segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Visão que David Wilkerson teve em 1974 está mais perto de se cumprir do que nunca

Quase 40 anos depois, palavra profética recebida por Wilkerson está se cumprindo literalmente

Durante muitos anos o pastor pentecostal David Wilkerson foi um dos maiores críticos da igreja evangélica norte-americana.
Ele ficou famoso em todo o mundo por seu livro A Cruz e o Punhal, onde relata como ajudou a converter violentos membros de gangues de Nova Iorque. Sua vida pessoal e ministerial íntegras o qualificaram para ser um porta-voz divino com autoridade reconhecida até mesmo fora dos meios evangélicos.
Um dos momentos em que ele foi mais perseguido e caluniado foi em 1974, quando publicou um livro chamado A Visão. Wilkerson relata que Deus o mostrou que os EUA precisavam de arrependimento e advertia sobre o futuro julgamento de Deus sobre todo o mundo.
Imediatamente, o pastor passou a ser chamado por algumas igrejas de “profeta da destruição”. Líderes eclesiásticos que ensinavam apenas mensagens positivas decidiram naquela época retirar os livros de Wilkerson das livrarias de suas igrejas. Para muitos ele havia tido alguma alucinação e suas palavras não faziam sentido.
Muitos afirmaram alguns anos depois que suas visões proféticas não se cumpriram e que não havia necessidade de uma palavra profética fora da Bíblia. Chegaram a chama-lo de um “falso profeta”.
Parecem ter esquecido que vários profetas bíblicos não viram suas palavras se cumprir enquanto estavam vivos. Isaías, por exemplo só veria o que falou sobre a Babilônia se cumprir cerca de 150 anos depois da sua morte. O que ele falou sobre Jesus, demorou cerca de 700 anos para se tornar realidade. Muitas outras profecias bíblicas ainda esperam pelo seu cumprimento mesmo dois mil anos depois.
A Bíblia anuncia que nos últimos dias, Deus daria visões e sonhos, para homens, mulheres, jovens e velhos (cf Joel 2:28-29). As visões que Deus deu ao pastor Wilkerson têm quase 40 anos. Ele morreu sem ver muitas delas se cumprirem na totalidade.
É importante ressaltar que muitas das coisas que vemos hoje nos jornais ou na TV e para nós podem parecer normais, seriam impensáveis na década de 1970.
O livro A visão foi lançado apenas em inglês (1974) e espanhol (1975), mas existe uma versão resumida já traduzida para o português.
Ele fala de cinco calamidades terríveis que viriam sobre todo o mundo:
1) Uma confusão econômica que afetará o mundo todo.
Os economistas mundiais não poderão explicar o que está acontecendo. Corporações grandes, sérias, bem conhecidas, desmoronarão, irão à falência no mundo todo.
2) A natureza com dores de parto.
Uma crise que envolve a natureza. Sinais e mudanças sobrenaturais inexplicáveis para o homem. Os desastres mundiais serão mais frequentes. Vi terremotos nos Estados Unidos. Fome no mundo inteiro, a provisão alimentícia do mundo esgotada, provocando a morte de milhares de pessoas.
3) Um batismo de imundícia nos EUA
Os programas de TV serão da pior espécie. As bancas de revistas estarão saturadas de revistas imundas. A educação sexual nas escolas será reanimada com filmes demonstrando detalhes do ato matrimonial
4) A quarta coisa é a rebelião no lar.
O problema número no mundo com respeito á juventude é o ódio que nutrem pelos pais.
5) A quinta coisa é uma onda de perseguição a um grau que a humanidade jamais experimentou.
Revela-se em um tempo quando a liberdade de religião aparenta ter chegado ao seu auge. Se estenderá pelos Estados Unidos, Canadá, o mundo inteiro e por fim será como uma espécie de loucura.
Vejo que se avizinha o tempo quando a maioria dos projetos missionários, programas de rádio e televisão, as sociedades missionárias, serão admoestadas e vigiadas tão severamente por agências do governo que terão temor de prosseguir em suas atividades.

Wilkerson termina seu relato com a seguinte exortação:

Muitos querem continuar sentados diante de uma televisão, ir a alguns cultos para aplaudir cantar sobre as boas coisas de Deus. Porém, amados, é tempo de reconhecer que o fim do mundo está às portas.

Esta é a hora sobre a qual tens ouvido pregar. Muitos estão acomodados não sabendo nem o que está se passando. Amados, Jesus já vem. Jesus Cristo já vem, e está pondo sua casa em ordem.

Baixe um resumo do livro “A Visão” aqui.
Fonte Noticias Gospe

sábado, 12 de novembro de 2011

Região menos evangelizada do país, nordeste ganha projeto especial de igrejas

O sertão nordestino, considerado um das áreas mais áridas para o trabalho missionário cristão, será o palco para o Congresso nacional de Evangelização do Sertão Nordestino, organizado pela Missão Antioquia, que pretende reunir cerca de 1000 líderes de diversas denominações para discutir sobre os desafios de implantar igrejas evangélicas em meio ao panorama sócio-econômico atual da região.
O lugar escolhido para sediar os congressos foi Juazeiro do Norte, que fica geograficamente no coração do sertão nordestino, apontado como a capital espiritual da idolatria, do sincretismo religioso e da superstição, centrada na figura do Padre Cícero.
A esperança do pastor Jonathan, um dos líderes do projeto é que “a região menos evangelizada do Brasil poderá tornar-se, a região mais evangelizada”.
Os nove estados da região nordestina podem ser classificados em uma área mais desenvolvidas, que engloba a faixa litorânea, as praias e os shoppings, que é culturalmente e economicamente mais avançada. Já o Nordeste pouco desenvolvido engloba o interior dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, onde ainda há muitas pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza, analfabetismo e em meio à superstição.
A região Nordeste reúne em torno de 53 milhões de habitantes e o percentual de evangélicos está em torno de 4%. Algumas cidades chegam a ter apenas 1% de cristãos e muitos povoados não possuem sequer uma igreja evangélica.
Um número que explica bem a situação na região é que das 485 cidades brasileiras com menos de 3% de evangélicos, 343 estão no Sertão Nordestino.
De acordo com a apresentação no site, o Congresso Nacional de Evangelização deverá ser o marco inicial do Movimento Nacional de Evangelização do Sertão Nordestino. Este movimento pretende implantar 100 mil igrejas em dez anos na região, contando para isso com a parceria de diversas denominações, missões e igrejas locais.
Segundo o pastor Jonathan, o Congresso e o Movimento Nacional de Evangelização do Sertão Nordestino poderão se tornar uma forte motivação para um grande despertamento de missões. “A ênfase forte em missões nacionais poderá transbordar para missões mundiais. O Brasil poderá ser o celeiro de missões para muitas nações”, diz a apresentação do projeto.

Fuja dos falsos evangelhos! Ainda há tempo...

Aprecio bastante os artigos e sermões do Pr. Ciro. Um amante e estudante das Escrituras, que busca com zelo defender sua autenticidade. Segue abaixo essa bela mensagem do servo de Deus, que com grande alegria compartilho com todos.

Fuja dos falsos evangelhos! Ainda há tempo...
Assisti, há algum tempo, a uma pregação de Carter Conlon (um pregador de mensagens vibrantes, da mesma linha do saudoso David Wilkerson), pela qual enfatizou: “Corra”. De maneira contundente, ele asseverou que os servos de Deus devem correr, fugir, escapar dos falsos evangelhos propagados pelos enganadores do nosso tempo.

No Novo Testamento há vários mandamentos relativos à fuga do mal. A Palavra de Deus nos ordena a fugirmos — a nos desviarmos, a escaparmos — dos pecados, pois a única coisa que pode nos afastar do amor de Deus, endurecendo o nosso coração, é a permanência no pecado (Hb 3.12-14). Por isso, o apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, afirmou: “Fugi da prostituição” (1 Co 6.18); “fugi da idolatria” (1 Co 10.14); “saí do meio deles” (2 Co 6.17); “foge destas coisas” (1 Tm 6.11); “Foge também dos desejos da mocidade” (2 Tm 2.22), etc.

Precisamos correr, fugir, escapar dos falsos ensinamentos propagados pelos enganadores que estão “entre nós” (At 20.28-30; 2 Pe 2.1). Os falsos evangelhos são as falsas boas novas; as verdades misturadas com mentiras; os acertos e erros mesclados; é leite contaminado (1 Pe 2.1,2).

Você só não deve fugir do Diabo, e sim resisti-lo. Mas, para fazer isso, deve se sujeitar a Deus (Tg 4.7). Quem se submete ao Senhor, foge dos falsos evangelhos, contrários ao Evangelho de Cristo.

Fuja do evangelho experiencialista, baseado em experiências exóticas, em revelações obtidas depois de pretensas visitas ao Céu e ao Inferno e em técnicas psicológicas, como a regressão até o ventre materno (Dt 13.1-4; Jo 10.41).

Fuja do evangelho antropocêntrico, pelo qual o ser humano é tacitamente endeusado e estimulado a confiar mais na autoajuda do que na Ajuda do Alto (1 Pe 5.6; Fp 4.11-13).

Fuja do evangelho da prosperidade, pelo qual enganadores, webenganadores e telenganadores, abrindo mão do tesouro celestial (Mt 6.19-21), enriquecem e levam cativas pessoas enganadas, webenganadas e telenganadas, as quais deixam de usufruir do grande tesouro da salvação (2 Co 4.7).

Fuja do evangelho ecumênico, que valoriza um falso amor, mal direcionado, centrado em interesses próprios, abrindo mão da Verdade (Jo 14.23).

Fuja do evangelho cessacionista, pelo qual se afirma que a multiforme manifestação do Espírito Santo cessou, desprezando as profecias e extinguindo o Espírito (At 2.39; 1 Ts 5.19-21).

Fuja do evangelho neopentecostal, que banaliza os dons, ministérios e operações do Espírito Santo, levando incautos a pensarem que podem profetizar a qualquer hora, como bem entendem, e manipular a manifestação sobrenatural do Espírito (1 Co 14).

Fuja do evangelho farisaico, legalista, propagado e seguido por muitos líderes que “coam mosquitos”, mas “engolem camelos”, verberando contra efemeridades, sem ver “traves de madeira” enormes em seus próprios olhos (Mt 23).

Fuja do evangelho do entretenimento, que oferece toda a diversidade mundana num contexto “evangélico”, como apresentações de vale-tudo, shows de hip-hop, street dance, etc. (Rm 12.1,2; Tg 4.4).

Se você quer verdadeiramente ser vencedor até o fim, fuja de todos os falsos evangelhos e atente para o que está escrito em 1 Coríntios 15.1,2: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado, o qual também recebestes e no qual permaneceis; pelo qual também sois salvos, se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se não é que crestes em vão”.

Autor: Ciro Sanches Zibordi

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

NAO ENTREGUE SEU ISAQUE

Nós estamos cansados dessas manobras absurdas existentes hoje nos púlpitos da maioria das igrejas desta nação brasileira. É uma liturgia imoral, irresponsável e antibíblica, que causa repugnância nos crentes mais zelozos e tementes a Deus, ao mesmo tempo em que promove preocupação nos cristãos que se dedicam ao estudo sistemático das Escrituras Sagradas. Preocupação, sim, pois ao conferirem o que ouvem nestes púlpitos com o ensino biblico percebem o quanto a liderança está se distanciando do verdadeiro evangelho ensinado pelo nosso Senhor Jesus Cristo.

Observe abaixo, o que escreveu o Pr. Ciro em seu blog e tire suas próprias conclusões.

Falo por parábola.

Um famoso conferencista brasileiro foi convidado para ministrar a Palavra durante três noites a um grande grupo de jovens, em uma terra longínqua, no velho continente. Muito eloquente e persuasivo, ele resolveu discorrer sobre a obediência de Abraão à surpreende ordem divina: “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai ao Moriá; e o oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi” (Gn 24.2).


O conferencista internacional fez uma “contextualização” e resolveu chamar Isaque de “a melhor oferta”. “Isaque era o único filho de Abraão. Era o que ele tinha de mais importante nesta terra. Pergunte para o seu irmão: ‘O que você tem de mais importante nesta vida? Qual é a sua melhor oferta?’” — afirmou o pregador, na primeira noite. Ao mesmo tempo que mencionava a fidelidade de Abraão, ele contava experiências de pessoas que deram tudo o que tinham e prosperaram financeiramente.


Na segunda noite, o pregador foi ainda mais claro: “Você mora de aluguel? Esse é o seu Isaque. E você precisa sacrificá-lo. Ofereça-o. Você é um empresário? Entregue todo o lucro deste mês, pois esse é o seu Isaque. Não questione. Obedeça o profeta de Deus. E você sairá daqui com a sua bênção”.


Tendo mencionado vários “i$aque$”, o pregador lançou um desafio: “Amanhã é o último dia da festa. E eu quero ver quem terá ousadia para entregar o seu Isaque”. Isso contagiou a todos, e a maioria dos irmãos estava mesmo disposta a dar o que tinha de melhor, financeiramente falando. O pregador dissera que, se alguém não tivesse dinheiro, poderia entregar relógios, alianças, cheques pré-datados, etc. Mas ele não contava com uma surpresa...

Naquela igreja havia um grupo de jovens estudiosos da Bíblia. E um deles estava escalado para dar uma palavra de cinco minutos antes do pregador. “Saúdo os irmãos com a paz do Senhor”, disse o jovem. “Como tenho apenas cinco minutos para falar, convido os irmãos a lerem comigo Gênesis 22.11,12”.

Depois da leitura, o corajoso jovem discorreu rapidamente sobre Abraão e Isaque e concluiu: “Irmãos, Deus pediu a Abraão que oferecesse o seu filho Isaque em holocausto. Mas isso foi apenas um teste. Ele não aceita sacrifícios humanos. E, como podemos ver, Abraão levou o seu Isaque para casa”.


Antes de convidar o famoso conferencista para a sua última ministração, o pastor da igreja — que estava incomodado com o aludido desafio — fez questão de dar mais uma palavra: “Irmãos, como disse esse sábio jovem, Abraão levou o seu Isaque para casa. Isso significa que nenhum de nós precisa oferecer hoje o seu Isaque. Dê a sua oferta, mas faça isso liberal e voluntariamente. Não precisa entregar o dinheiro do aluguel nem a sua aliança, etc.”.


Furioso e com “cara de poucos amigos”, o conferencista mudou o tema da mensagem: “Nesta noite eu quero falar sobre os crentes que tocam nos ungidos de Deus, aqueles que discordam dos profetas. Esses incrédulos sempre terão uma vida miserável, pois não têm coragem de entregar o melhor para mim... Quer dizer, para Deus”.


Diante desta parábola — baseada em várias histórias reais que já ouvi sobre conferencistas de$afiadore$ —, medite em 2 Coríntios 2.17: “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus”.


Ciro Sanches Zibordi

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Unção a Preços Populares

A credibilidade do evangelho, está ficando realmente muito crítica no Brasil. Em todas as regiões do país o clamor popular por uma mensagem genuinamente bíblica é urgente. Vemos acontecer em toda a nação inúmeros atos escandalosos por parte de muitos líderes descompromissados com o reino de Deus, que só visam alcançar lucros para seus bolsos, não se importando com o estado espiritual das almas que cada dia mais estão perecendo de fome e de falta de orientação espiritual.

Segue matéria do Pr. Airton Evangelista da Costa, publicada no site: www.palavradaverdade.com. Para sua apreciação.

A lei de oferta e procura dita os preços do mercado. Tem havido muita oferta de unção. Vou baratear. Tenho algumas centenas de unções encalhadas, ponta de estoque. O preço de uma unçãozinha de lagartixa, por exemplo, poderá chegar a R$1,99. Já a unção da salvação, com direito a diploma, custará R$199,00.

É preço de ocasião. Cubro qualquer oferta. Diante da situação econômica do país e do enorme número de irmãos carentes de unção, resolvi usar de misericórdia. Dia desses, um concorrente ofereceu uma unção de prosperidade por R$900,00. Um absurdo. Nada como uma boa concorrência para baixar preços. Acreditem se quiser, mas a maioria de nossas unções custa apenas R$1,99. Isso mesmo: um real e noventa e nove centavos.

Pretendo vender dez milhões de unções e faturar de vinte a trinta milhões de reais. Alguns concorrentes dão prazo de até seis meses para que a unção comece a funcionar. Meu prazo é menor: comprou, pagou, levou. Os efeitos são imediatos. As da lista a seguir custam apenas R$1,99.

Unção da serpente – “Sede simples como as pombas e prudentes como as serpentes”. O usuário rastejará como uma cobra todas as vezes que evocar a unção e será a pessoa mais prudente da terra.

Unção do leão, produto genérico – Contém o mesmo princípio ativo da unção já no mercado, porém produzida com materiais nacionais. O leão é o rei dos animais. O usuário dará urros que colocarão por terra as fortalezas inimigas.

Unção do guarda chuva – Nenhuma seta maligna atingirá o usuário dessa unção. Nem seta, nem palavra maldosa, nem inveja.

Unção de hortifrutigranjeiros – Seu uso uma vez por semana garantirá ao receptor força e energia por toda a vida. Todas as vitaminas estão nessa unção. Trata-se de uma vitamina espiritual.

Unção da sorte grande – De posse da unção, a sorte estará do seu lado. Ficará riquíssimo. E só jogar na sena acumulada.

Unção do enriquecimento sem precisar trabalhar – Essa todos desejam. Com apenas R$1,99, dinheiro em grande quantidade cairá em sua conta bancária. Você nunca mais será o mesmo.

Deixe-me dizer-lhe uma coisa. Enquanto escrevo, sinto algo tremendo. É como se o lugar estivesse recebendo poder. A mesma coisa você sentirá aí onde você se encontra. Você nunca viu nada igual em sua vida. Você sentirá um formigamento subindo dos pés para a cabeça. Levante-se de sua cadeira e faça cinqüenta agachamentos, ou corra dois quilômetros. Após esse exercício, se você sentir cansaço, é sinal de que coisas acontecerão. Escreva-me logo e conheça os demais tipos de unção disponíveis. Compras a partir de cem reais podem ser pagas por cheque pré, boleto bancário.

Nota: Este artigo é uma ficção e objetiva alertar o povo para o engano das seitas.
 

  

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Orgulho – O maior inimigo do pastor

“Eu mereço mais que essas pessoas!”

O maior inimigo do pastor é o orgulho, e ele é especialmente perigoso para jovens pastores (I Tm 3.6). Causas particulares para o orgulho
Dons Públicos. Como seus dons são exercidos publicamente (ao contrário daqueles que são mais privados e não são vistos nos diversos ministérios), eles tendem a ser mais reconhecidos, admirados e louvados.
Status Oficial. Como muitos do povo de Deus respeitam e honram o ofício do pastor (algumas vezes sem se preocupar com quem o faz), você tende a pensar que é você a quem eles honram e respeitam. Antropocentrismo. Quando as pessoas são abençoadas sob seu ministério, elas constantemente atribuirão a benção a você, e não a Deus.
Ideias Mundanas de Liderança. Você se vê “no comando de todas essas pessoas”, ao invés de servo delas.
Inexperiência. É típico da Igreja colocar jovens não testados e inexperientes em posições de alta responsabilidade sem passar pela “escola de duras pancadas da humildade”. Talvez sem nunca terem sido liderados, eles nem sabem liderar também.
Entendimento Ruim do Chamado ao Ministério. Paulo não via o ministério pastoral como um prêmio que ele tinha conquistado. Para Paulo, isso era obra da graça, um presente imerecido, assim como a salvação (Ef 3.8).
As Consequências Pastorais do Orgulho

=> Se você cai em orgulho, haverá sérias consequências no seu ministério.
=> Você começará a depender dos seus dons, em vez de depender de Deus.
=> Você irá se tornar impaciente com seus irmãos menos dotados do seu ministério ou entre os presbíteros.
=> Você se tornará negligente e insensível com os costumes e tradições do passado.
=> Você resistirá à critica pessoal e conselhos maduros.
=> Você ficará descontente e desestimulado porque “eu mereço mais que essas pessoas!”.
=> Você se considerará acima dos trabalhos pequenos e corriqueiros da congregação.
=> Você parará de aprender porque, afinal, já sabe mais do que qualquer um. Você pode cair na “condenação do diabo” (I Tm 3.6). A Cura Pessoal do Orgulho
=> Deixe essas duas frases serem as batidas do coração do seu ministério

1. Eu sou um pecador.

=> Lembre-se de quem você era (pense nos pecados dos quais você foi liberto)
=> Lembre-se o que você poderia ser agora (Se Deus não tivesse alcançado você)
=> Lembre-se de quem você é (desvende seu próprio coração)
=> Lembre-se de quem você ainda poderia ser (se Deus removesse sua graça contentora)

2. Eu sou um servo

=> Um servo de Deus (não independente, mas dependente de Deus para liderar, comandar e abençoar)
=> Um servo do povo de Deus (não seu senhor ou soberano)
=> Um servo de pecadores (não despreze os não-salvos, mas fique de joelhos por eles)
=> Um servo dos servos (não concorra com outros pastores, mas sirva-os)
=> Um servo do Servo (aquele que diz, “Está no meio de vós aquele que serve” e “o servo não é maior que o seu Mestre”).

Traduzido por Rafael Bello

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

DEUS EXISTE?

Relato de um cientista
Razões para Crermos em Deus
NÓS AINDA ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente. Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.


Eis algumas razões para minha fé:
 

1.    Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia. Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada. Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.

 
Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em sequência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em sequência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em sequência, seria de um em dez bilhões.
Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.
 

2.      A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.
 

3.   Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta "vida eterna" nos esquente só o suficiente!  Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.
 

4.      A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano mover-se-iam norte e sul, tranformando-nos em continentes de gelo.
 

5.      Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.
 

6.      Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espêssa, não haveria oxigênio para a vida.
 

7.      Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente.


É cientificamente comprovado, o que o salmista disse: "Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos".

Pensem na Grandeza desse Deus que FEZ e FAZ tudo por nós!!!



Por A. CRESSY MORRISON
Ex-presidente da Academia de Ciências de Nova York


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mulheres Incríveis da Reforma

Com demasiada frequência, os livros didáticos se concentram exclusivamente nos homens da Reforma – Lutero, Calvino, Cranmer, e outros – e deixam de notar as mulheres fiéis que serviram entre, ao lado e com os reformadores.

Estas mulheres foram dedicadas ao evangelho de Jesus Cristo, algumas ao ponto do martírio. Muitas dessas mulheres eram bem-educadas, especialmente pelo padrão de seu tempo. Elas liam livros de teologia, especialmente a Bíblia, e qualquer coisa dos reformadores que podiam ter em suas mãos. Seus círculos de amigos faziam parte de longos e frequentes estudos bíblicos. Eram esposas e mães em sua maioria. Algumas também foram autoras, apologistas, ex-freiras e rainhas. Todas eram servas fiéis de Jesus.

ALEMANHA

Katherine von Bora era uma ex-freira que se casou com Martinho Lutero. Eles foram casados ​​por 21 anos e tiveram seis filhos. Sua rápida língua, humor e teimosia equiparavam-se aos de Martinho – não é pouca coisa. Ela administrava casa deles (que era frequentemente cheia de estudantes), tinha um grande jardim e gado, pescava e cultivava, e manteve uma cervejaria. Ela também administrava o dinheiro deles e cuidava das famílias estendidas deles. Martinho a chamava de “Minha Senhora Katie.” (Leia mais sobre ela aqui)

Katharina Schutz Zell foi casada com Matthew Zell de Estrasburgo e ministrava em parceria com seu marido. Ela desenvolveu ministérios de mulheres e publicou um livro de Salmos para as mulheres cantarem. Ela teve um papel de liderança na organização de auxílio para 150 homens exilados de sua cidade por sua fé, e escreveu encorajamentos bíblicos para as esposas e as crianças deixadas para trás. Durante a Guerra dos Camponeses, ela organizou Estrasburgo para lidar com 3.000 refugiados por um período de seis meses.

Ursula von Münsterberg (1491? – 1534) foi a neta do rei George Podiebrad da Boêmia. Ursula era uma freira em um convento em Freiberg, Saxônia. Ela liderou um esforço para trazer para o convento um capelão que estava familiarizado com Lutero e tinha livros contrabandeados de Lutero. Devido a isso, ela foi forçada a fugir do seu convento em 1529, sendo que depois que ela permaneceu com a família de Lutero.

Argula von Grumbach era uma nobre da Baviera, que vigorosamente desafiava a aptidão da Universidade de Ingolstadt para debater seus pontos de vista reformados. Suas cartas foram amplamente divulgadas.

Anna Rhegius nasceu em Augsburg em 1505. Ela tinha uma boa educação, que incluiu o estudo do hebraico, permitindo-lhe discutir escritos bíblicos em grande profundidade.

Elisabeth von Braunschweig casou-se aos 15 anos. Depois de ter sido casada por 10 anos, sua mãe Elisabeth a visitou e convidou um pastor luterano para pregar. Dentro de um ano, Elisabeth se converteu e resolveu criar seu filho como um luterano. Após a morte de seu marido, ela escreveu um livro tentando consolar viúvas, ajudando-as através do processo de luto.

Elisabeth Cruciger era de Pomerânia e passou um tempo no convento em Treptow em Rega. Ela deixou o convento em 1522 ou 1523 e se casou com Caspar Cruciger em 1524, evento que marcou o primeiro do casamento protestante oficial. Uma amiga de Katherine Lutero, Elisabeth estava envolvida em debates teológicos nas “conversas de mesa” de Lutero e com Philip Melanchthon, que a considerava uma mulher brilhante. Ela escreveu o primeiro hino protestante em 1524, o que criou uma polêmica já que as mulheres não eram geralmente compositoras naqueles dias.

FRANÇA & PAÍSES BAIXOS

Jeanne d’Albret foi a rainha de Navarra e uma influente líder do movimento huguenote na França. Ela convidou pregadores reformados para falar em sua terra e declarou publicamente sua adesão ao calvinismo em 1560, no entanto, ela deixou claro que ela seguiu “Beza, Calvino e outros apenas na medida em que eles seguiam as Escrituras”. Ela tentou criar uma ponte entre católicos e protestantes e tentou trazer a paz quando as guerras começaram a acontecer. De fato, sendo uma protestante, ela permitiu a continuidade da missa em suas terras, recusando-se a punir os católicos que não se converteram ao protestantismo.

Ursula Jost foi uma mulher anabatista influente em Estrasburgo que escreveu um livro narrando suas visões proféticas do juízo iminente de Deus que viria sobre o povo de sua cidade.

Idelette de Bure era uma viúva com três filhos quando se casou com João Calvino. Uma das crianças deles morreu na infância e ela sofreu um aborto na outra. No processo, Calvino, que falou pouco de sua vida de casado, foi profundamente tocado. O relacionamento deles suavizou o coração dele profundamente.

Marie Dentière (c. 1495-1561) era de origem flamenga de uma família de menor nobreza. Ela fazia parte de um mosteiro agostiniano em Tournai, o qual ela abandonou mais tarde depois de abraçar os ensinamentos dos reformadores, um crime contra a igreja e o estado. Ela fugiu para Estrasburgo e casou-se com Simon Robert, que havia sido um padre, em Tournai, tornando-se sua assistente em seu objetivo de difundir a reforma para a área ao leste de Genebra. Após a morte do marido, ela se casou com Antione Froment, um seguidor do reformador William Farel. Marie escreveu um panfleto anônimo com o objetivo de convencer os genebrinos das intenções de Deus para sua cidade. Ela também falou em tavernas públicas e nas esquinas. Foi um sucesso porquanto Genebra se tornou uma república protestante. Ela também escreveu um livro contando a história da Reforma em Genebra.

INGLATERRA

Jane Grey escreveu cartas ao reformador Heinrich Bullinger aos 14 anos. Como rainha, Jane lutou contra intensos esforços de convertê-la a Roma quando tinha 16 anos. Ela resistiu a estes esforços com raciocínio teológico e ensino bíblico contra um professor de teologia com o dobro de sua idade.

Catherine Willoughby tornou-se a duquesa de Suffolk, em 1533 e era uma amiga de Jane Grey. Ela protegia o pregador-bispo Hugh Latimer, vítima de perseguição, até que as coisas se tornaram tão insuportáveis para ela que, para salvar sua vida, ela fugiu para a Holanda com seu bebê. Ela foi forçada ao exílio como uma defensora da Reforma.

ITÁLIA

Olimpia Fulvia Morata era uma estudiosa italiana nascida em Ferrera como a filha mais velha de um estudioso humanista, que, depois de ser forçado a fugir de sua cidade ao norte da Itália, palestrou sobre os ensinamentos de Calvino e Lutero. Olímpia floresceu em seus estudos, especialmente em latim e grego, exibindo erudição impecável. Ela escreveu diálogos em latim, poemas em grego e cartas tanto para estudiosos (em latim) quanto para mulheres menos escolarizadas (em italiano). Em seu “Diálogo entre Teófila e Filótima”, ela encorajou aqueles que temiam que seus enormes pecados iriam obstruir seu caminho para Deus:

Não temam… Nenhum odor dos pecadores pode ser tão mal cheiroso que sua força não possa ser quebrada e enfraquecida pelo odor mais doce que flui a partir da morte de Cristo, que só Deus pode perfumar. Portanto, busquem a Cristo.

Todas estas mulheres desejaram ver o triunfo da Reforma, e a boa notícia do evangelho superar a oposição, tanto dentro da igreja quanto fora dela. Elas serviram com paciência, coragem e perseverança. Elas não eram apenas observadoras da Reforma, mas também participantes. Além disso, cada uma delas foi poderosamente usada por Deus para manter a integridade de Sua igreja e redimir uma humanidade caída.

Nova Reforma– Justin Holcomb

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

História da Reforma: Martinho Lutero

 

 
"O justo viverá pela sua fé" O texto de Romanos 1:17
foi fundamental para que surgisse a Reforma Protestante no Século XVI.
 
Quando Martinho Lutero leu essa passagem das Escrituras foi convencido de que a nossa justificação não se dá através das boas obras, mas através da fé.

A Reforma Protestante foi um termo pejorativo empregado pelos católicos romanos à aqueles que protestaram contra o sistema religioso da época, mas esse termo foi assimilado e usado a partir do século XVI até nossos dias para designar
os grandes fatos vividos pelos que desejavam e desejam pautar sua vida religiosa segundo a Bíblia.
Que foi a Reforma Protestante?
Dependendo do ponto de vista, poderíamos ter vários conceitos. No entanto, consideramos a Reforma como um movimento de retorno aos padrões bíblicos do Novo Testamento. Isso expressa a realidade da "Reforma Protestante", pois tudo que se fez tinha a finalidade de levar as pessoas a se aproximarem de Deus através de um relacionamento profundo com Ele.
Por que aconteceu a Reforma Protestante?
Alguns fatores contribuíram para que acontecesse a Reforma. Entre eles podemos destacar os seguintes:
a) As mudanças geográficas. O século XVI foi a era das grandes navegações realizadas pelas superpotências Portugal e Espanha e, consequentemente, das grandes descobertas. Com isso o mundo não se limitava mais à Europa, mas o novo mundo trouxe novos horizontes de conquista e expansão.
b) Mudanças políticas. Surgem as nações-estados. A Europa começa a se fragmentar em países independentes politicamente uns dos outros. Surgem países como a Inglaterra, França, Espanha, Portugal, etc. Com isso é natural o desejo de cada governante de sentir-se livre de um poder central e dominador que era o papado.
c) Mudanças intelectuais. Há grandes transformações intelectuais com o surgimento dos humanistas cristãos, os quais tiveram um interesse profundo pelo estudo das Escrituras Sagradas e das línguas originais e começaram a fazer uma comparação entre o Novo Testamento e o que a Igreja Católica Romana estava vivendo. Entre esses humanistas podemos destacar Desidério Erasmo ou Erasmo de Rotherdan que influenciou os reformadores com o seu Novo Testamento Grego.
d) Mudanças religiosas. O autoritarismo da Igreja católica romana era insustentável. O catolicismo não satisfazia os anseios espirituais do povo que buscava uma religião satisfatória e prática, que respondesse às suas indagações e expectativas.

Onde aconteceu a Reforma Protestante?
A Reforma aconteceu na Alemanha, mas logo, se espalhou para outros países como Inglaterra, Suíça, França, Escócia, etc. Em cada país podemos destacar um líder que levou avante este movimento.

Quando ocorreu a Reforma?
A partir do final do Século XII, começam a surgir alguns movimentos na Europa que pediam mudanças dentro da Igreja Católica Romana. Entre eles podemos destacar dois grupos:
·         Os valdenses com Pedro Valdo na Itália.
·         Os cataritas na França.
Também surgiram alguns homens que podemos considerá-los pré-reformadores como:
·         John Wycliff na Inglaterra, no século XIV, 1384
·         John Huss na Boêmia, no começo do século XV, 1415
·         Jerônimo Savanarola na Itália, no final do século XV, 1498
A Reforma Protestante, no entanto, só aconteceu no Século XVI na Alemanha, quando o frade agostiniano Martinho Lutero afixou as 95 teses nas portas da igreja do castelo de Wittenberg.
Era o dia 31 de outubro de 1517, véspera do dia de "todos os santos", quando milhares de peregrinos afluíam para Wittenberg para a comemoração do feriado do "dia todos os santos e finados", 01 e 02 de novembro.
Era costume pregar nos lugares públicos os avisos e comunicados. Lutero aproveitou a oportunidade e, através de suas teses, combatia as indulgências que eram vendidas por João Tetzel com a falsa promessa de muitos benefícios. Ele dizia que, se alguém comprasse uma indulgência para um parente falecido, "no momento em que a moeda tocasse no fundo do cofre a alma saltava do inferno e ia direto para o céu".

Quais foram os principais reformadores?
·         Na Alemanha, Martinho Lutero (1483/1546)
·         Na Suíça, Huldreich Zwínglio (1484/1531) e João Calvino (1509/1564)

Quais foram as principais obras de Lutero?
Lutero expressa suas ideias através de três obras. São elas:
a) A Liberdade Cristã.
b) Apelo à Nobreza. Aqui Lutero faz um apelo para o povo se unir contra a Igreja Católica Romana.
c) Cativeiro Babilônico da Igreja. Afirmava que a Igreja estava vivendo num cativeiro, assim como o povo de Israel esteve na Babilônia escravizado.

Quais eram as principais doutrinas defendidas por Lutero?
a) Justificação pela fé. Baseado nos ensinos de Paulo, ele ensinava que o homem não é justificado pelas suas obras, mas pela fé em Jesus Cristo.
b) A infalibilidade da Bíblia. Ele considerava a Bíblia infalível e acima de toda e qualquer tradição religiosa. Enquanto a Igreja Católica Romana defendia a ideia de que o papa era infalível e a Bíblia era sujeita à sua interpretação, Lutero afirmava que A Bíblia estava acima do papa, pois ela é a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo.
c) Sacerdócio de todos os crentes. Lutero negava o conceito que afirmava ter o papa poderes sobrenaturais como intermediário entre o povo e Deus. Ele defendia a ideia de que todo crente é um sacerdote e tem livre acesso à presença de Deus. Não precisamos de um intermediário, o único intermediário entre o homem e Deus é o Senhor Jesus Cristo.

Quais eram os princípios fundamentais da Reforma?
a) Supremacia das Escrituras sobre a tradição.
b) A supremacia da fé sobre as obras.
c) A supremacia do povo sobre o sacerdócio exclusivo.

Lutero foi vitorioso?

Sim. Apesar das tentativas para condenarem Lutero, o papa e o Imperador Carlos V não conseguiram. Quando foi convocado a comparecer ao concílio diante do imperador, ele expressou-se destemidamente da seguinte forma: "É impossível retratar-me, a não ser que me provem que estou laborando em erro, pelo testemunho das Escrituras ou por uma razão evidente. Não posso confiar nas decisões de concílios e de Papas, pois é evidente que eles não somente têm errado, mas se têm contraditado uns aos outros. Minha consciência está alicerçada na Palavra de Deus. Assim Deus me ajude. Amém".
Uma das expressões mais profundas do sentimento de Lutero está no hino Castelo Forte que diz:
"Que a Palavra ficará, sabemos com certeza, e nada nos assustará, com Cristo por defesa; se temos de perder os filhos bens, mulher, embora a vida vá, por nós Jesus está, e dar-nos-á seu Reino".
Florêncio Moreira de Ataídes