terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Polêmico Rev. Josué Yrion, famoso por suas críticas à Disney, tornou-se apresentador de TV e missionário

 

Polêmico Rev. Josué Yrion, famoso por suas críticas à Disney, tornou-se apresentador de TV e missionário
O reverendo Josue Yrion, escritor e conferencista brasileiro de fama internacional, que ficou conhecido por suas palestras ao redor do mundo e por suas críticas a produções de entretenimento infanto-juvenil, como filmes, videogames e programas de TV, atualmente, mora em Los Angeles e é presidente do Instituto Teológico Josué Yrion, na Índia; e ainda apresentador do programa de TV “Alcanzando las Naciones com J.Y.”, transmitido para países de língua espanhola ao redor do mundo e também para os Estados Unidos, além de distribuir bíblias em cadeias e treinar missionários para países onde o evangelho é proibido.
Fluente em inglês, espanhol e português, Yrion viajou por 72 países, fazendo cruzadas evangelísticas, chegando a pregar na antiga União Soviética e também na Índia.
No Brasil, ficou conhecido por suas palestras em que condenava os desenhos da Disney, acusando-os de transmitirem mensagens subliminares, especialmente “O Rei Leão”, “Pocahontas”e “Aladdin”, além de afirmar que os jogos de videogame da marca Nintendo causavam um tumor cerebral que poderia levar à morte.
Suas pesquisas foram motivadas após ele ter comprado uma coleção de filmes da Disney para seus três filhos. Segundo o reverendo, após eles terem assistido os filmes, uma de suas filhas, Kathryn, disse a ele que não amava mais a Jesus, e só queria saber do filme “A Bela e a Fera”.
Em suas palestras, Yrion afirmava que o personagem Simba, do filme de animação infantil “O Rei Leão”, em determinada cena, levantava poeira da savana que formava a palavra “Sex” (Sexo, em inglês) no ar, e que isso seria um incentivo à pornografia infantil.
As acusações de Yrion quanto ao filme “Pocahontas” se davam em relação ao nome, que teria origem indígena, e significaria “evocar o espírito do abismo”. Para o reverendo, pronunciar essas palavras atrairia o diabo para perto da família.
No filme “Aladdin”, segundo Yrion, um dos personagens do filme fala rapidamente a frase “Good Teenagers, take off your clothes” (Bons adolescentes, tirem suas roupas), o que seria mais um incentivo da produtora à pornografia, segundo ele.
Josué Yrion afirma em suas palestras que videogames são danosos à saúde, e que uma pessoa que se expõe ao uso desse brinquedo poderá sofrer de epilepsia incurável, influenciada por demônios, e que danifica o cérebro permanentemente, provocando um tumor benigno que evolui para maligno e causa cegueira, podendo levar à morte.
Em 2005, Josué Yrion promoveu no México um processo contra a apresentadora Xuxa Meneghel, por satanismo, após ver documentários e filmes de sua carreira. Ele a acusava de ter vendido sua alma para o diabo por US$ 100 milhões numa igreja satânica dos Estados Unidos.
No âmbito político, o famoso reverendo já declarou diversas vezes ser opositor ferrenho do ex-presidente norte-americano George W. Bush. Suas palestras causaram, por onde passou, enormes repercussões, e diversos setores da sociedade não ligados à religião criticaram suas palestras. No meio evangélico, fez fama por supostamente desvendar mistérios e mensagens subliminares.
Assista a um dos vídeos de palestras do reverendo Josué Yrion explicando sobre as mensagens subliminares dos vídeos infantis da Disney:
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Polêmico Pastor Ricardo Gondim anuncia que não faz mais parte do “Movimento Evangélico”: “Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade”


Polêmico Pastor Ricardo Gondim anuncia que não faz mais parte do “Movimento Evangélico”: “Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade”

O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, anunciou em seu site, através  de um artigo, que está rompendo com o Movimento Evangélico. Narrando suas experiências religiosas desde adolescência, quando abandonou o catolicismo inquieto pelo que chamou de “dogmas” da igreja romana, o pastor falou sobre o que o fez romper com a Igreja Presbiteriana e com a Assembleia de Deus, exemplificando cada caso.
Agora, se dizendo sem saber para onde ir, afirma que está querendo “apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos” e que não abandonará sua vocação de pastor e continuará servindo na Betesda.
Os motivos listados por Gondim em seu artigo reclamam da transformação do evangelho em negócio, e se diz “incapaz de tolerar” a transformação da fé em negócio. “Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia”, acusa o pastor.
A falta de afinidade com os grandes líderes evangélicos nacionais também é colocada como uma questão de peso e decisiva para o rompimento: “Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis”, afirma o pastor, sem citar nomes.
Em mais uma crítica direta à teologia da prosperidade, que tem sido priorizada em diversas denominações, o pastor Gondim afirma que a igreja se tornou inútil ao pregar essa mensagem: “No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus”.
Um texto publicado pelo jornalista Paulo Lopes, atribuído a José Geraldo Gouvêa, ateu declarado, afirma que “Gondim não tem para onde ir, a não ser os braços do ateísmo”. O autor do texto afirma se identificar com o pastor, “uma espécie de Leonardo Boff evangélico”, fazendo menção ao ex-frei e crítico ferrenho da Igreja Católica.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Tempo de Partir”, do pastor Ricardo Gondim:
Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.
Minha peregrinação cristã está, há muito, marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.
Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealógica – e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza. Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista. Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.
Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.
De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembleia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembleia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo, precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.
Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.
Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.
Então por que uma ruptura radical? Meus movimentos visam preservar a minha alma da intolerância. Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.
1. Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.
2. Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.
3. No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.
4. Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçadora. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir) uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.
Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.
Soli Deo Gloria
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

UMA ENTREVISTA IMPERDÍVEL COM CAIO FÁBIO

Uma conversa vibrante onde nenhuma questão ficou sem resposta e que trás luz a muitos acontecimentos importantes do cenário evangélico dos últimos 35 anos.



Em função dos recentes desdobramentos do chamado Dossiê Caymam, o Rev. Caio Fábio D’Araujo Filho volta à pauta dos principais veículos de imprensa do país. O que ocorre nem tanto em função de novos fatos a respeito do caso, mas devido a uma decisão inesperada da magistratura que o condenou em um processo onde ate mesmo as partes interessadas inocentaram o pastor.

Os crentes mais maduros estão cientes do legado daquele que foi a mais destacada liderança evangélica que o Brasil já conheceu. Já as novas gerações de evangélicos desconhecem as conquistas do fundador da Vinde, um conjunto de veículos de comunicação, da Fábrica da Esperança, entre tantas outras iniciativas relevantes no campo social, cultural e evangelístico. Um tempo diverso da nossa história onde o neopentecostalismo, a teologia da prosperidade ainda não jugulavam o cenário evangélico e o perfil das principais lideranças ainda não era dominado por bispos, apóstolos e papas, com seus jatinhos, mansões e megatemplos.

Sobre Caio Fábio, suas posições teológicas atuais e todos os mitos construídos em torno do homem desde o episódio conhecido pela “queda de Caio”, a esmagadora maioria sabe apenas de “ouvir falar”. Caio Fábio conhece a intimidade das principais lideranças evangélicas do país e é, provavelmente, o observador mais privilegiado da história recente da igreja.

Em dezembro de 2011, Danilo Fernandes, editor do Genizah, foi convidado pela revista Cristianismo Hoje para entrevistar Caio Fábio em sua casa em Brasília. Um desafio e tanto, função da reconhecida verve brilhante do entrevistado, carisma, inteligência e, sobretudo, a notória capacidade de fazer frente à confrontação. Some-se a isto o peso das questões seriam levantadas na entrevista.

O resultado está nas bancas de todo o país. Uma entrevista que irá descortinar episódios desconhecidos por muitos e trazer verdade onde abundava achismos. A matéria não foi, nem de longe “chapa-branca” e, como certeza, a maioria ficará surpresa com a forma como certas questões foram confrontadas e, principalmente, com as respostas do entrevistado, que fugiram completamente da mitologia construída nos últimos anos em torno deste e de sua teologia.

A entrevista é longa. Dividimos a conversa em três partes / vídeos. A seguir os tópicos tratados em cada parte:

Parte 1





A maior obra social jamais empreendida por evangélicos brasileiros. / Breve histórico da Igreja evangélica brasileira dos anos 50 até hoje. / Missão integral da igreja / Ascensão dos líderes atuais e o inicio de suas caminhadas, incluindo: Edir Macedo, Silas Malafaia, Neuza Itioca, RR Soares, etc. / AEVB, Aliança Evangélica, bancada evangélica e política eclesiástica. / A gênese do mal: O neopentecostalismo brasileiro, de Roberto McAlister a Valdemiro Santiago. / Teologia da prosperidade no país. Um desafio a Silas Malafaia.

Parte 2





O lado positivo da igreja institucional / O movimento Caminho da Graça. / Casamento Gay / Divórcio / PLL 122 / Liberalismo teológico. / Sexo entre jovens não casados. / Homofóbicos e gays enrustidos na igreja. / Gays em posições eclesiásticas. / Os inimigos do Evangelho. / Dízimo. / As prioridades apologéticas. / Teísmo Aberto. / Apostasia. / Tendências da igreja institucional.

Parte 3





A subversão do Evangelho. / Divórcio de pastores. / Caio Fábio explica o fenômeno da popularmente denominada “queda”. / A morte do filho e os dramas pessoais. / O reencontro com a Paz. / Caio responde às críticas a sua indumentária, linguajar e a forma como apresenta o Evangelho. / O novo programa de Caio Fábio em TV aberta dirigidos a não-crentes. / O processo do Dossiê Cayman / Detalhes nunca revelados sobre o Dossiê Cayman.



O Evangelho está quebrando tradições na India


O templo da prostituição na Índia, em uma prática conhecida como devadasi, está sendo destruído pelo poder do Evangelho.

Mulheres que são dedicadas a uma deusa, obrigadas a se prostituírem, estão entrando em contato com o Evangelho e tornando-se poderosas testemunhas de Cristo, segundo informou a publicação cristã Charisma.

A prática do devadasi consiste na exploração de mulheres e tem servido de último recurso para os pais desesperados por uma benção dos deuses.

Famílias pobres, que passam fome devido à difícil situação financeira, oferecem suas filhas para a deusa Yellamma com a esperança de receberem um favor dela.

A Junta de Missões Mundiais relata que o templo da prostituição continua mesmo tendo sido banido há 30 anos no país.

As mulheres dedicadas são normalmente consideradas casadas com a deusa e nunca poderão se casar com um homem depois disso. Atingindo a maturidade física elas são forçadas a viver como prostitutas.

Atualmente, as mulheres trabalham desde suas casas, sendo muitas conduzidas pelo tráfico para as cidades como Mumbai e Bangalore.

Esta situação encontrou um ponto de virada através do contato dessas prostitutas com Jesus. De acordo com a Charisma, o Evangelho está tendo uma poderosa força com rápido difusão entre as servas dessa trágica prática.

Uma prostituta que descobre um relacionamento com Cristo torna-se uma grande testemunha que rapidamente para suas colegas de trabalho sobre seu livramento no Senhor.

Segundo a fonte cristã, muitos cristãos estão trabalhando em prol de passar a mensagem do Evangelho para tais mulheres. Eles as equipam, lhes dão força e as monitoram.

Através desse trabalho, muitas prostitutas estão tornando-se luz para almas de muitas outras mulheres nessa mesma situação.

Fonte: Christianpost | Divulgação: Midia Gospel

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Aos domingos, igrejas chinesas teriam hoje mais fiéis do que as europeias somadas


Analista considera hipótese de que capitalismo selvagem praticado no país estaria levando muitos a buscar refúgio na religião.


Igrejas na China estão transbordando à medida que se multiplica o número de cristãos no país.
No passado, a repressão política levou muitos a se converterem em segredo. Seriam as conversões atuais uma reação ao capitalismo selvagem?
 
 
É impossível dizer ao certo quantos cristãos existem hoje na China mas ninguém nega que o número cresce rapidamente.
 
 
O governo diz que são 25 milhões – 19 milhões de protestantes e seis milhões de católicos.
Fontes não oficiais dizem, no entanto, que os números oficiais são modestos demais. Entre as estimativas independentes, as mais conservadoras apontam para uma número em torno de 60 milhões.
 
 
Muitos acreditam que aos domingos haja, nas igrejas da China, mais fiéis do que em todas as igrejas europeias somadas.
 
 
Os novos cristãos podem ser encontrados em vilarejos no interior e também nas grandes cidades, onde vivem os jovens de classe média.

EM SEGREDO
 
 
A estrutura do cristianismo chinês é complexa. Durante todo o século 20 na China, ele foi associado ao "imperialismo ocidental".
 
 
Após a vitória dos comunistas, em 1948, missionários cristãos foram expulsos do país, mas o cristianismo continuou sendo permitido em igrejas aprovadas pelo Estado – desde que essas igrejas se mantivessem fiéis, primeiramente, ao Partido Comunista.
 
 
Para o líder Mao Tsé Tung, no entanto, religiões eram um "veneno". Sob seu comando, a Revolução Cultural das décadas de 1960 e 1970 tentou erradicá-las.
 
 
Forçados a praticar sua religião em segredo, os cristãos chineses não apenas sobreviveram, mas, agora, com seus próprios mártires, os fiéis se multiplicaram em número e fervor.
 
 
Desde a década de 1980, quando crenças religiosas voltaram a ser permitidas, as igrejas oficiais vêm cavando cada vez mais espaço próprio.
 
 
Elas são subordinadas à Administração do Estado para Assuntos Religiosos.
Estão proibidas de tomar parte em qualquer atividade religiosa fora dos locais designados ao culto e têm de aderir ao slogan "Ame o país – ame sua religião".
 
 
Em troca, o partido promove o ateísmo nas escolas mas se compromete a "proteger e respeitar a religião até o momento em que a religião por si só desapareça".

IGREJAS OFICIAIS
Tanto protestantes quanto católicos estão divididos, na China, entre igrejas oficiais e não oficiais.
 
 
A Associação Patriótica Católica, aprovada oficialmente, nomeia seus próprios bispos e não tem permissão de manter qualquer contato com o Vaticano, embora os católicos estejam autorizados a reconhecer a autoridade espiritual do papa.
 
 
Mas existe no país uma Igreja Católica extraoficial, maior, que conta com o apoio do Vaticano.
Pouco a pouco, Vaticano e governo tentam chegar a um acordo. Bispos ordenados são hoje reconhecidos por ambas as partes, nenhuma admitindo uma soberania maior da outra.
 
 
Nos últimos meses, no entanto, as autoridades voltaram a adotar uma linha mais dura, fazendo ordenações de bispos contra a vontade do Vaticano. Revidando, o Vaticano excomungou um desses bispos recém-ordenados.
 
 
Ainda assim, seria um engano descartar a igreja católica oficial.
Nas montanhas a oeste de Pequim, na cidadezinha de Ho Sanju, uma igreja católica erguida no século 14 recebe fiéis até hoje.
 
 
A fé robusta dos que frequentam a igreja, muitos deles já idosos, resistiu à invasão japonesa e à Revolução Cultural.
 
 
O hospital do vilarejo é administrado por freiras, uma delas vinda da Mongólia - onde há uma grande concentração de católicos.
 
 
É em cidadezinhas como essa que a Igreja Católica recruta jovens que receberão treinamento para a vida religiosa.
 
 
A Igreja Protestante oficial, por sua vez, cresce ainda mais rápido do que a católica.
Em uma manhã de domingo de Páscoa, no centro de Pequim, uma igreja celebrou quatro missas. Todas estavam lotadas, com mais de 1.500 fiéis.

"IGREJAS DOMÉSTICAS"
 
 
Quantidades como essa, no entanto, significam pouco em comparação ao número de fiéis que frequentam as chamadas "igrejas domésticas".
 
 
Clandestinas, essas igrejas vêm se espalhando pelo país e incomodando a igreja oficial – que teme que o fervor inspirado por essas igrejas provoque uma reação do governo chinês.
 
 
O que as autoridades consideram inaceitável é a recusa, pelas igrejas domésticas, em aceitar qualquer forma de autoridade oficial sobre elas.
 
 
O Estado teme a influência do evangelismo americano e, de fato, a liturgia de algumas das igrejas domésticas tem natureza semelhante.
 
 
Mas, em muitos outros aspectos, o movimento das igrejas domésticas parece ser, em grande parte, um fenômeno tipicamente chinês, carismático, energético e jovem.
 
 
Falando à BBC, uma jovem cristã com bom nível educacional descreveu sua igreja dessa forma: "Temos 50 jovens profissionais nesta igreja. Todos trabalham muito, não têm tempo para atividades sociais".
 
 
"Mas na igreja as pessoas sentem um calor, se sentem bem-vindas. Elas sentem que as pessoas as amam de verdade, então querem fazer parte da comunidade, muitos vêm por isso."

CURSO DE CASAMENTO
Aos poucos, o Estado vem procurando incorporar o cristianismo em sua "grande ideia" de uma "sociedade harmoniosa" –o slogan que domina a vida pública chinesa.
 
 
Mas se há uma questão que com certeza preocupa as autoridades é a razão pela qual tantos vêm se voltando para a religião.
 
 
Hoje, fala-se muito a respeito de uma "crise espiritual" na China. A frase foi usada até pelo premiê Wen Jiao Bao.
 
 
Os mais velhos puderam acompanhar de perto como uma sociedade regida por dogmas marxistas e leninistas se transformou em um modelo dos mais viscerais do capitalismo selvagem.
 
 
Para os jovens que lutam para enriquecer, a confiança nas instituições e a confiança entre indivíduos e entre diferentes gerações está sendo erodida.
 
 
Um dos mais importantes filósofos da religião no país, o professor He Guanghu, da Universidade Renmin, em Pequim, disse que para essas pessoas, o culto aos bens materiais tornou-se o único propósito de suas vidas.
 
 
"Acho muito natural que muitas outras pessoas não se satisfaçam (…) e saiam em busca de algum significado para suas vidas", disse He Guanghu.
 
 
"Por isso, quando o cristianismo entra em suas vidas, elas o agarram com força".
BBC Brasil
Fonte: Folha de São Paulo
 
 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Falta de fiéis faz igrejas serem transformadas em casas, livrarias, cervejarias e até em um presépio alienígena

Falta de fiéis faz igrejas serem transformadas em casas, livrarias, cervejarias e até em um presépio alienígena

Apesar de existirem denominações abrindo uma igreja por dia nos Estados Unidos, e de vermos novas igrejas surgindo quase que diariamente no Brasil, várias igrejas no mundo têm sido fechadas por falta de fiéis para frequentá-las.
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Ao serem fechadas muitas dessas igrejas têm seus templos transformados e adaptados para outros usos, como casas, restaurantes e livrarias. O blog “mental_floss” listou onze igrejas que receberam usos inusitados ou curiosos.

Na lista temos desde uma casa até uma comunidade de ateus:

1. Restaurante e Cervejaria

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A igreja Brew Works em Pittsburg foi transformada em um grande restaurante e cervejaria. Em “homenagem” aos antigos ocupantes do local, os donos do estabelecimento oferecem uma cerveja chamada “Monge Piedoso”.

2. Parque infantil “indoor”

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O Treasure Castle Playland é um parque infantil construído na antiga igreja Metodista, de South Williamsport, na Pensilvânia. Os pátios internos da igreja estão tomados agora por tobogãs, paredes de escala e vídeo games.

3. Residência
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O sino e os traços arquitetônicos das portas janelas e do telhado campanário são as únicas coisas que ainda identificam a moderna casa em Denver que foi feita sobre um templo religiosos, que teve o seu interior remodelado e transformado em uma belíssima residência avaliada em 2,3 milhões de dólares.

4. Livraria

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Na Holanda uma antiga Igreja Dominicana foi transformada em uma gigantesca livraria.

5. Casa de uma Fraternidade

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A casa da fraternidade Kappa no Instituto Politécnico Rensselaer, em Troy, Nova York também era uma igreja. A fraternidade comprou o templo da diocese católica de Albany por US$ 250.000 para transformar na nova moradia dos membros da Kappa.

6. Centro Empresarial

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A “Entreprenörskyrkan” ou “A igreja de empresários” é um centro de negócios em Estocolmo localizado onde antes existia uma Igreja Ortodoxa Grega. O local oferece escritórios para pequenos empresários e empresas startup, além de sediar eventos empresariais e workshops nos fins de semana.

7. Laser Arena

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O parque de diversões Williams Grove na cidade de Harrisburg, capital da Pensilvânia, converteu uma antiga igreja em uma moderna arena para batalhas de Laser Tag, jogo similar o paintball que utiliza, ao invés de bolas de tinta, armas que disparam feixes de laser em sensores localizados no corpo do adversário.

8. Presépio Alienígena

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Uma igreja em Portland, no Oregon, EUA, foi transformada em uma instalação do artista Matt Henderson, segundo o artista o objetivo da obra seria o de ajudar as pessoas reconhecer a “natureza terrestre de Cristo”. Henderson disse ainda que o objetivo da exposição é levar as pessoas a refletir sobre o potencial que têm dentro de si.

9. Sede de comunidade ateia

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Um grupo de ateus denominado “Sociedade de Livre Pensamento de Atlanta” resgatou o antigo templo da Igreja Batista Collins Spring Primitive dos vândalos e da demolição e agora a transformou em local destinado a oferecer “atividades educativas e de promoção social” para a comunidade não-teísta.

10. Adega

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Uma Igreja Metodista Episcopal abandonada foi transformada em adega pela “South River Vineyard”. A antiga igreja da cidade de Shalersville, em Ohio é agora conhecida como a “igreja adega”.

11. Skate Park

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Em Surrey, Inglaterra, um templo abandonado foi transformado há mais de uma década no “Skaterham”, um parque de skate interno. Para usar o parque os usuários precisam fazer um cadastro. Extremamente organizado, o local disponibiliza aluguel de capacetes e área de primeiros socorros, além de diversas pistas e rampas para as manobras.

Fonte: Gospel+

120 anos sem Charles Spurgeon, “O Príncipe dos Pregadores”

 
120 anos sem Charles Spurgeon, “O Príncipe dos Pregadores”

Ontem, dia 31 de janeiro de 2012, completou 120 anos desde o falecimento de Charles Haddon Spurgeon, um dos pregadores mais influentes da história. Spurgeon faleceu no dia 31 de janeiro de 1892, e foi um pregador batista da Inglaterra que influenciou a vida cristã de milhares de pessoas através de seus sermões.
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Filho mais velho da família, o pregador nasceu no dia 19 de junho de 1834 e se converteu ao cristianismo aos 15 anos de idade. Aos 16 anos pregou seu primeiro sermão e já no ano seguinte foi convidado a ser pastor em uma igreja batista em Waterbeach, Condado de Cambridgeshire, na Inglaterra.
 
Famoso por seu extraordinário talento para expor a mensagem bíblica, Spurgeon ficou conhecido como “O Príncipe dos Pregadores” e “O Último dos Puritanos”. Mesmo com sua fama como pregador ele afirmava que “nada deveria ser o alvo do pregador a não ser a glória de Deus através da pregação do evangelho da salvação”.

Aos 20 anos o pregador foi convidado para ser pastor na capela de New Park Street, Londres. Apesar de comportar 1.200 pessoas em seu templo a igreja tinha apenas cerca de 200 membros quando Charles Spurgeon assumiu seu pastoreio. Quatro anos depois, em 1858, a igreja não mais comportava a enorme quantidade de pessoas que iam assistir aos cultos e foi transferida para outro prédio e passou a chamar-se Tabernáculo Metropolitano.

Mesmo o templo tendo estrutura para receber 12 mil pessoas, o pastor precisava pedir que as pessoas que assistiram sua pregação em um horário do dia não voltassem no outro para dar espaço para que outras pessoas participassem das reuniões.

Opositor da união do Estado com a Igreja, Spurgeon é autor de célebres frases, como: “Para prevenir para sempre a possibilidade de papistas queimarem protestantes, anglicanos enforcarem padres, e puritanos afogarem quacres, que toda forma de união entre Igreja e Estado seja totalmente abolida, e a lembrança da longa maldição seja apagada para sempre”.

Porém o pastor era alvo de diversas críticas de outras lideranças cristãs, incluindo pastores batistas, por pregar as passagens bíblicas de uma forma teatral. Mas mesmo com as críticas ele foi considerado um grande reavivador para Londres e tem muitas frases que são usadas até hoje como exortação para a vida cristã. Algumas das frases conhecidas atribuídas a ele incluem: “Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor” e “A igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade”.

Outra frase atribuída ao pregador é uma que afirma que “o diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo”.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Vídeo promovendo o “Dia da Pureza” incentiva jovens a não fazerem sexo antes do casamento e vira sucesso na internet

Vídeo promovendo o “Dia da Pureza” incentiva jovens a não fazerem sexo antes do casamento e vira sucesso na internet

Nos últimos anos têm crescido o número de movimentos cristãos focados em incentivar os jovens a esperar para manterem relações sexuais somente após o casamento. No Brasil esse tema tem sido grandemente discutido pelo movimento “Eu Escolhi Esperar” e pela pastora Sarah Sheeva, que nos últimos dias tem sido muito comentada nas redes sociais como Twitter e Facebook.

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Um vídeo promovido pela organização do “Day of Purity” (“O Dia da Pureza”, em tradução livre) se tornou sucesso na internet por abordar o tema, promovendo a pureza sexual entre jovens e adolescentes. O vídeo foi publicado no Youtube no dia 22 de janeiro e já tem quase 300 mil visualizações.

De acordo com a agência Charisma o “Day of Purity” acontece no dia 14 de fevereiro, dia dos namorados nos Estados Unidos, e é marcado como um dia em que os jovens fazem demonstrações públicas de seu compromisso em permanecerem puros sexualmente até o casamento, conforme a orientação bíblica.

“Temos mais de 175 países que acessaram este vídeo, em todos os lugares, desde a Mongólia até o Sudão, Islândia e Gana, todos os lugares que você pode imaginar”, disse Amber Haskew, diretora internacional do Dia da Pureza.

Haskew está entusiasmada em promover uma ampla conversa sobre os benefícios emocionais, fisiológicos e até mesmo financeiros de se reservar para o casamento. “Eu estou emocionada que a mensagem de espera para o casamento está chegando a tantas pessoas”, afirmou.

Dados da “Family Research”, revelam que dois terços dos jovens que tiveram relações sexuais antes do casamento lamentaram terem feito.

Assista ao vídeo:

Fonte: Gospel+

Pastores Milionários: Descubra quem são os pastores mais ricos dos Estados Unidos

Pastores Milionários: Descubra quem são os pastores mais ricos dos Estados Unidos

Jatinho particular, mansões avaliadas em milhões de dólares, uma conta bancária gorda e o título de pastor. Essas são características comuns de algumas das pessoas presentes na lista publicada pelo portal The Huffington Post. A lista apresenta a relação dos pastores mais bem sucedidos financeiramente nos Estados Unidos.

De acordo com o site o salário médio de um pastor evangélico nos Estados Unidos é de US$ 40 mil anuais, porém alguns líderes religiosos se destacam e ficam muito acima dessa média. Vários deles têm as fortunas oriundas, além do trabalho ministerial, da venda de livros, DVDs e de outros materiais. Muitos recebem também volumosas doações individuais.

Alguns dos pastores listados já foram envolvidos em investigações financeiras feitas pelo Senado americano, outros já foram investigados por lavagem de dinheiro e há também o polêmico caso de Pat Robertson que é acusado de manter uma mina de diamantes na Libéria, África, mas nega e mantém a maioria de seus bens em nome de seus filhos.

A lista não apresenta os pastores em uma ordem exata pelo volume de suas fortunas pessoais, mas traz diversos dados para dar uma noção da fortuna de cada um dos líderes religiosos:

Kenneth Copeland

O televangelista foi um dos religiosos que teve a fortuna investigada pelo senador republicano Charles Grassley, porém investigação não identificou nenhuma irregularidade. A estimativa é de que a fortuna de Copeland gire em torno de US$ 70 milhões. Entre seus bens foi listada uma fazenda no Texas, onde fica a sede do seu ministério. A fazenda conta com uma pista de pouso particular e uma mansão, construída à beira do lago da propriedade, avaliada em US$ 6 milhões. Outros de seus bens incluem duas aeronaves, uma delas um jatinho de US$ 17,5 milhões.

Creflo A. Dollar

Fundador de uma das maiores igrejas americanas, a World Changers Church International, apresentador de um programa de TV e diretor de uma gravadora, o pastor apareceu em uma reportagem do jornal New York Times que mostrou sua fortuna. O jornal mostrou que ele dirige um Rolls-Royce do ano, possui seu próprio jatinho, uma mansão de um milhão de dólares em Atlanta e um apartamento de US$ 2.5 milhões em Nova York. Segundo o jornal o pastor recebeu, durante uma campanha, uma doação 7 milhões de dólares do ex-pugilista Evander Holyfield.

John Hagee

Pastor sênior da Igreja Cornerstone, na cidade de San Antonio, Texas e CEO da Global Evangelical Television, Hagee transformou o canal de TV sem fins lucrativos que havia criado eu uma igreja, da qual recebe atualmente um salário de cerca de US$ 300 mil. Além disso, é executivo de uma organização sem fins lucrativos na qual ganha US$ 1 milhão por ano.

Joel Osteen

Conhecido por liderar a Igreja Lakewood, em Houston, Texas, que tem cerca de 45 mil membros, Osteen é considerado um dos pastores mais ricos do país e é constantemente criticado por pregar a teologia da prosperidade como regra de vida cristã. Após abrir mão de seu salário anual de US$ 200 mil, o pastor passou a ter como fonte de renda a venda de seus livros e vídeos. Atualmente vive com sua esposa em uma mansão de mais de 5.000 metros quadrados avaliada em US$ 10,5 milhões.

Ed Young

Segundo o canal WFAA-TV de Dallas, Texas, o pastor também é dono de um jatinho e vive em uma casa de 4.000 metros quadrados avaliada em US$ 1,5 milhões e recebe um salário de US$ 240 mil da Igreja Fellowship, além da renda proveniente da venda de materiais de sua autoria.

Franklin Graham

Filho do conhecido evangelista Billy Graham, o pastor é presidente de uma associação que leva o nome de seu pai e, em 2008, o ministério anunciou que ele recebia um salário de US$ 1,2 milhões. Durante a crise econômica dos EUA o pastor recebeu pesadas críticas que o fizeram abrir mão de parte do seu salário.

Rick Warren

Autor de “Uma Igreja com Propósitos” e “Uma Vida com Propósitos”, o pastor da Igreja Saddleback, em Lake Forest, Califórnia, resolveu devolver a sua igreja, em 2005, uma quantia equivalente aos 25 anos de salário recebidos até então para viver dos milhões que lucrou com a venda de seus livros. Warren declarou na ocasião que ele e sua esposa seriam “dizimistas ao contrário”, doando 90% de sua renda para a igreja e vivendo com os 10% restantes.

Max Lucado

Um dos mais famosos escritores cristãos Lucado diz não receber salário da igreja que pastoreia, a Oak Hills em San Antonio, Texas. Porém o pastor já vendeu cerca de 65 milhões de cópias de seus livros por todo o mundo, o que dá uma ideia de sua renda como escritor.

Benny Hinn

Um dos pastores mais conhecidos por pregar dando ênfase à teologia da prosperidade, Hinn declarou em 1997 à CNN que sua renda anual era de aproximadamente US$ 1 milhão, e um porta-voz do ministério de Hinn disse que ele recebia cerca de US$ 60 milhões por ano em doações. Benny Hinn chegou também a arrecadar US$ 30 milhões para a construção de um “Centro de Cura Mundial”, a obra nunca aconteceu.

Joyce Meyer

A única mulher da lista. A arrecadação de seu ministério é estimada em US$ 90 milhões anuais. Moradora de uma casa avaliada em US$ 2 milhões, Meyer tem um jatinho que custou US$ 10 milhões e já foi investigada por lavagem de dinheiro.

Fonte: Gospel+