terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Confira tudo o que pode acontecer em sua vida em 2014



Não se deixe enganar! Os profetas midiáticos blefam. Os astros mentem. Os búzios falham. A bola de cristal está cheia de rachaduras. Os videntes estão cegos. Os slogans que as igrejas adotam para o novo ano não passam de marketing. Em 2014, tudo pode acontecer. Por mais que façamos votos disso ou daquilo, o fato inconteste é que não temos controle sobre o que nos pode acontecer. Todavia, podemos decidir como reagiremos diante de algumas possibilidades. Baseado nesta premissa, eis minhas resoluções para 2014 e para dois mil e sempre.

Já que tudo pode acontecer, então...

Caso venha a prosperar, que o orgulho não se assenhoreie de mim, e para tal, hei de manter sempre fresca a memória de minhas origens. Que a avareza jamais se instale em minha vida, e que os bens que adquirir sejam usados para beneficiar a muitos. Que não me deixe consumir por qualquer que seja o sonho de consumo. Que o desejo por posses não me torne uma pessoa fútil e desprezível. Que eu dê valor às pequenas coisas que verdadeiramente dão sentido à vida, e me desapegue daquelas que insistem em me convencer de que são essenciais.

Caso venha a passar alguma privação, que a murmuração jamais se ouça dos meus lábios, e para isso, hei de trazer à lembrança as inúmeras vezes em que a provisão de Deus me encontrou e, por isso, serei sempre grato. Estou convencido de que há lições que só são aprendidas na adversidade.

Se for promovido, que meu amor ao poder não me torne insensível ao poder do amor, transformando-me num cínico.

Se for aclamado, que a vaidade mantenha distância do meu coração, lembrando-me que os mesmos que receberam Jesus com mantos e palmas em Sua entrada triunfal, no dia seguinte exigiram a Sua crucificação. Que jamais caia na tentação de almejar ser unanimidade. E que, assim, meus princípios e valores sejam conservados em vez de negociados na banca da vaidade.

Se for humilhado e desprezado, que não me sinta insultado, mas alegre pelo privilégio de ser partícipe do sofrimento do meu mestre. Que em momento algum reivindique para mim a promessa de ser exaltado a fim de ir à forra com aqueles que me pisaram.

Se ficar doente, que isso me seja um lembrete do quão frágil e fugaz sou.

Se me mantiver saudável, use minhas energias para produzir em favor do bem comum, e não apenas do meu aprazimento.

Se for traído, que não me demore a perdoar, antes que a dor crie raízes profundas em minha alma e transtorne os fundamentos do meu ser.

Se tiver que lutar, que eu lute por uma causa, não por uma coisa.

Se for amado, que eu busque corresponder. Se não for amado como desejaria ser, que, ao menos, procure ser amável.

Se tiver que ensinar, que meu objetivo seja partilhar o que tenho recebido e não impressionar os outros com minha erudição.

Se tiver que aprender, que eu seja humilde o bastante para constantemente revisar tudo o que julgo saber, mantendo-me sempre aberto a novos saberes.

Se conhecer novas pessoas, jamais despreze meus velhos amigos. Amizade é como vinho, quanto mais velho, melhor.

Se conhecer outros lugares, possa explorar seus sabores e odores, mergulhar em sua cultura, adquirir experiências, mas nunca perder minhas raízes, tampouco me envergonhar de minhas origens.

Se a tragédia me vitimar, que ela não seja capaz de roubar-me a ternura e privar-me da esperança. Que eu consiga extrair dela todas as lições que puder, e que, uma vez apreendidas, use-as para prevenir os demais, poupando-os da mesma dor.

Sou o fruto de todas as minhas vivências, de todas as minhas aventuras e desventuras, e por isso, recuso-me a ser ingrato. Todos os que cruzaram o meu caminho ao longo desta jornada existencial, contribuíram para que me tornasse no que estou me tornando. Mesmo os que me fizeram sofrer foram cruciais para mim. Não lhos negarei minha gratidão. Cada lugar por onde passei, serviu de cenário de minhas ações e paixões, alegrias e decepções.

Apesar de desconhecer o que me espera nas próximas curvas da estrada, sigo confiante, fiado na única garantia de que disponho: a Sua companhia.

Bem-vindo 2014, 2015, 2016, dois mil e sempre!

 
 
Por Hermes C. Fernandes / www.hermesfernandes.com.br

Sam Alves diz que não pretende gravar música gospel: “Vou apostar em todo o tipo de música”

Evangélico, vencedor do The Voice Brasil não pretende seguir carreira religiosa
por Jarbas Aragão

Sam Alves diz que não pretende gravar música gospel: “Vou apostar em todo o tipo de música” Sam Alves diz que não pretende gravar música gospel

O cantor Sam Alves, vencedor do programa The Voice Brasilé filho de pastores e já fez trabalho missionário no passado. Mas engana-se quem pense que ele pretende centrar sua carreira em músicas religiosas.
 
Na final da segunda edição do programa de talentos, ele cantou “Hallelujah”, do canadense Leonard Cohen. Isso deixou muita gente com a impressão de que ele poderia gravar músicas do gênero gospel.
Na verdade, ele começou cantando na igreja, ao lado de sua mãe, Raquel. Em 2006 chegou a gravar um álbum independente em um estúdio de Brasília. Entre as canções estava a música “You Are Lord” (“Tu és Senhor”). Durante a gravação, Sam escreveu duas músicas adicionais em português que também foram incluídas. Mas o material nunca fez sucesso.
 
Ainda que não fale muito aberto sobre questões religiosas, Sam afirmou após o final do programa: “Minha fé é muito importante”.
 
Falando ao jornal “Agora” desta segunda-feira (30), Sam explica que escolheu “Hallelujah pelo significado e força da canção… Mas quero cantar o que encaixar comigo”.
 
Perguntado sobre seu repertório, agora que inicia os planos para gravar pelo selo Universal, comunicou “Vou apostar em todo o tipo de música”.
 
Não descartou regravar músicas conhecidas e aproveitou para elogiar Claudia Leitte, sua técnica no programa. Sam a inclui entre seus grandes ídolos da música, ao lado de Michael Jackson, Whitney Houston e Elis Regina.
 
 
Fonte: gospelprime
 
 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Darlene Zschech, líder do Hillsong, está com câncer


Pastora anunciou a doença em sua página pessoal
Darlene Zschech, líder do Hillsong, está com câncer Darlene Zschech, líder do Hillsong, está com câncer
 
A pastora e cantora Darlene Zschech trabalhou durante 25 anos com seu esposo Mark na igreja Hillsong da Austrália. Ao lado dos fundadores Brian e Bobbie Houston, ajudaram a transformar a Hillsong em uma das igrejas mais influentes do mundo, especialmente na área do louvor.
 
Tanto que Darlene chegou a ser considerada por alguns órgãos de imprensa “uma das pioneiras do movimento adoração moderna”.
 
Em janeiro de 2011, Darlene e Mark trocaram de ministério para pastorear a Hope Unlimited Church (Igreja da Esperança Ilimitada). Mesmo assim, ela continuou cantando e gravando com o Hillsong.
 
Mas nos últimos dias, os fiéis da igreja e os admiradores de Darlene tem um motivo especial para orarem por ela. Em uma nota oficial publicada em sua página pessoal, ela anunciou que foi diagnosticada com câncer de mama.
 
“Mark e eu queremos compartilhar com vocês uma notícia que tocou muito a nossa família ao longo das duas últimas semanas. Na quarta-feira, 11 de dezembro, após uma mamografia de rotina, os médicos descobriram que eu tinha desenvolvido câncer de mama. Desde então, estou envolvida em um turbilhão de compromissos, exames e cirurgias. Felizmente, porém, eu vim para casa do hospital na véspera de Natal”, escreveu ela.
 
Assegurando que sentia o consolo vindo do Espírito Santo e que confia nas promessas da Palavra de Deus, Darlene acredita na sua cura. Afirmou ainda saber que “2014 vai ser incrível”. Ela agradeceu o apoio que tem recebido e copiou várias passagens bíblicas, com destaque para o trecho de Romanos 5:3-5: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”
 
Nos anos que esteve ligada à Hillsong, Darlene fazia parte do maior expoente do movimento neopentecostal australiano, com ênfase na prosperidade e na cura divina.
 
A carreira musical de Zschech teve enorme sucesso a partir do final da década de 1990, quando sua música “Shout to the Lord” [Aclame ao Senhor], se tornou um dos hinos mais cantados nas igrejas do mundo, tendo sido regravada desde então em mais de 200 álbuns diferentes, de vários artistas em diferentes idiomas. Ela tem 9 discos solo e gravou 25 com o grupo Hillsong. É também autora de seis livros.
 
Fonte gospelprime / Com informações Breathecast.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Pais de Sam Alves contam que rezaram durante 40 dias pedindo por um filho

Sam Alves, entre os pais Luiz e Raquel

Sam Alves, entre os pais Luiz e Raquel Foto: Nina Lima / Extra
Durante 40 dias, Luiz e Raquel, pais de Sam Alves, rezaram para que Deus lhes desse um filho. Estavam casados há dois anos, mas Raquel não conseguia engravidar. Alguns dias depois, à 1h30m da manhã do dia 5 de junho de 1989, um bebê recém-nascido surgia na porta da casa do casal, em Fortaleza, dentro de uma caixa de papelão. Hoje com 24 anos, Sam Alves é A Voz — o grande vencedor do “The voice Brasil”, com 43% dos votos do público.
 
— Rezamos junto com um grupo de oração. Pedimos que fosse um menino, e decidimos que se chamaria Samuel, como na história da Bíblia — conta Luiz, que é pastor evangélico: — Quando abri a porta e vi o bebê, tremi todo. Estava muito nervoso e liguei para a polícia porque não sabia o que fazer.
Sam se emociona ao saber que foi o vencedor do “The voice Brasil”
Sam se emociona ao saber que foi o vencedor do “The voice Brasil” Foto: Nina Lima / Extra
Luiz e Raquel ficaram com a criança, cujo processo de adoção demorou dois anos e meio para sair.
A família foi morar nos Estados Unidos há 20 anos. E foi lá, quando Sam tinha 14, que a mãe percebeu o dom do filho.
 
— Ela me viu cantando no banheiro. Quando saí e fui até a cozinha, minha mãe já me esperava com o som ligado e disse: “Vamos ensaiar” — relembra Sam Alves. Quando abri a porta e vi o bebê, tremi todo Luiz Alves, pai de Sam

Raquel cantava na igreja evangélica que frequentava e estimulou o filho a fazer o mesmo, ao seu lado. Mas, como o sonho de Sam era ser médico, iniciou, mais tarde, o curso de Medicina numa Universidade em Worcester, em Boston. Três anos depois, largou.
 
— Não queria ser cantor, sou tímido. Só tomei mesmo a decisão depois de participar da edição americana do “The voice” por insistência da minha mãe — conta Sam.

Para o pai, esse foi o pontapé para a chegada ao “The voice Brasil”, meses depois.
— Não ter passado das audições nos EUA foi um desafio para ele continuar — diz Luiz.


Sam Alves durante a apresentação no “The voice Brasil”
Sam Alves durante a apresentação no “The voice Brasil” Foto: Nina Lima / Extra

Sam está de acordo:

— Todas as derrotas que passamos, devemos tomar como uma chance de melhorar. Para que, na próxima vez, possamos ter a vitória — pondera.
 
‘O talento dele é incontestável’, diz Claudia
 
Sam Alves conquistou o público ao cantar “Hallelujah” na final do “The voice Brasil”, na última quinta-feira. Sua técnica, Claudia Leitte, tinha certeza da vitória do pupilo.
 
— O talento dele é incontestável. E sempre foi popular e o mais baixado no iTunes do Brasil — diz Claudia: — Quero que ele brilhe muito.
 
Durante o seu primeiro dia como “A Voz do Brasil”, Sam participou de uma reunião na Rede Globo e, em seguida, foi para o Ceará com os pais.
Sam Alves e a técnica Claudia Leitte
Sam Alves e a técnica Claudia Leitte Foto: Cynthia Salles / Rede Globo/Divulgação

Sam diz que entre a participação da versão americana do “The voice” e a brasileira, fez aulas para “poder cantar com um swing mais pop”, já que foi treinado em canto lírico.
 
— Nesse período, pude identificar meu estilo, e como queria ser como artista. Algo que durante o “The voice” dos Estados Unidos eu ainda não tinha definido — diz. — Houve uma transformação na minha mente para que me preparasse para subir no palco, no Brasil, com certeza do que eu queria ser.
A turnê com os finalistas do “The voice Brasil” começa dia 25 de janeiro, em São Paulo. Nos dias 8 e 15 de fevereiro, cantam em Fortaleza e no Rio de Janeiro, respectivamente.
Claudia Leitte com Sam Alves e a família dele
Claudia Leitte com Sam Alves e a família dele Foto: Cynthia Salles / Rede Globo/Divulgação
 

Evangélico, Sam Alves vence The Voice cantando “Hallelujah”

sam

Sam Alves é o vencedor da segunda temporada do The Voice Brasil com 43% dos votos do público. Sam tem 24 anos e surpreendeu os jurados nas audições às cegas e conquistou o público com sua voz e sua história.
 
Sam venceu Pedro Lima, Rubens Daniel e Lucy Alves. Ele interpretou “Hallelujah”, primeiramente em português e depois em inglês. Sam também dividiu o palco com Claudia Leitte. O participante e sua técnica cantaram “A Camisa e o Botão”, logo após de Claudia cantar “Claudinha Bagunceira”.
 
Samuel Alves nasceu em 03 de junho de 1989, mas foi abandonado dois dias depois em uma caixa de papelão à porta do então funcionário de escritório Luis e Raquel Alves, dona de casa e artista de gravação de música cristã em Fortaleza, no estado do Ceará, Brasil.
 
Apesar de não cantar nenhuma música gospel durante suas apresentações no programa, Sam Alves foi criado na igreja e chegou a ser selecionado como um tenor lead (principal) em uma participação em um show do cantor americano Michael W. Smith, um dos principais cantores do segmento cristão nos Estados Unidos.
 
A participação de Sam no evento de Michael W. Smith levou-o a ser escolhido pelo diretor do Dove Singers para interpretar Jesus em uma turnê musical na área da Nova Inglaterra durante duas semanas que antecederam a Páscoa de 2010.
 
Sam foi com os pais para os Estados Unidos com apenas quatro anos de idade em busca de uma vida melhor e foi criado em um estilo de vida cristão, seu pai é pastor da Igreja Batista. Sam foi ensinado pela mãe para tornar-se um cantor na igreja local.
 
Em outubro de 2003, ele voltou para o Brasil com a mãe para trabalho missionário. Sam ajudou a construir uma nova igreja em Brasília e cantava durante os cultos sozinho ou acompanhado por sua mãe.
 
Ele chegou a gravar um álbum independente com a mãe em um estúdio de Brasília. Entre as canções estava a música ”You Are Lord” (“Tu és Senhor”). Durante a gravação, Sam escreveu duas músicas adicionais em português que também foram incluídas. O álbum foi gravado ao vivo no dia 6 de dezembro de 2006, na igreja que sua mãe construiu.
 
Em 2010 Sam voltou com sua mãe para os Estados Unidos. Ele continuou a cantar em igrejas na região de New England no Canadá e também em Nova York. Depois do show ao lado de Michael W. Smith, Sam Alves foi convidado para liderar uma equipe de louvor e adoração para o grupo de jovens de uma grande igreja no centro de Massachusetts e, em poucos meses, tornou-se líder da equipe principal de louvor da igreja.
 
Curiosamente o cantor chegou a participar da audição às cegas da 4ª Temporada do programa da NBC “The Voice” cantando “Feeling Good” de Michael Buble, mas acabou sendo rejeitado pelos jurados.
 

Assista à apresentação de Sam Alves com a música “Hallellujah”:




Fonte: gospelhoje.com.br

A polêmica das piadas religiosas do Porta dos Fundos




Mais uma vez os humoristas do Porta dos Fundos provocaram a ira dos evangélicos. Não bastassem os vídeos em que brincam com símbolos cristãos, seu último vídeo faz escárnio explícito da mais popular festa cristã: o Natal.


Rapidamente, pastores e líderes vieram a público pedirem para que os crentes boicotassem seu canal no youtube.


Concordo com meus colegas que o pessoal do Porta dos Fundos está indo longe demais. Admiro seu zelo em defender os valores cristãos. Todavia, não comungo da ideia de que a melhor saída seja o boicote. A meu ver, isso só faz propagar ainda mais o canal. Creio ter sido esta a intenção dos humoristas. Pessoas que nunca tiveram qualquer interesse em conhecê-lo, certamente o farão quando ouvirem de seus líderes a recomendação de evitá-lo.


É preferível simplesmente ignorar.


Ademais, se não demonstrarmos qualquer incômodo com suas piadas religiosas, eles provavelmente desistirão. Funciona mais ou menos como o bullying na escola. Se sentir-se ofendido, continuará até lhe tirar do sério. Se não importar-se, vai minguando até acabar.


Apesar do admirável zelo demonstrado pelos defensores da fé, há algo que me deixa preocupado. Será que se eles fizessem piadas com os excluídos, os oprimidos, com os que não se enquadram nos moldes do sistema, demonstraríamos o mesmo zelo em defendê-los? Por que só nos manifestamos em causa própria? E se a brincadeira envolvesse símbolos de outras tradições religiosas? Isso não revelaria o quão corporativistas temos sido?


Sinceramente, prefiro levar na esportiva. Confesso que, às vezes, até rio. Se não da piada em si, da ignorância de quem a contou.


Outra questão que julgo relevante: até que ponto não somos nós mesmos os culpados por termos nossa fé alvo de tantas chacotas? Que tipo de cristianismo temos vivido? Talvez devêssemos aproveitar a ocasião para fazer uma mea culpa e reavaliar alguns de nossos posicionamentos junto à sociedade e às suas demandas. Se assim procedermos, talvez o que seja motivo de riso para alguns, se torne motivo de lágrimas para nós, conduzindo-nos ao arrependimento de nossa apatia e de nossa fé caricata. Não é a Cristo que atacam, nem mesmo os nossos mais caros símbolos, mas ao nosso cristianismo alienado e descomprometido com a ética do reino de Deus.


Creio que no juízo haverá menos rigor com quem conta piadas sobre a nossa fé do que com quem torna nossa fé motivo de piadas.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Cincos coisas para se fazer nesse Natal

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Isaías 9:6)

Ainda que alguns dos chamados cristãos tenham resolvido "demonizar" o Natal, na noite de 24 de dezembro, milhões de pessoas em todo o planeta lembrarão do fato inequívoco de que o verbo se fez gente e habitou entre nós cheio de graça e verdade. ( Jo1:14)

Isto posto, à luz desta inexorável verdade que Deus nos amou de tal maneira a ponto de ter enviado ao mundo o seu filho para morrer em nosso lugar (João 3:16) gostaria de sugerir que nesse Natal você fizesse pelo menos cinco coisas:

1-) Louve a Deus por que Cristo nasceu, o verbo se fez carne e habitou entre nós.

2-) Louve a Deus pela sua infinita graça, bem como por sua bondade para conosco em nos ter enviado Jesus.

3-) Celebre a Deus e a família, fazendo da noite de Natal uma noite de paz, comunhão e alegria.

4-) Perdoe. O Natal nos oferece uma excelente oportunidade de reconciliação e perdão.Você já se deu conta que a ambiência do natal proporciona uma abertura maior à reconciliação e perdão? Repare quantas famílias se recompõem, quantos lares são reconstruídos, quantos pais se convertem aos filhos e quantos filhos se convertem aos pais. Será que a celebração do natal não abre espaço nos corações pra reconciliação e perdão? Ora, O senhor Jesus é aquele que tem o poder de construir pontes de misericórdia bem como de destruir as cercas da indiferença e inimizade, isto posto, que tal perdoar àqueles que no decorrer do ano lhes ofendeu?

5-) Testemunhe - O Natal é uma excelente ocasião pra anunciar Cristo aos nossos familiares e amigos. Sim! Pregue Cristo, anuncie Cristo, testemunhe sobre o amor de Deus e de sua misericórdia em ter enviado o seu filho unigênito ao mundo para nos salvar de nossos delitos e pecados.
Pense nisso!
 
Por Renato Vargens

6 fatos fascinantes sobre o Natal


 

Natal desse ano pode até ter acabado, mas a história dessa data nunca perde seu encanto.
Confira 6 curiosidades sobre o Natal e divida as histórias natalinas que você conhece conosco, nos comentários.



1. A data



Nos primeiros anos da Igreja o Natal não era celebrado da forma com que nós fazemos hoje, entre os dias 24 e 25 de dezembro. Antigamente o nascimento de Cristo não tinha data. Foi só no ano 200 d.C que foi convencionado que a data seria dia 20 de maio. Mas em 380 d.C a igreja romana, que desejava unir vários cultos pagãos à cristandade convencionou que o dia do natal seria 25 de dezembro, porque era o festival do nascimento do Sol em várias religiões pagãs. Até hoje ninguém sabe qual é a data correta do nascimento de Jesus.

2. O presépio



O presépio como o conhecemos hoje – aquela cena bonita com Maria e José ao redor de Jesus, os Reis Magos, os animais e o pastor – foi criado por São Francisco de Assis, no século XIII.

3. Presentes



Acredite ou não, os presentes de natal não são uma invenção capitalista, mas uma tradição que vem desde o tempo dos romanos. No fim de todos os anos, eles trocavam presentes no dia de Strenia, uma deusa pagã. Como, mesmo com a mudança de religião, o hábito não morreu, a troca de presentes continua até hoje, mas com um motivo diferente.

4. O Natal foi banido



Na Inglaterra o Natal foi banido pelo parlamento em 1644. O dia não deveria mais ser um feriado, as lojas deveriam abrir e todos os atos que lembrassem, minimamente, o natal eram desencorajados. Os puritanos da América do Norte, seguindo a onda da Reforma Protestante, também baniram o natal por alguns anos.

5. Árvore de Natal



Jesus nasceu, então vamos colocar uma árvore na nossa sala? Não faz muito sentido, certo? A primeira associação de pinheiros com o natal vem de São Bonifácio, no século VII, quando ele cortou uma árvore dedicada a Thor para provar que o deus pagão não tinha poder. A tradição foi se modificando aos poucos e, no século XV, elas já tinham a configuração atual, sendo enfeitadas até com doces.

6. Papai Noel



Dizem que o papai Noel foi baseado no bispo da igreja São Nicolau. Ele nasceu no século III, na Turquia, e era conhecido por dar dinheiro e presentes aos mais pobres.

 
Fonte: Via/gospelatualidades

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Brasileiros se casam mais vezes e uniões duram menos, diz IBGE


Entre 2002 e 2012, número de recasamentos cresceu 62,7%; duração média passou de 17 anos em 2007 para 15 em 2012, segundo a pesquisa Estatísticas do Registro Civil 


Brasileiros se casam mais vezes e uniões duram menos, diz IBGE
"Houve também aumento da proporção de casamentos em que a mulher é mais velha do que parceiro"
 
RIO - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou crescimento, na última década, da proporção de recasamentos no Brasil, ou seja, de pessoas que se casaram mais de uma vez. Em 2002, do total de casamentos, 13,4% eram de casais em que pelo menos um dos entes era divorciado; em 2012, o índice havia subido para 21,8% - o que significa um aumento de 62,7% nos recasamentos. Em 2012, foram registrados 1.041.440 casamentos no Brasil, um aumento de 1,4% em relação a 2011. Os casamentos estão resistindo menos ao tempo: a duração média passou de 17 anos, em 2007, para 15, em 2012. Os números são da pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta sexta-feira, 20, pelo IBGE.
 
Outra constatação do IBGE foi o aumento da idade da mulher e do homem ao se casar. Entre homens, em 2002, a idade era, em média, 26 anos; entre mulheres, era 23; em 2012, as idades foram para 28 e 25, respectivamente. Isso é reflexo do crescimento da escolaridade e da inserção no mercado de trabalho, que fazem com que os jovens casais adiem a união.

O IBGE verificou o aumento, em todas as regiões do País, da proporção de casamentos em que a mulher é mais velha do que o parceiro - o índice passou de 20,7% do total de casamentos, em 2002, para 24% em 2012. Um dado interessante é que a taxa de nupcialidade entre os homens de 60 anos ou mais é três vezes superior à das mulheres da mesma idade, o que reflete os enlaces entre senhores e mulheres mais jovens.

Divórcios. Em relação aos divórcios, houve ligeira redução. Na série histórica dos últimos dez anos, a taxa de divórcios de 2012 aparece como a segunda maior desde 2002 - 2,5 a cada mil habitantes com mais de 20 anos, ante 1,2 a cada mil. Em 2012, houve 341.600 divórcios concedidos em 1ª instância e sem recursos ou por escrituras extrajudiciais, uma redução de 1,4% em relação a 2011.
 

Os números da pesquisa Estatísticas do Registro Civil são referentes a nascimentos, óbitos, casamentos e divórcios registrados em 2012, e coletados nos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, Varas de Família, Foro ou Varas Cíveis e os Tabelionatos de Notas de todo o Brasil. A divulgação é anual. Os dados são importantes para se entender a evolução populacional do País e subsidiar políticas públicas.
 
 
Fonte: Estadão

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Pastor diz que Deus apoia a pena de morte

Noticia Gospel Pastor diz que Deus apoia a pena de morte

Ao abordar sobre sentenças de execução nos Estados Unidos, Rafael Cruz, pastor evangélico da Igreja Espírito & Vida e pai do senador norte-americano Ted Cruz declarou recentemente que "Deus apoia a pena de morte".


Em um evento realizado em Oklahoma, parte central dos EUA, Rafael Cruz falou sobre o sua desaprovação ao presidente democrata Barack Obama, desapoio ao casamento gay, controle de armas, entre outros temas de repercussão.
 
Quando passou a falar sobre a pena de morte, o pastor foi incisivo ao determinar que a pena de morte é defendida por Deus através das Escrituras Sagradas, destacando inclusive a passagem onde é possível chegar a esta conclusão.
 
"Vocês sabem que a Bíblia é muito clara. Vá em Gênesis, capítulo nove, que vocês vão encontrar a pena de morte claramente ... com Deus ordenando a pena de morte", resumiu o pastor.
 
Já sobre o controle de armas, citando fuzilamentos em massa nas escolas dos EUA, Cruz também foi polêmico ao sugerir que o governo deixe de monitorar a posse de armas para capacitar professores a andar com armas escondidas dentro dos estabelecimentos de ensino.
 
"Olhe para os massacres que tivemos recentemente, antes de deixar a esquerda (políticos democratas) dizerem para controlar armas. Cada crime aconteceu em uma zona livre de armas. Você quer eliminar massacres escolares? Então que os professores carreguem armas", afirma o pastor.
 
Cruz já é conhecido nos Estados Unidos por expressar seu ponto de vista sobre questões polêmicas, como foi um caso recente em que disse que os americanos precisam ser "biblicamente corretos, invés de politicamente corretos" sobre o casamento gay e o aborto.
 
 
Com Informações de The Christian Post |

Billy Graham está perto de ir para casa do Pai, diz seu neto Will

Noticia Gospel Billy Graham está perto de ir para casa do Pai, diz seu neto Will

Billy Graham já foi chamado de o maior evangelista do século 20, tendo pregado o Evangelho em dezenas de países, seus apelos já ajudaram a salvar a alma de milhões de pessoas. Aos 95 anos de idade, completados dia 7 de novembro, sua saúde está debilitada. Há anos trava uma luta contra o Mal de Parkinson, pneumonias, câncer de próstata, além de problemas pulmonares.

Franklin Graham, que hoje lidera o ministério que leva o nome de seu pai, recentemente veio a público pedir orações pela saúde do evangelista. Ao falar sobre a grande repercussão da cruzada televisiva ‘Minha Esperança’, afirmou: “Os sinais vitais são bons. Ele está fraco e em casa”. Acrescentou porém, que mesmo convalescente, Billy está escrevendo um outro livro “sobre um assunto que Deus colocou em seu coração. Só o Senhor sabe o que está reservado para nós quando nos dedicamos a servi-lo”.
 
Contudo, o neto Will, não demonstra otimismo. “Eu vi o meu avô na semana passada, e ele não está nada bem”, afirmou. “Ele não está sofrendo, nem nada. Mas a velhice está sugando a vida dele”.
 
E foi mais longe: “Dia 7 de novembro dia que a última cruzada foi televisionada, ele terminou a sua corrida. Até aquele momento, Deus havia protegido sua saúde e lhe deu uma força sobrenatural. Agora, a única coisa que resta para ele é voltar para casa”.
 
Com internações seguidas nos últimos anos por causa dos problemas de saúde, Billy Graham atualmente está em uma cadeira de rodas e raramente é visto em público.
 
Billy Graham organiza eventos evangelísticos de massa (cruzadas) desde 1948. Foi conselheiro espiritual de vários presidentes americanos. De acordo com os dados divulgados pelo seu ministério, ele já pregou pessoalmente para mais pessoas do que qualquer pregador da história ao redor do mundo.
 
Estima-se que a audiência de suas cruzadas totaliza 210 milhões de pessoas em 185 países. Se forem incluídos os programas de rádio e televisão, superaria os 2 bilhões de pessoas alcançadas.
 
 
Com Informações de Verdade Gospel | Divulgação: Noticias Gospel

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Pureza sexual: Lutador de MMA causa polêmica ao se dizer adepto da abstinência sexual

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O lutador peso-galo Michael McDonald, de 22 anos, causou polêmica recentemente ao afirmar durante uma entrevista que está em abstinência sexual há três anos e meio. O lutador comentou sobre o assunto quando questionado no programa “UFC: Road to the Octagon”, na rádio “KMRQ Rock 96.7″, sobre sua opinião a respeito da prática de sexo antes da luta.
 
- Na verdade, estou em abstinência há três anos e meio já. É um bom argumento (que isso me traz benefícios) – afirmou a jovem promessa o UFC, que é noivo de Rachel Esteller.
 
A declaração de McDonald repercutiu no meio esportivo, por ele trilhar um caminho diferente de outros jovens que se destacam em diversos esportes, sempre relacionados à vida agitada – com luxo, badalação e mulheres.
 
Diante da repercussão dada a sua afirmação em meio à mídia esportiva, o atleta afirmou que tal comoção não faz nenhum sentido, e que as pessoas estão agindo como se ele tivesse dito que não se alimenta há três anos e meio.
 
- Fiquei surpreso por um lado e outro não. Estou muito orgulhoso da minha abstinência. Houve um tempo em que isso sequer esteve no meu vocabulário. Já estive dos dois lados. As pessoas me perguntam: ‘É por sua crença religiosa? Por sua crença atlética? Por que você faz isso?’. Descobri que as pessoas se aproximam de mim ou reagem como se eu tivesse dito: ‘Não me alimento há três anos e meio’. – afirmou o lutador, segundo o Lancenet.
 
- Como disse, já estive dos dois lados. Sei o que Deus diz e é isso o que vou fazer. Estando deste lado agora, vejo que minha vida está melhor. Fiz a escolha de estar desse jeito e permanecer assim – completou McDonald, que disse ainda que vê a prática com naturalidade e como algo benéfico para sua vida.
 
 
Fonte: Gospel Mais

Rev. Augustus Nicodemus Lopes escreve: Avivamento? Infelizmente, ainda não...



Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes

O termo “avivamento” tem sido usado para designar cruzadas de evangelização, campanhas de santidade, reuniões onde se realizam curas e expulsões de demônios, ou pregações fervorosas. Mais recentemente, após o neopentecostalismo, avivamento é sinônimo de louvorzão, dançar no Espírito, ministração de louvor, show gospel, cair no Espírito, etc. etc. Nesse sentido, muitos acham que está havendo um grande avivamento no Brasil. Eu não consigo concordar. Continuo orando por um avivamento no Brasil. Acho que ainda precisamos de um, pelos seguintes motivos:

1. Apesar do crescimento numérico, os evangélicos não têm feito muita diferença na sociedade brasileira quanto à ética, usos e costumes, como uma força que influencia a cultura para o bem, para melhor. Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, Estados Unidos, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários.

2. Há muito show, muita música, muito louvor – mas pouco ensino bíblico. Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus. Quando o Espírito de Deus está agindo de fato, ele desperta o povo de Deus para a Palavra. Ele gera amor e interesse nos corações pela revelação inspirada e final de Deus. Durante os avivamentos históricos, as multidões se reuniam durante horas para ouvir a pregação da Palavra de Deus, para ler as Escrituras, à semelhança do avivamento acontecido na época de Esdras em Israel, quando o povo de Deus se quedou em pé por horas somente ouvindo a exposição da Palavra de Deus. Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias.

3. Há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade. Durante um verdadeiro avivamento, contudo, os corações são quebrantados, há profunda convicção de pecado da parte dos crentes, gemidos de angústia por haverem quebrado a lei de Deus, uma profunda consciência da corrupção interior do coração, que acaba por levar os crentes a reformar suas vidas, a se tornarem mais sérios em seus compromissos com Deus, a mudar realmente de vida.

4. Um avivamento promove a união dos verdadeiros crentes em torno dos pontos centrais do Evangelho. Historicamente, durante os avivamentos, diferenças foram esquecidas, brigas antigas foram postas de lado, mágoas passadas foram perdoadas. A consciência da presença de Deus era tão grande que os crentes se uniram para pregar a Palavra aos pecadores, distribuir Bíblias, socorrer os necessitados e enviar missionários. Em pleno apartheid na África do Sul, estive em Kwasizabantu, local onde irrompeu um grande avivamento espiritual em 1966, trazendo a conversão de milhares de zulus, tswanas e africaners. Foi ali que vi pela primeira vez na África do Sul as diferentes tribos negras de mãos dadas com os brancos, em culto e adoração ao Senhor que os havia resgatado.

5. Um avivamento dissipa o nevoeiro moral cinzento em que vivem os cristãos e que lhes impede de ver com clareza o certo e o errado, e a distinguir um do outro. Durante a operação intensa do Espírito de Deus, o pecado é visto em suas verdadeiras cores, suas conseqüências são seriamente avaliadas. A verdade também é reconhecida e abraçada. A diferença entre a Igreja e o mundo se torna visível.

6. Um avivamento espiritual desperta os corações dos crentes e os enche de amor pelos perdidos. Muitos dos missionários que no século passado viajaram mundo afora pregando o Evangelho foram despertados em reuniões e pregações ocorridas em tempos de avivamento espiritual. Em meados do século passado houve dezenas de avivamentos espirituais em colégios e universidades americanas. Faz alguns anos ouvi Dr. Russell Shedd dizer que foi chamado para ser missionário durante seu tempo de colégio, quando houve um reavivamento espiritual surpreendente entre os alunos, que durou alguns dias. Naquela época, uma centena de jovens dedicou a vida a Cristo, e entre eles o próprio Shedd.

Não ignoro o outro lado dos avivamentos. Quando Deus começa a agir, o diabo se levanta com todas as suas forças. Avivamentos são sempre misturados. Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo. Em alguns casos, houve rachas, divisões e brigas. Todavia, pesadas todas as coisas, creio que um avivamento ainda vale a pena.

Ao contrário de Charles Finney, não creio que um avivamento possa ser produzido pelos crentes. Todavia, junto com Martin Lloyd-Jones, Charles Spurgeon, Asael Nettleton, George Whitefield e os puritanos, acredito que posso clamar a Deus por um, humilhar-me diante dele e pedir que ele comece em mim. Foi isso que fizeram os homens presbiterianos da Coréia em 1906, durante uma longa e grave crise espiritual na Igreja Coreana. Durante uma semana se reuniram para orar, confessar seus pecados, se reconciliarem uns com os outros e com Deus. Durante aquela semana Deus os atendeu e começou o grande avivamento coreano, provocando milhares e milhares de conversões genuínas meses a fio, e dando início ao crescimento espantoso dos evangélicos na Coréia.

Só lamento em tudo isso que os abusos para com o termo “avivamento” tem feito com que os reformados falem pouco desse tema. E pior, que orem pouco por ele.

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Fonte: Augustus Nicodemus, via Facebook

Onda de suicídio de pastores assustam fiéis




 
Nos últimos trinta dias, três pastores americanos famosos cometeram suicídio. O primeiro deles foi Teddy Parker Jr., de 42 anos, pastor da Igreja Batista Bibb Mount Zion, na Geórgia, que se matou com um tiro na cabeça, após ter ministrado no culto matinal de sua igreja. Na última semana, o pastor Ed Montgomery, líder da Assembleia Internacional do Evangelho Pleno, em Illinois, ainda em luto pela morte da esposa, atirou em si mesmo na frente de sua mãe e filho. No dia 10 de dezembro, foi a vez do Pr. Isaac Hunter, fundador da mega igreja Summit em Orlando, Flórida. Este caso em particular chamou a atenção da mídia secular, pois o pai de Isaac, o também pastor Joel Hunter, é conselheiro espiritual de Barack Obama. Joel é líder da Northland, uma das igrejas que mais crescem nos EUA, e tem sofrido severas críticas por parte de líderes mais conservadores devido à sua aproximação do presidente. Conheci-o pessoalmente durante minha estada na América. Em nosso longo papo em seu gabinete, Joel demonstrou ser um homem visionário e humilde, totalmente comprometido com a agenda do reino de Deus.
 
Apesar de mais recentes, estes não são casos isolados de suicídios envolvendo pastores e familiares. O mundialmente conhecido tele-evangelista Oral Roberts, considerado um dos gurus do neopentecostalismo, também perdeu seu filho em suicídio depois de ter sido severamente repreendido pelo pai ao declarar-se homossexual em rede nacional. Recentemente, o pastor Franck Page, ex-presidente da Convenção Batista do Sul dos EUA também perdeu sua filha Melissa em função de um suicídio.
 
Mas, provavelmente, o caso mais célebre foi o do filho caçula de Rick Warren, considerado o pastor mais influente deste início de século nos EUA. Matthew Warren tinha apenas 27 anos, e, segundo seus pais, lutou a vida inteira contra a depressão. Em abril deste ano, Mattew resolveu por um fim em sua luta, suicidando-se com um tiro após uma reunião familiar.
 
O que estaria por trás desta onda de suicídios? Corremos o risco de vê-la chegar em nosso país? Estaríamos prontos para lidar com isso? Talvez Deus esteja permitindo isso para chamar nossa atenção para a gravidade do problema. Afinal, não somos uma classe privilegiada, imunde a este tipo de coisas.
 
As estatísticas não são nada animadoras. De acordo com o Instituto Schaeffer, 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% se dizem esgotados. Além disso, 80% acredita que o ministério pastoral afeta negativamente as suas famílias, e 70% dizem não ter um “amigo próximo”. Talvez estes dados nos forneçam um retrato da condição emocional da maioria daqueles que ocupam nossos púlpitos.
 
Recentemente, deparei-me com uma frase postada no facebook que dizia: "É melhor um fim honroso do que um horror sem fim." Seria isso que se passa na mente de quem resolve dar cabo de sua existência terrena?
 
Duas coisas me preocupam quanto a isso. Primeiro, precisamos buscar maneiras de evitar que aconteçam mais suicídios entre pastores e familiares. Segundo, temos que consolar às famílias que perderam entes queridos pelo suicídio.
 
Se dermos atenção excessiva ao primeiro ponto, poderemos evitar alguns suicídios, ao passo que traremos um jugo insuportável sobre famílias que perderam alguém desta maneira tão cruel. Por exemplo: se insisto com a tese de que suicidas estarão irremediavelmente condenados ao inferno, talvez consiga evitar que alguns cheguem a este ato extremo, fazendo-os preocupar-se com o destino de suas almas. Todavia, isso produzirá um sofrimento ainda maior à família. Imagine ter que conviver com a ideia de que seu familiar querido foi condenado ao inferno por haver se suicidado. Sinceramente, penso que não é por aí que evitaremos o problema.
 
Não há nenhum passagem bíblica que seja clara quanto a isso. Particularmente, creio ser possível a salvação de um suicida. Se tiver dúvidas quanto a isso, sugiro que assista ao vídeo postado abaixo, bem como às suas continuações disponíveis em nosso canal no Youtube. Neles apresento bases teológicas para o que digo aqui.
 
 
Então, como podemos evitar que alguém, no auge de uma depressão, incorra numa decisão tão drástica?
 
Primeiro, precisamos rever a maneira como temos pregado o evangelho, geralmente centrado no bem-estar do indivíduo. A proposta encontrada no evangelho da graça é de que haja um deslocamento do eixo de nossa vida, ao que as Escrituras chamam de conversão. Nosso ego é crucificado com Cristo, de forma que, deixamos de viver em função de nosso aprazimento, passando a viver para Deus e para o bem daqueles que nos cercam.
 
Quando o indivíduo decide suicidar-se, seu objetivo é por fim à sua dor, sem importar-se com a dor que provocará naqueles que o cercam. Todo suicida deveria considerar que o fim de sua dor será o início de uma dor sem fim para aqueles que o amam. O problema se agrava quando o suicida chega à conclusão de que ninguém se importa. Ainda que não se sinta devidamente amado, se ele ama conforme Jesus ordenou, certamente não vai querer ser motivo de dor para ninguém.
 
Segundo, temos que combater o preconceito que muitos cristãos têm contra a psicologia e a psiquiatria. Oração, leitura da Bíblia, adoração, são disciplinas importantes na caminhada cristã. Entretanto, não se pode prescindir de ajuda profissional quando o problema parece agravar-se. Assim como procuramos o dentista para resolver o problema da dor de dente, e o cardiologista para tratar de cardiopatias, deveríamos procurar ajuda psicológica para tratar de nossas crises e depressões.
 
Terceiro, devemos cultivar em nossos lares, bem como em nossas igrejas, um ambiente em que cada um tenha liberdade para externar seus conflitos internos, sem receio de ser rejeitado. Como disse o apóstolo, onde está o Espírito de Deus, aí há liberdade. Não se trata de liberdade para fazer o que quiser, mas de liberdade para ser o que é. Sem máscaras. Sem mentiras ou meias verdades.
 
Quarto, todo líder precisa de amigos. Digo, amigos. Não, seguidores. Gente que possa ouvir seus lamentos, sem julgá-lo. Infelizmente, as reuniões de pastores que temos visto por aí não passa de um desfile de vaidades. A conversa entre eles lembra aquela disputa entre meninos para ver quem tem o pingolim maior. Parece que nunca superaram essa fase. Disputam entre si o número de membros de suas igrejas, a arrecadação, as últimas aquisições, etc. Arrota-se narcisismo. Quem suporta tanta pressão? Precisamos nos reunir para chorar uns nos ombros dos outros, deixando de lado a presunção e o complexo de Papa (infalibilidade papal, lembra?). Quem sabe, assim, reverteríamos esta estatística alarmante que pode provocar uma onda de suicídios entre os que deveriam ser portadores da mensagem da vida com abundância!
 
Por tratar-se de um assunto tão complexo, meu propósito aqui não é esgotá-lo, mas tão-somente incentivar a reflexão. Que Deus, na Pessoa bendita de Seu Espírito Santo, nos conceda sabedoria, misericórdia e tato para lidar com isso sem preconceito.
 

Hermes C. Fernandes
Fonte: webevangelista

Em busca do apoio de evangélicos em sua reeleição, presidente Dilma Rousseff orienta Senado a não votar PLC-122


Em busca do apoio de evangélicos em sua reeleição, presidente Dilma Rousseff orienta Senado a não votar PLC-122
A presidente Dilma Rousseff realizou na última semana uma manobra para cooptar apoio de políticos evangélicos para sua reeleição nas próximas eleições. De acordo com o portal iG, a estratégia da presidente foi orientar a base no Senado a ceder ao desejo dos religiosos e não votar neste ano a PLC-122, motivo de inúmeras polêmicas entre políticos evangélicos e ativistas gays.
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A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi a responsável por entrar em contato com os senadores por telefone, e orientou bancada a só votar a proposta depois das eleições, o que seria a condição imposta por evangélicos em troca de apoio para a reeleição da presidente.
 
Palco de constantes embates políticos entre parlamentares evangélicos e ativistas gays, as discussões a respeito da PLC-122 não geram consenso nem mesmo entre senadores da base ou entre senadores do próprio PT que integram a comissão.
 
Segundo o iG, a rejeição ou adiamento da votação da proposta como condição para apoiar a candidatura de Dilma Rousseff foi apresentada ao Planalto por senadores ligados a igrejas evangélicas, como Magno Malta (PR-ES). O senador, que também é pastor de uma igreja batista, reafirmou sua oposição ao projeto, e criticou a presidente por descumprir promessas feitas a lideranças evangélicas.
 
- Não adianta na época de eleições tomar café com pastor, visitar as igrejas e depois de eleitos, defenderem projetos contra a família, da forma que foi concebida por Deus. Nós vamos nos posicionar contrários aos políticos que defendem essa ideologia homossexual. No segundo turno das eleições, andei este país inteiro com a Dilma, mas agora ninguém vai me usar mais – afirmou Malta.
 
Já aprovado na Câmara, o projeto ainda terá que ser aprovado pela CDH e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e antes de chegar ao plenário da casa.
 
 
Por Dan Martins, para o Gospel+