quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Jornalista critica 'nepotismo religioso' em igrejas e classifica prática como 'coronelismo evangélico'


Notícias Gospel Jornalista critica 'nepotismo religioso' em igrejas e classifica prática como 'coronelismo evangélico' | Noticia Evangélica Gospel
O nepotismo é considerado por muitos como uma prática antiética e reprovada por boa parte da sociedade. O dicionário Michaelis classifica o nepotismo como “favoritismo de certos governantes aos seus parentes e familiares, facilitando-lhes a ascensão social, independentemente de suas aptidões”.
 
O jornalista e pesquisador Johnny Bernardo escreveu um texto sobre o assunto e citou casos de nepotismo na direção de igrejas evangélicas. Em seu texto, Bernardo cita uma denúncia de um membro de uma igreja Assembleia de Deus em Natal, que teria denunciado uma sequência de indicações de familiares para os cargos diretivos da igreja.
 
-Se na política a presença do nepotismo é vista como uma prática antiética, seria de alguma forma diferente em organizações religiosas? Como explicar, por exemplo, que as duas principais vertentes da Assembleia de Deus no Brasil possuem hoje, respectivamente, pais e filhos na presidência? As motivações – nas igrejas evangélicas – seriam as mesmas do meio político? Há evidências de que sim, por motivos diversos, como perpetuação no poder, por exemplo. Logo, a presidência por tempo vitalício seria um dos pontos de apoio ao coronelismo evangélico, perpetuado pelo nepotismo – escreveu Bernardo.
 
Em seu artigo para o site Genizah, Johnny Bernardo afirma que “embora com maior predominância no movimento pentecostal – particularmente na AD e grupos minoritários – o nepotismo também é uma ocorrência comum às igrejas neopentecostais”, e cita como exemplo as igrejas Universal do Reino de Deus, Internacional da Graça e Deus é Amor.
 
-Sabe-se que Marcelo Crivella é sobrinho de Edir Macedo e um dos mais cotados para assumir a presidência da IURD. Na verdade, a própria origem do neopentecostalismo no Brasil está associada ao trabalho de pessoas ligadas à família Macedo. Fundada pelo cunhado de Edir Macedo – Romildo Ribeiro Soares, o missionário R.R.Soares – a Igreja Internacional da Graça de Deus (1980) surge como alternativa ao “mercantilismo” da Igreja Universal do Reino de Deus.
 
Sobre a denominação fundada pelo missionário David Miranda, Johnny Bernardo afirma que “nenhuma [igreja] supera a Igreja Pentecostal Deus é Amor em nepotismo”, e cita detalhes dos casos que configurariam a prática: “a IPDA [...] tem na família Miranda seu sustentáculo. Mesmo após a saída, em 2005, de Léia Miranda e seu então marido, Sérgio Sóra – à época um dos principais líderes da IPDA -, a família Miranda ainda ocupa os principais cargos na direção mundial da Igreja Pentecostal Deus é Amor”, afirmou.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Nepotismo – mal também atinge igrejas evangélicas?”, de Johnny Bernardo para o site Genizah:
 
Ao mesmo tempo em que a sociedade e os meios de comunicação discutem a problemática do nepotismo na política brasileira, líderes evangélicos promovem uma espécie de “nepotismo religioso”. Um caso típico – trazido ao conhecimento público em dezembro de 2011, por um diácono da Assembleia de Deus do Rio Grande do Norte – revela a gravidade e, ao mesmo tempo, a extensão do problema em que a igreja evangélica se vê imersa. Segundo Laurivan de Souza, o então pastor presidente da AD local, Raimundo João de Santana, indicou para o cargo de segundo vice-presidente seu genro, pastor Joacy Varela. Indicado para vice-presidência, o pastor Elizeu Moreira - até então responsável pela tesouraria – indicou para ocupar o posto seu sobrinho, o também pastor Edson Moreira Netto. Feita às vésperas da eleição da nova diretoria, a denúncia feita pelo diácono de Natal tipifica a realidade de grande parte das igrejas evangélicas brasileiras.
 
Embora com maior predominância no movimento pentecostal – particularmente na AD e grupos minoritários - o nepotismo também é uma ocorrência comum às igrejas neopentecostais. A diferença está no fato de que, enquanto nas pentecostais há uma diretoria organizada e conhecida – mesmo que composta por apadrinhamento -, nas igrejas neopentecostais o foco reside no fundador ou líder mundial. Nenhuma das principais representantes do neopentecostalismo no Brasil divulga abertamente seu quadro diretivo, por razões mais ou menos parecidas. No entanto, sabe-se que Marcelo Crivella é sobrinho de Edir Macedo e um dos mais cotados para assumir a presidência da IURD. Na verdade, a própria origem do neopentecostalismo no Brasil está associada ao trabalho de pessoas ligadas à família Macedo. Fundada pelo cunhado de Edir Macedo - Romildo Ribeiro Soares, o missionário R.R.Soares – a Igreja Internacional da Graça de Deus (1980) surge como alternativa ao “mercantilismo” da Igreja Universal do Reino de Deus.
 
Das igrejas evangélicas, no entanto, nenhuma supera a Igreja Pentecostal Deus é Amor em nepotismo. Fundada em fins da segunda onda pentecostal brasileira, a IPDA - identificada por alguns pesquisadores como pentecostalismo autônomo, ao lado de igrejas como O Brasil para Cristo e Casa da Benção – tem na família Miranda seu sustentáculo. Mesmo após a saída, em 2005, de Léia Miranda e seu então marido, Sérgio Sóra – à época um dos principais líderes da IPDA -, a família Miranda ainda ocupa os principais cargos na direção mundial da Igreja Pentecostal Deus é Amor.

Motivações
 
Se na política a presença do nepotismo é vista como uma prática antiética, seria de alguma forma diferente em organizações religiosas? Como explicar, por exemplo, que as duas principais vertentes da Assembleia de Deus no Brasil possuem hoje, respectivamente, pais e filhos na presidência? As motivações – nas igrejas evangélicas – seriam as mesmas do meio político? Há evidências de que sim, por motivos diversos, como perpetuação no poder, por exemplo. Logo, a presidência por tempo vitalício seria um dos pontos de apoio ao coronelismo evangélico, perpetuado pelo nepotismo.
 
 
Fonte: Gospel Mais | Divulgação: Midia Gospel

OVELHAS - MARIONETES


Quando olho para as multidões que invadem os templos das igrejas dos movimentos evangélicos que mais crescem no Brasil, vejo cada uma daquelas pessoas como ovelhas-marionetes. Pessoas que estão ligadas às linhas invisíveis das maquinações de homens e mulheres que parecem tentar transformar a Igreja em um grande palco para suas bem sucedidas “emprejas”.
 
Creio em milagres, em manifestações sobrenaturais, em libertação e todas as outras evidências do poder de Deus. Não tenho problema nenhum com nada disto. Minha indignação é contra aqueles que usam e abusam destes temas para atrair os incautos, como se só em suas igrejas ou em suas concentrações, e sob seus comandos estas coisas acontecessem! “A mão de Deus está aqui!”, reza o jargão de um homem que está fazendo o maior sucesso entre os moribundos, desesperados ou simplesmente entre curiosos e caçadores de bençãos. Mas, a mão de Deus está em todo lugar onde invocarmos Seu nome – não necessariamente dentro de um templo, igreja ou numa multidão! Onde há fé a mão de Deus está ali!
 
Confesso que as maneiras como as pessoas são manipuladas chegam a me assustar e causar certa revolta. Há poucos dias, por exemplo, passei em frente a um salão onde funciona uma igreja e vi a imagem de um enorme pássaro com as asas abertas e disse ironicamente para minha esposa: “Olha um urubú em cima do púlpito!”. Ela me repreendeu dizendo: “Pára! É uma águia!”... Mas para mim, tanto faz urubú como águia, em cima de púlpito nenhum bicho diz nada com coisa nenhuma!
 
Nem a Bíblia mais escapa! Vender Bíblia com a promessa de vitória financeira é o fim da picada! Só falta o apresentador dizer no bom carioquês: “Aquele irmão que não adquirir esta Bíblia tá ralado!”.
 
Falar das promoções de livros (muitos deles de teologia dúbia) dizendo que a única intenção é “abençoar os irmãos” é estelionato, é 171! A gente sabe que no fundo tudo é muito lucrativo!
 
Outra coisa que vejo, e que acho uma grande covardia, é o prazer masoquista que certos fazedores de milagres têm de colocar velhinhos caquéticos para desfilarem bambeando perante seus públicos! Isto sim é cruel... E depois? E depois... Aqueles velhinhos possivelmente voltarão para suas casas de muletas, ou em cadeiras de rodas! Mas, o que vale mesmo é a autopromoção, não importa se os velhinhos foram curados ou usados como gancho para o IBOPE...
 
Vejo também com muita preocupação a concorrência mórbida na disputa do tipo “quem cura mais”. Penso que se vangloriar com resultados de exames médicos nas mãos e tripudiar sobre as igrejas concorrentes é mais que tosco: é obsceno!
 
Aborreço-me só de ouvir aquelas vozes macilentas, cheias de engano que os televangelistas manipuladores fazem-nos ouvir em seus ridículos e insuportáveis programas supostamente interessados em “pregar o Evangelho” – diga-se de passagem, quase todos os referidos programas a meu ver até contém alguma coisa do Evangelho, mas são altamente poluídos pelas induções humanas, pelas falácias das doutrinas carregadas de heresias; pelas indulgências em forma de rosa, sal e óleos; além dos indecentes carnêzinhos supostamente milagrosos e das malditas campanhas e correntes, que nos dão a nítida impressão de que o interesse é a fidelização da clientela ávida por curas, prosperidade, soluções relacionais e outras “bênçãos” – as aspas aparecem aqui por que o que muita gente pensa que é benção pode ser maldição, conforme Malaquias 2.1 e 2:
“Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se não ouvirdes e se não propuserdes, no vosso coração, dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e também já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração.” Malaquias 2.1-2
 
         Por outro lado, me aborreço também em ver naqueles programas e conhecer pessoas que dão sinais de que gostam mesmo de ser manipuladas e enganadas, pois algumas práticas são tão medonhas que até o mais cego dos cegos pode perceber, usando apenas a inteligência e o raciocínio que algumas coisas não têm nada a ver com a mensagem de Cristo ou dos Apóstolos.
        
Como pode uma pessoa acreditar que é necessário tomar um copo com água supostamente abençoado por alguém que está apenas seguindo um roteiro de um programa muito bem projetado, seguindo apenas uma fórmula que “deu certo”? Aliás, aquilo é tão mecânico e tão estupidamente frio, que a gente percebe que os indivíduos já nem disfarçam mais a falsa comoção com a qual fazem o que vou chamar de “chantagem espiritual” – eles chamam de prece ou oração.
        
Enfim, vejo também que as pessoas não se esforçam para buscar conhecimento nas Escrituras. Aí sim, elas entenderiam que sal grosso é muito útil em um bom churrasco, mas é totalmente inútil para possibilitar a benção de Deus?
        
Por enquanto, vou continuar com meu inconformismo e indignação, vendo multidões de pessoas como marionetes, brinquedos fáceis de manejar sob as hábeis mãos dos empresários e marqueteiros da fé, os quais se multiplicam como uma praga em nossos dias!


Por: Pastor Aécio Felismino

PORQUE NÃO CREIO EM APÓSTOLOS CONTEMPORÂNEOS


 

Há quem defenda que nos dias de hoje Deus tem levantado uma geração apostólica, restaurando “ministérios perdidos” durante séculos através de novos apóstolos, supostamente com os mesmos poderes (e até maiores) que os escolhidos por Jesus na igreja primitiva. Muitos deles chegam a declarar novas revelações extrabíblicas, curas e milagres extraordinários, liberando palavras proféticas e unções especiais, vindas diretamente do “trono de Deus” para a Igreja. Seus seguidores constantemente ouvem o termo “decretos apostólicos”, dos quais afirmam que uma vez proclamados por um apóstolo, há de se cumprir fielmente a palavra profética, pois o apóstolo é a autoridade máxima da igreja, constituído diretamente por Deus com uma unção especial diferenciada dos demais membros.

No site de uma "conferência apostólica" ocorrida há alguns anos, narraram a seguinte declaração de um apóstolo contemporâneo:“A segunda noite de mover apostólico invadiu os milhares de corações presentes nesta segunda noite de Conferência Apostólica 2006. Com a ministração especial do Apóstolo Cesar Augusto a respeito do “Ser Apostólico”, todos ficaram impactados com mais esta revelação vinda direto do altar do Senhor para seus corações. Ser Apostólico é valorizar a presença de Deus, é ser fiel, é crer que Deus pode transformar, é ter uma unção especial para conquistar o melhor da terra e, por fim, é crer que Deus age hoje em nossas vidas. [...] Todos saíram do Ginásio impactados por esta revelação, saíram todos apostólicos prontos para conquistar o Brasil e o mundo para Jesus.” [1]

Peter Wagner, um defensor do apostolado contemporâneo, define o dom de apóstolo nos dias de hoje da seguinte forma: "O dom de apóstolo é uma habilidade especial que Deus concede a certos membros do corpo de Cristo, para assumirem e exercerem liderança sobre um certo número de igrejas com uma autoridade extraordinária em assuntos espirituais que é espontaneamente reconhecida e apreciada por estas igrejas. A palavra chave nesta definição é AUTORIDADE, pois isto nos ajuda a evitar um erro muito comum que as pessoas fazem ao confundirem o dom do apóstolo com o dom de missionário." [2]

Com estas declarações, podemos deduzir logicamente duas coisas: Ou o ministério apostólico contemporâneo é uma realidade na Igreja nos últimos dias, ou estamos diante de uma grande distorção bíblica, na qual precisa ser rejeitada e combatida urgentemente. Se a primeira hipótese estiver correta, então obviamente não devemos questioná-los, além de aceitar como verdade de Deus tudo o que vier dos mesmos. Caso contrário, resta-nos rejeitar totalmente as palavras e as reivindicações proféticas destes apóstolos contemporâneos por serem antibíblicas.

Para ter plena certeza do que se trata, não existe alternativa a não ser partir para a análise bíblica, pois a Palavra de Deus é a nossa única regra de fé e conduta, base normativa absoluta para toda e qualquer doutrina. Portanto, da mesma forma que os bereianos de Atos 17:11 fizeram quando receberam as palavras do Apóstolo Paulo, devemos também analisar esta questão sob à luz das escrituras.

A primeira pergunta que devemos fazer é: existem apóstolos nos dias de hoje? Para chegar à resposta, primeiramente precisamos entender quem foi os apóstolos na igreja primitiva. Para tanto, é necessário verificar o fator etimológico da palavra Apóstolo. Biblicamente, esta palavra significa “enviado, mensageiro, alguém enviado com ordens” (grego = apostolos), é utilizada no Novo Testamento em dois sentidos: 1º - Majoritariamente de forma técnica e restrita aos apóstolos escolhidos diretamente por Cristo; 2ª - Em sentido amplo, para casos de pessoas que foram enviadas para uma obra especial. Neste último, a palavra utilizada provém da correlação verbal do substantivo “apóstolo” e o verbo em grego “enviar” (grego = apostello).[3] Das 81 vezes que a palavra apóstolo e suas derivações aparecem no texto grego do Novo Testamento, 73 vezes é utilizada no sentido restrito ao grupo seleto dos 12 apóstolos de Cristo, apenas 7 vezes no sentido amplo (Jo 13:16, 2Co 8:23, Gl 1:19, Fl 2:25, At 14:4 e 14, Rm 16:7) e uma vez para Jesus Cristo em Hb 3:1. [4]

Podemos perceber que, em tese qualquer pessoa que é “enviada” para um trabalho missionário é um apóstolo. Porém, os problemas aparecem quando alguém propõe para si a utilização do termo no sentido restrito ao ofício de apóstolo.

Biblicamente, havia duas qualificações específicas para o apostolado no sentido restrito: 1ª – Ser testemunha ocular de Jesus ressurreto (Atos 1:2-3, 1:21-22, 4:33 e 9:1-6; 1Co 9:1 e 15:7-9); 2º - Ter recebido sua comissão apostólica diretamente de Jesus (Mt 10:1-7, Mc. 3:14, Lc 6:13-16, At 1:21-26, Gl 1:1 e 1:11-12 ). Este fato leva-nos a questionar: quem comissionou os apóstolos contemporâneos?

Depois da ressurreição, Jesus apareceu para os apóstolos comissionados por ele próprio e também para várias pessoas, sendo Paulo o último a vê-lo: “Depois foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo. Porque eu sou o menor dos apóstolos...” (1Co 15:7-9). No grego, as palavras “depois de todos” é eschaton de pantwn, que significa literalmente “por último de todos”. [5]

Paulo foi o último apóstolo comissionado por Jesus (At 9:1-6). Posteriormente, não encontramos base bíblica para afirmar que exista uma sucessão ou restauração ministerial de apóstolos. Todas as tentativas para justificar uma suposta restauração do ofício apostólico nos dias de hoje, partiram de interpretações alegóricas, isoladas e equivocadas de textos bíblicos.[6] Na história da igreja, não temos nenhum grande líder utilizando para si o título de apóstolo. Papias e Policarpo, que eram discípulos dos apóstolos e viveram logo após o ministério apostólico, não utilizaram esse título. Nem mesmo grandes teólogos e pregadores da história como Agostinho, Calvino, Lutero, Wesley, Whitefield, Spurgeon - entre tantos outros, utilizaram para si o título de apóstolo.

Os apóstolos tiveram um papel fundamental para o estabelecimento da Igreja. Nesta construção, Jesus foi a pedra angular e o fundamento foi posto pelos apóstolos e profetas, conforme descrito em Efésios 2:19-20: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular”. Esta passagem é o contexto direto de Efésios 4:11“E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”. Ora, se já temos o alicerce pronto, qual a necessidade de construí-lo novamente? Na verdade não há possibilidade, pois tudo o que vier posteriormente deverá ser estabelecido sobre esta base, conforme alertado pelo apóstolo Paulo: “Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica. Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.” (1Co 3:10-11)

Como fundamento da Igreja, os apóstolos possuíam plena autoridade dada pelo próprio Jesus Cristo para designar suas palavras como Palavra de Deus para a igreja em matéria de fé e prática. Através desta autoridade apostólica mediante o Espírito Santo é que temos hoje o que conhecemos como cânon do Novo Testamento, escritos pelos apóstolos. Além disso, faziam parte das credenciais dos apóstolos: operar milagres e sinais extraordinários como curas de surdos, aleijados, cegos, paralíticos, deformidades físicas, ressurreições de mortos etc. (2Co 12:12). Eu creio que Deus opera curas em resposta à orações conforme a vontade soberana d’Ele, porém não creio que as mesmas aconteçam através do comando verbal de novos apóstolos, da mesma forma que era feito pelos apóstolos na igreja primitiva de forma extraordinária.

Outro grande problema que encontramos no título de apóstolo nos dias de hoje é que, automaticamente as pessoas associam o termo aos 12 apóstolos de Jesus. Quem lê o Novo Testamento, identifica a grande autoridade atribuída ao ofício de apóstolo e consequentemente esta autoridade será ligada aos contemporâneos. Quem reivindica o título de apóstolo, biblicamente está tomando para si os mesmos ofícios dos apóstolos comissionados por Jesus, colocando as próprias palavras proferidas ou escritas em pé de igualdade e autoridade dos autores do Novo Testamento. Afinal, os apóstolos tinham autoridade para receber revelações diretas de Deus e escrevê-las para o uso da Igreja. Se admitirmos que existam “novos apóstolos”, devemos assumir que a Bíblia é insuficiente e que as palavras dos contemporâneos são canônicas, o que é absolutamente impossível e antibíblico!

Não podemos deixar de citar o festival de misticismo antibíblico praticado por muitos apóstolos contemporâneos, tais como: atos proféticos, novas unções, revelações extrabíblicas, maniqueísmo, manipulação e coronelização da fé através do conceito "não toqueis nos ungidos", judaização do evangelho etc. Além disso, o próprio modo de vida deles mostra o oposto dos originais, os apóstolos de Cristo tiveram vida humilde, foram presos, açoitados, humilhados e todos (com excessão de Judas Iscariotes que suicidou-se e João que teve morte natural) morreram martirizados por pregarem o evangelho. Ao contrário disso, os contemporâneos vivem uma vida com patrimônios milionários, conforto e prosperidade financeira. Quando sofrem algum tipo de "perseguição", as mesmas são decorrentes à contravenções penais com a justiça.

Após esta breve análise, concluo que não há apóstolos hoje! O apostolado contemporâneo é uma distorção bíblica gravíssima que reivindica autoridade extrabíblica, da mesma forma que a sucessão apostólica da Igreja católica romana e os Mórmons. Por isso, devemos rejeitar a “restauração” do ofício apostólico, pois os apóstolos contemporâneos não se encaixam nos padrões bíblicos que validam o apostolado, bem como não existe base bíblica que autorize tal restauração.

Sola Scriptura!

Notas:
[1] – Conferência apostólica 2006, site oficial.
[2] – Citado no ítem reforma apostólica do site Lagoinha.com
[3] – Dicionário Bíblico Strong - Léxico Hebr., Aram. e Grego - SBB – 2002, pág. 1214, nº649/652.
[4] – Concordância Fiel do Novo Testamento Grego – Português, Ed. Fiel, Vol. I, pág. 84
[5] – Citado no artigo: Carta ao Apóstolo Juvenal, por Rev. Augustos Nicodemus Lopes.
[6] – Para verificar diversas refutações ao apostolado contemporâneo, clique aqui!
 

 
Por Ruy Marinho Fonte: Bereianos
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Mais de 10.000 igrejas se unem para trazer as pessoas de ‘Volta às Igrejas no Domingo’


 
Notícias Gospel Mais de 10.000 igrejas se unem para trazer as pessoas de ‘Volta às Igrejas no Domingo’ | Noticia Evangélica Gospel
Milhares de congregações nos Estados Unidos estão se comprometendo a participar de um evento de âmbito nacional destinado a alcançar os sem-igreja. "Volta Nacional para a Igreja Domingo", previsto para 16 de setembro, tem mais de 10.000 igrejas oficialmente listadas como participantes do evento. "É a maior sensibilização anual única da comunidade no país, compartilhando a mensagem simples e missão de convidar a todos nos Estados Unidos a ‘Voltar para a Igreja’", diz o site do evento. "A campanha fortalece igrejas e membros da igreja com as ferramentas de que precisam para acolher os seus vizinhos, amigos e entes queridos de volta à igreja, ao fornecer os sem igreja uma maneira fácil de encontrar uma igreja acolhedora em sua comunidade."
 
"Volta Nacional para a Igreja Domingo" é organizado em parte pela Outreach, Inc., uma organização formada em 1996 que visa proporcionar igrejas com produtos de divulgação. Kim Flynn, gerente de marketing do projeto para a Divisão de Produtos de Outreach, Inc., destacou que o evento é "baseado no princípio simples de que 82 por cento das pessoas vêm à igreja se forem convidados por um amigo, e apenas 2 por cento dos membros da igreja convidam amigos sem igreja para a igreja."
 
"Desde 2009, o Volta Nacional para a Igreja Domingo inspirou fiéis a convidar mais de 2,6 milhões de membros da família, amigos, vizinhos e colegas de trabalho para as suas igrejas. Ano passado, 7.600 igrejas participaram. A partir deste ano mais de 10.000 congregações participaram o evento". Os organizadores do evento Voltar à Igreja têm usado as mídias sociais como um meio de divulgação. Isso inclui o uso de "e-Vites", uma página do Facebook que tem neste momento mais de 9700 pessoas curtindo, e um vídeo do YouTube do "Rap Pastor", que foi publicado em junho e, desde então, ganhou mais de 76 mil visualizações.
 
Os organizadores do Volta Nacional para a Igreja Domingo esperam que mesmo depois que 16 de setembro veio e se foi, a mensagem de seu evento continue a crescer. "Em uma cultura onde ‘igreja’ perdeu significado importante para muitos esperamos que as pessoas descubram como eles podem alcançar seu potencial dado por Deus e como eles podem transformar suas vidas e da comunidade", disseram os organizadores em um comunicado.
 
"Nós desenvolvemos o Desafio da Igreja de 30 dias e está atraindo milhares de igrejas a examinar seus propósitos fundamentais. Em um foco concentrado através de uma variedade de meios de escrituras em Atos, congregações redirecionam para alcançar seu potencial bíblico e transformar suas comunidades."
 
 
Fonte: The Christian Post | Divulgação: Midia Gospel

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Blogueira critica líderes evangélicos que indicam candidatos por interesses particulares: “Estelionato gospel”. Leia na íntegra

Blogueira critica líderes evangélicos que indicam candidatos por interesses particulares: “Estelionato gospel”. Leia na íntegra
Com as campanhas políticas para as eleições deste ano em curso, diversos líderes evangélicos anunciam suas preferências entre candidatos e recomendam os mesmos a seus liderados.
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Sobre esse assunto, a blogueira Vera Siqueira publicou um artigo questionando as motivações por trás das recomendações de líderes evangélicos a candidatos, e levantou uma dúvida em seu texto: “Esse apoio se deve a uma direção que o Espírito Santo deu aos líderes evangélicos, ou se deve a acordos de bastidores entre as lideranças gospel e os políticos em questão?”, questionou.
 
Vera Siqueira pondera sobre a possibilidade de que a indicação tenha motivações verdadeiras, livre de interesses particulares, mas ressalta que caso a indicação não seja apenas baseada em propostas, está errada.
 
-Se a indicação se deve à inspiração divina, é totalmente válida, afinal devemos obedecer a Deus. Porém, se a indicação se deve aos interesses eclesiásticos, isso se torna algo criminoso espiritualmente falando, um verdadeiro estelionato gospel, afinal se usa da influência que um líder religioso tem sobre suas ovelhas para levá-las a agir conforme a vontade humana, e ainda usando do nome de Deus (mesmo subliminarmente, afinal levar um candidato ao púlpito e orar por sua eleição predispõe os fiéis a acharem que Deus está no negócio) – pontua a blogueira.
 
O texto propõe ainda uma reflexão a respeito do tema e possíveis contradições protagonizadas por líderes evangélicos: “Cá para nós, isso é algo ético? É algo cristão? Jesus agiria assim? Como é engraçado (para não dizer triste) ver esses mesmos líderes gritando do alto de seus púlpitos que os fiéis devem depender exclusivamente de Deus (pregação ótima para obtenção de maiores e melhores ofertas), porém eles mesmos não dependem de Deus, mas de favores conseguidos em conchavos de bastidores”.
 
A blogueira encerra seu artigo com uma definição a respeito daquilo que ela entende que a igreja deva se ater: “Púlpito é lugar de pregação da Palavra, não de exposição de acordos humanos e políticos”.
 
Leia a íntegra do artigo “As igrejas indicam candidatos a cargos políticos por inspiração do Espírito Santo ou por interesses pessoais?”, de Vera Siqueira, abaixo:
Estamos em agosto, há poucos meses das eleições para prefeito e vereadores. Aqui em São Paulo as ruas já estão cheias de faixas, banners, cartazes e afins com fotos dos candidatos. É engraçado, pois se um comerciante quiser colocar uma faixa na frente do seu estabelecimento não pode, por conta da lei “Cidade Limpa”. Porém, emporcalhar São Paulo com as fotos dos caras de pau (com raras exceções) que pleiteiam uma boquinha na política, isso pode. Contradições que só os bastidores do poder podem explicar.
 
Mas enfim, o assunto deste artigo é outro. Nas últimas semanas, várias igrejas manisfestaram seu apoio político – diga-se de passagem, a “indicação” (ou será ordenamento?) – a candidatos. Mas fica a dúvida: esse apoio se deve a uma direção que o Espírito Santo deu ao líderes evangélicos, ou se deve a acordos de bastidores entre as lideranças gospel e os políticos em questão?
 
Essa é uma questão muito importante. Se a indicação se deve à inspiração divina, é totalmente válida, afinal devemos obedecer a Deus. Porém, se a indicação se deve aos interesses eclesiásticos, isso se torna algo criminoso espiritualmente falando, um verdadeiro estelionato gospel, afinal se usa da influência que um líder religioso tem sobre suas ovelhas para levá-las a agir conforme a vontade humana, e ainda usando do nome de Deus (mesmo subliminarmente, afinal levar um candidato ao púlpito e orar por sua eleição predispõe os fiéis a acharem que Deus está no negócio).
 
Mas como discernir se as igrejas estão agindo por interesse próprio ou por inspiração divina?
 
Devemos ter em mente que a Verdade é uma só (embora o adversário tende a construir “verdades alternativas” para enganar os incautos em todas áreas da nossa vida, não apenas no campo espiritual). Assim, o Espírito Santo tem que, por coerência, se agradar de apenas um candidato a prefeito, por exemplo (afinal, não dá para eleger mais do que um). Assim sendo, como explicar os dados a seguir?
 
 
Assembléia de Deus do Brás Ministério Madureira apóia Gabriel Chalita (http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-08-08/candidatos-a-prefeito-de-sao-paulo-buscam-apoio-de-igrejas.html).
 
 
 
 
 
Estranho, não? Não fica bastante claro que muitas igrejas estão usando da sua influência para ajudar a eleger um candidato que será, obrigatoriamente, um “devedor de favor”? E que, assim, terá que fazer concessões a favor dessas igrejas, em detrimento do resto da sociedade?
 
Cá para nós, isso é algo ético? É algo cristão? Jesus agiria assim?
Como é engraçado (para não dizer triste) ver esses mesmos líderes gritando do alto de seus púlpitos que os fiéis devem depender exclusivamente de Deus (pregação ótima para obtenção de maiores e melhores ofertas), porém eles mesmos não dependem de Deus, mas de favores conseguidos em conchavos de bastidores. Doce e triste ironia essa em que vive boa parte do mundo dito evangélico.
 
Todos devemos depender exclusivamente de Deus, e isso se refere também aos “intocáveis” líderes gospel. E, como tal, lhes compete levar as ovelhas ao senso crítico na hora de votar, e a orar por quem quer que seja eleito (afinal, a eleição não compete apenas aos evangélicos, mas a toda a sociedade, de forma que mesmo que uma igreja vote em bloco no candidato X, isso não significa que o candidato Y não venha a se eleger). Púlpito é lugar de pregação da Palavra, não de exposição de acordos humanos e políticos. Um candidato que sobe no púlpito não significa que virou cristão, embora os líderes gospel gostem de bradar isso (procurem no Youtube o vídeo da “conversão do Kassab” e morram de vergonha alheia). Ao contrário, temos visto muitos lobos políticos se unindo aos lobos eclesiásticos, profanando o Sagrado a olhos vistos.
 
Que Deus poupe as ovelhas do matadouro
 
 
Redação Gospel+

terça-feira, 21 de agosto de 2012

"PEGUE SEU TALÃO DE CHEQUES..."



A especialidade dos pastores pentecostais é fazer barulho, pois, assim, os ouvintes ficam hipnotizados e engolem todas as heresias que eles pregam... Sem falar na propaganda política dos partidos favoritos. Além do barulho, eles dançam, requebram, levantam os braços e transformam os salões de culto em bailes carnavalescos.
          
Um desses "picts evangélicos", pregando em certa ocasião festiva, numa igreja assembleiana, disse esta frase: "Pastor pentecostal que não faz barulho está com defeito de fabricação". Outra pérola dele: "Por mais pentecostais que sejamos, o mais pentecostal foi João Batista". E explica: "Porque João pulou na barriga de Isabel, comprovando que seria o primeiro pentecostal". Seguindo ele, "O Batista foi também o primeiro lançador de moda masculina, porque, em vez de usar o costumeiro tecido grosso, ele preferiu usar pêlo de camelo."
          
E foi por aí, espiritualizando e acrescentando sua própria interpretação ao texto lido. Ele conta, como fato histórico, que "João atrapalhava tanto as aparições do Herodes, que o rei judeu resolveu mandar matá-lo" (?)... Ele fala sobre o elogio que Jesus faz a João, em Mateus 11, por causa de sua pregação. Ele diz que "O povo achava que Jesus era uma cobra", mas o Batista explicou: "Eis cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29). Viram que interpretações geniais?
          
Depois de escutar tantas pepitas, comecei a temer pela vida espiritual daquelas centenas de ouvintes, que ali estavam assimilando os erros do tal pregador. Ele disse, também, que "os crentes parados (como eu, por exemplo) morrem de inveja, porque não têm o que os avivados têm".
          
Outra comparação estranha que ele fez foi entre a "coruja da TV" e a "pomba do Espírito Santo". Sua especialidade foi mandar que as pessoas cheirassem o cangote de quem estava ao seu lado. Sei disso porque, quando assisti (uma única vez) a um culto em que ele pregava, vi como o meu irmão batista ficou vermelho, temendo ser obrigado a cheirar o meu cangote, com Chanel No. 5.
          
Vez ou outra, esse "profeta" enrolava a língua, para convencer os tolos de que estava possuído do Espírito. Em seguida, ele contou como, durante um culto, seu braço ficou endurecido, ele achou que estava tendo um AVC, "tentou estender o braço e o auditório caiu todo sob o poder do Espírito". [Aqui ele copiou, vergonhosamente, o seu mestre, Benny Hinn].
          
Sua linguagem é tão vulgar que a BLH parece erudita, quando comparada às expressões baratas que ele joga no ar, em lugar da ortodoxa linguagem bíblica. Mas Deus é tão Soberano que alguns se convertem em meio a essa balbúrdia; depois, começam a ler a Bíblia [um conselho que o "profeta" esqueceu de dar), crescendo na graça e no conhecimento de Cristo.
          
O profeta janota afirmou que o seu corpo estava "arrepiado", começou a gritar e a exigir que todos gritassem, também, a fim de receber o Espírito Santo. No mesmo instante, lembrei-me desta passagem de Romanos 14:17: "Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo". Aqui, não vejo a palavra "grito", mas alegria, uma alegria interior, que não deve ser extravasada, escandalizando os membros das igrejas "paradas", como a que eu frequento.
          
No final, quando o "profeta" viu alguns crentes deixando a igreja, antes do término do culto, usou esta linguagem vulgaríssima: "Esses que estão saindo, certamente estão com diarréia". E começou a pedir dinheiro, muito dinheiro, para reformar um abrigo - na Amazônia - onde, certamente, os crentes do RJ não teriam como fiscalizar. E terminou com a promessa típica dos pregadores pentecas: "Quem mais semear, mais receberá de Deus, em troca de sua generosidade... Pegue o seu talão de cheques e use, sem preocupação".
   
A verdade é que o "espirito", às vezes, costuma "plenificar" esses pregadores; pois, numa dessas noites, o pregador, caiu de bêbado, exatamente quando cheguei perto dele, para pedir explicação sobre a heresia mais tenebrosa daquela noite, e senti um tremendo cheiro de álcool em seu hálito!
          

"Ach, du Mein Gott!" ... Cansei de tanta "pentecada".


Mary Schultze, 20/08/2012.

sábado, 18 de agosto de 2012

Mórmons: grandes empresários fiéis à denominação revelam seguir doutrina para obter sucesso nos negócios

Mórmons: grandes empresários fiéis à denominação revelam seguir doutrina para obter sucesso nos negócios
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida como Mórmon, tem em seu histórico uma forte ligação com o trabalho, e incentiva, em sua liturgia, seus fiéis a trabalharem arduamente em busca de conquistas pessoais.

No Brasil e nos Estados Unidos, grandes empresários ligados à denominação reconhecem a importância do ensinamento da igreja e suas práticas em seu sucesso profissional.

A revista IstoÉ Dinheiro publicou uma reportagem citando exemplos de adeptos do mormonismo que tornaram-se grandes empresários, como Carlos Wizard Martins, proprietário da escola de idiomas Wizard e da escola de computação SOS Computadores, o fundador da companhia aérea Azul, David Neeleman e Francisco Valim, presidente da operadora de telefonia Oi.

Nos Estados Unidos, o destaque entre muitos empresários de sucesso com ligações profundas com a religião Mórmon é o empresário Mitt Romney, fundador de uma empresa que gerencia uma grande carteira de investimentos e que atualmente, é candidato à presidência do país pelo Partido Republicano.

Segundo o empresário Martins, o fato de pertencerem à uma denominação minoritária, com suas próprias doutrinas, os torna mais preparados para enfrentar desafios: “Desde pequenos aprendemos a liderar e a lidar com a rejeição. Isso ajuda muito na hora de enfrentar o mercado de trabalho”, observa, e vai além: “A organização da Igreja é perfeita. Qualquer empresa que adotá-la será bem-sucedida”.

O sucesso nos negócios ou na carreira profissional é visto como uma demonstração de obediência à doutrina da igreja, segundo os mórmons: “Uma coisa que aprendemos é ser perseverantes. Dessa maneira, conseguimos o sucesso que algumas pessoas não alcançam por falta de paciência”, afirma Paulo Kretly, presidente da consultoria americana de treinamento FranklinCovey, no Brasil.

Entre as práticas que são apresentadas aos adeptos da religião mórmon, estão o incentivo à pequenos discursos durante as reuniões nas igrejas, a partir dos oito anos, para perderem o medo de falar em público. Quando completam dezenove anos, recebem responsabilidades de gestão ao se alistarem como missionários, são treinados em um centro especializado e durante suas missões, são encarregados de conquistar novos adeptos, geralmente no exterior, e com contato familiar restrito.

-É uma experiência muito difícil, uma vez que temos de sair de casa para enfrentar o desconhecido. Quando voltamos, no entanto, somos capazes de vender qualquer coisa – afirma Paulo Amorim, ex-sócio da Korn Ferry e atual presidente da Alexander Proudfoot, consultoria especializada em produtividade.

A própria igreja se organiza como uma empresa e gerencia companhias que juntas, valem aproximadamente US$ 40 bilhões. Nos Estados Unidos, por exemplo, a empresa é dona de um grupo chamado DMC, com sede em Salt Lake City, mesma cidade em que a sede da denominação está instalada, e que é responsável por 11 emissoras de rádio, 1 emissora de TV, uma seguradora, uma prestadora de serviços de hospitalidade e diversos veículos de mídia impressa e digital.


Redação Gospel+

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

PESQUISA APONTA QUE MAIORIA DOS EVANGÉLICOS NÃO COMPARTILHA SUA FÉ



Pesquisa realizada pela Missão Lifeway apresenta apresentou dados sobre como os cristãos compartilham sua fé. Os resultados mostram que a maioria cristã evangélica não se sente confortável em falar da sua fé para as pessoas. Confira os dados no infográfico produzido pelo Portal Gospel Prime:
Infográfico sobre Evangelismo
 
Infográfico produzido por Gospel Prime

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O IMPORTANTE É CASAR:

Casamentos: dos simples aos exóticos




Casamento, por definição, é o vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante o reconhecimento governamental, religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação é a coabitação, embora possa ser visto por muitos como um contrato.

Definições à parte, essa instituição chamada de casamento tem cerimônias que vão do mais tradicional ao mais exótico, sem falar da forma que as diferentes culturas celebram essa união. Acompanhe uma seleção de imagens que retratam as mais diversas formas de cerimônias de casamento pelo mundo afora, passando dos mais simples aos mais exóticos possíveis:


(01)

Casamento em pleno Oceano - Inglaterra

(02)
Casamento em pleno Oceano - Inglaterra

(03)
Noiva Holandesa com uma coroa de flores depois de cerimônia em estação de esqui, EUA

(04)
Noivos durante cerimônia de casamento sobre a "Loveland Ski Area". EUA

(05)
Casamento tradicional chinês

(06)
Sósia de Elvis Presley em uma recriação da cena do casamento do filme Blue Hawaii, no País de Gales

(07)
Cerimônia de casamento coletivo. China

(08)
Noivos posam para fotografias de casamento em Pequim. China

(09)
Membro de um clube de natação de inverno em comemoração de seu casamento na margem do rio Yenisey, Rússia

(10)
Membro de um clube de natação de inverno em comemoração de seu casamento na margem do rio Yenisey, Rússia

(11)
Membro de um clube de natação de inverno em comemoração de seu casamento na margem do rio Yenisey, Rússia

(12)
Casal japonês durante casamento nos alpes suíços. Suíça

(13)
Noiva recebe véu para sua festa de noivado. Cabul, Afeganistão

(14)
Mãe do noivo atira balas sobre a cabeça dos noivos para desejar-lhes felicidades durante a festa de casamento. Cabul, Afeganistão

(15)
Noiva dança com amigos e familiares durante sua festa de casamento. Ramallah, Cisjordânia

(16)
Homens fazem dança tradicional Baraa durante cerimônia de casamento coletivo. Arábia Saudita

(17)
Cerimônia de casamento coletivo. Seul, Coreia do Sul

(18)
Recém-casados ​​celebram durante cerimônia de casamento coletivo. Seul, Coreia do Sul

(19)
Cerimônia de casamento coletivo. Amã, Jordânia

(20)
Cerimônia de casamento coletivo. Amã, Jordânia

(21)
Cerimônia de casamento coletivo em vagão do metrô na China

(22)
Cerimônia de casamento tradicional dos tadjiques, China

(23)
Noivos esperam casamento coletivo em Tel Aviv, Israel
(24)
Noivos esperam casamento coletivo em Tel Aviv, Israel

(25)
Noivos durante casamento coletivo patrocinado por doações voluntárias para ajudar os jovens a se casar. Sudão

(26)
Noivos após cerimônia de casamento em Havana. Cuba

(27)
Noivos passeiam em um Ford 1956 durante festa de casamento em Havana. Cuba

(28)
Chinesa durante ensaio para casamento tradicional chinês

(29)
Casais posam após votos de matrimônio em tradicional cerimônia hindu

(30)
Casal de mãos dadas durante tradicional cerimônia hindu. Índia

(31)
Recém-casados após cerimônia coletiva organizada por uma organização não-governamental. Calcutá

(32)
Casal planta arvóre em mangue após casamento coletivo. Filipinas

(33)
Casamento exótico em ilha

(34)
Noivos com rostos pintados

(35)
Casamento num trator

(36)
Casamento "digital"

(37)
Casamento com o tema Shrek
(38)
Noiva com vestido ousado

(39)
Casamento com tema Pirata

(40)
Noivos de preto

(41)
Casamento Underground

(42)
Casal nada convencional

(43)

(44)
Casamento mexicano

(45)
Cerimonia onde cédulas de dinheiro são jogadas no noivo

(46)
Fisiologicamente "diferentes"

(47)
Casamento vegetariano

(48)
Cerimonia com participação animal

(49)
Casamento na neve

(50)
Casamento temático na praia

(51)
Noivos no fundo do mar

(52)
Casamento em frente ao Cristo Redentor

(53)
Casamento Gótico

(54)
Casamento baseado em Shek
(55)
Casamento num estádio

(56)
Casamento numa pista de patinação

(57)
Casamento na Montanha-russa

(58)
Casamento num Parque aquático

(59)
Casamento sem gravidade

(60)
Casal exótico

(61)
Casamento no Mc Donalds

(62)
Noivos pendurados pela pele das costas

(63)
Casamento aéreo

(64)
Casamento Halloween

(65)
Casal Terror

(66)
Peter Pan e Sininho

(67)
Star Wars

(68)
Casal Zumbi

(69)
Noiva Zumbi

(70)
Noivos que casaram nus, na Austrália

Imagens: ig, fottus, Imprensa Marron