernandes, é porque o evangélico dá muita credibilidade ao que outros evangélicos dizem. Se por um lado isto torna o grupo coeso, também expõe vulnerabilidade, por permitir que mensagens incoerentes com a Bíblia conquistem audiência. “Isso está em todo lugar. Até gente com perfis fake atraem seguidores”, observa.
O reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes diz que esse cenário estabelece uma linha tênue entre o uso sadio das redes sociais e o uso pecaminoso: “As mesmas pessoas que postam declarações de fé e amor a Jesus também transmitem conteúdo com palavras chulas e palavrões do pior tipo – até mesmo, fotos eróticas [...] A pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrangem não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras”, critica o reverendo, que acredita que essa vulgarização reflete a superficialidade do cristianismo no Brasil.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

RATINHO É CONDENADO A PAGAR R$ 150 MIL POR OFENDER IGREJA GAY

 

Noticia Gospel Ratinho é condenado a pagar R$ 150 mil por ofender igreja gay

O apresentador Ratinho e a rede de TV SBT foram condenados a pagar indenização por dano moral no valor de R$ 150 mil ao pastor Victor Ricardo Soto Orellana, fundador da Igreja Acalanto – Ministério Outras Ovelhas.

Por ser uma igreja “inclusiva”, frequentada por homossexuais, Ratinho fez piada sobre o assunto enquanto mostrava um trecho do culto, nos dias 2 e 5 de maio de 2003. Ele a classificou de “igreja de viadinhos”.
Após perder na justiça e recorrer da primeira decisão em 2011, o processo contra Ratinho e SBT chegou até o Superior Tribunal de Justiça, que manteve a condenação determinada numa instância inferior.
A decisão foi assinada pelo ministro Luís Felipe Salomão no último dia 30, mas só foi publicada nesta quarta (5/11). Os advogados de defesa entraram com recurso por duas vezes e irão recorrer novamente. Pleitearam inclusive uma redução do valor indenizatório por danos morais, porém o juiz não acatou.
O que chama mais atenção em todo o processo é que na primeira instância, em 2011, o desembargador Fábio Quadros despachou alegando que a ofensa não estava no uso da palavra “gay”, mas sim no “escárnio” e no “tratamento chulo e depreciativo sobre a fé professada pelo autor”. No entendimento do magistrado, isso extrapolou o direito à liberdade de expressão de Ratinho.
Embora não tenha chegado ao fim, o caso pode ser uma importante jurisprudência para pastores que se sintam ridicularizados por reportagens de TV.
Com Informações de Gospel Prime | Divulgação: Noticias Gospel

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Conheça mais sobre o ministério do pastor Myles Munroe, morto em um acidente aéreo

[Vídeos] Conheça mais sobre o ministério do pastor Myles Munroe, morto em um acidente aéreo
O pastor Myles Munroe, morto em um acidente aéreo no último domingo, 09 de novembro, esteve no Brasil algumas vezes falando sobre os principais temas que marcaram os mais de 30 anos de seu ministério, como teologia da prosperidade, liderança e discipulado.
Autor de best-sellers – muitos deles publicados no Brasil – Munroe era palestrante e presidente sênior do Bahamas Faith Ministries (“Ministério de Fé de Bahamas”, em tradução livre). Nos últimos anos, suas visitas ao Brasil aconteceram durante eventos promovidos pela Associação Vitória em Cristo (AVEC) ou pela Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), ambas presididas pelo pastor Silas Malafaia.
Durante a 2ª edição da Escola de Líderes da Associação Vitória em Cristo (ESLAVEC), realizada em dezembro de 2010 na cidade de Águas de Lindóia (SP), Myles Munroe afirmou que um ministério precisa estar sob autoridade divina.
“Jesus não procurou um ministério. A primeira coisa que Ele fez foi procurar João, pois reconhecia que este era uma autoridade de Deus na terra”, afirmou Munroe, que dizia que um líder, mesmo influente, precisa receber direcionamento: “O poder é ilegal sem autoridade. Hoje temos líderes aqui que se questionam porque enfrentam tanta dificuldade em seu ministério. Deus os trouxe aqui para lhes dizer que precisam estar sob uma autoridade”, concluiu o pastor, de acordo com informações do Guia-me.
Na palestra “Maximizando o Potencial da sua Liderança“, Munroe afirmava que o futuro pode ser moldado conforme a determinação de cada um dentro das possibilidades semeadas por Deus nas pessoas.
“A nossa cultura diz que o futuro está na frente. Eu quero corrigir esse conceito, pois o futuro está dentro de ti. Você nasceu com tudo o que precisa para possuir o que deseja. Deus coloca o futuro na semente, Ele nos dá a semente e ali tem tudo o que precisamos. O seu potencial está dentro de você e o tamanho dele é igual ao tamanho da visão. O diabo não tem medo de você, mas daquilo que você vai se tornar. E saiba que aquilo que Deus chama para você fazer, Ele vai prover”, dizia Munroe.
 
Por Tiago Chagas / via gospelmais.com.br

Braços cruzados: Leis homossexuais avançam no Estado de São Paulo enquanto líder do PSDB ali, que é pastor evangélico, ocupa seu tempo admirando Leonardo Boff

Braços cruzados: Leis homossexuais avançam no Estado de São Paulo enquanto líder do PSDB ali, que é pastor evangélico, ocupa seu tempo admirando Leonardo Boff, criticando conservadorismo evangélico e condenando ataques jornalísticos ao PT

Braços cruzados: Leis homossexuais avançam no Estado de São Paulo enquanto líder do PSDB ali, que é pastor evangélico, ocupa seu tempo admirando Leonardo Boff, criticando conservadorismo evangélico e condenando ataques jornalísticos ao PT


Alguns ficaram chocados com a notícia recente de que o PSDB e o PT fizeram um acordo para encobrir suas sujeiras mútuas no escândalo da Petrobras.
Ficaram chocados como se fosse impossível o PSDB ter o caráter socialista do PT.
Não, não é impossível.
Dou um exemplo: há um deputado estadual em São Paulo que é pastor da Comunidade da Graça. Ele é fã do Leonardo Boff, que é um dos líderes da Teologia da Libertação. Esse pastor é um dos líderes da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. Se você concluiu que com essas credenciais ele só pode se deputado no PT, você errou. Na verdade, ele é o principal líder do PSDB na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
O Dep. Carlos Bezerra representa o governo Alckmin na política de São Paulo. Mas a forma como ele age, ele parece representar o próprio governo do PT. Em reportagem intitulada “O assassinato da verdade pelo covarde Carlos Bezerra,” o jornalista Thiago Cortês denuncia como o líder do PSDB se coloca até contra a liberdade de imprensa para defender um suposto direito do PT de praticar seus crimes de forma impune. (Por ameaça judicial de Bezerra e seus advogados, o artigo do Thiago foi removido do GospelPrime. Mas o mesmo artigo encontra-se agora disponível, sem censura, no Mídia Sem Máscara, neste link: http://bit.ly/1wLVAh8)
O líder máximo do PSDB na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo também foi desmascarado, em suas defesas do totalitarismo esquerdista contra a liberdade de imprensa, pelo jornalista Luciano Ayan.
Carlos Bezerra é prova viva de que o demônio esquerdista que possui a alma dos petistas também habita nas entranhas dos militantes do PSDB, partido fundado por um estrategista marxista.
Quando consideramos que sob o PSDB em São Paulo a agenda homossexual avançou muito mais do que em nível federal sob o PT, a pergunta que vem é: “Então, o que foi que o pastor da Comunidade da Graça fez para impedir esse avanço?”
Ele não fez e nunca faria nada. De acordo com esse pastor, Jesus nunca condenou o homossexualismo— sendo por isso considerado pelo tabloide Genizah como o político evangélico ideal. Daí, para ele, ficou fácil cruzar os braços.
Entretanto, quando Silas Malafaia realizou a Marcha pela Família em 2013 para denunciar as políticas de aborto e homossexualismo do PT, o pastor da Comunidade da Graça descruzou os braços para atacar o evento pró-família. Ele fez o que todo militante — do PT, PSDB e outros partidos esquerdistas — possuído pelo demônio esquerdista faria.
Esse conhecido líder do PSDB só aprova eventos esquerdistas, inclusive na Universidade Mackenzie, onde ele é palestrante.
Ele pode ter pouco ou nenhum compromisso com o Evangelho, mas seu compromisso com essa teologia é total, para alegria do PSDB e PT.
Com políticos “ideais” assim, o socialismo do PSDB e do PT só pode se dar muito bem.
Por Júlio Severo / via gospelprime.com.br